A Palavra Eterna

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus… E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós.” (João 1.1 e 14)

Pelo fato de sermos limitados pelo tempo e espaço, temos dificuldade de formularmos uma concepção sobre a eternidade passada. No entanto, antes de qualquer começo, não importa quão antigo possa ter sido, o Senhor Jesus já era Deus Filho. O “Verbo”, como Ele é chamado nos versículos acima, nunca conheceu o começo.

O que entendemos sobre o termo “Verbo” quando aplicado à Cristo? Assim como expressamos nossos pensamentos e sentimentos por meio de palavras, assim o Senhor Jesus é a perfeita revelação de Deus. E o Verbo eterno se tornou homem. Ele, que não teve começo, entrou na esfera limitada pelo tempo e espaço, tornando-Se ser humano a fim de revelar Deus para a humanidade. Em tudo o que o Senhor Jesus fez e disse podemos reconhecer quem Deus é.

Mas o Senhor não mostrou apenas a essência do caráter de Deus. Ele cumpriu todos os desígnios divinos também. Sua vida perfeita, Sua morte vicária e Sua gloriosa ressurreição abriram o caminho para Deus. E essa é a razão pela qual pôde afirmar aos Seus discípulos: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14.6). E quanto à própria vida, Ele disse: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17.3).

E para que O conheçamos melhor, Deus nos deu Sua Palavra, a Bíblia. O Antigo Testamento é repleto de referências proféticas à Ele, enquanto o Novo Testamento nos mostra Sua vida e os resultados de Sua morte expiatória e ressurreição.

(Fonte: agenda Boa Semente 2012)

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 23.000 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, eram precisos 9 concertos egostados para sentar essas pessoas todas.

Clique aqui para ver o relatório completo

AFINAL, QUAL É A CRISE DA IGREJA EVANGÉLICA?

“Se algum dia conhecemos a Jesus segundo a carne, já, agora, todavia, não o conhecemos desse modo” (Apóstolo Paulo)

“O Evangelho não foi provado e julgado falho. Ele foi julgado difícil e portanto permanece não provado até hoje”(Soren Kierkegaard)

Alguns dizem que “a crise da igreja evangélica é uma crise de conteúdo”, conforme li numa declaração de um “pensador evangélico” recentemente.

Ora, se for “evangélico”, não é pensador; e se for pensador, não será mais “evangélico”.

Ninguém que pensa, é “evangélico”. Não mais hoje em dia. Nem tampouco ninguém que sente com verdade é “evangélico”. Não mais hoje em dia!

Portanto, saibam os “evangélicos”: se pensar, não é “pensador evangélico”; assim como se tiver alma, não será “psicólogo evangélico”. Daí, para mim, a frase “pensador evangélico” ou “psicólogo evangélico” ser uma impossibilidade da mente e da alma.

No mesmo texto ao qual antes me referi decretou-se a morte do “movimento evangélico”.

Engano! Isto não acontecerá!

A “igreja evangélica” não morrerá. Ela já está morta. Todavia, o “movimento evangélico”, saibam todos, não morrerá. Sim, ficará aí… e será o que todas as outras religiões são, mesmo as mais “mortas”; apenas com uma diferença: os evangélicos são os menos sofisticados de todos, à exceção, talvez, dos islâmicos fanáticos.

Quem dera a “crise evangélica” fosse tão simples!

A questão é que quem não conhece os proponentes dessas coisas e nem sabe o que é “conteúdo” para eles, fica pensando que trata-se de algo denso e sólido. Mas não é. De fato é algo morto já faz tempo, e que tentou ser uma alegria para muitos, mas não foi, posto que não se ancorava na Graça, mas na Teologia.

Quando falam em “conteúdo”, conforme o texto ao qual faço aqui referencia, eles evocam a idéia de uma teologia meiga, e que seja bonitinha, palatável, suavemente psicologizada, politicamente correta, socialmente solidária, discreta, pensativa, reflexiva, que evoque a ternura de Deus como Pai e que gere uma ética de etiquetas morais disfarçadas de integridade.

Ou seja: os tais “conteúdos” são coisa ainda do jardim da infância da realidade, conforme o Evangelho, posto que na melhor das hipóteses fazem com que o indivíduo seja agradável e saiba se comportar socialmente, para fins de consumo relacional… isso quando tudo está em ordem… Porém, os mesmos “conteúdos”, fazem esses mesmos indivíduos serem completamente “judiciosos”, completamente “teóricos”, profundamente “apenas teo-lógicos”, imensamente “racionais”, ou, quando não são “racionais”, são, entretanto, ainda filhos de uma “mística sistêmica”; ou seja: aprendida, não necessariamente experimentada.

Do ponto de vista da existencialidade tais conteúdos não realizam nada, a menos, como já disse, que esteja “tudo bem”.

Não liberta da inveja, do orgulho, da vaidade de pensamentos, do espírito faccioso, do direito ao escândalo, da sensualidade adoecida, da espiritualidade livresca, das fobias de alma, da insegurança de ser, da necessidade de parecer ser, de pavonêscas sofisticações, do academicismo vazio, das muitas e muitas reuniões lindas e singelas, porém, cheias de nada…

Ou seja: tais “conteúdos”—que se são confessados é porque por eles são “conhecidos”, do contrário, que certeza se teria acerca de sua validade?—não produziram nada nas vidas de seus proponentes senão apenas as coisas por mim acima mencionadas, e que eles sabem muito bem serem verdadeiras.

Sim, eles terão que se arrepender de tais “conteúdos”!

Esses “conteúdos” são uma bolha de teorias apenas úteis para que um grupo de meninos se encontre com outros meninos e mostrem uns aos outros os seus joguinhos virtuais, pois, de fato, em nada afetam a realidade; coisa essa que eles nem ainda sonham em saber o que é.

Sim, tais “conteúdos” são ainda fruto da produção mental de uma tentativa protestante-iluminista, ou, às vezes, de uma busca de experimentar uma espécie de Renascença Cristã. Mas não são nada que se relacione à visceralidade radical do chamado do Evangelho.

“Conteúdo” muitas gente tem entre os evangélicos. Mas e daí? Tais “conteúdos” não são vida, são ainda apenas letra; letra bela, bem escrita, às vezes até poética, porém Letra, nada mais que letra…

A crise dos evangélicos é bem mais profunda, e, entre outras coisas, inclui também esses “conteúdos” que alguns dizem que é o que falta na igreja.

Deus me livre! Se a igreja for visitada pelos “conteúdos” deles teremos apenas um monte de frouxos, profetas de si mesmos, reis da média, profundamente convenientes, educadamente traiçoeiros.

Ora, de fato, os tais “conteúdos” são parte da crise que eles dizem existir (e com que atraso enxergam o óbvio, antigo e já fóssil!).

Conquanto haja muitos para os quais a tal falta de “conteúdo” possa ainda ser algo relevante, há, todavia, um monte de gente com tais “conteúdos” entre os evangélicos, porém isso não faz diferença alguma, assim como nunca fez nenhuma diferença em qualquer outro tempo, visto que tais “conteúdos” são apenas o “álibi eterno” por eles usados para criticar sem se aventurarem a dizer: “Venham! Vamos juntos! Vamos aprender juntos! Vamos ser irmãos uns dos outros! Vamos confessar nossos pecados, invejas, doenças e maldades piedosas, e, juntos, vamos iniciar a jornada do Caminho da Vida, andando sem ter nada do que se gloriar senão na Cruz de Cristo!”

Não! Eles jamais farão isto. Eles apenas assistirão. Opinarão. Farão analises. Masturbar-se-ão com suas próprias repetidas e copiadas idéias. E nada acontecerá. Posto que não têm coragem de nem mesmo se encarar, quanto mais a coragem de botar a cara para fora, para apanhar pela fé, e para viver a realidade do Conhecimento de Deus não como “psicologia de retiro espiritual”, mas como vida na esquina, nas ruelas, no meio das mais agudas angustias humanas, nas perdas e nos ganhos, nos lutos, nas alegrias, nos céus e no abismo.

Somente quando se fica sabendo na experiência da Graça de Deus que “as trevas e a luz são a mesma coisa” é que se conhece de fato a Deus como mistério. Ora, o fruto de tal conhecimento é paz!

Eles ainda não entenderam que parte da maldição é ainda essa “herança grega” do engano de pensarmos que “conteúdos” são coisas a serem aprendidas com a cabeça, ou com a periferia do coração.

“Pensar os conteúdos” é outra frase feita que eles adoram!

Ora, o conteúdo da Palavra não é a mesma coisa que eles chamam de “conteúdo”.

A real crise evangélica—e aí se pode botar nesse saco tudo e todos que não são católicos—é a crise do total não conhecimento experiencial da Graça de Deus.

Sim, fala-se em Graça. Mas apenas “fala-se”. E, quando se fala, fala-se de algo que a maioria nem sabe o que é, a não ser pela definição filológico-teológica da palavra.

A Graça de Deus não é uma doutrina e nem é um discurso acerca de um “Deus melhorzinho”.

A Graça é melhor que a vida. E a Graça só pode ser conhecida como experiência da vida como transcendência e imanência real em Deus pela fé, num salto de entrega total que a maioria não tem coragem de dar.

Ou seja: o sujeito que crê, experimenta…!

Conforme a linguagem chocante de Marcos 16… “certos sinais seguem…” Em outras palavras: não é blá, blá, blá… É vida de fé e coragem, é risco, é entrega, é confiança, e é alegria, contentamento e paz no Espírito Santo.

Na Graça de Deus não se fica sabendo acerca de Deus, mas se conhece a Deus.

Ora, é essa falta de experiência do conhecimento real de Deus em fé, na Graça, e conforme o espírito do Evangelho, aquilo que asfixiou a igreja evangélica, e matou a sua alma. De tal modo que ela existirá como zumbi… e só não morrerá porque já morreu.

A fé em Jesus, todavia, segue firme e inabalável, posto que quando os odres velhos se derramam… e para nada mais aproveitam… nem por isso a fonte do vinho novo cessa de brotar, posto que a Videira Verdadeira não deixa jamais de produzir fruto mediante os ramos que permanecem nela, vivendo em total entrega e confiança, sabendo que sem que se esteja ligado a Jesus, nada se pode fazer. Muitos menos “produzir conteúdos”.

A igreja evangélica já foi um problema para mim. Hoje, sinceramente, não é mais.

Creio que muitos evangélicos ainda se converterão ao Evangelho da Graça de Deus, e creio que muitos ainda experimentarão a vida abundante e confiante que há em Jesus.

Mas sei que isto só acontecerá quando eles desistirem de tudo, e quando abandonarem a pretensão de definir “conteúdos”, ou de darem uma açucarada em Deus para fins de melhor palatabilidade.

Todavia, só saberão do que eu estou aqui falando no dia em que experimentarem o benefício da paz e da pacificação total do coração mediante a confiança que é fruto do conhecimento real de Deus, e não de sua projeção teológica.

Quem entender, entenda!

(Caio Fábio)

Pastores estressados

70% DOS PASTORES ESTÃO ESTRESSADOS

Mesmo sendo a profissão mais satisfatória, este chamado ainda é muito estressante, é o que aponta uma pesquisa. Com carga horária exaustiva e muitas responsabilidades – para quem vive a realidade dos grandes templos, a tensão de criar um ministério sólido, sem escândalos e fiel às sagradas escrituras. Para quem vive o pequeno ministério, o desafio de ser líder espiritual, gestor, motivar pessoas e ainda ter tempo para cuidar da família.

O resultado são líderes cada vez mais estressados. O Instituto Francis Schaeffer de Desenvolvimento de Liderança Eclesiástica (FASICLD – Francis A. Schaeffer Institute of Church Leadership Development) juntamente com o Instituto Fuller, inciaram em 1989 uma pesquisa com pastores americanos e o resultado foi preocupante. Veja mais abaixo:

Mil e quinhentos pastores abandonam o ministério todo mês por conta de desvios morais; esgotamento espiritual ou contendas na igreja.

80% dos pastores sentem-se desqualificados para o exercício do ministério.

50% deles afirmaram que se pudessem deixariam o ministério.

70% dos pastores americanos lutam com a depressão.

Quase 40% deles afirmaram ter tido algum tipo de relacionamento extraconjugal desde que iniciaram seu ministério.

E 70% afirmaram que só lêem a Bíblia quando preparam seus sermões.

Como pastores lidam com o estresse e como isto afeta o coração.

Comentário:

O que há de errado com as igrejas de hoje em dia? Se passamos mais tempo na igreja, não deveríamos esperar crescer espiritualmente e nos sentirmos realizados?
Não nos é dito que, se bebermos da água viva oferecida por Jesus, nunca mais teremos sede? Se isso é verdade, então o que acontece com os cristãos de hoje? O que está faltando?

O fundamental “Que mensagem estamos compartilhando com nossa comunidade e entre nossas paredes com nossos chamados ‘programas’? Acredito que nossa substância, não nossa estrutura, está deixando tantos cristãos estagnados e insatisfeitos. Uma igreja pode ter programas refinados, uma equipe bem treinada e oradores dinâmicos… mas conteúdo é o que as pessoas levam consigo quando voltam para casa.

O que se percebe é que muitos cristãos (incluo aqui pastores) vivem insatisfeitos com a igreja ou com seu relacionamento com Deus. A fé deles não funciona mais, já que não conseguem cumprir sua parte da “barganha” com Deus. Por algum motivo aquilo que começou esfuziante agora começa a desbotar. Podem até se perguntar: Quanto é o bastante? Quando acabará? Por que Deus ainda não está satisfeito? Quando poderei relaxar e desfrutar? Deve haver um outro caminho.

Se houve um outro caminho? Há um Antigo caminho que conduz sempre ao desapontamento, por mais esforço “santo” que seja exercido. Há também um Novo caminho, livre de custos e capaz de mudar tudo. O novo é o que Deus planeja para você. Não acredita? Então sugiro que você leia (se tiver coragem rsrsrs) “O Evangelho Nu” de Andrew Farley.

Grande abraço a você.

Na seara, até a volta de Cristo,
Pr. Luiz Carlos

O Caminho é uma Pessoa, Seu Nome é Jesus!! Conheça-O, leia a Bíblia e siga-O!!

Esperança contra a depressão

“Tratar com a mente é a maior obra já confiada aos homens” (Ellen White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 1, p. 4).

Decepções, frustrações e momentos ruins são experimentados por todas as pessoas. Esses fatores, associados à genética (hereditariedade), qualidade de vida e condições do ambiente ou relacionamentos, podem deixar qualquer um vulnerável à tão falada doença do século, a depressão. A grande diferença entre esses estados emocionais citados e o diagnóstico decisivo é a permanência e intensidade dos sintomas depressivos no quadro clínico de uma pessoa.

Um mito sempre discutido e que ainda prevalece em círculos cristãos é que fiéis religiosos não podem ter depressão. Mas o fato é que a depressão afeta milhões de pessoas cristãs e não cristãs da mesma forma, pois não se trata de um problema espiritual e sim de ordem psiquiátrica e emocional. Infelizmente, muitos cristãos ainda relutam em buscar o tratamento adequado para esse problema, contribuindo assim para que a doença se agrave mais e afete os relacionamentos e a condição física, dificultando a reversão do quadro.

O que muitos não sabem é que a depressão é uma desordem química do sistema nervoso central. Os chamados neurotransmissores, responsáveis por transmitir de um neurônio ao outro nossos estímulos emocionais, ficam alterados e não conseguem cumprir sua função correta: passar a emoção certa para cada momento vivenciado. Essa desordem neuroquímica associada a problemas familiares, no trabalho e outras dificuldades faz com que a depressão se instale e comece a causar danos.

De acordo com o manual CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde), existem vários critérios para avaliar se alguém está passando por um quadro depressivo. Alguns dos mais frequentes são: sentimentos de tristeza e aborrecimento persistentes, falta de energia e vontade de viver, perda da concentração, crises de choro sem motivo aparente, perda de apetite, desinteresse para com as atividades diárias, até mesmo higiene, distúrbios do sono (insônia ou sonolência constante), desesperança, sentimento de culpa, remorso e uma vasta lista de características que ocorrem em vários graus e intensidades de acordo com o estilo de cada um.

As pessoas em geral conseguem resolver problemas, mesmo em momentos críticos como a morte de alguém querido, perda do emprego ou um trauma, sem permanecer num estado de crise durante vários meses, e esse é o grande diferencial na hora do diagnóstico. Quem demonstra não estar conseguindo sair do desanimo, tristeza, desinteresse pela vida por um período prolongado (meses), pode sim estar em um quadro depressivo. Um fator importante é que dificilmente essa pessoa tomará a iniciativa de buscar ajuda, a não ser que esteja no início e ainda tenha algum controle sobre seu estado; por isso a importância de pessoas esclarecidas para encaminharem o paciente ao médico e psicólogo.

Deus pode curar alguém da depressão? Claro que sim, mas Ele também nos deu os tratamentos especializados para isso. Temos a medicina e a psicologia para nos auxiliar. Deus nos deixou orientação para que possamos nós mesmos buscar ajuda e cura. É claro que nada sem Deus atingirá o sucesso, e nossa comunhão fará toda a diferença durante o tratamento, pois trará esperança e vigor quando se pensar em desistir de viver.

Atendo uma jovem de 30 anos que ainda está em recuperação de uma crise. Foi afastada do trabalho, pensou várias vezes em suicídio e quase acabou com seu casamento. Com o uso dos medicamentos, da terapia e o contato com Deus, ela está muito melhor hoje. Ela é cristã e não acreditava que seu problema pudesse ser curado com remédios e psicoterapia. Apesar de ser profissional da saúde, achava que só através da oração deveria obter a cura. Depois de seis meses de tratamento, sua visão em relação à vida mudou muito e agora ela percebe que a intervenção de Deus pode ser feita através da ciência e sabe que profissionais são usados para fazer esse trabalho.

Note que quando alguém está fora do controle de suas faculdades mentais, a sequência deve ser em primeiro lugar medicamento, seguida pela terapia e fé conjuntamente. O medicamento terá a função de regular a atividade cerebral e facilitar a racionalidade e entendimento do seu estado geral para que a terapia haja também com eficácia. A fé tem papel fundamental no tratamento de qualquer doença. Acreditar que Deus está trabalhando através das descobertas da ciência e dos recursos para diminuir nossas dores físicas e emocionais é o primeiro passo para receber Sua cura.

(Juliana de Souza Assis é psicóloga clínica e coordenadora do SEPSI – ECOE, localizado na Zona Sul de São Paulo, SP)

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Esse negócio de que “Deus é amor, mas também é justo” me cansa!

Esse negócio de que “Deus é amor, mas também é justo” me cansa!

Porque, não havendo qualquer antagonismo entre ser BOM e JUSTO, o que ocorre é que essa é mais uma daquelas frases prontas na boca de quem pretendia dizer: “Cuidado, Ele te ama mas quer te ferrar! hahaha!”, ou então algo como cochicho em enterro de “ímpio”: “Pois é, Deus o amou, mas como DEUS também é JUSTO… teve que mandá-lo pro INFERNO, tadinho!!!”

Amigos todos, se Deus fosse tão JUSTO como é AMOR em si próprio, VOCÊ iria para o INFERNO sem escala, sem purgatório, sem choro nem vela. Mas sabe por que você não vai?

Porque, por fim, “a misericórdia triunfa sobre o Juízo” – está escrito!

Sabe por que você não vai?

Porque o AMOR Ele dirigiu a você, e a JUSTIÇA foi satisfeita em Cristo!

Sim, “o castigo que nos traz a PAZ estava sobre ELE e pelas suas pisaduras fomos SARADOS”…

Francamente, Deus não é justo (conforme nosso senso de justiça), porque se há GRAÇA não há JUSTIÇA: “Ele que não tinha pecado se fez pecado por nós… O Justo pelos injustos…” É “justo” isso?

Justo seria você re-encarna pra pagar o que deve em mil vidas, oras…!

DEUS É AMOR! E se estivesse de brincadeira quanto a isso, não teria Se machucado tanto!

E eu, além de AMADO, me sei JUSTI-FICADO, e isso já está CONSUMADO! (Não há revisão processual). Então, bora tocar a vida pra frente que ela não acaba nunca, e eu posso gastar esse pedaço que tenho aqui pra AMAR seu AMOR na direção do meu próximo e anunciar TÃO GRANDE SALVAÇÃO!

Essa é minha vida, esse é o meu clube… rs

Vem comigo?

( Autor: Marcelo Quintela / Dezembro de 2011 - www.caminhoconsciencia.com )

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Segue teu próprio caminho

Então, Pedro, voltando-se, viu que também o ia seguindo o discípulo a quem Jesus amava, o qual na ceia se reclinara sobre o peito de Jesus e perguntara: Senhor, quem é o traidor?

Vendo-o, pois, Pedro perguntou a Jesus: E quanto a este?

Respondeu-lhe Jesus: Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me. (João 21:20-22)

Pouca gente tem coragem de perguntar “quanto a mim”. A maioria apenas quer saber dos outros.

A questão pode parecer piedosa. “Quem é o traidor?” Ou pode soar suavemente ressentida. “E quanto a este?” — mas o que se quer, pela pergunta que não é “quanto a mim”, é usar o amor recebido a fim de granjear privilégios de informações que são apenas fruto da intimidade com um outro-mais-poderoso do que nós; ou então tem a ver com comparar o destino dos outros com o nosso.

No primeiro caso encontra-se com a mais sutil vaidade. No segundo com uma sutil forma de ressentimento que busca comparações.

Ora, João sabia por si mesmo que não era o traidor. E Pedro sabia que era amado, e que poderia cuidar das ovelhas de Jesus, apesar de o haver traído. Mas quem resiste querer saber sobre o destino alheio? Sim, especialmente quando se tem a liberdade de deitar sobre o peito de Jesus, à semelhança de João; ou mesmo quando se o ouviu dizer que nós, apesar de perdoados, ainda encontraremos a nós mesmos em fraqueza, sendo guiados para onde não se quer, sem controle sobre as circunstâncias? — como era o caso de Pedro em particular.

Assim é o coração humano em estado natural, por melhor que seja. Quer saber acima dos demais, esteja alegre ou triste.

Não basta que no coração se saiba quem se é; pois sempre se quer saber sobre o outro!

Sim, parece que o destino dos outros é o que referenda quem somos, e não quem de fato se é.

A cura que Jesus propõe é simples. Ele nos faz nos interessarmos por nosso próprio caminho; pois, somente assim teremos coração para cuidar de nós mesmos e dos outros — e não do destino alheio — sem o espírito que se envaidece quando o nosso caminho parece mais fofo; e nem com o coração que só se sente amado se o destino dos outros for pior que o nosso, do nosso ponto de vista.

Portanto, que ecoe para sempre em cada de nós a afirmação de Jesus: “Quanto a ti, segue-me”.

Aqui reside a saúde de nosso caminhar, seja o que for o que nos aguarde. Seja como a longevidade de João, com o mito de que ele não morreria; ou como o caminho de Pedro, com a certeza da fraqueza e da morte.

Sim, que te importa? Ou o que me importa?

O que importa é apenas o “quanto a ti” dito por Jesus a nosso respeito; e, consequentemente, nossa disposição de perseverar em nosso próprio caminho Nele — que é o Caminho de todos nós.

(Caio Fabio)

O (des)EQUILÍBRIO QUE ESSA NOSSA IGREJA (não) TEM!

A organização chamada igreja tem passado por uma metamorfose, um fenômeno chamado “mundanização”. Acredito que, se muitos dos homens que ajudaram a disseminar o Evangelho no mundo, pudessem ver como está a igreja em seus respectivos países, chorariam lágrimas de sangue por verem o que está sendo feito da Igreja de Cristo.
É fácil criticar a ignorância dos pastores antigos, apontar erros teológicos, doutrinários. Difícil porém, é estar disponível para Deus e para a sua obra da mesma forma que tais fizeram.

O cristão moderno não consegue achar o equilíbrio entre o santo e o profano ou se beatifica e se torna insuportável a qualquer pessoa, ou se torna um cristão “amante do mundo”.
Existe aquela coisa de teoria e prática. Se observarmos a vida de Cristo, perceberemos que Ele era correto em palavras e atitudes. Ele apresentava uma palavra sem contradições e ao mesmo tempo tinha a unção do Espírito de Deus.

Até hoje não entendi por que existem as tais “correntes doutrinárias” se a Palavra de Deus é só uma e nenhuma parte dela de de particular interpretação, será esta isto um pouco de orgulho?
Será que os alguns líderes estão defendendo mais uma denominação com seus costumes enquanto outros defendem o que cair melhor ao seu bolso?
Quem afinal de contas defende a Palavra de Deus?

Antigamente nas Assembléias de Deus haviam pastores que tinham lá suas interpretações erradas, mas uma coisa me chama atenção: eles não tinham medo de pessoas possessas, os líderes não precisavam contratar seguranças para o proteger e os pastores não tinham tempo pra ficar pra cima e pra baixo indo de um país a outro porque tinham muito o que fazer em suas igrejas; aí você pode me perguntar: O que eles tanto faziam no mesmo lugar? Estavam cuidando das pessoas as quais Deus lhe havia confiado.

Tem sido impossível a muitos líderes, conservar o ensinamento da Palavra de Deus, o Evangelho puro, sem as interpretações particulares e fardos pesados e manter-se fiéis, consagrados e confiantes em Deus. 
Eles não tem conseguido corrigir os erros do passados mantendo ao mesmo tempo as virtudes que aqueles homens de fé tinham e com pretexto de serem hoje mais abertos, abrem mão de qualquer valor por dinheiro. Só quero saber o que eles vão fazer com tanto dinheiro depois que Jesus voltar.

Sem contar naquele pretexto pra pecado: “Deus quer o coração…”. Ora, existem pessoas que entregam tudo à religião e nada a Deus, pois tem roupa de crente, fala como crente, vai pra igreja de crente, mas não tem um coração de convertido; faz tudo que a religião impõe e se preocupa quase nada com o que a Palavra de Deus diz. Por outro lado, há pessoas que querem entregar o coração a Deus, mas “só o coração viu!”… Aí caem no outro extremo, ao invés de usar saias “lá embaixo”, usam calças tão justas que quaquer cidadão na rua tem quase a visão que deveria ser contemplada só pelo esposo, ou, ao invés de usar a gola “lá em cima” se vestem com decotes “lá em baixo”, que só faltam mostrar o umbigo! Onde está a vergonha e decência, muitas vezes até nas reuniões?

Às vezes fico a me perguntar, quem cometeu maior pecado, se os pastores exagerados do passado ou os profanos de hoje. É preciso estar entre um e outro.

(Autor: Luis Paulo Silva)

Sei que existe um lugar

‎”Não importa o quanto as portas do inferno tem arquitetado contra você. Se você aprender como entrar no espírito, como entrar no espírito… Paulo disse em 2 Coríntios capítulo 3: ‘O SENHOR É O ESPÍRITO’. Paulo não estava apenas reconhecendo a Divindade do Espírito Santo, porque no capítulo 1 ele disse de uma natureza d tribulação que eles passaram na Ásia e Paulo diz no capítulo 1 de 2ª Coríntios que a tribulação foi tão grande que eles chegaram a desesperar da própria vida; mas no capítulo 3 ele diz ‘O SENHOR É O ESPÍRITO’! Levanta bem alto as tuas mãos porque se você entrar no Espírito, você vai conhecer o que Paulo conheceu! Logo em seguida ele diz ‘e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade!’ LIBERDADE! LIBERDADE! LIBERDADE!

Quando Paulo fala dessa liberdade irmãos, Paulo não tava falando de pular na igreja, Paulo não tava falando de bateria na igreja, ainda que isso tá dentro, mas não é disso que Paulo tava falando. Uma das coisas é o que ele relata no capítulo 11 quando ele diz ‘tres vezes eu passei por um naufrágio, em açoites, sem medida, fustigado com vara…’; Paulo começa dar o seu currículo, Paulo começa a mostrar o que ele passou, ele diz ‘uma vez eu fui apedrejado, mas porque o Senhor É O Espírito é que Paulo aprendeu a como entrar no Espírito, nada prendia Paulo, nada dominava Paulo! O inferno armava uma armadilha, mas Paulo saía, e Paulo saía, Paulo saía… porque onde está o Espírito do Senhor aí há LIBERDADE!

Não importa o que o diabo lançou contra você, o Senhor quer te ensinar como entrar no Espírito e você vai poder dizer bem forte pro Senhor, rindo: ♪ Sei que existe um lugar onde eu posso descansar em Ti Jesus! Sei que existe um lugar onde as circunstâncias não podem me alcançar: JESUS! ♪”

(pr. Eber Rodrigues; ‘Descanso’, louvor do CD ‘Profético 1′ do Ministério Ouvir e Crer)

Pra refletir…

- O processo da adoração NÃO faz Deus maior; apenas faz VOCÊ O ver como realmente ELE É.
- O motivo por NÃO adorarmos como Ele merece é porque NÃO O conhecemos como ELE gostaria.
‎- Liderança NÃO nasce de diplomas, nasce de cicatrizes ungidas pelo Espírito Santo.
‎- A tendência na igreja é valorizar quem produz e desvalorizar quem incomoda.
‎- Deus NÃO coloca panos quentes. Até o homem segundo o coração de Deus teve sua vida exposta em detalhes.
‎- Livre arbítrio é até VOCÊ se converter, porque um homem convertido à Deus NÃO tem mais vontade própria.
‎- A prova de que Deus te abandonou é a falta de fome que VOCÊ tem de buscar a Ele.
‎- Homens que NÃO são governado por leis, SERÃO por desejos (eles viram que a árvore era desejável para dar entendimento).
- VOCÊ NÃO está preso à pessoas , mas ao propósito. O propósito é as pessoas, mas o que te governa é o propósito e NÃO as pessoas.
- Eu conheço grandes igrejas que não tem influência do Céu e conheço igrejas pequenas que estão fazendo um estrago no inferno.
‎- Se Deus NÃO quer me dar, NÃO sou eu que vou buscar. NÃO entre no mercado paralelo.‎ NÃO traga pra si algo que Deus NÃO te deu. O problema NÃO é VOCÊ ter, é ter algo que Deus NÃO Te deu.
- DISCERNIR O MOMENTO: na multiplicação dos pães Jesus mandou juntar o que sobrou de pão; no deserto o Senhor disse: “NÃO junte pão para amanhã!”. NÃO perca a promessa para ir atras da bênção. NÃO siga um líder que te leva na bênção, mas NÃO te conduz à promessa. Bênção é momentânea. Líderes de bênção trabalham por necessidades. Líderes de promessa trabalham para te conduzir no propósito. Na Igreja primitiva NÃO tinha necessidade porque trabalhavam pelo propósito. A igreja moderna tem necessidades porque perdeu o propósito.
- Satanás NÃO trabalha na inteligência, mas na vontade. Cuidado com aquilo que VOCÊ tem vontade. NÃO deixe sua vontade roubar sua inteligência.
- POBREZA SEM AMOR NOS FAZ ORGULHOSOS. BELEZA SEM AMOR NOS FAZ FÚTEIS. AUTORIDADE SEM AMOR NOS FAZ TIRANOS. TRABALHO SEM AMOR NOS FAZ ESCRAVOS. DIPLOMACIA SEM AMOR NOS FAZ HIPÓCRITAS. ÊXITO SEM AMOR NOS FAZ ARROGANTES. RIQUEZA SEM AMOR NOS FAZ AVARENTOS. SIMPLICIDADE SEM AMOR NOS DEPRECIA. LEI SEM AMOR NOS OPRIME. FÉ SEM AMOR NOS TORNA FANÁTICOS. CONHECIMENTO SEM AMOR NOS TORNA CRÍTICOS. INTELIGÊNCIA SEM AMOR NOS FAZ PERVERSOS. JUSTIÇA SEM AMOR NOS FAZ IMPLACÁVEIS.
(pr. Wendell Carvalho – Ministério Amigo Intimo)

Podem dizer o que for, até que o texto é radical, mas a verdade é: JESUS É O ÚNICO CAMINHO!

Muitas pessoas costumam dizer aquela velha frase: “todos os caminhos levam a Deus”
Será??
Não é isso que diz a Bíblia.
A Bíblia é a Palavra de Deus.
E a Palavra de Deus nos diz que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida.
Diz ainda que NINGUÉM vem ao Pai senão por Ele.
Ora, se a Bíblia – que é a Palavra de Deus – diz, afirma, que ninguém vai ao Pai senão através de Jesus, então PORQUE tanta gente insiste que “todos os caminhos levam a Deus”?????
As pessoas põe sua fé em muitas coisas e até dizem que milagres acontecem… São curadas, ganham na loteria (!!!!), conseguem coisas, …
Mas a salvação, amados, não se encontra em qualquer caminho não! A Bíblia ainda diz, que há caminhos que PARECEM corretos, mas ao final, dão em MORTE.
Isso é muito sério!!!
Não desperdice sua fé em qualquer “caminho”.
Talvez você possa ver grandes coisas acontecendo!!
Adivinhações, aparecem pessoas lhe dizendo todo seu passado, enfim…
A Bíblia disse que tudo isso aconteceria… para CONFUNDIR.
Hoje, você está tendo a oportunidade de saber a VERDADE.
Jesus – e somente Ele – é O Caminho, a Verdade e a Vida!
(Extraído de: Evangelização Pessoal)

Nós somos deus ?

O Segredo não é um filme. É um longa-metragem que pertence à categoria “televendas”. Não há história, exceto a da autora, que passou por uma crise que resultou na descoberta de “o segredo” da vida. Os “peritos”, cujos depoimentos dimensionam a promessa de uma vida melhor, são “filósofos”, “físicos quânticos”, e “autores”. Há inclusive um “visionário”, com um doutorado honorário em Teologia. Desfilam seus depoimentos no estilo mais próximo ao de um programa de televisão evangélico, onde os pastores anunciam os seus cultos.

A promessa é simples. Você pode ter tudo que quiser se pensar direito. O pensamento atrai a realidade. Tudo que você tem de fazer é mudar a forma como pensa. Um dos autores deixa claro que “nós somos deus” e, portanto, criamos a nossa vida.

A formula reúne gêneros como literatura de auto-ajuda, esoterismo (da linha de “O Código DaVinci” ou da maçonaria) e promessas de riqueza (como nos folhetos da Amway ou da Herbalife). Tudo não passa de uma nova versão do gnosticismo – uma filosofia que casou a fé cristã com filosofia grega há quase 2.000 anos. Por isso mesmo o filme traz mais um perigo para a Igreja. Hoje em dia, cristãos estão fascinados com o mundo e com tudo o que ele oferece. São presas fáceis deste tipo de abordagem. Há quem assemelhe o filme ao livro “A Quarta Dimensão”, de Paul Yonggi Cho. Mas Cho falava de oração. O Segredo fala só de mentalização.

Além de enganoso, há embutido em seu argumento um lado extremamente cruel. Se o argumento de O Segredo for verdade, os judeus são responsáveis pelo Holocausto, os negros sul-africanos pelo Apartheid,e o continente africano pela escravidão nas Américas, para não falar nas vítimas de estupro, roubo e assassinato.

O filme pode ser proveitoso se um líder quiser mostrá-lo numa reunião cristã e depois discutir a sua falsidade. Fizemos isto na juventude da Catedral da Igreja Pentecostal de Nova Vida. Muitos tinham acabado de completar o catecismo pré-batismal. Antes que o filme terminasse eles mesmos já tinham desconstruído cada argumento apresentado. Mas, infelizmente, nem todos os cristãos conhecem a sua fé o bastante para discernir entre o que parece certo e o que é verdade.

Bispo Walter McAlister
Bispo Primaz
Aliança das Igrejas Pentecostal de Nova Vida

Crente ou Evangélico?

Não gostaria de criticar, nem mesmo julgar o povo evangélico. Na verdade, gostaria apenas de fazer um resgate das palavras que nós, crentes, usamos durante todos esses anos.Hoje, dificilmente ouço alguém dizer que é crente. Por quê? Parece-me que a palavra “crente” soa como alguém que é muito “bitolado” nas suas relações com a igreja, com a Bíblia e com Deus. Crente é alguém ultrapassado, alguém que não tenha se contemporanizado, alguém que parou em relação ao mundo e não se atualizou. Crente é aquele que não tem muito diálogo, é uma pessoa muito radical. Crente é sinônimo de uma pessoa, como no jargão popular, quadrada. Já observei alguns irmãos que trabalham comigo e muitos irmãos na igreja, ao serem questionados se são crentes, respondem que são evangélicos. Aliás, os meios de comunicação, ao editar matérias sobre igrejas, mencionam como evangélicas.Qual a diferença entre ser crente e ser evangélico? Posso estar errado, mas me parece que ser evangélico é alguém mais agradável, não tão radical, não tão ” bitolado”, enfim, uma pessoa simpática. Mas simpática com o quê? Simpática com as coisas do mundo? Simpática com o pecado? Simpática com outras religiões? Simpática com uma maneira vã de viver?Eu sou crente e tenho prazer em ser crente. Sou crente e tenho prazer em levar minha Bíblia debaixo do braço; eu sou crente e tenho o prazer de dizer que sou separado de muitas coisas do mundo e de chamar tais coisas de pecado; sou crente e tenho o prazer de dizer que amo a Deus e a Jesus; sou crente e tenho o prazer em ir à igreja nos sábados, domingos e durante a semana. Sou crente e tenho o prazer de ver que as pessoas me olham, tanto as não crentes como as evangélicas, de uma forma diferente, ou seja, de alguém que é quadrado, bitolado, desinformado e ultrapassado.Sou crente como meu Senhor Jesus era.

[Autoria de Pr. Rodnei dos Santos - Fonte: http://www.luz.eti.br/cr_crenteouevangelico.html]

Como posso ter certeza de que a Bíblia está falando a verdade?

Centenas de livros já foram escritos sobre as evidências da Inspiração Divina da Bíblia. Estas evidências são muitas e variadas. Infelizmente, esses livros não são tão lidos atualmente o quanto seria desejável. Na verdade, a maioria das pessoas que questionam a veracidade da Bíblia nunca a leram! Estas pessoas tendem a aceitar a crença popular de que a Bíblia está cheia de erros e que não é mais importante em nosso mundo moderno.
Entretanto, os escritores da Bíblia afirmam repetidas vezes que eles estavam transmitindo a própria Palavra de Deus: infalível e tendo autoridade em si própria no mais alto grau possível. Este é uma afirmação muito forte para um escritor e se os cerca de quarenta homens que escreveram as Escrituras estavam errados em fazê-la, então eles estavam ou mentindo, ou eram loucos, ou as duas coisas.
Mas, por outro lado, se o maior e mais influente Livro de todas as épocas – um Livro que contém a mais bela literatura e o mais perfeito código moral já imaginado – foi escrito por um bando de fanáticos, então há alguma esperança de encontrar sentido e propósito neste mundo?
Se alguém investigar seriamente as evidências Bíblicas, esta pessoa irá descobrir que a afirmação de ser Divinamente Inspirada (declarada cerca de 3000 vezes na Bíblia de diversas formas) é amplamente justificada.
Profecias cumpridas
Uma das mais incríveis evidências para a Inspiração Divina da Bíblia são as profecias que se cumpriram. Centenas de profecias feitas na Bíblia vieram a se cumprir até o último detalhe. E a maioria delas foi cumprida quando o seu escritor já havia morrido.
Por exemplo: Em cerca de 538 AC, em Daniel 9:24-27, Daniel, o profeta, predisse que Jesus viria como o Salvador e Príncipe prometido para Israel exatamente 483 anos depois que o imperador persa desse aos judeus permissão para reconstruir a cidade de Jerusalém que estava em ruínas nesta época: “Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador.”
Essa profecia foi clara e definitivamente cumprida no tempo exato.
A Bíblia também contém uma grande quantidade de profecias tratando de nações e cidades específicas ao longo da história, todas as quais foram literalmente cumpridas. Mais de 300 profecias foram cumpridas pelo próprio Jesus Cristo durante a sua primeira vinda. Outras profecias lidam a difusão do Cristianismo pelo mundo, falsas religiões e muitos outros assuntos.
Não há outro livro, antigo ou moderno, como a Bíblia. As profecias vagas e geralmente errôneas, feitas por pessoas como Jeanne Dixon, Nostradamus, Edgar Cayce e outros como eles, não podem, nem de longe, serem colocadas na mesma categoria das profecias Bíblicas. Nem outros livros religiosos como o Alcorão, os escritos de Confúcio e literatura religiosa similar. Somente a Bíblia manifesta esta evidência profética e ela a faz em uma escala tão gigantesca que torna absurda qualquer outra explicação que não a sua Inspiração Divina.
Uma acurácia histórica única
A acurácia histórica das Escrituras é também uma classe de evidências por si só, infinitamente superior aos registros escritos deixados pelo Egito, Assíria e outras nações antigas. As confirmações arqueológicas do registro Bíblico são quase inumeráveis. O Dr. Nelson Glueck, a maior autoridade em arqueologia israelita, disse:
“Nenhuma descoberta arqueológica jamais contradisse qualquer referência Bíblica. Dezenas de achados arqueológicos foram feitos que confirmam em exato detalhe as declarações históricas feitas pela Bíblia. E, da mesma maneira, uma avaliação própria de descrições Bíblicas tem geralmente levado a fascinantes descobertas no campo da arqueologia moderna.”
Acurácia científica
Uma outra espantosa evidência da inspiração Divina da Bíblia é o fato de que muitos princípios da ciência moderna foram registrados como fatos da natureza na Bíblia muito antes que qualquer cientista os confirmasse experimentalmente. Uma amostra destes fatos inclui:
A redondeza da terra: (Isaías 40:22)
A quase infinita extensão do universo: (Isaías 55:9)
ciclo hidrológico (Eclesiastes 1:7)
vasto número de estrelas (Jeremias 33:22)
A lei do aumento da entropia (Salmo 102:25-27)
A suma importância do sangue para a vida (Levítico 17:11)
A circulação atmosférica (Eclesiastes 1:6)
campo gravitacional (Jó 26:7) e muitos outros.
Estes fatos obviamente não são declarados no jargão da ciência moderna, mas em termos da experiência básica no homem no dia-a-dia. Ainda assim, eles estão completamente de acordo com o fatos modernos da ciência.
É significativo também que nenhum erro jamais foi demonstrado na Bíblia, seja em ciência, história ou qualquer outro assunto. Muitos erros foram de fato declarados, mas eruditos Bíblicos conservadores sempre foram capazes de encontrar soluções para esses problemas.
Estrutura única
A incrível estrutura da Bíblia deve ser colocada em perspectiva também. Embora Ela seja uma coleção de 66 Livros, escritos por cerca de quarenta homens ao longo de um período de cerca de 2000 anos, a Bíblia ainda assim é um só Livro, em perfeita unidade e consistência.
Os escritores individuais, na época em que escreviam, não tinha idéia de que, eventualmente, seus escritos seria incorporados em um só Livro. Entretanto, cada um desses escritos individuais preenche perfeitamente o seu lugar e serve a um único propósito. Qualquer pessoa que estude diligentemente a Bíblia irá encontrar padrões estruturais e matemáticos cuidadosamente bordados em seu tecido com uma intrincácia e simetria que não são passíveis de explicação através do acaso ou coincidência.
E o tema que a Bíblia desenvolve consistente e grandiosamente de Gênesis ao Apocalipse é o majestoso trabalho de Deus na criação do universo e a redenção de todas as coisas através de Seu único Filho, o Senhor Jesus Cristo.
Efeito único da Bíblia
A Bíblia também é única em seu efeito sobre homens em individual e sobre a história das nações. Ela é o Livro mais vendido de todas as épocas, tocando corações e mentes, amada por pelo menos uma pessoa em qualquer raça, nação ou tribo para a qual foi levada. Ricos ou pobres, educados ou simples, reis ou plebeus, homens de qualquer origem ou modo de vida já forma atingidos por esse Livro. Nenhum outro livro jamais teve tal apelo universal ou produziu efeitos tão duradouros.
Uma evidência final de que a Bíblia é verdadeira é o testemunho dos que acreditaram nela. Multidões de pessoas, no passado e no presente, descobriram por experiência própria que Suas promessas são verdadeiras, Seu conselho é confiável, Seus comandos e restrições são sábios e que Sua maravilhosa mensagem de Salvação vai ao encontro de qualquer necessidade para todo o tempo e eternidade.
Autores: Henry Morris e Martin Clark, adaptado do livro dos mesmos: “A Bíblia tem a resposta”, publicado por Master Books, 1987. Texto suprido para a Eden Communications com a permissão de Master Books. http://www.pilb.hpg.com.br
(Este email pode ser repassado livremente para seus grupos, seus amigos, pode ser publicado em sites e bloggers, pode ser impresso, pode ser utilizado da forma como for necessário. O fato de citarmos as palavras de alguém não necessariamente significa que temos a mínima identificação com seu autor em áreas outras que não seja o assunto tratado neste estudo.)

O QUE ELES DIZEM…

O QUE ELES DIZEM A RESPEITO DE:

DEUS:

Espiritismo: É um ser impessoal em forma de inteligência e ao mesmo tempo, um poder supremo.

Testemunha de Jeová: Negam a Trindade de Deus. Dizem que Deus é um ser único e solitário desde a eternidade e nunca existiu alguém para revelá-lo.

Budismo: O Budismo não admite a existência de um Deus real, único e supremo como o nosso Deus, mas crê numa energia pura que está dentro de cada ser vivo. Tudo é Deus (Panteísmo).

Mormonismo: Os mórmons dizem: Como o homem é, Deus foi; como Deus é, o homem poderá vir a ser (Lei da progressão Eterna). O próprio Deus, o Pai de todos nós, é um homem glorificado, exaltado, ressurreto e imortal.

Islamismo: Os muçulmanos crêem num Deus único, mas não se atrevem a dizer que o amam e nem o chamam de Pai. Não gerou nem foi gerado. Rejeitam também a Trindade.

Nova Era: Deus é tudo, tudo é Deus (Monismo-Panteísmo). Somos parte de Deus e Deus é parte de nós. Nada pode ficar entre nós e Deus. Nós somos um.

Cristianismo Bíblico: Ele é o Deus Todo-Poderoso, o grande Eu Sou, mas também se revela como um Pai amoroso. (Gn 1.1; Ex 3.14; Sl 47.2,7-8; 139; Is 40.12-18; 43.11; 44.6; I Jo 4.8).

JESUS:

Espiritismo: Ele foi o maior médium, um espírito evoluído e iluminado. O ser mais perfeito que esteve na terra. Os espíritas não acreditam que ele seja Deus. Afirmam que não há igualdade absoluta entre  Jesus e Deus.

Testemunhas de Jeová: Afirmam que Jesus é um ser criado, que antes de vir ao mundo era o Arcanjo Miguel. Ensinam abertamente que ele não é como Jeová.

Budismo: Dizem que Jesus foi um grande Mestre, tendo passado inclusive alguns anos de sua vida (13-29 anos) em monastérios budistas no Tibete e na Índia.

Mormonismo: Jesus não é o Filho de Deus. Não foi gerado pelo Espírito Santo. Foi um espírito preexistente criado por Deus e irmão de Lúcifer. Dizem que Jesus foi casado e polígamo.

Islamismo: Dizem que Jesus, o filho de Maria, nada mais era que o mensageiro de Deus. Negam ser ele o Filho de Deus, logo também que seja divino. Acreditam que ele seja apenas um profeta menor que Maomé.

Nova Era: Jesus é considerado um dos muitos mestres iluminados, juntamente com Buda, Krishna e outros fundadores de grandes religiões. Todos ensinaram a mesma coisa: como tornar-se um só caminho.

Cristianismo Bíblico: Jesus Cristo é Deus (Is 9.6; Mt 1.23; Jo 1.1; 10.30; 14.9; 20.28; Rm 9.5; 2Co 4.4; 1Ts 2:3; Col 1.15; 2.9; Fp 2.5-7; I Jo 5.20).

ESPÍRITO SANTO:

Espiritismo: Os espíritas afirmam que o Consolador, a quem Jesus se referiu, seria uma referência aos os espíritos de luz. O espiritismo seria, então, o Consolador prometido por Jesus.

Testemunhas de Jeová: Dizem que o Espírito Santo é uma força ativa ou influência que Deus usa para executar a sua vontade. Não é uma pessoa e não é Deus. O Espírito Santo pode ser definido como um poder que emana de Deus Jeová, porém não se trata de uma pessoa coexistente com ele.

Budismo: Não possuem nada formulado sobre o Espírito Santo.

Mormonismo: É o poder de Deus, concedido aos que são batizados (por imersão) .

Islamismo: Não acreditam no Espírito Santo como uma pessoa da Trindade. Mohammed é para os muçulmanos uma espécie de consolador enviado por Alá.

Nova Era: A Trindade Divina consiste apenas numa trindade de nomes, mas não de pessoas. O Espírito Santo, portanto, não existe.

Cristianismo Bíblico: O Espírito Santo é uma pessoa. Ele é Deus (Sl 139.7-12; 143.10; Jo 16.7-14; At 5.3,4; 10.19,20; 2Co 3.17; Ef 4.30; I Ts 5.19).

BÍBLIA:

Espiritismo: Não tem a Bíblia como base de sua crença. Segundo Allan Kardec, a Bíblia está repleta de erros e lendas. Utilizam o Evangelho Segundo o Espiritismo e o Livro dos Espíritos.

Testemunhas de Jeová: Não aceitam a Bíblia como é conhecida. Criaram, para justificar seus ensinamentos, a sua própria versão, a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.

Budismo: Despreza a Bíblia. O budismo está baseado em 3 grupos de livros (o Tripitaka – que constituem os 3 cestos das Escrituras Budistas): O primeiro trata da auto-disciplina; o segundo, do sermão de Buda; o terceiro, do conteúdo doutrinário.

Mormonismo: A Bíblia está incorreta. Suas traduções estão erradas. Crêem  no Livro de Mórmon (outro Testamento de Jesus). Crêem também nos livros Pérola de Grande Valor e Doutrinas e Convênios, considerados tão inspirados como a Bíblia.

Islamismo: A Bíblia foi adulterada  pelos judeus e cristãos. A verdade sobre Deus só pode ser encontrada no Alcorão.

Nova Era: Usa a Bíblia para justificar erroneamente o surgimento da Nova Era . O seu livro principal é a Conspiração Aquariana, da autoria de Marilyn Fergusson. Negam ser a Bíblia a única fonte da verdade.

Cristianismo Bíblico: a Bíblia é a Palavra de Deus divinamente inspirada (Sl 19.7-10, 119; Jo 17.17; 1Tm 4.9; 2Tm 3.16; Hb 4.12-13; 2Pe 1.20,21).

SALVAÇÃO:

Espiritismo: Crê na salvação através das boas obras e na reencarnação como condição de evolução espiritual conseguida pelo próprio homem.

Testemunhas  de Jeová: Não basta crer em Jesus e a aceitá-lo pela fé. É preciso mais fé em Jeová, obras, batizar-se, pregar de casa em casa e pertencer à organização de Jeová (STV).

Budismo: Crê em várias reencarnações e nas boas obras como forma de aperfeiçoamento e elevação (Lei do Carma).

Mormonismo: A salvação é obtida pela Fé em Cristo, batismo por imersão, observância das leis e boas obras. Nenhum homem ou mulher desta dispensação entrará no céu sem o consentimento de Joseph Smith.

Islamismo: Não aceita a obra redentora de Jesus, o Messias. A salvação depende da eleição, acreditando em Deus, evitando o mal e praticando o bem, e não por aceitar a Jesus como Redentor.

Nova Era: Crê na reencarnação como forma de evolução. Seus adeptos acreditam que continuam a viver após morte e voltam em outra forma, outro corpo. As almas ou partes das almas encarnam-se em sucessivas encarnações.

Cristianismo Bíblico: A salvação é pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo. (Jo 3.16, 14.6; At 4.12; Rm 3.23-26; 10.9,10; Gl 2.16; Ef 2.8,9; Tt 3.4,5).

ALGUMAS HERESIAS:

Espiritismo: Necromancia, comunicação com os espíritos dos mortos e reencarnação.

Testemunhas de Jeová: As TJ acreditam que somente 144 mil irão para o céu. Negam a existência do inferno.
Budismo: As quatros verdades práticas do Budismo: o sofrimento; a origem do sofrimento; o alívio do sofrimento; o caminho para o alívio do sofrimento.

Mormonismo: O batismo pelos mortos (alguém pode ser batizado para salvar um antepassado morto). Podemos nos tornar deuses. Deus foi homem, mas progrediu até chegar ao estado de Divindade.

Islamismo: Jesus não morreu crucificado, não ressuscitou, e seu nascimento não foi virginal.

Nova Era: Prega o ecumenismo, pois ensina que todas as religiões são verdadeiras e iguais entre si. Está aguardando o surgimento do cristo da Nova Era, o senhor Maitreya.

Cristianismo Bíblico:  Não há heresias, porquanto é a verdade revelada aos homens pelo próprio Deus.

(Fonte: Bíblia Apologética)

A adoração transforma minha visão

Os trechos abaixos foram extraídos dos vídeos: “A adoração transforma minha visão – Partes 1, 2, 3 e 4″, ministrados pelo queridíssimo Pr. Eber, do Ministério Ouvir e Crer.

Para assistir aos vídeos, acesse: http://www.ouvirecrer.com.br/videos.php

Eu posso entender as coisas naturalmente ou posso discerní-las espiritualmente.

Quando adoro, o emocional é substituído pela fé.

Adorar a Deus me dá discernimento. Esse discernimento eu só recebo com a ajuda do Espírito Santo.

Não são importantes as circunstâncias quando você vê como Deus vê.

O que determina o resultado é o meu jeito de ser (que deve estar ajustado ao do Senhor) e não as circunstâncias.

Quando você começa a adorar, você não vê mais as circunstâncias porque você não está mais no natural, mas no sobrenatural.

Devo deixar de lutar com o problemas e ir adorar à Deus

A adoração é uma chave que Deus tem pra me mudar.

Não preciso saber cantar, só preciso aprender a crer pra adorar. Não é cantar, é expressar a minha fé.

Se a minha visão ficou no natural (carnal), páro e vou adorar, pra voltar ao sobrenatural (espiritual).

Tudo depende de como eu vejo as coisas. Se eu alimentar a minha alma, se eu me entregar horas aos filmes…, ao natural, minha alma vai ficar forte. Vou querer enxergar, mas o natural está tão fortalecido que não consigo enxergar. Não é o diabo que se tornou vencedor, ele continua derrotado; sou eu que deixei a visão espiritual ficar embaçada. [Rm 12]

Eu venço olhando firmemente para o Autor e Consumador da minha fé. Jesus É a minha visão! Então tudo terá de se sujeitar à visão que estou tendo, em nome de Jesus Cristo.

Como eu mantenho a imagem do Espírito viva? Adorando a Deus, glorificando ao Senhor, fazendo uma festa antes de ver a vitória.

A adoração vai limpando a minha visão de Jesus: quanto mais eu adoro, mais Ele vai ficando claro.

Eu sempre sou transformada na imagem que me domina.

A adoração muda minha visão. Eu sou o que eu vejo. Tudo o que eu vejo e vejo e vejo e vejo é o que eu me torno.

[Rm 4.17]
Tá todo mundo dizendo: não existe, Deus diz: EXISTE.
Tá todo mundo dizendo: não pode, Deus diz: PODE.

Quem vive pela fé não batalha pelas regras desse mundo. São outras regras: é a fé!

Não é uma questão de eu lutar contra o problema na essência, mas com a minha incredulidade. Por isso é preciso orar em línguas, hora após hora, para Deus preparar meu coração para vencer.

A luta se reverte quando, num determinado momento, eu decido crer no que Deus fala comigo (através da Sua palavra). A fé funciona!

Tudo é transformado pelo poder da Palavra de Deus, na qual eu creio!

Devo deixar o Espírito Santo me lapidar e me limpar, adorando à Deus.

A adoração tem a ver com o que Deus é. E o que Deus é tem a ver com o que seu sou. Por isso que, quando adoro, fico parecida com Ele. E quando fico parecida com Deus, as coisas tem que mudar!

Eu não estou na Terra com outro propósito que não seja o de reinar, com Cristo. Como eu reino? Crendo na Palavra.
Por que a luta? Porque Deus está treinando um rei/rainha.
Por que o teste? Porque Deus está formando um rei/rainha.
Reinar é crer, é sujeitar-se à Palavra de Deus.
Na verdade, todos somos delegados do Rei. Mas Ele nos dá a Sua coroa para reinarmos enquanto estamos na Terra.
(Davi não usou a armadura de Saul porque ele já usava a armadura de Deus.)
Quando eu adoro, pego essa coroa e coloco aos pés de Jesus, reconhecendo que toda a vitória que tem se manifestado em minha casa, finança, saúde, é porque Deus é bom e a Sua misericórdia dura para sempre. Eu reconheço que não sou eu, mas é a graça de Deus.

A adoração me faz agradecido, amigo de Deus e retira de mim toda a murmuração.

Seja agradecido! Adore à Deus!! Adorar é reinar, é vencer!!!
É assim que resisto ao diabo, jogando meus braços para o trono do Pai.
“Achegai-vos a mim e eu me achegarei a vós outros”

Na minha adoração, entrego a Deus a chave que Ele precisa pra abrir as portas pra mim.

Quando Deus encontra alguém que O exalte, Ele é exaltado na Terra. Quando exalto a Deus, eu que sou exaltada, pois mergulho na graça de Deus. E me torno exaltado sobre a doença, o pecado, a pobreza…

A Palavra de Deus diz: Vestes de louvor ao invés de espírito angustiado. O diabo quer impor a nós um espírito angustiado, mas nós dizemos: em nome de Jesus, NÃO satanás! Vestes de louvor, aleluia! Estas vestes são a minha vitória. É a roupa da fé.

A minha libertação não é só minha, mas de muita gente.
A minha vitória não é só minha, mas de muita gente.
A porta que vai se abrir, não vai ser só pra mim, mas vai abrir pra muita gente.
Por isso o Senhor te diz: Não derrote a si mesmo!
Porque satanás não pode te derrotar.
Não derrote a si mesmo!

Jesus, obrigada por estas vestes maravilhosas que o Senhor deu pra nós!

Crente Diferente

“Quero ser um crente diferente. Não quero ser conhecido apenas como alguém que “não bebe, não fuma e não joga”. Isso é muito pouco. A “geração saúde”, que freqüenta as academias e come comida natural, não bebe e não fuma e nem por isso pode ser chamada de cristã. Também não me contento em ser chamado de crente por ter um modo diferente de me vestir. Durante muito tempo, no Brasil, a diferença que os crentes queriam mostrar era que eles se vestiam de uma maneira “esquisita” e isso acabou tornando-se motivo de chacota e que em nada engrandecia o Reino. Com certeza, usar uma roupa fora de moda, não faz de ninguém um cristão.

Também não me satisfaço com o modelo “gospel” de crente que há hoje em dia. Broche de Jesus, caneta de Jesus, meias de Jesus. Sabe-se lá onde isso vai chegar. “Tem muita gente ganhando rios de dinheiro com esses cosméticos” para o crente moderno. A grife “JESUS” tem vendido muito. Mas não adianta. Usar toda a parafernália do marketing “gospel” não faz de ninguém um cristão.

Pensei comigo: a moçada evangélica hoje está toda na Internet. E saí à busca de salas de bate-papo de evangélicos. Confesso que tentei inúmeras vezes, mas não consegui. Me adentrava por assuntos importantes e profundos da vida cristã e as respostas eram chavões o tempo todo. Não se pensa, cria ou reflete, só se repete chavão do tipo “glóooooria”, “Tá amarrado”, “É tremendooo”, etc. Definitivamente, repetir chavões a todo o momento não faz de ninguém um cristão.

Quero ser um crente diferente. Que não seja alienado da vida e de seus acontecimentos. Que saiba discutir e entender as questões existenciais, como a dor, a miséria, a sexualidade, a paixão, o amor. Quero ser um crente que não vive acuado, com medo de tudo, vendo o diabo em toda a parte e querendo amarrá-lo a todo momento: Jesus Cristo o derrotou na cruz, ele é um derrotado e eu não preciso ficar me preocupando com ele 24 horas por dia. Quero ser um crente que saiba falar de tudo e não apenas de religião e que tenha, em todas as áreas, discernimento e sabedoria. Quero ser um crente que não tenha uma atitude conformista diante do mundo, do tipo: Ah, Deus quis assim….”, mas que eu seja um agente de transformação nas mãos de Deus. Que a minha diferença não esteja na roupa, mas na essência: coração bom, olhos bons. Quero ser um crente que cria os filhos com liberdade, apenas corrigindo-lhes, para que cresçam e desabrochem toda a criatividade que Deus lhes deu. Quero ser um crente que vive bem com o seu próximo.

Quero ser reconhecido como um crente pelo que eu “sou” e não por aquilo que “não faço”. Quero ser um crente simpático aos outros, agradável, piedoso, que se entristece com a dor do próximo, mas também se alegra com o seu sucesso (já reparou que as pessoas se solidarizam com nossas derrotas, mas poucos manifestam alegria quando vencemos?).

Não quero ter de falar a todo momento que sou crente, para que outros saibam, mas quero viver de tal modo que outros percebam Cristo em mim.”

(Texto: Quero Ser Um Crente Diferente – Desconheço a autoria)

Erros na Bíblia!

A Bíblia está CHEIA de erros
-o primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;
-o segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;
-e assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos…
-porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.

A Bíblia está CHEIA de contradições
-Ela contradiz o orgulho e o preconceito;
-Ela contradiz a lascívia e a desobediência;
-Ela contradiz o seu pecado e o meu.

A Bíblia está CHEIA de falhas
-porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes;
-assim foi com a falha de Adão;
-com a falha de Caim;
-e a de Moisés;
-bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam.
-Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.

Deus NÃO ESCREVEU a Bíblia
-para pessoas que querem jogar com as palavras;
-para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem fazê-lo;
-para o homem que não acredita porque não quer.

O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia
-pelas mesmas razões que outros homens a têm descartado através da história
-por grande ignorância à sua verdadeira mensagem e conteúdo;
-intransigência em recusar considerar suas declarações;

Somente uma pessoa PRECONCEITUOSA acreditaria que

-os ensinamentos bíblicos são para o passado e são irracionais, sendo princípios arcaicos e sem propósito;
-a Bíblia está cheia de discrepâncias e afirmações inaceitáveis;
-Ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de meros homens.

A Bíblia é, afinal, somente mais um LIVRO RELIGIOSO
-para milhares que não se arriscam a serem honestos consigo mesmos e com Deus;
-para os que têm medo de aceitar o desafio do próprio Deus a um auto-exame honesto;
-para os que não querem examiná-la a fundo porque Ela diz verdadeiramente como os homens são.

E você não pode ENTENDER ou CONFIAR no que a Bíblia diz
-a menos que você esteja disposto a considerar as evidências e encarar face a face o AUTOR!

(Tradução de texto escrito por Winkie Pratney)

Fé e Paciência

Paciência e fé caminham juntas, de mãos dadas. São dois remos do mesmo barco.

“Queremos que cada um de vocês mostre essa mesma prontidão até o fim, para que tenham a plena certeza da esperança, de modo que vocês não se tornem negligentes, mas imitem aqueles que, por meio da fé e da paciência, recebem a herança prometida.

Quando Deus fez a sua promessa a Abraão, por não haver ninguém superior por quem jurar, jurou pos si mesmo, dizendo: “Esteja certo de que o abençoarei e farei numerosos os seus descendentes”. E foi assim que, depois de esperar pacientemente, Abraão alcançou a promessa” (Hebreus 6.11-15)

“Abraão, contra toda esperança, em esperança creu, tornando-se assim pai de muitas nações, como foi dito a seu respeito: “Assim será a sua descendência”. Sem enfraquecer na fé, reconheceu que o seu corpo já estava sem vitalidade, pois já contava  cerca de cem anos de idade, e que também o ventre de Sara já estava sem vigor. Mesmo assim, não duvidou nem foi incrédulo em relação à promessa de Deus, mas foi fortalecido em sua fé e deu glória a Deus, estando plenamente convencido de que ele era poderoso para cumprir o que havia prometido. Em conseqüência, “isso lhe foi creditado como justiça”. As palavras “lhe foi creditado” não foram escritas apenas para ele, mas também para nós, a quem Deus creditará justiça, a nós que cremos naquele que ressuscitou dos mortos a Jesus, nosso Senhor” (Romanos 4.18-24)

“Esperei com paciência no Senhor e Ele se inclinou para mim e ouviu o meu grito de socorro” Salmos (40.1)

A maior dificuldade da Igreja é sustentar a mesma fé até o final. Quando a paciência sai por uma janela, a fé sai pela porta.

Você tem que sustentar a sua crença até ver o milagre acontecer!

Paciência não significa tempo de espera.
Paciência significa a sua atitude durante o tempo de espera.

Jesus, de certa feita, ensinou aos discípulos a Parábola da Viúva Persistente:

“Então Jesus contou aos seus discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar.
(…)
Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar? Eu lhes digo: Ele lhes fará justiça e depressa” (Lucas 18.1 e 8)

Por isso, meu irmão, apegue-se  com firmeza às promessas de Deus para a sua vida. Se Ele prometeu, Ele é fiel!

“Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel” (Hebreus 10.23)

Não deixe a tua lógica e o sentimento da experiência vivida controlar a tua crença. Não leve em consideração o que acontece, mas o que a Palavra de Deus diz!

Lembre-se da filha de Jairo (Lucas 8:40-55)

A filha única daquele dirigente da sinagoga, estava muito doente, à beira da morte. E ele foi pedir que Jesus fosse à sua casa para ver a menina. O versículo 42 nos diz que Jesus já havia partido para a casa de Jairo, já estava a caminho. E, no meio do caminho, apareceu aquela mulher do fluxo de sangue, e aconteceu aquele milagre que “atrasou” Jesus para a casa de Jairo. Então, vieram avisá-lo de que sua filha havia morrido e não era mais necessário  que Jesus fosse até lá (v. 49). Mas Jairo, não atentando para as circunstâncias, mas confiando firmemente na Palavra do Senhor Jesus que lhe disse: “Não tenha medo, tão-somente creia e ela será curada” (v. 50), continuou crendo. Por causa da sua fé e paciência, Jesus entrou na sua casa e ressuscitou a sua filha (v. 51-54).

Talvez, nesse momento, algo tenha “morrido” na sua vida. Alguém pode ter dito a você que não tem mais jeito. Não adianta mais orar. Já é tarde demais.

Não olhe para as circunstâncias meu amado, creia nas promessas do Senhor. “Não tenha medo, tão somente creia” porque Jesus já partiu, Ele está a caminho, e vai entrar na tua casa! Ele  nunca chega atrasado.

(Autoria: Cláudia Duailibe)

Religião ou Relacionamento?

Você sabia que Deus quer ser seu amigo? Jesus passou pela experiência da morte na cruz para que você pudesse ter uma intimidade profunda, um relacionamento pessoal com Ele.

Nunca foi Seu plano vir e dar-nos uma lista com regras a cumprir para só assim sermos aceitos por Deus.

Para a maioria, isto é tudo que religião é — seguir um conjunto de regras e regulamentos. Quando cumprimos regras, nos sentimos bem, e quando falhamos ao cumpri-las, nos sentimos mal. Eu fui uma pessoa religiosa por um bom tempo. Eu me esforcei para cumprir todas as regras das quais achei que precisava cumprir para me sentir bem e ser aceita por Deus. Recentemente descobri que o maior problema de ser religiosa era que isso me impedia de desfrutar a minha vida e meu relacionamento com Deus.

Ao contrário de religião, relacionamento é comunhão, não é o que fazemos ou deixamos de fazer. È estar apaixonado por Deus e comunicando-se com Ele durante o dia, justamente como fazemos com um bom amigo.

Efésios 3:12 diz,… por causa da nossa fé Nele, nós ousamos ter arrojo (coragem e confiança) de livre acesso (uma aproximação sem reservas à Deus com liberdade e sem temor). Em outras palavras, como resultado da nossa fé em Jesus, nós podemos desfrutar de um relacionamento contínuo com Deus que é parte de nossa normal vida diária.

Há uma grande diferença entre praticar uma religião e experimentar um relacionamento com Deus. Eu gostaria de compartilhar algumas coisas com você que Deus tem falado comigo sobre o que significa ter um relacionamento íntimo com Ele.

Expectativas de Deus e dos homens
“O que Deus espera de mim?” Muitas pessoas se perguntam isso, e a resposta tem muito a ver com o modo que você vê o seu relacionamento com Deus. Eu jamais esquecerei o que uma mulher em uma das minhas conferências compartilhou comigo. Ela disse que Deus contou à ela que religião é uma idéia do homem das expectativas de Deus, e eu acho que esta é uma ótima definição. Por exemplo, muitas pessoas pensam que Deus espera que elas sejam boas. Mas a bíblia diz que não há um justo se quer. (1) Deus sabia que você e eu não seriamos capazes de sermos bons distante Dele. Foi por isso que Ele enviou Jesus—para podermos nos tornar a justiça de Deus em Cristo. (2)

A verdade é, nós precisamos da graça de Deus para sermos bons, porque ser bom não é só sobre nosso comportamento ou seguir regras corretas… é também sobre nossas motivações. Se nós estamos num relacionamento íntimo com Deus, os resultados naturais serão a motivação e o fortalecimento vindos do nosso relacionamento com Ele para fazermos as coisas que Ele quer que nós façamos.

Estaremos ajudando os outros, lendo a Palavra, orando ou fazendo qualquer outra coisa boa, quando o nosso relacionamento com Deus é prioridade, assim nós iremos nos preocupar só com o que Ele pensa. Em outras palavras, nós seremos motivados através de querer agradar a Deus e às pessoas amadas, não pelas suas necessidades próprias de aceitação ou medo do que os outros irão pensar.

Você está Desfrutando da Sua Vida?
Outro sinal que estamos praticando religião em vez de experimentar um relacionamento é quando nós não estamos desfrutando da nossa vida ou do nosso relacionamento com Deus. A maior chamada de cada crente é para desfrutar a Deus. Se nós não desfrutarmos Deus, nós não iremos aproveitar a vida porque Ele é vida. (3) Se você e eu estamos praticando religião, então tudo se centraliza em torno de seguir regras e cumprir leis.

A verdade é que nós podemos criar regras para qualquer coisa. Nós podemos criar leis para exercícios, limpar a casa, oração, ler a Bíblia… Você escolhe. Eu posso me lembrar de quando era muito religiosa a respeito de limpar a minha casa que não conseguia nem relaxar e desfrutar de ter amigos para almoçar conosco. Eu me preocupava tanto em me certificar que tudo estava perfeito antes dos convidados chegarem que quando eles chegavam, eu já estava brava, exausta e desejando que todos fossem embora.

Se nós estamos apenas praticando religião, até mesmo o nosso relacionamento com Deus pode tornar-se um fardo. Ao invés de só querer estar com Ele, nós sentimos que devemos passar um tempo lendo Sua Palavra, nós devemos orar, nós devemos ir à igreja.. e a lista se vai.. Mas quando você e eu estamos desfrutando de um relacionamento íntimo com Deus, nós vemos as coisas de uma maneira diferente. Passar um tempo com Ele torna-se um privilégio — nós temos que ler a bíblia, nós temos que orar, e nós temos que ir à igreja!

Agora, não estou dizendo que nós não devemos ter regras nas nossas vidas. Ter regras é bom pois elas geralmente nos ajudam a viver uma vida disciplinada. Mas pode se tornar um problema quando as regras nos fazem sentir que somos inaceitáveis ou não tão bons o suficiente quando falharmos em cumpri-las. Jesus não quer que vivamos em baixo de jugo e condenação. Ele veio para nos tornar livres!

Você Está Experimentando Liberdade?
Eu creio que há um mundo cheio de pessoas que estão vivendo debaixo da escravidão de regras e regulamentos da religião e que gostariam de ter uma amizade com Deus. Jesus pagou um alto preço para nos tornar justos perante a Deus e nos trazer para um relacionamento certo com Ele. Segundo Coríntios 5:21 diz,  Em consideração a nós Ele fez Jesus (virtualmente) se tornar pecado O qual não conhecia pecado, para que dentro e através dEle pudéssemos nos tornar (providenciado com, visto como estando em, e exemplos de)a justiça de Deus (o que devemos ser, aprovados e aceitos e em relacionamento certo com Ele, pela Sua bondade) .

Você e Eu devemos ser encorajados a focar em nosso relacionamento com o Senhor, não em coisas como quantos versículos da bíblia lemos ou se oramos o número “certo” de horas. Fomos salvos dos nossos pecados então podemos conhecer a Deus e ter comunhão com Ele. Deus quer que nós estejamos relaxados em Sua presença e sermos nós mesmos no relacionamento com Ele. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou… (Gálatas 5:1 NVI)

Meu esposo, Dave, é meu melhor amigo — Eu compartilho com ele todo o dia. Eu estou livre para relaxar, ser eu mesma e conversar com ele sobre qualquer coisa a qualquer hora, não importa como estou me sentindo. Da mesma forma, é assim que Deus quer que eu e você nos relacionemos com Ele.

Escolha Relacionamento
A escolha é sua: Você pode praticar Religião, esforçando-se em cumprir regras e regulamentos, ou você pode desfrutar de um relacionamento, experimentando intimidade com Deus. O Deus de toda a criação quer ser seu amigo—para conversar com você sobre qualquer coisa, dividir seus segredos, suas alegrias e suas lágrimas. Eu o encorajo a buscar a Ele para uma revelação pessoal do Seu amor para que você possa relaxar e desfrutar de um relacionamento de liberdade e intimidade com Ele—Começando hoje!

Não duvide!

A maioria dos cristãos acredita, mas poucos experimentam a vida plena com Cristo.

“Conhecer” Deus a título de intelectualidade ou meras informações, não leva ninguém a lugar algum.

O segredo de uma vida plena em Cristo, é ter a sabedoria PRÁTICA de Deus na sua vida. Conhecer as Verdades descritas na Palavra de Deus e praticá-las.

Nesse sentido, a maior barreira a se vencer é o constante questionamento da Verdade pelo diabo. É o questionamento da tua crença. O diabo te bombardeia com situações a fim de abalar a sua fé.

Veja, foi assim desde o princípio:

“E o Senhor Deus ordenou ao homem: “Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá”

Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais selvagens que o Senhor Deus tinha feito.  E ela perguntou à mulher: “Foi isto mesmo que Deus disse: “Não comam de nenhum fruto das árvores do jardim?”

Respondeu a mulher à serpente: “Podemos comer do fruto das árvores do jardim, mas Deus disse: “Não comam do fruto da árvore que está no meio do jardim, nem toquem nele; do contrário vocês morrerão!”

Disse a serpente à mulher: “Certamente não morrerão! Deus sabe que no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês, como Deus, serão conhecedores do bem e do mal”

(Gênesis 2.15 e 3.1-4)

O restante da história vocês já conhecem.
O diabo não é nada criativo. Ele faz as mesmas coisas desde o princípio. E não foi à toa que o Senhor deixou estas coisas registradas, foi para que aprendamos para não cair mais nas ciladas do inimigo. Infelizmente, muitos ainda estão sendo enganados com os mesmos golpes…

Deus disse uma coisa e ainda explicou o porquê.
O diabo colocou em dúvida o que Deus disse e ainda pôs em dúvida a natureza de Deus e os motivos de suas ordenanças.

Não duvide da Palavra de Deus! Nunca!
O que possibilitará que você tenha a vida plena em Cristo é o valor que você dá à Palavra!

A pressão do inimigo na tua mente é para quebrar a Verdade.
Quando ele consegue te convencer, ele te mantém longe da Verdade e, conseqüentemente, do poder de Deus.

Sua oração diária deve ser: “Senhor, eu quero enxergar como Tu enxergas. Quero ter a plena consciência das coisas do Espírito”.

Não deixe o demônio da dúvida entrar no teu coração. Deus não se agrada de quem duvida. Quem duvida não recebe nada do Senhor. (Tiago 1.6-8)

Jesus disse que SE NÃO DUVIDARMOS, podemos dizer a um monte que se levante e se atire no mar (Marcos 11.22-23). Esse monte é o monte de problemas, monte de tristezas, de dívidas, de doenças, de calamidades, de dificuldades, de decepções, enfim, seja lá qual for o monte que existe na sua vida, CREIA, assim como Abraão (o monte dele era a infertilidade)  que “NÃO DUVIDOU, nem foi incrédulo em relação à promessa de Deus, mas foi fortalecido em sua fé e deu glória a Deus, estando PLENAMENTE CONVENCIDO de que ele era poderoso para cumprir o que havia prometido” (Romanos 4.20) e assim se fez na vida dele.

Se você não duvidar, assim também acontecerá na sua vida meu amigo, a plenitude de Deus te alcançará e as Suas promessas se realizarão na tua vida. CREIA!

(Autora: Cláudia Duailibe)

É só pedir!

Ore em nome de Jesus

Eu não preciso acender vela todo dia
Nem rezar ave-Maria para ser iluminado
Eu não preciso tomar banho de salmoura
Nem de galho de arruda para ser purificado
Quando eu preciso de uma bênção do Senhor,
Não vou até o Juazeiro fazer peregrinação
Onde eu estou, eu converso com Jesus Cristo,
Ele me atende com carinho e me estende a Sua mão
Tudo que eu quero é só pedir a Ele
Tudo que eu quero é só falar com Ele
Ele é fiel, é poderoso,
Ao meu lado sempre está
Tudo que eu quero é só pedir que ele dá
Eu não preciso consultar astrologia
Pra saber do dia-a-dia o que vai acontecer
O meu futuro está seguro e garantido
Quem garante é Jesus Cristo, Fonte eterna de prazer
Não temo a morte, não sou supersticioso,
Tenho um Deus poderoso, que ao meu lado sempre está
Não tenho medo de cruzar com gato preto
Porque eu sou protegido pelo Leão de Judá
Eu não preciso ir atrás de curandeiro,
Pai-de-santo, macumbeiro
Nem no tal do “ligue já”
O Deus que eu sirvo é Senhor por excelência
Grande é Sua ciência!
Outro Deus igual não há!
Ele dá jeito ao que não existe jeito
Pra problemas impossíveis, Ele tem a solução
Ele é Deus forte, Deus tremendo, Deus de guerra,
Deus no céu e Deus na terra!
Não tem Deus como Ele não!
(“É só pedir”; Pr. Jairinho)

Todos os caminhos levam a Deus… será?!

Marcos 1.15

Marcos 1.15

“Porque não tenho prazer na morte do que morre, diz o Senhor Deus; convertei-vos, pois, e vivei.”

É incrível como damos tantas voltas, para encontrar o “Ser Superior” e termos paz!
Deus está tão perto, mas parece que ninguém vê!! Ninguém O encontra. Ninguém O quer!!
Vamos tão longe,… eu diria, que vamos sempre pelo caminho mais fácil.
Afinal,.. seria mais fácil se o pecado não existisse, se os “santos” (ou seja, pessoas mortas!!!) nos respondessem e levassem nossas orações a Deus, se os tais “espíritos superiores” nos ajudassem de fato… seria tão mais fácil se fosse verdade essa ladainha de que “todos os caminhos levam a Deus”…

Mas em Sua Palavra, Deus é claro!! Nem precisamos interpretá-la. Deus, o CRIADOR e ÚNICO SENHOR é tachativo!!!!

CONVERTEI-VOS ao SENHOR!! Note: AO SENHOR!
O caminho é UM SÓ. O SENHOR é UM SÓ. E só pode ser encontrado por um ÚNICO MEIO.

Porque é tão difícil entender???
Será, que você acha que Deus é “tão mal” assim a ponto de preferir a criatura e não o criador?
As tags acima, nos trazem a Palavra de Deus. Agora você já conhece. Já sabe qual é o desejo de Deus para sua vida!

O que você vai fazer a partir de agora?

O valor mais precioso que podemos ter em nossa vida, é o SENHOR!
A maior alegria que podemos ter, é a de servir AO SENHOR!

“Porque não tenho prazer na morte do que morre, diz o Senhor Deus; convertei-vos, pois, e vivei.”

(Autoria: Tthatthy)

Halloween e Finados

No dia 31 de outubro muitas pessoas participaram de festas de “Halloween”, popularmente chamado de “Dia das Bruxas” no Brasil. Mas essa festa aparentemente inocente tem estreita ligação com práticas ocultistas, mesmo que muitos não percebam isso.Sua origem data de tempos antigos, quando os druidas (magos de origem celta) realizavam cerimônias de adoração ao “deus da morte” ou ao “senhor da morte” em 31 de outubro. Isso acontecia na cerimônia “Samhain” durante o festival de inverno, na qual eram oferecidos sacrifícios humanos. Naquela noite, os antigos druidas iam de casa em casa a fim de pegar pessoas para serem sacrificadas ao diabo. Em troca, eles colocavam uma abóbora com uma lanterna dentro para protegê-los de “ataques demoníacos”. Se não fossem atendidos, uma estrela de cinco pontas era desenhada na porta da casa e naquela noite o diabo supostamente atacaria a família.

Essa prática ancestral foi sofrendo alterações com o passar do tempo. A Igreja Católica posteriormente tentou cristianizar o “Samhain”, declarando o 1º de novembro como o Dia de Todos os Santos e o 2 de novembro com o Dia de Finados, sendo que em ambas as datas os mortos eram lembrados.

Nos Estados Unidos essa festa é muito comum e tem forte apelo comercial, sendo também tema de vários filmes de horror. A imagem de crianças vestidas com fantasias “engraçadinhas” de bruxas, fantasmas e duendes, pedindo por doces e dizendo “gostosuras ou travessuras”. Há algum tempo, o Brasil tem se deixado influenciar por muitos aspectos que não fazem parte de sua cultura e tem celebrado essa festa em escolas, cursos de inglês, clubes e até em shopping centers.

Diante dessa realidade, devemos nos questionar: Halloween está relacionado às práticas ocultistas modernas?
Mesmo que hoje em dia Halloween seja comemorado de uma maneira inocente por muitos jovens, ele é levado a sério pela maioria das bruxas, membros do movimento neo-pagão e ocultistas em geral. Nos Estados Unidos, na noite de Halloween, crianças estão sendo sacrificadas.

Halloween deve ser rejeitado pelos pais, pelos professores e pelos diretores das escolas. Deus é amor e quer o melhor para você e sua família. Não se envolva com bruxaria, ainda que seja por brincadeira. A Bíblia diz que o diabo é ardiloso, que ele se disfarça como anjo de luz. Ele veio para matar, roubar e destruir. Jesus veio para dar vida abundante a todo aquele que nele crer e confiar!

A Bíblia é clara na opção que devemos seguir: “Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o SENHOR, teu Deus” (Deuteronômio 18.10-13).

Agora mesmo, ore a Jesus para proteger você e seus familiares. Jesus tem todo o poder para destruir todas as obras do diabo. Não tema. Creia em Jesus e seja feliz!
(Fonte: Texto de um folheto do CPR, de nome ‘Halloween – A Maldição das Bruxas,’ adaptado e acrescido de outras informações)
Em tempo: vale ressaltar que fui católica praticante do nascimento até meus 20 anos aproximadamente, depois passei pro espiritismo (de Allan Kardec), o que achei que respondia a todas as minhas questões. Estava no espiritismo há alguns anos quando descobri a Wicca – bruxaria moderna, a qual também estudei por algum tempo. Então, entre estudos de reiki e sanjeevini, conheci a seicho-no-ie e achei que tinha finalmente encontrado algo que fizesse sentido, que preenchesse todo o vazio da minha vazia, questionamentos, idéias e pensamentos pré-concebidos. Pré-concebidos e ignorantes, pois eu achava que sabia muito de tudo o que tinha frequentado e estudado e achava que a chave de tudo estava na minha mente. Foi quando me auto-intitulei Universalista, pois tinha como crença uma parte de cada seita e heresia que havia seguido por crer racional e fielmente. Até um belo dia – belo mesmo – em que resolvi questionar minha irmã (que é Pastora no Japão) de maneira mais profunda sobre o protestantismo e o que os crentes crêem, pois sempre fui contra os evangélicos e julgavam que eram todos uns incultos e burros, que seguiam o que os Pastores diziam sem questionar, que tinham sofrido lavagem cerebral (hoje sei que quem sofre lavagem cerebral é justamente quem não é de Jesus!). Então, através da chance que dei a Deus com minha vontade de pôr minha irmã contra a parede e deixá-la sem jeito de retrucar minhas questões, o Espírito Santo pôde tocar meu coração de forma que nem tem como dizer, pois com palavras é inexprimível, só vivenciando mesmo pra compreender o que estou falando; foi quando entendi que o vazio que por anos tentei responder e sanar com dogmas, rituais, filosofias e achismos, tem o exato tamanho de Jesus, o Cristo, e só Ele pode ser preencher e responder, verdadeiramente, a todas as dúvidas que o ser humano tem.
A Bíblia é a Palavra do Deus Vivo e é o manual para todo aquele que deseja ser feliz!
Não sou uma pessoa indecisa, instável, que muda de opinião como quem muda de roupa. como alguns me julgam. Fui assim justamente porque Deus tinha um propósito pra minha vida e precisei passar por tanto engano e ilusão pra hoje conhecer a Verdade que liberta!
Se quiser conhecer mais a fundo sobre o meu testemunho de vida, por favor, escreva em pvt para: silvinhamrr@gmail.com que terei imenso prazer em partilhar com você a transformação total e completa que Deus tem feito em mim, desde que resolvi crer nEle e aceitar a Jesus como meu único Senhor e suficiente Salvador!
Fica com Deus e deixe-O entrar em sua vida também e sarar todas as feridas, mexer com suas estruturas e operar milagres em seu ser que você jamais irá se arrepender!
À Deus, toda honra, toda glória e todo louvor!
Sílvia Maria Rizzuto Rosa

A Palavra de Deus é o Padrão

Jesus é o caminho

Jesus é o caminho

Jesus nos disse em João 15:2 que por sermos ramos da Videira verdadeira seremos purificados para darmos mais fruto. Então, no próximo versículo Jesus diz, Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado (v. 3). Em outras palavras, a Palavra de Deus é o padrão para nossas vidas. Sem a Palavra, onde obteríamos a informação que precisamos para discernir entre o bem e o mal ou entre a verdade e as mentiras?
Existe apenas um fundamento da verdade em todo universo e este é a Palavra de Deus. O mundo islâmico diria a você, “Nosso sistema de religião é a verdade”. Mas não é. Isto é um engano e os mulçumanos não sabem disto. Os budistas também tentarão lhe dizer que possuem a verdade. Alguns dos dogmas budistas até parecem ter um certo conceito de sabedoria de vida, mas, eles não possuem a verdade eterna.
Somente a Palavra pode ser confiada como um padrão para a verdade. Ela não veio deste mundo, veio do Próprio Deus.
A segunda Pessoa da Trindade é chamada de poderoso Logos, ou a Palavra que veio à Terra encarnada como o homem Jesus Cristo. O Poderoso Logos foi escolhido pela Trindade para cruzar e fechar a brecha entre a humanidade e Deus. Uma das maneiras pelas quais Ele fechou aquela brecha foi provendo informações sobre a Trindade. Ele disse, “Quem me vê, vê o Pai” (João 14.9).
Os antigos filósofos buscaram algo para conectar a brecha entre Deus e o homem. Sócrates, Platão e outros filósofos famosos tentaram mergulhar suas mentes no infinito perguntando-se, “Existe algo além disso? Quem é o Pensador original? Quem é o Motor imóvel?” Mas, eles não obtiveram respostas. Eles apenas sabiam que devia existir algo além.
Então, João trouxe a revelação que aqueles filósofos gregos buscaram por tantos anos. Ele disse, “Vocês querem saber quem é o Motor que não pode ser movido neste universo? Eu lhes direi”.
“Antes de qualquer coisa ter um início havia o Logos. O Logos estava com Deus. O Logos era Deus. E o Logos ficou face a face igualado a Deus. Tudo foi feito pelo Logos. Nada na criação foi feito sem Ele [João 1:1-3]. Claro que eu posso lhes dizer quem é o Motor que não pode ser movido. Ele é o Poderoso Logos, a Palavra. Ele é Aquele que fechou a brecha entre o homem e Deus”.
Portanto, se você está tentando ser purificado por qualquer outro padrão sem ser o Logos, você está perdendo seu tempo. Uma das coisas mais enganosas com as quais você pode se envolver é com uma religião que exige uma lista de coisas insignificantes que não estão na Palavra de Deus. Você pode passar anos tentando seguir um conjunto de leis feitas por homens que não fazem nada para mudar você de dentro para fora. Existe apenas um processo de purificação e Jesus já o disse: Vós já estais limpos PELA PALAVRA que vos tenho falado (João 15:3).

(Fonte: “O Andar no Espírito – O Andar no Poder” do Pr. Dave Roberson)

DOUTRINAS QUE ABORRECEM O SENHOR

Assim, tens também os que seguem a doutrina dos nicolaítas, o que eu aborreço (Apocalipse 2.15).

Só deve haver uma doutrina, a do Senhor. Mas, ao longo dos séculos, muitos, que se julgaram iluminados, criaram as mais variadas doutrinas. Ninguém pode criar procedimentos além daqueles prescritos pelos Céus. Isaías, o profeta, já havia escrito: À lei e ao testemunho! Se não falarem de acordo com as Escrituras, neles não há luz (8.20).

Os princípios criados pelos homens, ainda que bem intencionados, servem apenas para criar confusão e escravidão. Não há quem possa colocar outro fundamento, além do que Deus colocou – Jesus. Portanto, basta-nos a doutrina contida na Bíblia.

Com o objetivo de instruir sobre aquilo que achavam ser certo, mas que não tinha respaldo bíblico, foram criadas doutrinas no cristianismo, as quais levaram muitas pessoas a fazerem a vontade de homens irresponsáveis e a deixarem de realizar o que o Mestre determinou. Tais “iluminados” teriam feito um bem grande para si mesmos e seus seguidores se tivessem ficado calados ou agido conforme a Palavra de Deus.

Nos dias de Jesus, os fariseus e os saduceus, além de outros grupos menores, inventavam uma série de ensinamentos alheios à revelação do Senhor, os quais faziam o povo tropeçar. Cristo desprezou tudo o que os religiosos haviam criado e disse que eles O honravam com os lábios, ensinando preceitos de homens (Marcos 6.6,7). O Mestre ainda advertiu que eles impunham cargas pesadas para os outros carregarem, mas eles mesmos não as moviam nem com um dedo (Lucas 11.46).

Apesar da opulência de alguns desses dogmas, eles não têm condições de aproximar o indivíduo de Deus, pois não passam de lixo espiritual que deve ser descartado. Somente a volta à Palavra coloca qualquer pessoa na conduta correta.

Não é aconselhável falar alguma coisa, além daquilo que o Senhor nos prescreveu. Essa idéia de inventar princípios para agradar ao Altíssimo, na verdade, agrada ao inimigo, que, por meio deles, impede muitos de se achegarem ao Pai. Tudo tem de estar de acordo com a Lei e o Testemunho; o contrário disso não passa de doutrina de demônio.

Não faça nem adote algo que não provenha de Deus, tampouco tome uma posição contra a vontade do Senhor.

Em Cristo, com amor,

Missionário R. R. Soares

As demoras de Deus não são recusas

Esperei no SenhorDeus responde à oração, mas nem sempre como queremos. Ele raramente está com pressa, como é evidente na Sua criação: leva-lhe tempo para fazer um bebê, uma flor, uma árvore, um pôr-do-sol ou até mesmo uma graminha. Não podemos apressar Deus. É preciso esperar até que chegue o momento determinado por Deus. Às vezes Deus demora para responder à oração e espera até termos aprendido a lição que Ele está querendo nos ensinar, ou talvez esteja esperando que as condições estejam prontas para o resultado que Ele quer obter. Como por exemplo aquele homem na Bíblia, que era cego de nascença. Ele teve que ser cego toda a sua vida, para que todo o mundo soubesse e para que quando Jesus passasse por lá um dia e o curasse maravilhosamente, Deus fosse glorificado. (Veja João 9)

Às vezes pode levar anos para você saber por que Deus não respondeu à oração como você pensava que Ele deveria responder, ou logo quando lhe pediu, mas o dia chegará e você saberá que Deus tinha razão! Espere no Senhor!

A maior escuridão é exatamente antes do amanhecer; o momento mais desesperador é exatamente antes da Salvação! O maior desalento ataca exatamente antes de vir o auxílio. Então não duvide, nem por um momento, que Deus vai responder, e Ele responderá! Confie n’Ele! E agradeça-Lhe a resposta, mesmo que não a veja imediatamente! Amanhã você se sentirá feliz por ter confiado n’Ele!

Baruch Há Shem!
Bendito seja o Nome!

(Autora da Mensagem: Manu Giroux – www.mulherdedeus.com.br)

Natal: FESTA PAGÃ ou CRISTÃ?

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10 Razões porque os evangélicos não devem celebrar o natal

1º) Porque a Bíblia não manda celebrar o nascimento.

2º) Porque Jesus não nasceu em 25 de Dezembro. Esta data foi designada por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o Cristianismo, de acordo com o calendário Judaico Jesus nasceu em Setembro ou Outubro.

3º) A igreja do Senhor está vivendo a época profética da festa dos tabernáculos, que significa a preparação do caminho do Senhor e, se você prepara o caminho para Ele nascer, não prepara para Ele voltar.

4º) O natal é uma festa que centraliza a visão do palpável e esquece do que é espiritual. Para Jesus o mais importante é o Reino de Deus que não é comida nem bebida, mas justiça e paz no espírito.

5º) Porque o natal se tomou um culto comercial que visa render muito dinheiro. Tirar dos pobres e engordar os ricos. É uma festa de ilusão onde muitos se desesperam porque não podem comprar um presentinho para os filhos.

6º) Porque esta festividade está baseada em culto à falsos deuses nascidos na Babilônia. Então, se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual é a origem verdadeira?

O Natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sob o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode! É verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio!

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro ‘ fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Sistema de Competição Organizado – de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de “Marad” que significa “ele se rebelou, rebelde”.

Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal”!

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode revivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se lsis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

7º) Esta festa não glorifica a Jesus pois quem a inventou foi a igreja católica romana, que celebra o natal diante do ídolos (estátuas). Jesus é contra a idolatria e não recebe Adoração dividida.

8º) Porque os adereços (enfeites) de natal são verdadeiros altares de deuses da mitologia antiga (que são demônios).

Árvore de Natal – é um ponto de contato que os demônios gostam. No ocultismo oriental os espíritos são invocados por meio de uma árvore. “de acordo com a enciclopédia Barsa, a árvore de natal é de origem Germânica, datando o tempo de São Bonifácio, foi adotada para substituir o sacrifício ao carvalho de ODIM, adorando-se uma árvore em homenagem ao Deus menino.” Leia a Bíblia e confira em Jeremias 10.3,4; I Reis 14.22,23; Deuteronômio 12.2,3; II Reis 17.9,10; Isaías 57.4,5; Deuteronômio 16.21 e Oséias 4.13.

As velas acendidas – faz renascer o ritual dos cultos ao deus sol.

As guirlandas – são símbolos da celebração memorial aos deuses, significam um adorno de chamamento e legalidade de entrada de deuses.
A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão.

O presépio – seus adereços estão relacionados diretamente com os rituais ao deus-sol. É um altar de incentivo à idolatria, é uma visão pagã. A Palavra de Deus nos manda fugir da idolatria (I Coríntios 10.14,15; Gálatas 5.19,21).

Papai Noel – é um ídolo, um santo católico chamado Nicolau, venerado pelos gregos e latinos em dezembro, sua figura moderna é a de um gnomo boxexudo e de barba branca. O gnomo de acordo com o dicionário Aurélio é um demônio da floresta.

Troca de presentes – na mitologia significa eterizar o pacto com os demônios (deuses).

Ceia de Natal – um convite à glutonaria. Nas festas pagãs ao deus-sol o banquete era servido meia-noite.

9º) O natal de Jesus não tem mais nenhum sentido profético pois na verdade todas as profecias que apontavam para sua primeira vinda à terra já se cumpriram. Agora nossa atenção deve se voltar para sua Segunda Vinda.

10º) A festa de natal traz em seu bojo um clima de angústia e tristeza, o que muitos dizem ser saudades de Jesus, mas na verdade é um espírito de opressão que está camuflado, escondido atrás da tradição romana que se infiltrou na igreja evangélica, e que precisamos expulsar em nome de Jesus!

Chega de paganismo em nosso meio, é hora de acabarmos com esta festividade pagã em nossos lares e Igrejas.

Procedimento Prático
Mesmo querendo fazer a vontade de Deus como fiéis discípulos, somos surpreendidos por situações que ficamos chocados e atônitos, que nos trazem até embaraços para acertar nossas vidas erradas com a realidade divina. Contudo, nem tudo está perdido. Temos um Deus que transforma maldição em bênção. Agora não somos mais ignorantes quanto a festividade iniciada na Babilônia. Qual deve ser então nosso procedimento prático?

1 – Tirá-la totalmente do nosso coração. Lançar fora toda dependência sentimental da data do Sol Invictus (25 de dezembro).

2 – Instruirmos nossos filhos e discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8.32

3 – Nos livrarmos de todo enfeite com motivos natalinos, pois sabemos suas origens.

4 – Não ficarmos sujeitos financeiramente à comidas importadas típicas. É um dia como qualquer outro.

5 – Resistirmos ao espírito satânico de gastos no Natal, principalmente se ouverem dividas. Vigiar as “ofertas do Papai Noel”. Só devemos comprar o necessário. Mamon, demônio das riquezas, criou dependência na mente humana onde as pessoas têm de estar nas festividades de fim de ano com casa nova, roupa nova etc. “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.” Mateus 6.24.

6 – Devemos aproveitar a data (“Andai em sabedoria para com os que estão de fora, usando bem cada oportunidade.” Colossenses 4.5) para estar com parentes e amigos em suas casas; falando da necessidade do nascimento de Jesus em seus corações, pois este é o verdadeiro presente que o “aniversariante” quer receber. É um propício momento evangelístico, quando encontramos pessoas com o coração aberto para ouvir de Jesus.

7 – Entender que a maioria dos crentes não visualiza a situação do Natal, preferindo viver segundo seus sentimentos e tradições.

8 – Não confundir Passagem do Ano com Natal. Não é errado desejar feliz Ano Novo para alguém, mas, sim, Feliz Natal. Podemos usar algumas expressões. Ex.: – Que Jesus nasça no seu coração (ou na sua vida)!

” E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação de vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. ” (Romanos 12.2)

(Fonte aqui)

Para saber ainda mais sobre o assunto, recomendo a página do blog de artigos e estudos bíblicos: “Jesus – O adorado de todas as Nações“)

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Tenha um ano realmente novo

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Mais um ano se inicia e por mais que queiramos que ele seja diferente, em muitos aspectos não será: os dias continuarão tendo 24 horas, teremos inúmeras preocupações, alegrias, sucessos, fracassos… e esse ano também se encerrará em 31 de dezembro, sem que seja possível voltar atrás e fazer de novo, apenas fazer melhor no dia seguinte.
Acho muito difícil começarmos um ano sem ficar pelo menos inquieto – até ansioso, para quem é como eu, eheheh – e quer saber o que esse ano me reserva. O ser humano é curioso por natureza, não temos como conhecer o futuro (nem se procurarmos na astrologia, quiromancia e todas essas ilusões). E tudo que desconhecemos nos dá medo.
Reconheço que mesmo sendo cristã, sou falha e por isso ainda me sinto insegurança quando na iminência de algo desagradável, como uma doença, por exemplo.
Mas ainda bem que a Bíblia – a Palavra de Deus que Ele deixou exclusivamente pra que nós O conhecessêmos e compreendamos Seu plano pras nossas vidas – nos dá a chance de fazer desse ano um ano realmente novo.

Por mais boas intenções que tenhamos ou vibremos ‘energias positivas’, NADA é capaz de dar o esclarecimento, o consolo e a alegria do que as palavras vindas diretamente do Criador para suas criaturas. Mas só entende a Bíblia quem se dispõe de todo coração a crer em suas verdades, ou seja, em Jesus (leia: Evangelho de João, capítulo 1, do verso 1 ao 18). E meditando nas palavras do Alto, reconheçamos que somos incapazes de realizar qualquer coisas somente por nós mesmos, até de recusar o mal em nossas vidas, se não for por Deus que nos ama e perdoa incondicionalmente.

Hoje posso dizer com toda certeza que só confiando total e irrestritamente em Deus, entregando à Ele minha vida (preocupações, família, áreas…) e descansando nEle (pois a obra de Jesus na cruz do Calvário foi completa, não tem mais nada que Deus possa fazer por nós!), pois Ele é o único que é onipotente, onisciente e onipresente, é que poderemos ser felizes nesse ano e em todos os muitos que virão, sejam quais forem as situações que enfrentemos.

Mas você pode me perguntar: ‘Sílvia, isso é real, é possível mesmo? Não seria utopia sua achar que podemos viver uma vida tranquila aqui na Terra, com paz permanente e não ocasional, só porque decidi seguir Jesus, um homem sublime sem dúvida, mas que viveu há tanto tempo? Os tempos são outros hoje e o que a Bíblia fala não é pros dias atuais, sendo assim, como posso crer que verdadeiramente serei feliz e terei sossego na vida?’ Ou então você ainda pode argumentar que ‘na própria Bíblia diz que “no mundo teremos aflições” (João 3.16) e que o “reino de Deus não é deste mundo” (João 18.36), então, esse conceito de tranquilidade e felicidade é pra uma outra dimensão que não a terrena.’
Mas te digo que assim como eu, milhares de pessoas puderam experimentar essa transformação de vida (corpo, mente e espírito) e vivem felizes! Meu coração hoje (por mais que as situações adversas se apresentem e em muitos momentos eu tenha vontade de chutar o balde e deixar de crer no controle de Deus sobre minha vida, pois minha alma é dominada pelas minhas emoções que precisam ser trabalhadas por Deus e isso só acontece num processo que vai se desenvolvendo ao longo da caminhada com Cristo e depende exclusivamente de mim deixar que o Espírito Santo opere) está fortalecido e crê na soberania de Deus e que por isso, minha vida não será abalada por qualquer tempestade que surja.
O segredo da verdadeira felicidade que procuramos em tantas religiões, filosofias, doutrinas, rituais… é um só: confiar em Deus e obedecermos à Ele, praticando seus ensinamentos contidos na Bíblia Sagrada. A partir do dia que entendi isso, “todas as coisas se fizeram novas” (Segunda carta que o apóstolo Paulo escreveu aos Coríntos, capítulo 5, versículo 17).

Assim como aconteceu comigo há um ano e meio, você também pode – e deve – começar esse novo ano sendo uma nova criatura em Jesus Cristo! E vai comprovar por si próprio que tudo o que falei acima é a mais pura realidade e não ilusão com lógica como muitas coisas que temos e procuramos compreender com nossa mente e não com nosso espírito. Sua vida não dependerá mais das circunstâncias e/ou da situação do País, pois você terá uma vida totalmente nova e melhor. Você terá seu encontro pessoal com Seu Pai, sendo perdoado por seus equívocos, purificado de seus erros (pra você que não gosta da palavra pecado, mas o sentido é o mesmo nesse caso), renovado por Jesus, reconciliado com Deus e verdadeiro filho de Deus, merecedor de receber as bênçãos que a morte expiatória de Jesus te oferece.

Agora me diz: O que você está esperando? Não perca mais seu tempo crendo em coisas vãs e aparentemente lógicas, doutrinas criadas por meros homens (limitados e sem poder algum) ou enxertadas de dogmas humanos! Aceite a Jesus Cristo como seu único Senhor e Salvador e deposite sua confiança totalmente nEle neste 2009. E seja feliz!

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A falsa alegria do carnaval

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Vida com Jesus
“O som festivo dos tamborins foi silenciado, o barulho dos que se alegram parou”
( Isaías 24.8 )
O que é uma fantasia?  É tudo aquilo que não corresponde à realidade, fruto da imaginação.  Parecer alegre é bem mais fácil do que ser alegre.  Parecer feliz é infinitamente mais fácil do que ser feliz. Satanás é mestre em ocultar a miséria através da falsa alegria.  A sua principal fantasia é a da alegria.  Fantasiado de alegria atrai milhões, sem revelar o que está oculto.

A alegria é só uma fantasia quando embaixo dela, ocultos, estão o pecado, o desânimo, a miséria de um país que tem seu ensino em frangalhos, a saúde sucateada, o domínio do crime organizado, o tráfico e consumo de drogas, a gravidez adolescente em níveis assustadores, a corrupção em todos os níveis da sociedade, das pequenas cidades às grandes metrópoles.

A alegria é só uma fantasia quando a realidade da quarta-feira de cinzas é difícil de ser suportada.  Volta-se à pobreza, à falta de emprego, de dinheiro, de perspectivas de crescimento pessoal, de falta de moradia digna, de miséria familiar.

Com tantos inimigos aguardando na quarta-feira compensa investir durante um ano inteiro para apenas quatro dias?  Quatro dias compensam os outros trezentos e sessenta e um?   Os inimigos do brasileiro são muitos e são persistentes.  Por estar tão longe o dia da vitória sobre eles parece estranho parar quatro dias para se alegrar.

Na bíblia a alegria muitas vezes está associada à vitória sobre os inimigos.  A vitória de Josafá sobre Moabe e Amom foi um desses momentos onde a alegria era muito grande e justificada:

“Então voltaram todos os homens de Judá e de Jerusalém, e Josafá à frente deles, e tornaram para Jerusalém com alegria; porque o Senhor os alegrara com a vitória sobre os seus inimigos” (II Crônicas 20.27).

Rasgar a fantasia da falsa alegria é mostrar a verdadeira face da sua personalidade, depois de haver tentado dissimulá-la.  Se fosse possível ver o que está debaixo da sua fantasia, ficaria claro que liberar-se das “amarras”, “soltar os demônios”, dar vazão à carne e à vontade própria tem um preço e esse preço é muito alto.  Para muitas pessoas, carnaval é como sair de férias por 4 dias, arcando, porém, com as despesas da viagem durante o resto da vida.  Não serão apenas 10 ou 12 parcelas de pagamento. O preço pago será muito alto e prolongado.  Talvez não valha a pena o “investimento”.

O grande engano que o “folião-chefe” implantou no coração dos homens é que para haver alegria é necessário que haja insensatez, falta de limites.  O conselho da Palavra de Deus sobre isso é totalmente diferente.  A alegria vem pela realização pessoal, pela paz de espírito, pelo conhecimento do Deus Eterno e é permanente; dura todos os dias da sua vida e não apenas 4 dias.

Trocar a justiça pela iniqüidade, como pretexto para alegrar-se, é um caminho certo para esperar por cinzas na quarta-feira.  O caminho oferecido por Deus é contrário, mas garante um diferencial em relação aos companheiros de bloco:

Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, mais do que a teus companheirosSalmo 45.7.

(Autoria de Oswaldo Chirov)
Meus Comentários: Eu estava lendo uma reportagem da revista Veja sobre os cantores gospel do Brasil e notei uma coisa que me deixou preocupada. Quando a reportagem fala de artistas católicos que também se apresentam em festas profanas, vi um perigo MUITO grande aí. Porque ao meu ver, não adianta absolutamente nada você estar enfiado na igreja de fim de semana ou aos domingos, ou a semana toda e continuar com um pé em Deus (igreja) e outro no diabo (mundo). Ou você segue a Cristo (e seguir a Jesus não é seguir alguma religião, que fique claro isso porque muita gente confunde; uma vida como discípulo de Jesus é relacionamento; só que só dá pra se ter um relacionamento com Jesus se você conhecer a Verdade que liberta e não tem como permanecer livre se você anda em desacordo com a Palavra do próprio Deus orando pra outros seres, pessoas mortas…) ou você não segue. Não tem meio termo pra isso. Inclusive o apóstolo Paulo escreveu que não é possível esconder a verdade e a justiça, nem continuar comendo na mesa de Deus e na do diabo. As pessoas tem de tomar uma decisão e realmente viver uma vida pra Deus. E isso não se dá somente nos dias de missa ou culto, mas em todos os nossos dias. A gente que aceitou a Jesus como único Senhor e suficiente Salvador ainda vive no mundo, mas não somos mais do mundo. Não dá pra misturar; assim como a água e o óleo não se misturam, não dá pra você aproveitar esses dias de carnaval se esbaldando em tudo quando é tipo de pecado, de exagero, e depois ir na Igreja na quarta-feira tomar as cinzas. Deus perdoa é claro, mas pecar em sã consciência é muito abuso da boa vontade de Deus eu acho. E não é só no carnaval, é nos outros dias do ano que devemos procurar ter uma vida santificada. Eu gosto muito daquele trabalho que a Canção Nova faz, o PHN: se não me engano quer dizer Por Hoje Não vou pecar. Gente, isso é maravilhoso porque é assim que tem de ser, é disso que a Bíblia fala! Não estou aqui falando mal dos católicos, até porque fui uma praticante por muitos anos e aprendi muito lá sobre Jesus (porque particularmente nunca fui fã de pedir nada pra santos ou pra Maria; sempre a respeitei como a mãe de Jesus, mas nunca a entronizei como alguém sobrenatural ou que possa intereceder por mim, assim como nunca fui devota de qualquer santo). As pessoas não terão mudanças significativas em sua vida se continuarem com um pé em cada barco. Uma hora eles irão pra lados ainda mais opostos e você vai cair no meio do mar! Ou se aceita a Jesus e toda a transformação que Ele fará em sua vida que tornará você extremamente feliz, realizado e com uma paz de espírito jamais vista, ou você continua esperando a melhor hora pra tomar essa decisão; ou então achando que tá bom assim, afinal, você erra, mas depois pede perdão e tá tudo resolvido. Não é assim que funciona, até porque vai que Jesus volte exatamente num momento em que você esteja lá no meio do pecado, hein?! E daí? Daí que você já era, meu caro! Como diz a Bíblia Sagrada em Mateus 25.13: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir.Então, que tal agora você tomar a decisão mais importante da sua vida e entregar sua vida e seu coração à Jesus?! Se você tem coragem de tomar essa decisão, faça essa oração:
“Senhor Jesus, eu Te recebo agora como meu único Senhor e suficiente Salvador. Apaga meus pecados e joga-os no mar do esquecimento, escreve meu nome no livro da vida. Em Teu nome eu oro, Amém.”
Se você fez essa oração com todo seu coração, sugiro que procure uma Igreja Protestante perto de sua casa, onde se ensine e pratique a Bíblia. E caso tenha qualquer dúvida, naquilo que eu puder ajudar você a se edificar, conte comigo :-)

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Agradeço a Jesus Cristo pela graça alcançada

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Onde quer que andemos pela cidade de São Paulo deparamo-nos com inúmeros cartazes, faixas e letreiros pendurados nas fachadas das casas e nos postes com a seguinte inscrição:

“AGRADEÇO A SANTO EXPEDITO PELA GRAÇA ALCANÇADA”.

Fiquei curioso: quem é esse homem que está resolvendo o problema de tantas pessoas?

Resolvi procurar na Bíblia para ver se aparecia o seu nome, se ele tinha andado com Cristo ou com Paulo. Quem sabe ele fosse um dos discípulos? Minha busca deu em nada: não aparece Santo Expedito na Bíblia. Fui pesquisar então na História e finalmente achei o homem: ele foi comandante de uma legião romana, converteu-se ao cristianismo e morreu martirizado no ano 303. Diz a história que no momento de sua conversão apareceu um corvo (simbolizando o mal) que lhe falou: “Cráss” que significa “amanhã” em latim. O corvo queria que ele deixasse a conversão para outro dia. Ele não aceitou e esmagou o corvo com o pé direito, afirmando “hodie” (que significa hoje). “Não vou deixar nada para amanhã”. Ficou conhecido, então, como o santo que resolve as coisas com rapidez.

Continuei pesquisando para ver quando foi sua ressurreição, mas não há menção desse fato. Ora, se não ressuscitou como Jesus significa então que ele está no Paraíso, aguardando o Dia do Juízo, junto com o ladrão da cruz, junto com Pedro, com Maria e todos os mais que morreram em Cristo.
Eu até creio que após sua conversão Expedito foi um homem bom e justo. Mas agora encontra-se completamente impossibilitado de atender minhas preces e nem sequer sabe que eu existo.

Outro dia recebi um e-mail ensinando-me a pedir as coisas para Santo Expedito. Ao final dizia para remeter a mesma mensagem para mais 15 pessoas e não quebrar a corrente. Como eu não quero mexer com os mortos (e acho que quem já morreu merece descanso), ao invés de mandar aquela mensagem, eu escrevi uma outra que passei adiante e dizia assim:

AGRADEÇO A JESUS PELA GRAÇA ALCANÇADA, POIS….

… é Jesus que atende às causas impossíveis (“Porque sem Mim, nada podeis fazer – João 15.5);

… é Jesus que se alegra quando pedimos as coisas apenas em Seu Nome (“E tudo o que pedirdes em meu Nome, eu o farei” – João 14.13)

… é Jesus o único “intermediário” entre Deus e os homens (“Porque há um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus – 1Timóteo 1.5)

… é Jesus o único com poder para interceder por nós (“Cristo Jesus está à direita de Deus e intercede por nós” – Romanos 8.34)

… é a Jesus quem Maria recorreu quando acabou o vinho na festa de casamento e disse: “façam tudo o que Ele vos disser” – João 2.5

MAS ATENÇÃO: Para receber a Graça NÃO PRECISA passar essa mensagem adiante. É necessário apenas Fé em Jesus Cristo. Nada mais.

“Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” [Jeremias 29.13]

(autoria de Pr. Daniel Rocha)

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Deus não é religião

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Há uma grande diferença entre praticar uma religião e experimentar um relacionamento com Deus.
Há uma grande diferença entre religião e salvação.
Há muitas religiões, mas só um Deus e um só Evangelho.
Religião vem do homem; Evangelho e salvação são revelações de Deus por meio de Jesus Cristo.
Religião é o ópio do povo; salvação é presente de Deus ao homem perdido.
Religião é história do homem pecador, que precisa fazer alguma coisa para seu deus imaginado. O Evangelho nos diz o que o Deus Santo fez pelo homem pecador.
Religião procura um deus; o Evangelho são as Boas Novas de que Jesus Cristo procura o homem que se encontra em caminho errado. “Porque o Filho do homem veio salvar o que estava perdido” (Mateus 18.11).
A religião dá ênfase em fazer alguma coisa, boas obras; o Evangelho muda o homem por dentro, através da presença do Espírito Santo em seu coração. “… E assim habite Cristo nos vossos corações, pela fé” (Efésios 3.17). “Não sabeis que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?” (1 Coríntios 3.16).
Nenhuma religião tem um Salvador ressuscitado, que dá perdão dos pecados e vida eterna, só Jesus Cristo ressuscitou. Por isso, meu amigo, dirija-se só a Jesus Cristo. Ele é o único que pode perdoar os seus pecados e lhe dar vida nova aqui e vida eterna no porvir. “Crê no Senhor Jesus, e serás salvo” (Atos 16.31). “… E o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1.7).
Receba a Jesus AGORA em seu coração como seu Salvador pessoal.

(Extraído de: Evangelização Pessoal)

Meus comentários:

Esse negócio de postar só uma vez por mês não deu certo, gente, eheh. Tentei, mas não dá. Com o tanto de pensamentos, reflexões e experiências que passo o tempo todo, não tem como ficar num post só.
E foi depois de um turbilhão de análises que achei legal postar esse texto. Sei que já postei outros semelhantes, mas particularmente esse é o que me tem feito pensar mais a respeito do que é verdadeiramente ser de Jesus. Li um email do site Ibiblia.net de autoria de Claudio Crispim que me serviu de base pra expor meus pensamentos abaixo:

Engraçado como a gente – e não me refiro aqui somente às pessoas de fora das Igrejas, por assim dizer, mas também aos que já aceitaram a Jesus e estão dia-a-dia dentro de templos, são assíduos frequentadores dos cultos, congressos, até mesmo estudiosos da Bíblia e pastores, por que não?!, confunde as coisas. Tem dois personagens na Bíblia que são fundamentais pro nosso entendimento dos planos de Deus pra nós: Adão e Jesus. Somos descendentes de Adão e como ele pecou (acho que todos conhecem a história do fruto proibido, então, não preciso resumir aqui né?!), consequentemente, todos os que vieram depois dele, também são automaticamente pecadores (caramba! eu tinha tanta aversão a isso quando era da Seicho-No-Ie… mas graças a Deus o Espírito Santo me tirou as vendas dos olhos espirituais e hoje posso compreender as coisas como elas realmente são; mas isso não vem ao caso, é só um parênteses, ihih). Então, todo o povo que Deus criou vivia no mundo, sujeito as coisas do mundo – que lembre-se: jaz no maligno desde àquela época -. Tá. Daí Deus, que nos ama de um modo que por mais que tentemos não conseguiremos compreender, simplesmente porque somos seres relativos e Ele o único Ser absoluto, resolveu mandar Seu Filho Jesus, que também é Deus – mas isso também é assunto pra outro post – pra nos libertar de todo pecado e termos a oportunidade de voltarmos a ter comunhão com Ele, pela morte vicária de Jesus. Beleza, entendido tudo isso.

Só que, o que a maioria das pessoas pensa, que é o que comentei no início, que a gente confunde, é que pensamos que pra nos tornarmos seguidores de Jesus, do Evangelho (daí surgiu o termo “ser evangélico”), temos de abrir mão de toda nossa vida de antes e passarmos a viver só pra Cristo. Na verdade é isso mesmo, mas o erro (do meu modo de ver as coisas e conforme o que creio, Deus tem me orientado a entender), é que a famosa porta larga que a Bíblia fala e tanta gente evita, eheh, é quando as pessoas estão no mundo e entregues aos prazeres, a sensualidade, são céticas, fazem coisas erradas, por exemplo. As pessoas em geral acham que a porta é larga porque estando no mundo a pessoa não tem dificuldades, problemas e que pra entrar por ela não precisam obedecer a qualquer tipo de condição. E acham, por sua vez, que o caminho estreito tem a ver com proibições, restrições morais, comportamentais e até religiosas. Pensam que para poderem entrar pela porta estreita tem de seguir um monte de preceitos religiosos, cumprir regras ou seguir determinadas filosofias/estilos de vida.

Diante disso aparece uma variedade imensa de religiões, igrejas e denominações. Todo mundo fala que termos de sofrer pra nos purificar/evoluir, fazer penitências pra ficarmos com a barra limpa com Deus, ou então orarmos pra isso, praquilo, recitarmos rezas imensas e cansativas… Somos induzidos a termos um nível X de moralidade, de santidade, de justiça, fazer o bem sem olhar a quem (eu usava muito essa frase em meus emails quando era espírita, kkkkk)… É tanta norma de conduta, maneira de se vestir e se comportar que a gente quase pira. E não pára por aí: em tudo quanto é lugar que freqüentamos, vemos as “qualidades” do ego humano serem exaltadas: Sejamos corajosos, determinados! Devemos nos empenhar mais, sermos disciplinados, resignados, e por aí vai…

Rituais são criados a bel prazer, o formalismo e o legalismo são utilizados como demonstração de uma verdadeira devoção religiosa. Criam-se meios que julgam conforme somos julgados. E forçamos os outros a seguirem o que achamos imprescindível à salvação, orientando as pessoas a se vestirem assim ou assado, a fazerem desse jeito pra orar, a louvar a Deus batendo fortes palmas ou se esguelando pra entoar um cântico gospel das paradas de sucesso, levantando as mãos quando o pastor manda, ajoelhando idem, porque se você não fizer assim, é porque você não tá na unção…

Placa de Igreja não salva ninguém, disso todos sabemos; mas achamos que só a nossa Igreja é que tem a Palavra de Deus nua e crua, sem interferências do homem. E o pior de tudo: achamos que Deus é propriedade dos evangélicos!

Estamos muito apegados à forma! E isso é triste!!! Estamos tão ligados a essas coisinhas pobres que não conseguimos nos livrar da condição real de pecadores que somos (Gl 4.9-10).

Precisei falar isso tudo pra tentar pôr em palavras o que venho sentindo nos últimos tempos:
Cansei de usar máscara de crente!
Cansei de ter um rótulo estampado na minha testa escrito: evangélica!
Cansei de querer me moldar ao que os outros acham que devo ser, ou pensar e agir de acordo com o que a igreja ou as pessoa pensam ser a melhor maneira!
Cansei de fazer as coisas que os outros esperam que eu faça!
Sei que fui eu mesma que permiti chegar a esse ponto, mas Deus me abiu os olhos e me livrou desse religiosismo ridículo que só difama Sua Palavra!

A partir de agora, me recuso a não ser mais eu, conforme os planos de Deus. Me nego a fazer qualquer coisa só pra tapar o buraco que alguém deixou, ou pra substituir alguém que decepcionou fulano, ou então porque tal pessoa acha que eu me daria bem fazendo aquilo…

Não dá mais pra ser crente só de brincadeira, de nome, de fachada… Ou eu vivo o sobrenatural de Deus na minha vida, vejo Seus milagres como nos tempos bíblicos (afinal, Jesus é o mesmo de ontem e será sempre o mesmo) e a verdadeira transformação em minha vida – que é decorrente da obra da cruz, que ressalto aqui: já ta completa! Deus não fez nada pela metade, portanto, se aceitei o sacrifício de Jesus na cruz, já recebi tudo que vem de lá: cura, libertação e muito, muito mais…, ou eu deixo de ir à igreja, porque ir só pra pra cumprir tabela não vou mesmo!

Uma coisa que nunca aceitei na minha vida é a hipocrisia, sempre tive horror a isso. E eu tava me tornando uma hipócrita! Tava ficando uma chata sem tamanho que achava que era melhor que os que ainda não estão salvos, como se eu nunca tivesse estado do lado de lá.

Mas Deus é TÃO bom que me fez passar por umas semanas conflituosas comigo mesma, com minhas crenças, com meus relacionamentos e sentimentos, pra eu poder entender tudo isso!

Portanto, se você pretende aceitar a Jesus como seu Salvador pessoal, como fiz há quase 2 anos, fique sabendo que isso não fará com que você se afaste dos seus amigos e parentes. Você precisa ser a diferença onde estiver, seja no mundo ou no corpo de Cristo (a Igreja). Só não pode sair do foco como eu tava saindo, por favor… Seguir a Cristo requer renúncia sim, mas quem convence não sou eu, nem ninguém, seja pastor, missionário, … Só quem pode te convencer e começar a transformar tua vida de verdade, a tal ponto de você sentir prazer em renunciar às coisas mundanas, é o Espírito Santo.

Você pode dar o primeiro passo – agora mesmo – e ter um verdadeiro relacionamento com Deus, independente de se intitular evangélico ou crente.

No frigir nos ovos, quer saber? Confesso que errei! Mas Deus é misericordioso e me perdoou! E valeu completamente a pena voltar a ouvir Sua voz, e isso é muito além de estar numa igreja ou pertencer à determinada religião. Porque Deus não é nada disso e Jesus é absolutamente maior que qualquer picuinha criada pelos homens. Mas só vou fazer o que sinto no coração de fazer, vou louvá-Lo em espírito e em verdade, em todos os lugares onde estiver, que é isso que Ele espera de mim.

Seja feliz, caro leitor! E não permita que te façam seguir algum nome que não seja o do Senhor Jesus.

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Descaminho das Índias

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Observações minhas: esse artigo é tão bom que dispensa qualquer comentário adicional. Portanto, leiam, reflitam, pesquisem mais a respeito da idolatria e demais coisas que são passadas ao público através dessa novela e façam suas escolhas. Eu já fiz a minha! Abraços da Silvinha.

Descaminho das Indias

Enquanto uma novela conquista o público difundindo o hinduísmo, a maioria dos telespectadores não tem noção da realidade dessa religião, que está por trás da maior parte das idéias da Nova Era.

Ganesha.

Quando os deuses se enganam

O que pensar de um deus que corta a cabeça de um menino por engano e em troca lhe dá uma cabeça de elefante? Deuses que se enganam são deuses vãos. Eles não são confiáveis. Mesmo assim, têm adoradores que se sacrificam por eles:

Na revista alemã Der Spiegel apareceu a história de um adolescente indiano de 16 anos que decidiu fazer uma oferenda singular ao deus Shiva[1]. Sua peregrinação ao templo Trinath em Rourkela, na Índia, durou dez semanas. “Você jamais será alguém na vida!”, costumava dizer seu pai. Aswini Patel andava sempre sozinho e não era muito popular na escola, nem entre as crianças da vizinhança. Em casa, ele tinha de escutar acusações constantes de ser pouco inteligente e preguiçoso. Finalmente, ele decidiu não ouvir mais as ordens de ninguém. Ele decidiu que iria ouvir somente aos deuses. Aswini era especialmente fascinado por Shiva, o deus de muitos braços. Foi Shiva que, por engano, cortou a cabeça do filho de sua mulher. Em troca, deu-lhe uma cabeça de elefante. Assim surgiu um novo deus, chamado Ganesha. Essa história impressionou muito a Aswini.

O deus Shiva.

No começo de maio de 2008, depois de uma viagem penosa, o jovem finalmente chegou ao templo cinzento de Shiva. Tirou uma lâmina de barbear de seu bolso, olhou bem para o pequeno deus de pedra e murmurou: “Senhor Shiva”. Aí estendeu sua língua e cortou um pedaço dela, depositando-o como oferenda ao lado da estátua do seu ídolo. Seu grito de dor chamou a atenção da esposa de um sacerdote, que o socorreu. Algum tempo depois, a polícia levou Aswini ao hospital, onde foi imediatamente operado. Quando seu pai chegou no dia seguinte, só abraçou seu filho. Não o xingou nem o repreendeu pelo que tinha feito. Apenas disse que o rapaz era maluco e que tudo iria ficar bem. Os médicos explicaram que Aswini voltaria a falar em alguns meses e que o resto de sua língua iria se readaptar para articular as palavras.

A Bíblia deixa bem claro: “Que digo, pois? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o próprio ídolo tem algum valor? Antes, digo que as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios” (1 Co 10.19-20).

É muito triste que um jovem de origem humilde tenha feito algo assim. Desprezado pelos conhecidos, impelido pelas religiões ao seu redor, movido pela esperança de uma vida melhor e em busca de atenção e afeto, Aswini se dispôs a um sacrifício dolorido. Mas, por trás desse gesto está toda a cruel realidade do demonismo, da fúria destrutiva de Satanás, de seu engano e de suas impiedosas mentiras.

O jovem fez uma longa viagem e se dispôs a sacrificar um pedaço de sua língua a um deus que, por engano, cortou a cabeça do filho de sua mulher, dando-lhe em troca uma cabeça de elefante. Que deus é esse que se engana dessa forma e nem percebe estar matando seu próprio enteado? Na verdade, esses ídolos não são capazes de coisa nenhuma, pois não podem absolutamente nada, nem mesmo agir por engano:

“No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada. Prata e ouro são os ídolos deles, obra das mãos de homens. Têm boca e não falam; têm olhos e não vêem; têm ouvidos e não ouvem; têm nariz e não cheiram. Suas mãos não apalpam; seus pés não andam; som nenhum lhes sai da garganta. Tornem-se semelhantes a ele os que os fazem e quanto neles confiam” (Sl 115.3-8).

O demonismo que está por trás dos ídolos é que impele as pessoas a atos tresloucados como o desse jovem indiano. Muitos sofrem com compulsões demoníacas por buscarem sua salvação nos lugares errados, ao invés de procurarem auxílio em Deus, que se revelou em Jesus Cristo e quer ajudar a cada um em qualquer situação.

Como é diferente desses falsos deuses aquilo que Pedro diz de Jesus: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna” (Jo 6.68). Suas palavras poderiam ser transcritas assim: “Senhor, a quem poderíamos nos dirigir? Teria de haver alguém maior do que Tu! Mas não há ninguém. Tua grandeza suprema se mostra não em símbolos nem em sinais e milagres, mesmo que estes Te acompanhem, mas naquilo que Tu dizes e com o que Tu nos dás pela Tua Palavra. Tu tens as palavras da vida eterna, essa é a grande diferença. Ninguém do mundo visível ou invisível pode tentar comparar-se contigo. Ninguém é mais importante, mais consistente ou mais significativo do que Tu, e ninguém pode dar o que Tu dás. Diante de Ti todos os grandes deste mundo somem na insignificância. Por isso, está fora de questão para quem iremos e a quem nos dirigiremos com todo o nosso ser”.

Muitos sofrem com compulsões demoníacas por buscarem sua salvação nos lugares errados, ao invés de procurarem auxílio em Deus, que se revelou em Jesus Cristo e quer ajudar a cada um em qualquer situação.

No lugar de tentarmos ofertar alguma coisa a Deus tentando agradá-lO, foi Ele que se ofereceu em sacrifício através de Jesus Cristo (2 Co 5.18-19). Por meio desse sacrifício em nosso lugar recebemos o perdão dos nossos pecados e uma vida santificada, além de sermos considerados aperfeiçoados diante de Deus, em Jesus:

Perdão: “…agora… ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado” (Hb 9.26).

Santificação: “Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas” (Hb 10.10).

Perfeição: “Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados” (Hb 10.14).

Quem aceita, de forma pessoal, pela fé, o sacrifício de Jesus, passa a usufruir de todo o agrado de Deus: “pois eles mesmos, no tocante a nós, proclamam que repercussão teve o nosso ingresso no vosso meio, e como, deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro e para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura” (1 Ts 1.9-10).

Notas: 1. Der Spiegel, 11/8/2008.

(Norbert Lieth – http://www.chamada.com.br)

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O que você prefere: Auto-ajuda, pensamento positivo ou ajuda do Alto?

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Sempre há um propósito

“Eu sou a videira e vocês são os ramos. Quem está unido comigo e eu com ele, esse dá muito fruto porque sem mim vocês não podem fazer nada “ (João 15.5)

Antes de entregar minha vida a Cristo eu me intitulava universalista, quando alguém perguntava minha religião. E pra mim, ser universalista era a soma de várias coisas em que acreditava e procurava seguir, que eram oferecidas à mim nas religiões e filosofias de vida que conheci ao longo do trajeto. Quando conheci a Seicho-No-Ie achava que era a religião perfeita, pois ela agrega coisas do espiritismo de Allan Kardec (o qual tinha sido seguidora e estudiosa por alguns anos) e tinha vários aspectos de outras religiões como budismo, hinduísmo e outros ismos por aí, ihih, além de pensamento positivo e auto-ajuda. Li muitos livros da Seicho-No-Ie e aprendia cada vez mais sobre o poder que há na minha mente. Cria piamente que PRATICAMENTE TUDO eu podia criar através da minha mente, que eu educava diariamente por algumas horas repetindo certas frases e lendo as sutras ditas sagradas, as quais já tinha decoradas.

Hoje entendo que o pensamento positivo faz uma boa diferença na vida da gente. Mas veja bem: se fosse como se divulga, por que as pessoas continuam desanimadas, angustiadas, sem esperança e sem rumo…? Assistindo à TV ou acessando à net vejo que a cada dia é lançado mais um livro nessa categoria e também vejo, infelizmente, que tem muito livro desse gênero dentro do movimento evangélico e vários pastores pregando sendo sobre isso, algumas vezes sem se dar conta, dentro das igrejas, onde deveria ser propagada a Palavra de Deus. Mas isso é assunto pra outro post em outro blog, eheh.

“Autos” vem do grego e quer dizer “ele mesmo”; então quando busco “auto-ajuda“ estou na verdade sabendo que “eu mesmo me ajudo”. Não digo aqui que não devemos tomar decisões e determinar as coisas na nossa vida, nem pensem que sou contra o pensamento positivo. Pelo contrário, sou a favor, desde que ele seja direcionado pela Palavra de Deus. Quando comecei a meditar nas palavras que Deus tem pra mim e que estão na Bíblia Sagrada, passei a confiar de verdade em Deus e desde então Ele vem me restaurando; e paulatina e progressivamente entendi que uma das primeiras coisas que preciso que desapareça da minha vida é o negativismo. No evangelho segundo Mateus, capítulo 8, verso 13 Jesus nos diz que nos será feito de acordo com a nossa fé. A versão da Nova Tradução na Linguagem de Hoje diz: “… pois será feito como você crê.”. É óbvio que se penso em coisas negativas, coisas negativas vão acontecer comigo, isso a Seicho-No-Ie também ensina. Mas isso não quer dizer que posso conseguir qualquer coisa que queira apenas por pensar firmemente nela. Deus é tão maravilhoso que Ele já nos conhecia desde o ventre da nossa mãe (Jeremias 1.5) e tem um plano tão maravilhoso quanto Ele pra nossas vidas, pois Ele nos ama e deseja que sejamos felizes. Esses planos são da mente de Deus, portanto fica claro que nós, meros mortais, não temos como conduzí-los nem podemos controlá-los com nossos pensamentos e palavras, por mais que nos dediquemos a isso. Devemos sim pensar e falar de acordo com o desejo e os planos de Deus pra nós, que quem ler a Bíblia vai tomar conhecimento.

O fato deu achar que posso alcançar as coisas devido à minha determinação e crença no poder limitado da minha mente, automaticamente me faz deixar de crer na obra redentora, salvadora e remidora que Jesus fez por mim morrendo na cruz.
E outra: se posso me auto-ajudar, por que e pra que vou precisar de Deus? Vocês entendem onde quero chegar? É uma ótima estratégia que o inimigo de nossas almas usa e a gente nem se toca! Agora vejo quanto tempo perdi devido à minha teimosia, preconceito e ignorância lendo livros e mais livros, gastando o que muitas vezes nem podia, achando que tava encontrando naquelas leituras a força necessária pra enfrentar as tribulações que a vida me oferecia…
Hoje entendo com clareza que dependo total e completamente de Deus, até mesmo pelo simples ato de respirar preciso da misericórdia dEle e é muita burrice (desculpe-me pelo termo empregado) da minha parte buscar em livros e palestras de auto-ajuda aquilo que só posso encontrar no Livro dos livros. É só lá que estão TODOS os requisitos básicos pra que eu tenha uma vida feliz e em paz desde já (e não só na vida futura, como o espiritismo crê, que se fizermos caridade vamos purificando nosso espírito e um dia, sabe-se lá quando, seremos perto do que Jesus foi quando esteve aqui na Terra). E essa vida feliz independe de termos dinheiro, de termos isso ou aquilo… depende somente de entregarmos nossa vida e sonhos nas mãos de Deus e deixar que Ele cuide de tudo.

Hoje sou feliz e posso garantir que não preciso de auto-ajuda. Preciso sim da AJUDA DO ALTO. A auto-ajuda, se não estiver de acordo com o contexto divino é, como diz em Tiago 3.15: “… não vem do céu; ela é deste mundo, é da nossa natureza humana e é diabólica”.

Graças ao Bom Deus, de 2 anos pra cá consigo enfrentar a realidade e sugiro a você que faça o mesmo. Se você está doente, não diga “Não estou doente” ou “A doença não existe, é criação da minha mente” como aprendi a dizer na Seicho-No-Ie, porque isso simplesmente não é a verdade; mas você pode dizer, por exemplo: “Creio que Deus está me curando”. Você não deve pensar nem dizer: “Provavelmente vou piorar e acabar no hospital”; ao invés disso, diga: “O poder curador de Deus está trabalhando em mim neste exato momento; tenho certeza de que ficarei bem”.

Querido leitor,
Esse blog destina-se à pessoas que não conhecem a Jesus ou que até já ouviram falar mas ainda não decidiram entregar suas vidas à Ele por motivos que só você sabe e nem me interessa saber. Mas se você não faz idéia sobre qual é o plano de Deus pra você, pelo menos comece pensando: “Não sei qual é o plano de Deus pra mim, mas sei que Ele me ama. E o que Ele fizer, creio que será bom e serei abençoado”.

Reflita meu irmão: onde você tem procurado por ajuda? Se lembre do versículo que abre esse post: Sem Jesus, NADA podemos fazer!

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Festas Juninas: folclore, cultura, religião ou misticismo?

Pelo que andei pesquisando (em sites como o Evangelização Pessoal e outros), da década 70 pra cá o Brasil iniciou um processo de êxodo rural e consequente urbanização; sendo assim, hoje em dia, a maioria das festas juninas não tem mais o significado que tinha antigamente. Mesmo em cidades bem pequenas, como a em que resido, vê-se o povo mais animado com a festividade do que propriamente em fazer algo pros santos. É mais uma maneira das cidades receberem visitantes e por consequência, obterem maiores lucros com o turismo e no comércio em geral. Antes as festas eram místicas e religiosas; hoje são cultura e folclore. Tanto que as escolas obrigam os alunos a fazerem trabalhos sobre o assunto e até mesmo certas denominações de igrejas evangélicas tem suas próprias festas juninas, o que ao meu ver, é completamente contra a Palavra de Deus. Mas essa parte das igrejas evangélicas versus festas juninas fica pro post do ano que vem, ahah:

Pra quem não sabe, essa ‘cultura’ das festas juninas começou lá longe, quando fomos descobertos pelos portugueses (que são tradicionalmente católicos). Eram então eventos onde se louvavam aos santos do mês de junho. E a Bíblia declara firmemente que só devemos adorar e louvar a Deus. Já começa errado por aí.
Além dessa influência católica portuguesa (nada contra os portugueses, por favor, hein gente?! Não vão deturpar o que tô falando), na Europa antiga, muito antes do descobrimento do Brasil, havia festas populares na época do solstício de verão que serviam pra marcar o início do período da colheita. Entre os dias 21 e 24 de junho os povos celtas, egípcios, bascos e sumérios faziam rituais de invocação da fertilidade pra estimular o crescimento da vegetação e assim, trazer chuvas e prover a fartura das colheitas. Nesse rituais eram oferecidas comidas, bebidas e animais aos vários deuses em que aqueles povos acreditavam. O povo então dançava e fazia fogueiras pra espantar os ditos maus espíritos.
As origens dessas comemorações também nos levam à antiguidade, quando era se prestava culto à deusa Juno (da mitologia romana). Esses festejos eram denominados “junônias”. Qualquer semelhança com o nome atual, será mera coincidência?! eheh
Essas celebrações todas coincidiam com as festas em que a igreja católica comemorava a data do nascimento de são João. Como o catolicismo não conseguiu impedir a realização dessas festas, elas foram adaptadas ao calendário cristão.
Os padres jesuítas portugueses trouxeram os festejos joaninos pro Brasil. As festas de santo Antonio e são Pedro começaram a ser comemoradas só mais tarde, mas como também eram em junho, foram chamadas de festas juninas. Outro dado curioso é que antes da chegada dos colonizadores ao Brasil, os índios faziam festas relacionadas à agricultura nesse mesmo período. Os rituais também eram compostos de cantos, danças e comidas. E vale lembrar que a religião dos índios era o animismo politeísta (adoravam vários elementos da natureza como deuses).
É interessante comentar o lado do sincretismo religioso que acontece no Brasil nessa época de festas juninas. O povo baiano aproveita pra demonstrar sua fé junto com as comemorações católicas. Por exemplo, o candomblé homenageia os orixás misturando suas práticas com o ritual católico; assim, durante o mês de junho as festas romanas acabam ganhando um cunho profano com samba de roda e barracas de bebidas e comidas diversas, ao som de axé music.
Um adendo: de acordo com as tradições africanas, as divindades conhecidas como orixás governavam determinadas partes do mundo. No catolicismo popular os santos também tinham essa autoridade. “Iansã protege contra relâmpagos e raios enquanto santa Bárbara protege contra tempestades e raios. Como são semelhantes, houve o cruzamento. Cada orixá – cultuados nas duas mais populares religiões afro-brasileiras: a umbanda e o candomblé – corresponde a um santo católico. Há variações de região pra região, como por exemplo: Oxóssi que na Bahia é são Jorge e no Rio de Janeiro é são Sebastião. Lá, por causa do candomblé, o santo Antônio das festas juninas católicas é confundido com Ogun, santo guerreiro da cultura afro-brasileira.

Tá. Falei, falei mas não disse porque sou contra festas juninas (mesmo sabendo que posso ser tachada de radical) são:

Plágio do Paganismo – As bases das festas juninas são as festividades pagãs, onde os pagãos ofereciam seus louvores e comemorações em honra daqueles deuses. Deus, quando introduziu o povo de Israel na terra prometida, advertiu severamente para que não usassem esse tipo de costume: “Quando vocês tomarem posse da terra que o Senhor, nosso Deus, está dando a vocês, não imitem os costumes nojentos dos povos de lá.” [Deuteronômio 18.9].

Os santos não podem ajudar nem intercedem por ninguém – É óbvio que estas festas são pra homenagear os 3 santos católicos. Nesses dias (e em muitos outros também), as pessoas invocam a proteção de santos nas missas e fazem promessas e pedidos confiando em sua suposta intercessão. A Bíblia fala clara e objetivamente pra rejeitarmos qualquer mediador que não seja o único que instituído por Deus: “Pois existe um só Deus e uma só pessoa que une Deus com os seres humanos – o ser humano Cristo Jesus” [1 Timóteo 2.5]. Se temos que pedir alguma coisa a alguém, esse alguém só deve ser Jesus: “E tudo o que vocês pedirem em meu nome eu farei, a fim de que o Filho revele a natureza gloriosa do Pai” [João 14.13]. Pode ler a Bíblia inteira que você não encontrará nenhuma sugestão pra pedir algo pra alguém que tenha sido um exemplo aqui na Terra, ou que tenha sido super bonzinho… :-\
E outra: os santos podem até ter sido pessoas boas em vida, mas morreram e como mortos, não podem fazer nada porque não escutam, não sabem o que se passa aqui na Terra. A Bíblia diz: “Sim, os vivos sabem que vão morrer, mas os mortos não sabem nada. Eles não vão receber mais nada e estão completamente esquecidos. Os seus amores, os seus ódios, as suas paixões, tudo isso morreu com eles. Nunca mais tomarão parte naquilo que acontece neste mundo.” [Eclesiastes 9.5,6].

Invocação de espíritos dos mortos – Há uma crença onde o espírito de são João pode ser despertado quando foguetes são disparados, convidando-o pra vir participar daquela festa em sua homenagem. Independente disso ser chamado de folclore, reflete a crença católica da invocação dos mortos. E como disse antes, se o santo tá morto e não sabe de nada, o que é invocado é o espírito desse santo e isso também bate de frente com o que a Bíblia fala sobre consulta aos mortos: “… Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tiram sortes; não tolerem feiticeiros, nem que faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos.” [Deuteronômio 18.10,11].
Então, pense comigo, se o santo não pode receber aquelas oferendas, quem recebe? Paulo, o apóstolo, ensinou quase a mesma coisa aos cristãos de Corinto (leia 1 Coríntios 8). Quando os gentios sacrificavam suas oferendas e festividades aos deuses, na verdade estavam sacrificando aos demônios, que são os únicos que recebem essas ditas oferendas, pois o ídolo não é nada. O que você acha que acontece nas festas juninas? Raciocine, por favor: quando alguém oferece sua algo prum santo (que de acordo com a Palavra de Deus não pode fazer nada por ninguém, sequer ouvir as preces dos seus devotos) ou quando alguém pede alguma coisa pra esses santos e o pedido se realiza, quem é que tá por traz disso? Certamente que os santos é que não são!

Comidas e Imagens – Pra terminar, tem mais esses dois costumes rejeitados pela Bíblia. Por vezes as comidas que circulam nas festas juninas são benzidas e oferecidas ao santo; este por sua vez nada mais é que um ídolo, pois as pessoas oram pra ele, carregam sua imagem nas procissões, beijam essas esculturas, se ajoelham diante delas… etc. Prefiro ficar com a Bíblia novamente: “Não comam a carne de nenhum animal que tenha sido oferecido em sacrifício aos ídolos” [Atos 15.29] e “vocês não podem comer na mesa do Senhor e também da mesa dos demônios.” [1 Corintíos 10.21]. Referente às imagens dedicadas aos santos, também são proibidas pela Bíblia: “Não faça imagens de nenhuma coisa que há lá em cima no céu, ou aqui embaixo na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não se ajoelhe diante de ídolos, nem os adore, pois eu, o Senhor, sou o seu Deus e não tolero outros deuses” [Deuteronômio 5.8,9].

Bem… resumidos aí estão alguns motivos que me fazem não ser cúmplice e ‘ser social’ ao participar das festas juninas/julinas (que só muda o nome, mas é a mesma coisa).

Pra refletir: Deus rejeitou as festas de Israel que eram dedicadas somente a Ele [Amós 5.21-23] , pois houve uma mistureba com coisas dos cultos pagãos dos países vizinhos. Por que Deus não rejeitaria também as tais festas “cristãs” dedicadas aos santos??
Desculpe-me pelo tamanho do post, mas não tem como ser suscinta num assunto desses. Abraços e obrigada por deixar seu comentário educado, ihihih.
Obs.: Quero deixar bem claro que, de forma alguma estou julgando ou falando mal de qualquer religião. Apenas procurei passar a minha opinião a respeito das festas juninas/julinas. Portanto, não tomem como algo pessoal, pois não é. Que o Espírito Santo de Deus te esclareça tudo o mais. Grata pela compreensão.

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Sou cristã, apesar da igreja

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Casa de Deus
Quando recebemos a Jesus como único Senhor e suficiente Salvador, devemos dar o passo seguinte que é buscar uma igreja idônea onde poderemos congregar com pessoas (que deveriam se tornar nossos irmãos, mas nem sempre isso acontece) que professam a mesma fé que nós abraçamos, pois é dessa forma que vamos amadurecer na fé cristã. Na época em que me converti (há 2 anos), visitei várias denominações e cada uma tinha uma coisa em particular que me agradava e outras que nem tanto. Depois de orar pedindo a orientação de Deus, Ele foi muito bom comigo e me levou a ser membro da Igreja do Evangelho Quadragular Sede em Mogi das Cruzes (SP), cidade onde morava. E foi lá que aprendi o que é ser cristã, o que é viver debaixo da graça de Deus.
Aprendi também a amar a igreja de Cristo e entenda-se por igreja o corpo de Cristo, você e eu que somos cristãos. Amo de verdade e respeito cada uma das pessoas abençoadas que Deus colocou em meu caminho, independe delas estarem na mesma igreja que eu ou não. Mas não endeuso ninguém, seja pastor, bispo, apóstolo, levita (ou cantor gospel, como preferir), missionário, diácono, obreiro ou somente um ‘crente de banco’, que não carrega qualquer título.

Deus tem me dado a consciência clara e correta de que devemos adorar somente à Ele e que Ele coloca essas pessoas pra nos guiar em Seu caminho, para aprendermos como ser (ou como não ser também, ihihih), a como desenvolvermos nossa fé; portanto o único que é digno de toda adoração é Ele e ponto final, por mais famoso que fulano seja, por mais seguidores que ciclano possua.

Sempre fui fiel aos meus princípios. Aprendi (relutei mas finalmente cri) que a Verdade está () na Palavra de Deus e é nela que me baseio pra tudo na vida; se por acaso ocorrer da igreja em que estou não estar 100% alicerçada na Palavra, não hesito em deixar a igreja e ficar com a Palavra. Quando não estamos em sintonia com a doutrina da denominação religiosa que frequentamos, temos o direito de procurar outra que seja mais de acordo com nossos ideais espirituais; é o melhor a fazer tanto pra nós mesmos como pra igreja em si. Por isso deixei de ser membro da igreja Quadrangular que frequentei por 10 meses aqui em Minas e resolvi, depois de muita, muita oração mesmo, retornar ao ministério onde nascei em Cristo: Ouvir e Crer. Por mais que amasse a igreja onde estava, a visão sob a qual fui gerada por Deus falou mais alto e mesmo sem estar participando fisicamente de uma igreja (templo) de junho pra cá, me sinto FELIZ e muito bem alimentada (diariamente) através da Bíblia, das palavras abençoadas que leio, ouço e assisto pela web que são desse meu ministério, além do apoio que os pastores me dão sempre que preciso.

O diferencial que há entre as demais religiões, seitas e filosofias e o cristianismo é que este não se baseia numa doutrina, mas numa Pessoa; e acontece uma enorme diferença na vida do ser humano entre se submeter a um conjunto de regras, ritos… à se refugiar em Alguém cujo Amor foi comprovado. Na verdade, nem tem como comparar o que é “seguir uma religião” ao ter um relacionamento íntimo e pessoal com o próprio Deus. Depois de muitas recusas, glória a Deus porque resolvi seguir meu coração e não minha mente carnal e não mudei de religião apenas, mas mudei de vida ao me encontrar com Jesus!

Esse blog visa o evangelismo; mostrar àqueles que ainda não optaram por mudar verdadeiramente de vida os motivos que me levaram a tomar essa decisão, a mais acertada em toda minha vida, sem dúvida alguma! E se diante disso, posso aconselhar algo a alguém, o faço com todo carinho: Não vire evangélico! Não mude de religião apenas! Converta-se à JESUS! A própria palavra já dá o sentido do que haverá contigo: conversão, mudança! Mas só é válida se for pra Cristo, não pra igreja tal, não pra doutrinas de homens… E tem diferença? você pode perguntar. Tem sim! Faz totalmente a diferença porque Jesus não é religião nem está em todas as religiões, como erroneamente se fala pelo mundo afora (tem também aquele outro ditado muito comum: “eu sou feliz, tenho Deus do meu jeito!” mas é a gente que tem de ser do jeito de Deus!!! :-) ; e placa de igreja não salva ninguém, só Jesus pagou o preço com Sua morte pra que a gente fosse abençoado com a reconciliação com o Pai! Mas pra receber isso você tem de reconhecer que é pecador e estar disposto a aceitar a Cristo como o único Senhor de sua vida e salvador particular!

A religião derruba o homem e o afasta de Deus. É verdade isso, não estou exagerando. Cristo levanta o homem e o traz pra mais perto de Deus! A religião melhora as pessoas, mas o Evangelho as transforma!!! E o Evangelho é uma possibilidade real de vida nova pra todo aquele que acredita e se permite experimentar isso!

Termino com um trecho da música “O Inimigo” do Dj Alpiste, que fala por sí só:

“Meu prazer é ver você destruído
Pois um dia do céu eu fui banido
A Terra agora é meu campo de batalha
Aqui minha mentira se espalha
Pois você é incrédulo e inseguro
Sua fé está sempre em cima do muro
Foi por isso que eu criei a religião
Pra você achar que todo pastor é ladrão
E o dinheiro que o povo dá na igreja
Você gasta bem melhor tomando cerveja
Sou capaz de tudo pra te afastar da luz
Pra que você nunca conheça a Jesus
Nunca aceite Seu sangue derramado
Nunca conheça o perdão do seu pecados
E por toda a vida vai ser sempre cego
Cultivando cada vez mais o seu ego
A menos que um dia conheça a Verdade
Vão chamar você de louco por toda cidade
Pensando bem é melhor ficar comigo
Muito prazer: eu sou seu inimigo.”
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Como posso encontrar Deus?

Antes de postar as imagens referente ao título desse post, quero esclarecer alguns pontos. Sei que vou chocar muita gente, alguns até que professam a mesma fé que eu, mas faz parte, ihih:

1º) Tenho recebido comentários e emails ofensivos e na verdade isso não me afeta em nada; mas percebi que esses que procuram me atacar, na verdade estão entendendo errado o propósito desse blog, o qual elucido: o intuito desse humilde blog é mostrar às pessoas quem foi e quem é Jesus Cristo e o que Ele fez pela humanidade por AMOR. Tento explicar que, ao contrário do que a maioria crê, o fato deu ser boazinha e fazer caridade não vai me ajudar em nada efetivamente na eternidade, que é pra onde todos iremos um dia. E que basta a cada um individualmente escolher o caminho do céu ou do inferno, mesmo que nesse momento de sua vida, você, como aconteceu comigo por 33 anos, não acredite que o inferno exista. O fato de você não acreditar em inferno e diabo não vai fazer com que eles deixem de existir, ok?!

2º) Sendo assim, não critico nem julgo qualquer religião que seja, até porque eu teria de ser muito hipócrita pra pôr defeitos em filosofias, seitas, heresias e religões que eu mesma segui e fui fiel por longos anos (anos esses em que mais sofri do que vivi, vale ressaltar). Se você interpreta o meu modo de crer e compreender pela graça do Espírito Santo, na única Verdade que é a da Bíblia e acha que sou radical, fundamentalista, exagerada, maluca e afins, paciência. Mas te digo com todo amor que estou apenas sendo fiel ao que creio e procuro ter os Evangelhos como base pra minha vida, jamais deixando de lado todo o restante das Sagradas Escrituras.

Se você quer saber porque condeno as filosofias que segui e algumas outras? É simples: somente porque estão em desacordo com o que a Bíblia define como O caminho pra Deus. Deixo bem claro aqui que não condeno as pessoas que seguem essas religiões e filosofias e sim as doutrinas, ok?! Também não estou dizendo que só os ditos evangélicos, crentes é que são os certos. De forma alguma, até porque tem cada coisa sendo pregada nas igrejas que só pela misericórdia de Deus mesmo, kkk! Estão certos sim aqueles evangélicos que literalmente seguem os Evangelhos e a Cristo e tem a Bíblia como norma de conduta diariamente, em todos os lugares onde estiverem. Pra conhecer melhor sobre algumas religiões, visite:

APRESENTAÇÃO

DECLARAÇÃO DOUTRINÁRIA

PORQUE NÃO SOU ATEU

PORQUE NÃO SOU ESPÍRITA

PORQUE NÃO SOU CATÓLICO

O QUE DIZER DOS JUDEUS

O QUE DIZER DO ISLAMISMO

O QUE DIZER DO HINDUÍSMO

PORQUE NÃO SOU BUDISTA

PORQUE NÃO SOU HARE KRISHNA

PORQUE NÃO SOU DA SEICHO-NO-IE

PORQUE NÃO SOU TESTEMUNHA DE JEOVÁ

PORQUE NÃO SOU ADVENTISTA DO 7º DIA

PORQUE NÃO SOU MÓRMOM

PORQUE NÃO SOU MAÇOM

PORQUE NÃO SOU DA CIÊNCIA CRISTÃ

PORQUE NÃO APOIO A L.B.V.

O QUE DIZER DO PAGANISMO

OS CIGANOS

O “I-CHING”

PORQUE NÃO ACREDITO EM ASTROLOGIA

ESOTÉRICOS, MÍSTICOS, ALQUIMISTAS E MAGOS

PORQUE SOU CONTRA A NOVA ERA

CONCLUSÃO

Então, pra finalizar, como já disse num post anterior, repito: se pra seguir à Cristo tenho que ser meio isolada do mundo em alguns momentos, chata e anti-social em outros, uma pessoa que interpreta tudo à luz da Palavra de Deus e com isso deixo de frequentar certos lugares, deixo de falar certas coisas e palavras, penso de forma diferente de você, eu afirmo com toda convicção: que ainda assim prefiro continuar seguindo a Cristo. A Cristo somente, não tô falando de religiosidade, ritos, dogmas, denominação religiosa (apesar de ter a minha). E quando falo que me converti a Jesus, é porque foi uma decisão muito bem pensada (coisa que não fiz quando me envolvi com o Espiritismo Kardecista, nem com a Wicca, nem com a Seicho-no-ie, nem com a Ciência da Mente, nem com o Reiki, nem com o Sanjeevini…), analisada, estudada e especialmente aguardada! E posso garantir que foi e é a melhor decisão que tomei em toda a vida, a de me tornar verdadeiramente filha de Deus! E é isso que tento passar aqui pra vocês, que por mais que estejamos habituados a ouvir frases feitas do tipo: “todos os caminhos levam a Deus” ou “todos são filhos de Deus” ou “”a verdade é como um espelho gigante que se quebrou e cada religião pegou um pedaço”, frase essa que inclusive eu usava muito, não é isso. Sinto muito (bem!) em mudar esse paradigma, mas não são verdadeiras essas citações. O caminho é UM SÓ: Jesus, o Filho do Deus vivo, que foi entregue à morte pra que nós, que aceitamos essa obra redentora da cruz, essa dádiva de Deus, possamos viver eternamente com Ele na Glória. E mais uma vez digo: se você não quer acreditar, acha que a Bíblia não passa de um livro histório e fantasioso, é sua escolha! Eu fiz a minha  não me arrependo e sinceramente… não quero esperar pra ver se é isso ou não o que a Bíblia diz; prefiro acreditar nas Palavras do Pai e então ser feliz desde já do que sofrer na eternidade por teimosia pura, descrença ou medo de mudar e ser tachado de ignorante :-\

Obrigada pela compreensão, visita e comentário :-) Agora, vamos ao post que esse mês é com imagens que dizem tudo:

 

 

[Comentários - educados, por favor, hein?! rs - lá em cima ↑]

O que é preciso pra ser feliz?

Ele deu a vida por você!

Obs.: Este texto foi baseado em muitos que leio pela net. Por ter uma identificação grande com alguns desses textos, resolvi reescrevê-lo inserindo comentários e experiências pessoais.

No dia 07 de setembro foi feriado e eu não tinha absolutamente nada pra fazer. Meu marido estava usando o computador, eu já tava cansada de ler, a casa tava em ordem, enfim… tédio total, ihih. Resolvi dar uma última olhada na programação da TV quando parei no canal da Canção Nova e vi que estavam transmitindo ao vivo um acampamento e quem estava fazendo a homilia daquela missa era o padre Fábio de Melo. Eu já tinha assistido algumas vezes ele falar na TV, em programas diversos e achei bem coerente o que ele dizia. Deixei sintonizado naquela programação e comecei a prestar muita atenção no que ele falava, sobre ser livre, sobre ser de Cristo… Num certo momento meu marido que estava de costas pra TV, se virou e perguntou: “Sílvia, tem certeza que esse homem é padre?” rs Ele estava se referindo ao estilo da pregação dele, que é mais cristocêntrica do que muitos pastores andam pregando por aí ultimamente.

Doutrinas à parte, afinal cada igreja tem a sua e não é esse o foco desse post, parei pra refletir… Lembrei de um livro que li recentemente do Kenneth E. Hagin (“Eu creio em visões”) onde o autor dizia que quando foi chamado pra pregar ele achava que tinha de ser pastor, depois não deu muito certo, então ele tentou ser outras coisas, até quando Deus deu um chacoalhão e falou claramente que era pra ele deixar de pregar só nas igrejas evangélicas e passar a levar a Sua Palavra às outras denominações religiosas. Quando li esse trecho achei que isso não fosse possível, porque querendo ou não, por exemplo, por mais que católicos também sejam cristãos e muitos espíritas também se intitulem como tal, há uma boa diferença na maneira de crer e até mesmo de compreender o que é ser cristão. Só que em nas conversas por email e MSN que venho tendo com uma irmã em Cristo que foi da mesma igreja que eu em Mogi das Cruzes (Quadrangular), Deus foi me mostrando o que é de verdade a Sua Graça. E entendi (obrigada Senhor!) que Deus sabe quem é dEle e quem não é. Não tô falando a respeito de predestinação, eleição, não. É sobre ter seu coração verdadeiramente convertido à Cristo, viver segundo Deus nos criou pra que vivamos, afinal, não foi à toa que Ele mandou seu Único Filho pra morrer por nós, né mesmo?!

Agradeço ao Espírito Santo que vem me mostrando de uns meses pra cá o que é ser livre em Cristo, entendi o que é preciso pra ser feliz.

Se você ler meu blog desde o começo, vai ver que esses últimos posts em nada se comparam aos primeiros. Graças a Deus por isso também, porque uma das coisas que sempre peço em oração, é que Deus me faça crescer na Graça e no conhecimento. Não digo que hoje sou contra tudo o que escrevi aqui, não é isso, mas é que com a evolução espiritual que Deus nos permite vivenciar, vamos vendo com outros olhos e de maneira mais amorosa, coisas que até então eram tabus pra gente. Hoje, pela misericórdia do Pai entendo que não preciso necessariamente pertencer a determinada denominação religiosa pra poder reconhecer o Senhorio de Jesus na minha vida (e não tenho nada contra quem é membro de igreja, que fique claro isso!); entendi que de maneira alguma devo seguir doutrinas humanas com seus dogmas e rituais (mesmo que alguns deles estejam presentes no meio dito evangélico); consigo me desapegar de certas crenças errôneas que me faziam crer que um lenço com suor de um pregador famoso (mas pecador igual a mim), tem poder pra me curar, ou que algumas gotas de óleo ungido vão me proteger de alguma coisa, entendi que eu mesma como sou, desde que aos pés de Jesus, tenho plena autoridade pra abençoar minha vida e daqueles que me cercam e desejo abençoar.

Entendi que só Jesus é O caminho, é A verdade e é A vida e que não tenho como me achegar a Deus decorando versículos ou lendo livros inspirados de autores famosos, sendo que tudo o que preciso ler está na Tua Palavra e que só dependo de Cristo pra estar com o Pai!

Sou livre pra divulgar a verdadeira Palavra que é o que liberta de fato, mais do que qualquer processo de libertação (não sou contra isso, em alguns casos são realmente necessários, mas a Graça de Deus é o que mais importa!); quando aceitei a Jesus na minha vida fui dispensada de ter de barganhar com Deus pagando penitência, cumprindo promessas, acendendo velas, rezando repetidas vezes uma meia dúzia de palavras que mesmo sendo abençoadoras, não vão me fazer ficar mais boazinha aos olhos de Deus pra conseguir o que acho que preciso ou quero.

Dou glórias à Deus porque Ele tirou a venda que permaneceu por 33 anos sobre os meus olhos e me fez ver a Verdade do Seu Evangelho e posso deixar de racionalizar pra então parece lógico e crer em reencanações, em Big Bang e também de querer compreender as coisas do Universo, sendo que mal consigo compreender a mim mesma; que bom que é, mesmo a contra-gosto de muitos e caracterizando utopia pra tantos outros, poder viver da minha fé e a cada dia Deus vai trabalhando em mim e aumentando essa fé que Ele pôs em mim e vou podendo alcançar níveis mais alto de fé e consequentemente, vou conhecendo paulatinamente Seu Amor, Seu Poder e Sua Misericórdia.

Peço desculpas àqueles que tentei enfiar Jesus goela abaixo, porque agora entendo plenamente que é o Espírito Santo (e somente Ele) quem convence dos erros e nos leva ao arrependimento e não recitar passagens bíblicas; é o meu exemplo de vida cristã diária, pertencendo ou não a uma placa de igreja, que vai fazer com que as pessoas queiram conhecer esse Deus maravilhoso a quem sirvo!

Senhor, obrigada por poder crer de todo meu coração que onde houver dois ou três reunidos sob o Teu nome, o Senhor estará conosco, seja numa igreja, na sala da minha casa, numa praça…

É esse o intuito deste blog: não pregar a conversão a uma determinada religião, mas a Cristo, ao Único que é digno de receber toda a honra, glória e poder! Que se fez homem entregando Sua vida por nós, derramou Seu sangue pra nos libertar de todas as amarras do pecado e suas consequências e o como se não bastasse, ressuscitou  e ESTÁ VIVO e em breve voltará pra buscar aqueles que crêem na Sua verdadeira Igreja.

E qual igreja é essa?

Como diz uma canção do padre Zezinho que desde meus tempos de liturgista  e catequista não ouvia e nessa mesma homilia o padre Fábio cantou, me fez ver o que é ser a Igreja de Cristo. Veja bem: não estou de forma alguma fazendo apologia ao ecumenismo, não interprete por esse lado; veja sob o prisma da Graça de Deus e você compreenderá o que quero dizer:

Um dia uma criança me parou
Olhou-me nos meus olhos a sorrir
Caneta e papel na sua mão
Tarefa escolar para cumprir
E perguntou no meio de um sorriso
O que é preciso para ser feliz?
Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz

Sou de Jesus

A televisão é o meu pastor

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O texto abaixo fala por si só, então, não vou acrescentar quaisquer comentários.
Não sou contra a TV, até porque seria hipocrisia da minha parte uma vez que assisto sempre que tem algo do meu interesse. Apenas sugiro que leia o Salmo 23 da
Bíblia (abaixo) e depois a paráfrase que segue, dentro de um contexto da televisão no qual pode-se também inserir a internet e outros tantos senhores que temos colocado em nossa vida, ao invés do Senhor Jesus.

1  O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.
2  Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranqüilas.
3  Refrigera a minha alma; guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.
4  Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
5  Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos; unges com óleo a minha cabeça, o meu cálice transborda.
6  Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias.

1. O televisor é o meu pastor e tudo me faltará.
· Me faltará tempo – para ler a Bíblia e para orar; para brincar com meus filhos e ler para eles; para conversar com a minha família; para ter comunhão com meus irmãos e amigos.
· Me faltará esperança – porque os noticiários me encherão de medo do futuro.
· Me faltará amor – porque a violência do meu semelhante vai me incentivar a odiá-lo.
· Me faltará fé – porque a minha mente estará alimentada por sentimentos de derrota e os meus pensamentos estarão alimentados pelas circunstâncias.

2. Ele me induz a deitar-me sobre a poltrona da acomodação.
· E eu fico preso, horas por dia, aos seus ensinamentos amaldiçoados.
· Quando volto do trabalho, prefiro estar com ele a estar com a minha família, a visitar alguém, a ler ou a conversar.
· Acho difícil me concentrar em reuniões da Igreja (são muito demoradas e maçantes), enquanto que diante da TV não vejo o tempo passar.
· Enquanto o mundo “acontece” diante dos meus olhos, meu tempo de servir a Deus se escoa pelos esgotos imundos.

3. Ele me leva a beber águas poluídas e contaminadas.
· Medito o dia inteiro no que vejo na TV – na injustiça, na pornografia, na violência, na corrupção, na crueldade.
· Vivo entorpecido pelo engano do diabo, pelo pecado, pelo mundanismo e pela minha própria carnalidade.
· Quando não tenho tempo de estar com o meu televisor, sinto saudade dele.

4. Minh’alma vive em tormento.
· Não consigo viver por fé no que Deus promete, se o que “vejo” é tão contrário ao que a Palavra de Deus me diz.
· Passo meus dias preocupado – com o futuro, com o dinheiro, com o suprimento.
· Nem durmo bem à noite, nas poucas horas que o televisor me autoriza a dormir!

5. Guia-me pelos caminhos do pecado.
· Ele apaga da minha mente o sentido da palavra santidade.
· A porta larga é o caminho que estou escolhendo seguir porque acho o caminho estreito de Jesus algo ridículo (e intangível).

6. Ainda que eu visite a Igreja ou leia a Bíblia de vez em quando, mesmo assim, vivo cheio de medo.
· Tenho medo de perder a saúde, o emprego, o dinheiro, a família.
· Tenho medo de ser diminuído, desconsiderado, humilhado, criticado.
· Tenho medo do dia de amanhã.
· Tenho medo da vida; tenho medo da morte.

7. Porque não consigo desligar o meu televisor…
· Todo primeiro dia do ano, prometo, a mim mesmo, que vou começar uma vida nova – com mais compromisso e responsabilidade pelo encargo de Deus.
· Meu televisor não me permite cumprir as minhas promessas.

8. … o seu domínio me atormenta.
· Se agendo um compromisso, quando “converso” com meu televisor, ele me convence a esquecê-lo, em favor de uma de suas programações convincentes.
· Invento qualquer desculpa para não perder nenhum capítulo dos seus seriados “picantes”.
· Novelas me atraem, filmes me atraem, programas de humor me atraem, noticiários me atraem, programas de auditório me atraem. E essa atração me domina completamente.
· Estou praticando a mentira!

9. Quando me defronto com os meus inimigos, sinto-me impotente – e fujo deles correndo!
· Não prego o Evangelho pra ninguém, porque sinto vergonha de falar de algo tão “fora da realidade” como a Palavra de Deus.
· Não sou capaz de orar por um enfermo. Afinal, se ele não for curado – como ficará a minha reputação? Mesmo porque, também não acredito que possa sê-lo!
· Se vejo alguém com problemas, eu me calo. Afinal, não consigo vencer nem as minhas próprias lutas…; o que poderia falar a outros?

10. A unção de Deus me falta.
· Se vou orar, não tenho assunto com Deus.
· Tenho facilidade para reclamar e não encontro motivos para louvar a Deus.
· Se passo por dificuldades, vejo milhões de gigantes e me escondo de Deus.
· Eu poderia chorar diante de Deus, mas me faltam lágrimas.
· Não posso ajudar a ninguém, visto que também preciso sempre de ajuda.
· Eu moro em um deserto e estou completamente seco.

11. Imoralidade, violência e vaidade certamente me seguirão todos os dias da minha vida…
· Não sei o que posso fazer para mudar o curso da minha vida.
· Desligar o meu televisor não posso – não conseguiria viver sem diversão e entretenimento.
· Sinto que o meu futuro será como o presente: cheio de desânimo, incredulidade, resistências espirituais, maldições não quebradas e derrotas.
· Minha “mesa” estará farta de comida podre – recheada de fezes!

12. … e perderei o Reino do Senhor, padecendo horrores na tribulação longe da Casa do Senhor.
· Não tenho motivação para fazer nada que corte a entrada do mundo, do pecado e dos conselhos de satanás em minha casa.
· Meu futuro está garantido longo do Reino. Mas isso não importa…, afinal, estou salvo. Não acho que o galardão seja tão importante assim…
· Devo confessar essa palavra, crendo que sucederá: – O Reino virá, mas eu não farei parte dele, porque Deus disse que ele é para os crentes vencedores e eu sou um derrotado!

“Senhor! Abre os olhos espirituais dos teus filhos, para que fechem a torneira da enxurrada do mundo em sua mente – ligada diretamente à fonte do propósito de satanás: matar, roubar e destruir a comunhão, a adoração, a posição e a manifestação daqueles que têm sido chamados segundo o teu propósito!”

(Extraído DAQUI)

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Culto de 27/06/10

Neste domingo não houve a reunião de célula, pois fomos visitar a ‘ICPB – Igreja de Cristo Pentecostal do Brasil‘ daqui de Cachoeira, e participamos do culto que as crianças fizeram ao Senhor Jesus e foi lindo!

Abaixo algumas fotinhos e um vídeo da minha filha Giulia louvando ao Senhor com a canção “Amado meu” da Jamilly.

Eu com minha amiga e irmã em Cristo Fabiana

irmã Neide e eu

irmã Tati e eu

Abraços em Cristo, em Quem temos a redenção,

Silvinha

Escutar ou Desligar?

Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo. Portanto, convém-nos atentar, com mais diligência, para as coisas que já temos ouvido, para que, em tempo algum, nos desviemos delas. (Hebreus 1.1-2; 2.1)

Um morador de Boston, com quem o presidente dos Estados Unidos procurava se comunicar por telefone, havia desligado várias vezes sem responder a chamada. Ele não conseguia acreditar que o presidente em pessoa estava querendo falar com ele! Finalmente a telefonista conseguiu convencê-lo e os dois homens puderam conversar.

Alguém muito mais importante que todos os governantes deste mundo ainda está nos chamando. “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir e minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo” (Apocalipse 3.20). Ele não Se impõe, simplesmente chama. Deus, que tem direitos sobre Suas criaturas, quer que todos se rendam a Ele e tenham comunhão íntima com Ele.

“Deus fala uma e duas vezes; porém ninguém atenta para isso… para apartar o homem do seu desígnio” (Jó 33.14,17) e afastá-lo de suas más ações, de seu caminho de perdição e para ensiná-lo a ser feliz. Temos escutado Sua voz insistente e cheia de amor? Deus fala com você por meio da Bíblia, Sua Palavra. Em outros tempos falou por Seus profetas. Depois falou por Jesus, Seu Filho. Hoje Ele está falando por intermédio deste post! Os que não quiserem escutar Sua voz pela graça, terão de ouvir em juízo, porque “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna, mas aquele que não crê no Filho não verá a vida,  mas a ira de Deus sobre ele permanece” (João 3.6).

(Extraído da agenda Boa Semente 2009)

O Ídolo

“Sabemos que o ídolo nada é no mundo e que não há outro Deus, senão um só. Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses… todavia, para nós há um só Deus, o Pai… e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas.” (I Coríntios 8.4-6)

Tukaram, um jovem índio criado na adoração aos falsos deuses de sua religião, acabara de ser admitido como aluno da escola missionária cristã da cidade vizinha. E para chegar lá tinha de atravessar um rio. Certo dia viu muitas pessoas ocupadas tirando alguma coisa das águas. Alguém tinha de afogado? Não; uma estátua de madeira havia caído no rio. Amarraram uma corda ao redor do pescoço da imagem para que a correnteza não a arrastasse. Quantos esforços para salvar um deus que se afogava!

Quando Tukaram chegou à escola, contou o acontecido aos seus novos companheiros cristãos, que exclamaram:

- Que deus tão estranho! Não pode salvar a si mesmo. É um deus morto. Nós conhecemos um Deus vivo!

- Como ele se chama?, perguntou o índio.

- Deus eterno, o Todo-Poderoso; Ele é nosso Pai.

- Onde ele mora?

- Está presente em todas as partes, Ele vê e ouve tudo.

Tukaram escutou e ficou meditando. Pouco a pouco aprendeu a conhecer esse Deus único que deu o Seu Filho para salvar os pecadores. Certo dia declarou diante de toda a escola que queria se tornar cristão.

Em nossa época materialista não faltam ídolos de pedra e madeira: o dinheiro, a fama, a bebida, a droga, o sexo, o orgulho e muitos mais. Deus abomina os ídolos, quaisquer que sejam, e a Bíblia é bem enfática quanto a isso: “Filho do Homem, estes homens levantaram os seus ídolos no seu coração e o tropeço da sua maldade puseram diante da sua face; devo eu de alguma maneira ser interrogado por eles?” (Ezequiel 14.3). Quem segue os ídolos mortos não pode esperar obter o conhecimento do Deus Vivo. A ordem do Senhor é clara: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1 João 5.21).

(Extraído da agenda Boa Semente 2009)

“Vosso Pai sabe”

“Eu sei, ó Senhor, que não cabe ao homem determinar o seu caminho. Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes.” (Jeremias 10.23; Tiago 1.17)

Durante toda a noite, dezenas de pessoas procuraram Clemente, um menino de 8 anos que se perdera numa montanha coberta de neve. Ao amanhecer, dois helicópteros reforçaram as buscas. Rapidamente os pilotos localizaram marcas de esqui. Por terra, uma equipe seguiu as marcas que se tornaram rastros de pequenos passos. Estes os levaram a uma árvore onde,, em meio à espessa ramada, o menino foi encontrado são e salvo.

Por rádio, o responsável  pelo resgate anunciou: “Clemente está a salvo! Na verdade, neste momento ele parece melhor que nós.” O garoto se saiu tão bem porque seu pai havia lhe explicado o que devia fazer caso algum dia se perdesse. E ele fez exatamente o que o pai lhe ordenara: se protegeu do frio e da neve subindo em uma árvore para se aquecer no abrigo dos ramos.

Clemente nos mostra o que temos de fazer como filhos de um Pai celestial cheio de amor e sabedoria: simplesmente odebecer aos Seus mandamentos. Ele sabe o que é melhor para nós. Neste mundo cheio de vozes confusas e de armadilhas, nossa felicidade e segurança consistem em confiar no imutável amor de Deus. A Escritura afirma que não é possível que nós mesmos dirijamos nossa vida, não temos o controle total sobre o que nos acontece. Só a Palavra de Deus é a luz moral que ilumina nosso caminho, luz “que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Provérbios 4.18).

(Extraído da agenda Boa Semente 2009)


Leia a minha história

“O que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. Porque eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 6.37-38)

Ao ler a Bíblia percebi quem era Deus, o que Ele fez e o que disse aos homens. Compreendi que vive eternamente, que não muda, que conhece, vê e registra tudo. É bom, justo, santo, poderoso, sábio e infinitamente paciente.

Mas também soube quem eu era: egoísta, orgulhoso e indiferente à vontade de Deus.  Queria viver como bem achava, sem me preocupar com o Criador. Era muito culpado diante dEle.

Finalmente entendi que Deus me oferecia Seu perdão e paz. Eu não tinha nada a fazer para obter o favor de Deus, apenas aceitá-Lo. Deus Se encarregou de absolutamente tudo. Ofereceu o maior resgate possível: Seu Filho, Jesus Cristo, que veio do céu para nos falar do amor Divino.

Ao comprovar que minha vida era um fracasso diante de Deus, me voltei para Ele. Pedi-Lhe que me perdoasse por meio do sangue de Jesus Cristo derramado na cruz. Como Ele jamais despreza quem O busca com sinceridade, obtive o total perdão de meus pecados.

Hoje sei que sou uma nova criatura. Estou limpo, puro e posso me aproximar do Deus Santo. Nasci de novo (João 3), sou um filho de Deus, faço parte da família santa, a Igreja do Deus vivo.

Que maravilhosa graça! Minha vida é totalmente diferente e agora me alegro na presença do Senhor, que prometeu: “Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28.20).

(Extraído da agenda Boa Semente 2009)

Uma experiência cristã

“Porque, com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados” (Hebreus 10.14)

Certo cristão relatou o seguinte: “Quando me converti, sabia que todos os pecados que tinha cometido até aquele momento estavam perdoados e esquecidos. Mas pensava: Já que Deus me permitiu começar de novo, tenho de manter a página da minha vida sem mancha até o final. Dessa maneira irei para o céu. Se ela não ficar limpa, já não serei um cristão. Terei de me converter novamente.”

Esse homem acreditava que cada vez que pecava, devia voltar a se converter para ser lavado pelo sangue de Jesus.

Ele mesmo continuou: “Que maneira desonrosa de entender a reconciliação com Deus! Se os pecados anteriores à minha conversão eram os únicos que poderiam ser expiados pelo sangue de Cristo, o que deveria acontecer com os que eu cometesse depois? Compreendi que o único meio pelo qual Deus perdoa os pecados é através do sangue de Cristo, derramado uma vez por todas na cruz e por isso minha reconciliação com Deus é definitiva.”

O Senhor Jesus não morreu somente pelos pecados que os crentes cometem antes de se converterem, mas por todos os pecados deles. Se não fosse assim, ninguém poderia ser salvo, “todos tropeçamos em muitas coisas” (Tiago 3.2).

Quando alguém se arrepende e nasce de novo pela fé no Senhor Jesus, permanece para sempre na presença de Deus, graças ao pleno valor do sacrifício de Jesus Cristo (Hebreus 10.14).  É assim que Deus o vê. E se confessarmos nossos pecados cometidos após a convesão, “Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1.9).

(Extraído da agenda Boa Semente 2009)

Evangélicos comemoram o natal, enquanto os crentes anunciam a morte do Senhor

Graça & Paz a você que visita meu blog :-)

Estamos no mês do natal. Ano passado eu tinha um pensamento xis sobre o assunto, visto de acordo com meus pontos de vista cristãos e bíblicos (pra conhecê-lo, leia o post do ano passado clicando aqui. Os pontos continuam os mesmos, mas Deus me proporcionou um pouco mais da Sua Graça e hoje tenho certas ressalvas quanto a se comemorar ou não o natal, mas penso diferente.

Como é bom poder crescer e amadurecer na fé :-) Não estou dizendo com isso que quem pensa diferente de mim está pensando errado ou não é amadurecido. NÃO! Apenas quero dizer que pro meu entendimento, o que creio hoje faz sentido pra mim, assim como o que você crê faz sentido pra você.

Pra que você conheça diversas opiniões de diferentes pessoas protestantes, coloco neste e nos próximos posts até que chegue o natal, textos de outros irmãos na fé com suas opiniões e bases pra que você mesmo chegue à sua própria conclusão.

Espero que seja útil e que o Espírito de Deus os instrua e ilumine acerca do tema.

Abraços em Cristo da

Silvinha

Evangélicos comemoram o “natal”, enquanto os crentes anunciam a morte do Senhor!!

As comemorações daqueles que buscam servir ao Senhor Jesus e confiam em Sua gloriosa vinda, são a “Ceia do Senhor” e o “batismo”.

Estas comemorações e ou lembranças, são as que nosso Senhor e Mestre assim nos agraciou em Seu amor; relembremos, pois, as Sagradas Escrituras:

Lucas 22
19 “E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim”.

Mateus 28
19 “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”;

Por demais então seria que fizéssemos outras comemorações, pois assim, tão somente, estaríamos contrariando as palavras de Jesus; seremos tratados como rebeldes se acrescentarmos algo ao que já nos foi desde a fundação do mundo [Apocalipse 22.18].

O nascimento de Jesus é o acontecimento maravilhoso [Isaías 9.6], miraculoso por obra do Espírito Santo [“Eis que a virgem conceberá, e dará a luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel”], uma dádiva imerecida ao mundo pecador; que é necessário que todos nós, os que cremos, devemos levar, não como uma data, mas, como as novas de grande alegria, que nos trouxe o Salvador, que é Cristo, o Senhor.

Mas, tão importante quanto o nascimento do “menino envolto em panos e deitado numa manjedoura”, é a morte do Cordeiro de Deus na cruz do Calvário, a vista disto, nos trouxe salvação, pois que, derramou Seu sangue inocente por nós pecadores;

É isto, pois, redenção, o que nos trata em suas epístolas, nossos amados irmãos apóstolos; assim, por promessa, nosso Senhor e Salvador, pela Sua morte de maldição (conforme a Lei), haverá de voltar para que, onde Ele estiver, estejamos também!! Aleluia!!

Eis que, esta é a maior e extraordinária comemoração que, nós, os crentes, viemos anunciar, “a morte do Senhor, até que venha” [1Coríntios 11].

Mas, por um ensinamento adverso a Palavra de Deus, muitos pastores ignoram esta ordenança, e infiltram no rebanho de Deus, a festa pagã natalina (veja Em dezembro é o Natal, e daí?), que os idólatras comemoram, e nesta dada anunciada, nestes dias natalinos, aflora o “amor”, de pessoas rancorosas, que se tornam, por um passo de mágica, “amáveis”, “bonzinhos”…

A conclusão surpreendente a que chegamos é de que Jesus não nasceu nem poderia ter nascido em dezembro, nem poderia usar para nascer uma data de festividade pagã, como a saturnália romana ou o natalis invicti solis, mas usou uma festa judaica, a Festa dos Tabernáculos, como ocasião para vir ao mundo.

As saturnálias, eram uma antiga festividade da religião romana dedicada ao templo de Saturno e a mítica Idade de Ouro. Era celebrada todos os 17 de dezembro. Ao longo dos tempos, foi alargada a semana completa, terminando a 23 de dezembro. As saturnálias tinham início com grandes banquetes, sacrifícios, as vezes orgias; os participantes tinham o hábito de saudar-se, acompanhado por doações simbólicas.

É importante notarmos a esta altura que estamos tratando com um Deus sábio e lógico, autor da matemática celeste e das ciências exatas, que determinou a órbita dos astros e dos elétrons com exatidão inestimável, e que não faz nada por acaso ou coincidência, nem é tomado de surpresa pelo desenrolar dos acontecimentos, pois é Onisciente.

Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.

Fraternalmente,

irmão James.

(Extraído de Jesus, o maior Amor)

A BRUXIFICAÇÃO DO NATAL

PRIMEIRA MENSAGEM:

Caio Fábio, bom dia!

Tenho uma dúvida muito grande, com relação ao Natal, São Nicolau, dia 25 de Dezembro, deus Sol, o símbolo da árvore de Natal e a guirlanda.
Como posso saber sobre isso ou ter uma explicação para cada uma destas coisas?
Tudo está uma confusão em minha cabeça.
Me ajude.
Obrigada!

Resposta:

Minha amada irmã: Feliz Natal e Feliz Ano Novo!

Minha querida amiga, se você for entrar nessa paranóia, terá que sair do mundo.
Paulo disse que a gente deve ir ao mercado, comer de tudo, dar graça a Deus, e celebrar a vida em paz.

Se você for se preocupar com a origem de coisas, nomes, festas, datas, etc., você terá que sair do mundo.

Não trate isso como coisa do diabo, pois, assim, virará coisa do diabo na sua cabeça…

Não ajuda em nada.

Ninguém que comemora o Natal está pensando no diabo.

As únicas pessoas no Evangelho a quem Jesus chamou diretamente de “filhos do diabo” não estavam vestidas de “Dia de Papai Noel”, mas de FARISEUS (Jo. 8).

Paulo nos ensina a não ter tais conflitos, e a termos paz com uma certeza: Todas as coisas são puras para os puros; porém para os de mente impura, tudo fica impuro.

Sobre o fato das coisas poderem ter origem “pagã”, o espírito do que Paulo declara é o seguinte acerca de algo muito mais sério — que é a comida sacrificada aos ídolos, ou até mesmo comida de um despacho na esquina:

No que diz respeito às coisas sacrificadas aos ídolos, já sabemos, todos, o seu significado.

Saber… apenas saber… incha o ser e nada mais.

Somente o amor edifica.

Desse modo, se alguém tem a pretensão de achar que sabe alguma coisa, de fato ainda não aprendeu como convém saber.

O verdadeiro conhecimento vem do amor, pois se alguém ama a Deus, esse é conhecido por Deus.

Digo isto tudo porque eu sei que todos vocês sabem que comer coisas sacrificadas aos ídolos nada significa. Afinal, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só.

Ainda que haja muitos que se chamem de deuses e senhores, ou que assim sejam chamados — seja no céu seja na terra—, todavia, para nós, há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual existem todas as coisas, e por ele nós também.

Mas isto é o que nós sabemos. Entretanto, nem todos têm esse conhecimento.

Isto digo porque há alguns que, acostumados até agora com a devoção ou temor do ídolo — como se o ídolo de fato tivesse poder —, comem coisas sacrificadas aos ídolos como se o ato de comer expressasse algo espiritualmente significativo.

Desse modo, quando comem, sua consciência sendo ainda fraca e ignorante, contaminam-se em razão do próprio significado que atribuem àquilo que, em si mesmo, não é nada.

As coisas ganham o significado que nossa consciência atribui a elas!

Todavia, não é a comida que nos há de recomendar a Deus; pois não ficamos piores se não comermos, nem ficamos melhores se comermos.

Portanto, não estamos falando do que é em si, mas daquilo que as coisas se tornam, em razão da projeção de valor a elas atribuído.

Desse modo, vejam atentamente que a liberdade de vocês — fruto do saber verdadeiro —, não venha a ser motivo de tropeço para os fracos, ou seja: para aqueles que ainda olham para a comida sacrificada ao ídolo ou para o próprio ídolo, como se a “coisa” tivesse em si algum valor ou poder.

Assim, se um desses supersticiosos virem você, que tem “ciência”, reclinado tranqüilamente comendo à volta de uma mesa num templo de um ídolo, poderá pensar que você está ali atribuindo culto e valor àquilo que para você não tem nenhum valor.

E assim, poderá ser induzido pela sua liberdade, a comer com a consciência fraca e supersticiosa as coisas sacrificadas aos ídolos… como se a sua presença ali avalizasse também o ato dele.

Não é, porventura, assim, que “eles” interpretariam sua presença no lugar?

Desse modo, ironicamente, pelo saber e pela liberdade que você já adquiriu, alguém que ainda está na ignorância pode vir a sucumbir à superstição.

Assim, por causa da “ciência” que você possui, alguém poderá perecer… aquele que é fraco, o teu irmão por quem Cristo morreu!

Ora, pecando assim contra os irmãos, e ferindo-lhes a consciência ainda débil e fraca, vocês estão pecando contra Cristo.
Dessa forma, o que se deve saber é o seguinte:

O ídolo não é nada para você, em razão de você já saber que ele não é nada mesmo.
Sozinho – ou em companhia de pessoas maduras – você comer onde e o quê bem desejar!
No entanto, se a comida fizer tropeçar a meu irmão, nunca mais comerei em sua presença nada que o faça tropeçar, isto porque não quero servir de tropeço à consciência fraca de meus irmãos… que ainda não discerniram a grandeza da liberdade que em Cristo eu tenho.

De minha parte, não quero jamais induzir meu irmão ao engano simplesmente por não carregar em mim uma consciência que antes de tudo saiba saber no amor.
Jesus disse que o mal não vem de fora, vem de dentro.
Fico “raivoso” é com quem veio inventar mais esse grilo para a sua cabeça.
Tais pessoas gostam que a vida seja um perigo, e vêem o diabo em tudo.
A mente delas está cheia de medos, e tentam fazer discípulos de seu próprio medo, e superstições.
Não entre nessa. Se entrar, sua cabeça ficará uma confusão cada vez maior.
Fuja dos inventores de demônios e de bruxas!
Eles vivem de proibir as coisas, e quem os segue acabará preso no medo, e não terá mais prazer em nada na vida.
Celebre seu Natal em Cristo!
A árvore é uma gracinha e o Papai Noel é um folclore infantil.
Desejar fazer dele um demônio é GOSTAR DE SOFRER À TOA!
A vida já é difícil demais. Não a complique.

Não se preocupe com a Árvore de Natal.
Quem tem a Árvore da Vida na alma não se preocupa mais com qualquer outra árvore, nem com a plantinha “comigo-ninguém-pode”.
Assumo responsabilidade espiritual pelo que estou dizendo a você!
Foi para liberdade que Cristo nos libertou.
Santifique todos os dias com gratidão, e todos os dias serão santos.
Feliz Natal para você e todos os seus.

Nele, que nos salvou para viver em paz em qualquer dia do ano,

Caio


SEGUNDA MENSAGEM:

Muito obrigada por sua ajuda.
É que no culto foi falado sobre o Natal e que na verdade isso não se deve ser comemorado, pois é uma festa “pagã”.
Como estou freqüentando a igreja evangélica, estou tendo estes tipos de questões, que no catolicismo eram muito simples.
Como o da árvore, fiquei aflita, pois fiz uma árvore pequena e bela, mas sempre no dia 25 oro por Jesus Cristo, mesmo sabendo e pedindo desculpas por não saber a data certa de seu nascimento.
Na igreja foi falado que nesta data se comemora o aniversário de Nefraim (se não me engano, que se casou com sua própria mãe e fundou a Torre de Babel), e que onde ele foi enterrado nasceu uma árvore e dela simbolizou o Natal, morte e reencarnação.
Fiquei em parafusos… sei que no dia 25 de dezembro devemos nos recolher em casa e meditar de como Jesus foi bom para nós e tem sido em todos os dias de nossas vidas.
Fico triste por não entender as coisas, e também de outras pessoas explicarem as coisas de uma forma que nos causa incômodo, e que por isso venho em busca da verdade.
Muito obrigada mais uma vez.
Um abraço.

Resposta:

Minha querida irmã: Paz e o Fruto da Árvore da Vida para você!
Sei que você está chegando agora, e que encontrará um monte de maluquices pela frente.
Não se escandalize e nem se impressione.

Ame a Jesus de todo o seu coração.

Creia Nele e ponha Nele sua mais absoluta confiança.
Ele morreu e ressuscitou para que tivéssemos Vida em Abundância, não para que vivêssemos atormentados.
Faça tudo com boa consciência e ações de Graça, pois é isto que torna tudo puro.
As coisas são más para quem as vê mal.
O que é mal, a gente sempre sabe o que é; não depende de uma “informação histórica”.
Essa história da Árvore de Natal e a Torre de Babel é conto de bruxinha.
É mais fácil crer em Papai Noel!
Não tem fundamento em nada. É pura invenção.
Leia os Evangelhos.
Encha seu coração com a Palavra.
E confira tudo com uma simples questão: Como foi que Jesus tratou essa questão e as pessoas envolvidas em cada coisa?
Se você fizer essa pergunta, e estiver sempre lendo o Evangelho, você entenderá tudo, sem dificuldade, pois está lá revelado, e o Espírito Santo iluminará você.
Tenha Paz!

Nele, que em Si mesmo nos deu do Fruto da Árvore da Vida,

Caio

(Extraído do site do Caio Fabio)

Natal: celebrar ou demonizar?

Certa vez, uma irmã declarou que não bebia Coca-Cola porque a empresa responsável por sua fabricação divulgava símbolos da Nova Era. Um palestrante que participava de um dos Encontros da nossa igreja olhou para a calça que ela vestia e perguntou: “É mesmo? Mas você sabia que a calça que você está usando é fabricada por uma empresa que tem como proprietário um casal de homossexuais?”

Se considerarmos a origem de todas as coisas, atribuindo a cada uma delas um verniz espiritual, provavelmente, ficaremos sem comer, sem nos vestir e sem poder freqüentar um número inacreditável de lugares. Por exemplo, no nosso dia-a-dia, nos shoppings e ‘fast-foods’ da vida, quantos pratos e lanches degustados foram preparados por mãos espíritas, idólatras ou ocultistas? Quantas marcas de roupas compradas alegremente nas lojas da moda nasceram e são mantidas por pactos satânicos? Quantos lugares freqüentados por cada um de nós foram consagrados a deuses estranhos ou já abrigaram práticas espúrias aos olhos do Evangelho? Quem não sabe, por exemplo, que vários cinemas que exibiam filme pornô ou que apresentavam peças de sexo explícito atualmente sediam igrejas cristãs?

Como informei no artigo “Ouvir ou não ouvir? Eis a questão”, muitos dos hinos tradicionais que cantamos hoje possuem letras cristãs colocadas sobre melodias que um dia foram música secular. Um exemplo é o Battle Hymn, da guerra civil americana, que era um hino militar e ganhou uma letra cristã (conhecida como “Vencendo Vem Jesus”). Também existem hinos nacionais, como o da Inglaterra, que ganharam letras cristãs ou porções de música clássica. Provavelmente, a melodia de “Amazing Grace” também era secular, emoldurada, depois, por uma letra ‘golspel’.

Escrito isso, ingresso no tema que desejo considerar: o Natal. Para alguns, os cristãos não devem celebrá-lo em função de sua origem pagã. Dizem eles que o ‘25 de dezembro’ era a data do nascimento de Mitra, considerado o deus Sol. O dia teria sido ‘cristianizado’ quando o imperador romano Constantino, o Grande, converteu-se, tornando o cristianismo a religião oficial de Roma. A estratégia foi uma forma encontrada por ele para render-se ao avanço dos cristãos, mantendo assegurada, ao mesmo tempo, a sua idolatria. Não duvido que tenha sido assim. Só que no dia 25 de dezembro, nós, cristãos, não prestamos culto a Mitra ou a qualquer engano parecido com ele. Utilizamos essa data para lembrar, reverenciar e agradecer a Deus pelo nascimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Aliás, como lembra Hermes Fernandes, no seu excelente “Natal, celebrar ou não?”, a árvore natalina foi criada pelo grande reformador protestante Martinho Lutero. “Ele escolheu o pinheiro por ser a única árvore capaz de resistir ao intenso frio do inverno alemão, sem perder suas folhas. As bolas utilizadas para enfeitar a primeira árvore de Natal representavam, segundo ele, os frutos do Espírito na vida cristã”, lembra o teólogo.

No seu artigo, Fernandes destaca ainda um número enorme de situações que teríamos que abolir se resolvêssemos levar essa história da origem das coisas ao pé da letra. Por exemplo, o que fazer com o Ano Novo? Com os aniversários? Com os dias da semana? ou com os meses de Julho e Agosto, batizados com esses nomes para reverenciar Júlio e Augusto, imperadores romanos que se proclamavam deuses absolutos?

Por último, e fazendo uso da analogia, nunca é demais lembrar de I Timóteo, 4, 5, passagem que nos garante que, “pela palavra de Deus e pela oração, podemos santificar todas as coisas”.

Sem nenhum temor, sem qualquer tipo de vacilação e, sobretudo, sem medo de estar ofendendo a santidade de Deus, nós, cristãos amadurecidos, podemos desejar para nossos irmãos um “Feliz Natal e um 2010 repleto da presença do Senhor”.

 (extraído do blog Evangelho da Graça e publicado com autorização do autor)

Balanço

“Aos homens será ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo.”
“Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação”
(Hebreus 9.27 / 2 Coríntios 6.2)

Mais um ano chega ao fim.

O objetivo desse blog foi e continua sendo o de proclamar o Evangelho e falar do amor de Deus. Em cada post, Deus se dirige aos que não aceitaram ainda a Sua oferta de graça, aos que são culpados diantes dEle por causa da natureza pecaminosa que possuem e de suas más obras. Por essa razão, são merecedores de uma eterna condenação. mas Deus deseja que todos sejam salvos.

Cada indivíduo não é responsável  por tudo o que lhe acontece, mas é responsável pelas atitudes que toma e pelo que escolhe fazer com a própria vida. A Bìblia diz que um dia teremos de prestar contas ao Criador. Nesse dia marcado por Deus será necessário fazermos o balanço não apenas de mais um ano, e sim, de uma vida inteira. Podemos começar desde já analisando este ano que se passou e qualquer que seja o saldo, temos de reconhecer diantes do Deus santo que “Não há um justo, nem um sequer” (Romanos 3.10). Mas nem tudo está perdido!

De fato, há mais de 2 mil anos Cristo morreu para nos salvar, Se entregou para expiar nossas faltas e eliminar todas as barreiras que nos separavam de Deus. Jesus Cristo dá a vida eterna a todos os que crêem nEle. Portanto, basta crer e obedecer à Palavra de Deus para sermos aperfeiçoados para sempre (Hebreus 10.14). Crer é dizer SIM para Deis, que deu ao homem a responsabilidade de aceitá-lO.

Talvez este dia de hoje seja também a sua última oportunidade de dizer SIM, pois como diz na Palavra “Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão o Pai. Estai de sobreaviso, vigiai e orai; porque não sabeis o dia nem a hora” (Marcos 13.32,33).

O que nos reserva o amanhã?

“Não presumes do dia de amanhã, porque não sabes o que produzirá o dia” [Provérbios 27.1]

Hoje, muitas pessoas se perguntam: “O que este ano reserva para mim ou para nós?” Essa questão é relevante no primeiro dia do ano, visto que os acontecimentos são sempre anotados no ano em que eles acontecem, quer sejam puramente pessoal ou de importância histórica. As circunstâncias da vida nos trazem dor e alegria. A maioria de nós gostaria de saber quais situações felizes nos esperam e também faria de tudo o que estivesse ao alcance para evitar as tristes.

Estamos preparados pata admitir que Deus tem as chaves de nossa vida? Ou atribuímos tudo ao acaso? Será que acreditamos ser os mestres de nosso destino? Todos os que acham que controlam sua vida têm de reconhecer que as doenças graves ou as tragédias provam que essa é uma crença errada. Ambas altarem radicalmente o curso que traçamos para nós.

O rei Ezequias ficou seriamente doente, mas quando se recuperou, reconheceu que Deus havia intervindo para o abençoar: “Eis que, para minha paz, eu estive em grande amargura; tu, porém, tão amorosamente abraçaste a minha alma, que não caiu na cova da corrupção, porque lançaste para trás das tuas costas todos os meus pecados” [Isaías 38.17].

Desejamos aconselhar nossos queridos leitores a começar este ano colocando suas vidas nas mãos de Deus e buscando Sua vontade por meio da leitura da Bíblia. Ele não falhará em responder. O Senhor mostrará o caminho da salvação e da bênção: Seu Filho, Jesus Cristo. Ele pode nos dar a paz de espírito que necessitamos para enfrentar as dificuldades da vida. Como Ezequias, devemos perceber que elas são instrumentos para fortalecer nossa confiança nEle.

(Extraído da agenda Boa Semente 2010)

Contaminação

“Éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com cristo (pela graça sois salvos)” [Efésios 2.3-5]

Sem deixar de se surpreender com o desenvolvimento econômico da China, o banco Mundial advertiu há alguns anos para a galopante contaminação desse país. Por não respeitar as normas internacionais, as doenças pulmonares matam proporcionalmente 5 vezes mais pessoas que nos países que controlam severamente a contaminação do meio ambiente.

Com poucas diferenças, o problema é universal. Paulatinamente os povos estão se intoxicando com gases, drogas, substâncias químicas perigosas (incluindo a sobrecarga de remédios que as pessoas tomam), alimentação inadequada e muitos outros venenos.

No entanto, há um tipo de intoxicação infinitamente mais terrível. É a que afeta a alma. Nunca houve tanta violência, pornografia, perversões sexuais, indiferença, famílias destruídas, ódio, desprezo pelos semelhantes, etc. Isso é resultado da tolerância e da indulgência que todos e, infelizmente, a cristandade também, mantém com o pecado. “O que sai do homem, isso é que contamina o homem” [Marcos 7.20].

Para podermos viver plenamente felizes é necessário desintoxicarmos nossa alma e corpo. Este último até que não é tão difícil de ser limpo. Mas é impossível que nós mesmos purifiquemos nossa alma. Somos demasiado fracos e vulneráveis para empreender essa luta.

Além disso, a maior barreira – confessemos – é que não estamos dispostos a enfrentar o doloroso processo de descontaminação. Contudo, Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio a este mundo, morreu na cruz e ressuscitou para que essa obra de purificação, sem a qual ninguém pode viver plenamente, fosse possível.

Ele prometeu: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” [João 8.36].

(Extraído da agenda Boa Semente 2010)

Seguir a Jesus Sem Religião

Jesus combateu os líderes religiosos de sua época com muita firmeza; eles eram falsos, impunham suas regras moralistas e policiavam as pessoas; se sentiam superiores e rejeitavam os “pecadores”,  se esqueciam da misericórdia, da fé e da justiça. Eles tinham aparência de justos e Jesus os chamou de hipócritas, raça de víboras e filhos do diabo.

A religião cristã dos nossos dias, seja ela católica ou evangélica, não está em situação muito diferente dos dias de Jesus. O que impera é a hipocrisia, o moralismo, o controle da vida alheia, o orgulho teológico, o comércio e a corrupção.

O convite de Jesus a cada um continua sendo simples: SIGA-ME!

Seguir a Jesus é receber o amor dEle e amá-Lo! É ir com Ele pelo Caminho; é por o pé na estrada e não olhar para trás; seguir a Jesus é continuar caminhando a cada dia, aprendendo com Ele, ouvindo Sua voz cheia de ternura e misericórdia!

Seguir a Jesus é ir no caminho do amor, da compaixão e da graça, que é favor imerecido. Seguir a Jesus é ir abraçando os pecadores pela estrada, é ir sem pedras nas mãos, é ir perdoando e sendo perdoado, é ir chorando ou rindo sempre olhando para Ele!

Seguir a Jesus é ir sem o fardo dos pecados ou da religião; é apenas ir ao lado daqueles que também decidiram ir por onde Ele for e o vento do Espírito levar!

É ir com Ele até a cruz, onde os pecados foram encravados; seguir a Jesus é abraçar esta Graça que perdoa e aceita; seguir a Jesus é celebrar a ressurreição, a vitória sobre a morte!

Se você quer seguir a Jesus, sem os pesos mortos da religião, se você quer seguir a Jesus por nada porque Ele é TUDO em sua vida, junte-se a nós! Somos todos pecadores, seguindo a Jesus por termos sido atraídos pelo amor dEle!

(Autor: Adailton César)

O que é ser crente?

Ser crente significa crer. Significa que eu creio na obra realizada por Jesus Cristo. Significa que reconheço minha total dependência de Deus. Significa crer na Bíblia como inerrante e divina Palavra de Deus inspirada pelo Espírito Santo. Significa viver uma vida exclusiva para Deus e proclamar Suas verdades para toda criatura. Significa desfrutar do mais sublime padrão de vida e paz. É ter todas as coisas favoráveis a si. É estar seguro diante do diabo (o que os espíritas chamam de espíritos inferiores). É não temer o mal e desfrutar do favor de Deus. É ter o Espírito Santo, falar línguas no Espírito, louvar e exaltar a Deus e ter a certeza de salvação. É viver a vida em toda sua abundância, sem cometer coisas erradas. É enxergar o que está errado e ser sábio. É poder desfrutar da comunhão e sinceridade dos irmãos.
 
Muitos acham que ser crente é ser careta. Mas o que me dizem das pessoas que se entregam a prazeres baixos e uma vida leviana? Aos que assumem uma personalidade completamente alienada e dizem que é “radical”? Vivem enganando e sendo enganados. São atraídos pela cobiça e vanglória. Acreditam em discos voadores e vivem cheios de temores quanto ao futuro. Geralmente vêem suas vidas indo por água abaixo, sem poderem fazer nada. Necessitam de drogas (não só as ilícitas, mas as lícitas tb) para fazerem o que de cara limpa não teriam coragem, ou mesmo para aliviar o sofrimento interior. Sentem-se atraídos pelos desejos carnais e são incapazes de resisti-los. Odeiam e desconfiam de todas as pessoas. Isso não é considerado ser careta, mas… ser crente “é careta”!!!
 
Ser crente é ter pleno domínio sobre as circunstância e um lar abençoado. É ser de fato feliz; É ter a consciência limpa de toda culpa.
 
De um ponto de vista racional, tudo nos indica que é incomparavelmente melhor ser crente. Ser crente é obedecer a Deus e desfrutar de coisas boas. Os mandamentos do Senhor não são pesados, mas prazerosos. O homem se alegra de obedecê-los. Isso é ser crente!
Ser crente é prosperar em tudo o que se faz. É ter a certeza de que irá comer do fruto do seu trabalho. É ficar doente e receber uma cura milagrosa de Deus. É ter autoridade sobre os demônios e poder para curar doença incuráveis.
Meu querido, não existe exclusividade. Você pode se tornar um crente a qualquer momento. Para isso basta você aceitar a Jesus como Senhor de sua vida. A partir daí, começar uma nova vida de paz. Aceite-O!
 
(desconheço a autoria, mas concordo com tudo, apesar de não me importar com rótulos e preferir ser identificada apenas como cristã :-) [ ]´s da Silvinha.

11 de Setembro de 2010

Luiz falando sobre nossa essência. Baseado nos versos 1; 11; 12; 21; 24 ao 26 de Gênesis 1. Assim como a planta arrancada da terra morre, como o peixe retirado do mar morre, nós quando somos retirados da presença de Deus ou quando deixamos de andar com Ele, também morremos. E essa morte é a espiritual que é eterna!

O que é conversão?

CONVERSÃO é não ter mais absolutamente nenhum outro ponto de vista que não venha do Evangelho.

CONVERSÃO é não ter nenhum outro ponto de partida que não parta do Evangelho.

CONVERSÃO é não ter nenhum outro ponto de chão para caminhar que não seja o chão do Evangelho.

CONVERSÃO é não almejar nenhum outro ponto de chegada que não seja no Evangelho.

CONVERSÃO é estar impregnado do Evangelho dando razão a Deus todo dia, num processo que pode ter começado um dia, mas não terminará jamais, porque só terminará no dia em que transformados de glória em glória nós nos tornarmos conforme a semelhança de Jesus.

CONVERSÃO é renovar a mente todo dia.

CONVERSÃO é ver este século e não nos conformarmos com ele.

CONVERSÃO é ver mundo no mundo e ver mundo no que se chama Igreja.

CONVERSÃO é chamar de mundo não o ambiente fora das paredes eclesiásticas e chamar de Igreja o ambiente dentro das paredes eclesiásticas.

CONVERSÃO é saber que mundo é um espírito, um pensamento, uma atitude que pode estar em qualquer lugar e está freqüentemente nos concílios de um modo muito mais sofisticado do que está nos congressos políticos explicitamente definidores de políticas pro mundo.

CONVERSÃO é manter a mente num estado de arrependimento constante, de metanóia, de mudança de mente, que por vezes acontece com dor outras vezes só pela consciência que vai abraçando o entendimento e vai dando razão a Deus, e vai dando razão a Deus, e vai dando razão a Deus, e vai dizendo: Deus tem razão, a Palavra tem razão – e se ela tem razão eu quero conformar a minha vida conforme a verdade do Evangelho.

(Autoria de Caio Fábio / extraído de: http://caminhomanaus.blogspot.com/)

Dia da Verdade

Posto aqui hoje 2 textos: na verdade, o primeiro é uma pequenina introdução que recebi do meu amado pastor e o texto que segue foi o que ele me enviou. Vale muito refletir sobre ambos.

Abraços em Cristo, até sábado, quando postarei sobre a páscoa.
Silvinha

Graça e paz!
Segue palavra que certamente vai te abençoar.

A Verdade de Deus nos transforma a cada dia… Pois na medida que nos expomos a Verdade, o Espírito Santo vai nos transformando a imagem dEle.

Amados… a Palavra de Deus nos exorta a sempre…
Falar a Verdade…
Viver em Verdade…
Viver a Verdade…
Praticar a Verdade…
Pois Ele é a Verdade e a Vida e nEle não se encontra nada que não seja Verdade.

Andemos pois na Luz, como Ele está na luz…

Semana abençoada e próspera!!!
Seu servo e amigo em Cristo
Pr Ronaldo

DIA DA MENTIRA

Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no Dia das Mentiras ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool’s Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d’aprile e poisson d’avril, o que significa literalmente “peixe de abril”.

No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Pernambuco, onde circulou “A Mentira”, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. “A Mentira” saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.

Qualquer que tenha sido sua origem não é uma dia para se comemorar e muito menos se alegrar. E como se o diabo não pudesse comemorar seu aniversário então criaram um dia para homenagear sua filha: “Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira“. (Jo 8.44)

Precisamos, não apenas hoje mas em todos os nossos dias e com todas as nossa forças proclamar as VERDADES DE DEUS e tudo o que Ele já fez por nós em Cristo Jesus nosso Senhor e Salvador.

Viva 1º de Abril e todos os demais dias de sua vida anunciando…

João 1:1, 14 “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai.”

Hebreus 2:17 “Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo.”

Hebreus 4:14-15 “Tendo, portanto, um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou os céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer- se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.”

Marcos 16:6 “Ele, porém, lhes disse: Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o nazareno, que foi crucificado; ele ressurgiu; não está aqui; eis o lugar onde o puseram.”

Colossenses 2:9 “Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade.”

João 10:30 “Eu e o Pai somos um.”

Lucas 8:47-48 “Então, vendo a mulher que não passara despercebida, aproximou-se tremendo e, prostrando-se diante dele, declarou-lhe perante todo o povo a causa por que lhe havia tocado, e como fora imediatamente curada. Disse-lhe ele: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz.”

Filipenses 2:9-11 “Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.”

Mateus 4:17 “Desde então começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei- vos, porque é chegado o reino dos céus.”

Mateus 5:17 “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir.”

João 14:6 “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”

João 11:25 “Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá.”

Mateus 4:23 “E percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino, e curando todas as doenças e enfermidades entre o povo.”

Lucas 9:23 “Em seguida dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me.”

Gálatas 2:20 “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.”

Filipenses 2:5 “Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus.”

João 1:12 “Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.”

1 Pedro 3:18 “Porque também Cristo morreu uma só vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; sendo, na verdade, morto na carne, mas vivificado no espírito.”

Atos 4:10-12 “Seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de JESUS CRISTO, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, em nome desse é que este está são diante de vós. Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina. E EM NENHUM OUTRO HÁ SALVAÇÃO, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.”

Os dois significados da páscoa

“E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo” (Êxodo 12.14)

Quando Deus libertou os israelitas da escravidão do Egito também lhes deu instruções para celebrar a páscoa. Deviam escolher um cordeiro, imolá-lo, colocar o sangue do animal sobre as vigas da porta de cada casa e comer a carne assada no fogo. Deus lhes disse: “Vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito” (Êxodo 12.13). Mais tarde, em memória dessa noite extraordinária, deveriam celebrar a páscoa anualmente, mas com uma diferença: já não precisavam colocar o sangue sobre as portas.

Os que crêem no Senhor Jesus podem aplicar à própria vida essas duas verdades sobre a páscoa. A saída do Egito evoca nossa conversão, quando reconhecemos que o Senhor Jesus deu Seu sangue para nos limpar de todo pecado. Então nos colocamos debaixo de Sua proteção. A conversão é um fato que ocorre uma única vez e não pode se repetir.

Assim como Israel sempre deveria recordar aquela noite, nós também devemos recordar do sangue que o Senhor Jesus derramou por nós. No domingo, quando celebramos a Ceia do Senhor, colocamos em prática a outra parte do ensino sobre a páscoa. Durante essa festa, os israelitas lembravam o sangue posto sobre as vigas das portas das casas de seus antepassados no Egito. Assim também devemos nos lembrar do Senhor dando Sua vida por nós na cruz do Gólgota. Ao fazermos isso, anunciamos “a morte do Senhor, até que venha” (1 Coríntios 11.26).

(Fonte: Agenda Boa Semente 2010)

Só JESUS é SENHOR!

Devoção a “santos”, rezas de terços, orações a “anjos”, ajuda de “espíritos” e tantos outros “deuses” que inventaram por aí, nenhum deles te levam a lugar nenhum.
Aliás, até levam… Ao inferno!
O inferno existe SIM! Mas não foi criado para você!
Deus tem um lugar lindo para você. Bem junto a Ele.
Nenhum padre, nenhuma corrente, nenhum pastor, nada nem ninguém tem condições de ser teu intercessor!
Você tem acesso direto ao Pai através de Jesus.
Então, por que você iria preferir tantos “outros” que nada são?
DEUS, somente DEUS é o Senhor! SOBERANO!!
O PODER está nas mãos dEle!
Não se engane… Se você não pedir a Deus, em Nome de Jesus, que Ele tome conta de sua vida, Ele não virá por outros meios. Somente através de Jesus!!
Não há santo, não há anjo, não há espírito, não há deus algum que te leve pra mais perto de Deus!
Somente Jesus Cristo!!!! Ele sim morreu por você! E nenhum outro!!!
Não se engane: os “outros” não vão voltar. Eles estão todos mortos. O único que ressuscitou e permanece vivo à direita de Deus é Jesus!!! O resto é só engano. Ninguém gosta de ser enganado. Tenho certeza que você também não!
Abra bem, muito bem seus olhos e seu coração, para JESUS CRISTO!
Só Ele é SENHOR!!!
(Recebi esse texto de uma lista de discussão há muito tempo; não conheço a autoria do mesmo, mas concordo com ele em gênero, número e grau! [ ]´s, Silvinha)

A única casa de Deus

“E disse-lhe: Toma estes utensílios, vai e leva-os ao templo que está em Jerusalém, e faze reedificar a casa de Deus, no seu lugar” (Esdras 5.15)

No Antigo Testamento apenas uma única casa foi chamada e casa de Deus: o templo de Jerusalém. No entanto, pela infidelidade do povo, o templo de Salomão foi destruído. Mas com a reconstrução do templo sob o governo de Zorobabel após o retorno do cativeiro babilônico, a Palavra de Deus fala de reedificar a casa “no seu lugar”. Deus reconheceu somente essa casa como Sua: o templo edificado escolhido por Ele mesmo (2 Crônicas 3.1). O Senhor Jesus também recoheceu o edifício, que em Seu tempo era o templo herodiano, como sendo a casa de Seu Pai.

Da mesma maneira, hoje existe somente uma casa de Deus. É a Igreja de Deus, o conjunto total de Seus redimidos, formada desde o Pentecostes. No tempo dos apóstolos, a Bíblia fala sobre os primeiros cristãos: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações” (Atos 2.42). Eles se encontravam para serem ensinados pela Palavra, para a comunhão, para celebrar a lembrança da morte do Senhor, e para orar. Temos feito isso? Se não, devemos ser encorajados pelos piedosos judeus mencionados no livro de Esdras que reedificaram a casa de Deus onde antes ela estava. Onde os cristãos se reúnem como Igreja, como o Novo Testamento nos instrui, há um testemunho visível da casa de Deus aqui no mundo.

(Extraído da Agenda Boa Semente 2010)


Religiosidade versus Graça

  • Na religiosidade busca-se controlar as minúcias do ser, dando respostas “concretas”, com métodos para tudo: casamento, noivado, namoro, profissão e tudo mais quanto se possa pensar.
  • Na Graça sabe-se que é na consciência do indivíduo que todas as coisas se processam, não vindo de outrem as respostas. Assim cada um é livre para dar seu próprios passos no Caminho.
  • Na religiosidade sempre há um líder todo-poderoso disposto a ser o ditador das normas acima expostas, uma espécie de “Controladores da União Celestial”. No geral suas palavras sempre são palavras do Deus a quem dizem servir. Desta forma sua fala é sempre a última palavra em qualquer coisa posto que ele sempre será o representante dos outros diante de Deus.
  • Na Graça Ele, Jesus, é o Sumo-Pastor das almas. E o jugo dEle é suave e seu fardo é leve.
  • Na religiosidade há sempre uma tentativa de tomar o mundo já que é responsabilidade da religião prover o planeta com a limpeza que seus dogmas propõem. Assim, quem ainda não teve a felicidade de conhecer suas doutrinas, precisa fazê-lo urgentemente a fim de que possa ser feliz.
  • Na Graça sabe-se e crê-se para a vida em tudo posto que nEle foram feitas todas as coisas e todas as coisas – sem exceção – estão nEle.
  • Na religiosidade seus deuseus (ou Deus) sempre são iracundos. Sempre estão numa eterna TPM, bravos e chateados. Por isso, precisam ser agradados com dádivas de louvor e sacrifícios mortos. Esse deuses são justiça.
  • Na Graça Deus é Amor e toda Sua justiça é Cristo e esta, a justiça, foi totalmente cumprida nEle.
  • Na religiosidade sempre há tempo e espaço delimitados para ação de seu Deus. Há hora e lugar certificados para que Ele aja. Mesmo que se diga crer que Ele é Senhor do tempo e do espaço, ainda assim Ele age mais “fortemente” no ajuntamento de seus fiéis devotos visto que, quanto mais forte se faz a oração (ou reza ou invocação) mais depressa e com mais vigor Ele se representa.
  • Na Graça sabe-se que Ele é Soberano para fazer e desfazer, para dizer Sim ou Não e para simplesmente silenciar quando bem lhe aprouver, inclusive nos templos mais carismáticos que existem por aí. Sua ação estende-se no tempo e espaço não ficando limitada a religiões ou ajuntamentos quaisquer.
  • Na religiosidade há muita vontade de fazê-lo (o seu Deus) ser acreditado, portanto é precisar provar sua existência e sua eficácia. Assim dá-se respostas ao que não tem jeito, criam-se sistemas para o intangível, apresentam-se soluções para caos e, por fim, limites para o infinito. Assim cria-se um deus fruto da razão pronto a ser acreditado.
  • Mas na Graça o que há é a fé de quem não sabe.
  • Na religiosidade há sempre um código de crédito e débito: bênçãos e maldições, paraíso e inferno, bem e mal, mundo e nós, os salvos (ou seja lá o nome que se dê).
  • Na Graça apenas descansa-se no Amor sabendo que o maior ganho é ser dEle e nEle, não havendo uma guerra a ser ganha ou perdida.
  • Na religiosidade há sempre um inimigo poderoso a ser vencido, seja ele abstrato ou concreto. Há sempre uma guerra, uma batalha a ser ganha e um espírito de luta constante. E esses inimigos (ou Inimigo) sempre são fortes e presentes.
  • Na Graça a Vitória é um Bem que não precisa ser alcançado, posto que já É, uma Paz que excede todo entendimento e sabedoria.
  • Na religiosidade há sempre um medo de tudo aquilo que esteja fora de seus portões: poesia, música, shows, livros, festas “pagãs”, danças, profissões, casamentos, namoros, sexualidade e mais, muito mais.
  • Na Graça tudo é e nada é.
  • Na religiosidade há sempre alguns mais iluminados que outros, maiores e menores, quem manda e quem obedece, quem sabe e quem não sabe, quem aprendeu e quem nasceu sabendo, fortes e fracos, sábios e burros, pecadores e curados, fariseus e prostitutas.
  • Na Graça todos estão de-Graça. Assim como no corpo humano, não há validade para quaisquer separação.
  • Na religiosidade o prazer e o lazer são vistos como um mal: futebol é para os menores e sexo não é assunto.
  • Na Graça tudo tem Graça.
  • Na religiosidade os relacionamentos são pautados pela pensamento igual e formatado. Assim, quando o pensamento é diferente, quando a crença tem outros sabores e o olhar outras cores, a porca torce o rabo.
  • Na Graça a amizade transcede a crença e o pensar, pois o Amor não tem fronteiras nem porteiras.
  • Na religiosidade a devoção possui regras, formas, momentos próprios e locais devidos. Aqui é como se o Divino precisasse de um protocolo para poder comunicar-se com Seus devotos.
  • Na Graça, cada esquina é um altar, cada respirar é transformado em oração, cada leitura – ainda que “apócrifa” – faz bem a alma e cada som, mesmo que seja o silêncio do nascer do sol ou o intenso som da mata densa faz-nos enxergar e se entregar a Seu Amor. Porque aqui “também” cumpre-se a máxima de que todas as coisas foram feitas nEle e por Ele.
  • Na religiosidade há um sentimento de necessário em tudo que se faz. É como se o mundo só fosse mundo porque eles existem e acreditam no que acreditam. Sem suas presenças o mundo já teria sido consumido.
  • Na Graça, apesar da importância de cada e todo ser humano não há sintoma de messianismo algum, mas apenas a pacificação de quem sabe-se um caminhante no mundo, posto que este caminhante tem a consciência que o maior bem que possa ter sido feito foi feito nele e não para um outro alguém. Dessa forma não há um sentimento de imprescindibilidade. Nada é imprescindível depois da cruz, mas tudo possui importância e beleza própria. Como a beleza inatingível do arco-íris. Assim como esse texto.

(Autoria de Evanderson Barboza)

Os evangélicos e a mania de orar no monte

ANTES DE COMENTAR, LEIA ISSO ==> Este blog é como um clipping, ou seja, ele reúne textos de vários autorias, inclusive meus, que são devidamente informados no final de cada post (mesmo quando a autoria é desconhecida é notificado). Também é um local público na rede, portanto, os comentários devem respeitar as opiniões contrárias às nossas, por mais que discordemos delas. Comentários que possam denegrir alguma pessoa e/ou instituição não serão aceitos! Grata pela compreensão, Sílvia Maria Rizzuto Rosa.
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O dicionário Aurélio define superstição como um sentimento religioso baseado no temor ou na ignorância, e que induz ao conhecimento de falsos deveres, ao receio de coisas fantásticas e à confiança em coisas ineficazes; crendice; apego exagerado e/ou infundado a qualquer coisa”.
Pois é, infelizmente alguns dos nossos irmãos em Cristo tem vivenciado uma fé absolutamente sincrética. Ao contrário do que deveria ser, inúmeros cristãos mostram-se extremamente superticiosos. Em nosso meio existem aqueles que deixam a Bíblia aberta no Salmo 91 para afastar desgraças; utilizam a expressão “Tá amarrado” para superar satanás; abrem a Bíblia aleatoriamente para receber uma orientação de Deus; utilizam elementos como galho de arruda, sal grosso e copo d’água ungida dentro de casa, além de subirem a montes acreditando que por orarem lá, Deus se manifestará de forma especial.
Tais pessoas movidas por um misticismo esquizofrênico vêem gravetos brilharem, anjos reluzentes, além  de enxergarem no mato manifestações sobrenaturais de Deus.
Caro leitor, não precisamos subir a montes para falar com Deus nem tampouco para sentir sua santa presença. Em Cristo podemos orar e nos relacionarmos com o Pai no quarto, na rua, na igreja, na praia ou em qualquer outro lugar. O monte não é um lugar santo, nem tampouco um local escolhido por Deus para falar ao coração do povo. Afirmar que o Espírito de Deus age de forma especial em montes e montanhas significa desconhecer as verdades bíblicas.
Isto posto afirmo que cristãos supersticiosos estão fadados a uma vida cheia de neuroses e frustrações. Junta-se a isso o fato de que o cristão ao comportar-se deste forma aponta para uma absurda contradição, até porque as raízes históricas e teológicas do protestantismo sempre foram contra toda e qualquer manifestação supersticiosa.
Caro leitor, nossa fé não se fundamenta em superstições ou achismos, mas sim na infalível Palavra de Deus. O evangelho está enraizado em fatos históricos, não em mitos ou impressões estereotipadas do que seja servir a Cristo.
Nesta perspectiva afirmo sem titubeios que não existe lugares especiais onde Deus possa falar com o crente. Do ponto de vista bíblico, em qualquer lugar podemos orar e buscar ao Senhor.
A Ele toda a glória!

(Pr. Renato Vargens)

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Apenas uma única vida para viver

“Porque, se vivemos para o Senhor, vivemos; se morremos para o Senhor, morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos” (Romanos 14.8-9)


Na epístola que escreveu, Tiago faz a seguinte pergunta: “Que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece(4.14). Podemos até nos arrepender amargamente do tempo que desperdiçamos, mas não podemos trazer de volta um instante sequer do passado.

Temos apenas uma única vida para vivermos aqui neste mundo. Quanto dela escorre por entre nossos dedos, quer desejemos isso ou não? Se fizermos uma avaliação séria, provavelmente concluiremos que gastamos muito tempo perseguindo ilusões ou vagando sem rumo. Para experimentarmos o que realmente a vida foi planejada para ser, temos de vivê-la com Deus e para Deus. Essa é a verdadeira vida.

Muitas pessoas hoje se sentem desconfortáveis sem saber o porquê. Não tem esperança ou segurança acerca do futuro. Pensar sobre as transformações de nossa sociedade de hoje já lhes causa terror. O próprio Senhor Jesus falou acerca de um tempo ainda futuro caracterizado por “homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo(Lucas 21.26).

Hoje, contudo, ainda é o tempo da Graça no qual as boas novas de Jesus Cristo continuam sendo pregadas a todos. E é tempo de considerarmos a questão da eternidade, nosso destino após a morte. É imperativo pedir e aceitar o perdão Divino e a vida eterna que Ele ainda nos oferece. A possibilidade de entrar no Céu está diante de nós. Entrar ou não no Reino de deus é uma decisão absolutamente individual. A parte de Deus já foi feita; agora cabe a nós escolhermos!

(Extraído da Agenda Boa Semente 2010)

O QUE A BÍBLIA FALA SOBRE USOS E COSTUMES

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O QUE A BÍBLIA FALA SOBRE USOS E COSTUMES

[Autoria de: Joelson Gomes]

Introdução:

Muitas igrejas têm feitos todo tipo de proibições para com as mulheres nas questões de maquiagem e adornos. Com o argumento de que as irmãs devem ser simples como as pombas (Mt. 10:16), estas denominações proíbem e disciplinam qualquer vestígio de enfeites feitos pelas mulheres.

É comum escutarmos alguns irmãos falarem “minha igreja tem doutrina, lá mulher não usa maquiagem, brincos, pulseiras, etc.”. E falam isso com orgulho de pertencer a uma igreja que tem “doutrina”. O que há nessas afirmações é uma confusão entre as palavras “doutrina” e “costume”.

As vezes pessoas são disciplinadas em certas igrejas por usar ou praticar coisas que aquela igreja julga que é proibido nas Escrituras, quando na verdade é apenas um costume local.

Mas, você pode perguntar: existem passagens que mostram como os homens e mulheres da Bíblia se vestiam e o que usavam? Será que é correto hoje usar tudo o que eles usavam? A Bíblia aponta um padrão para a vestimenta e adornos cristãos? Podem os irmãos e as irmãs se adornarem ou é isso pecado? E aqueles versículos que estas pessoas citam para proibir o uso de enfeites o que querem dizer? Neste capitulo vamos estudar sobre este assunto com detalhes.

I- COSTUME E DOUTRINA.

1.a- Já foi dito aqui que muita gente faz confusão entre “costume” e “doutrina”, a primeira coisa que devemos fazer é definir estes termos, pois existe diferença.

· Costumes estão ligados a usos, a uma prática habitual particular, se baseiam na cultura e na moda vigente naquele tempo e lugar.

· Doutrina. No Novo Testamento, a palavra mais usada para doutrina é didachê e significa: ensino, instrução, tratado. Para uma idéia ser doutrina cristã, é preciso que ela esteja exposta por todo o texto sagrado, e seja válida para todos os cristãos, ou seja, não é apenas algo local ou circunstancial, mas universal.

Observe a diferenças entre doutrina e costume.

  • Quanto à origem: A doutrina é divina. O costume em si é humano.
  • Quanto ao alcance: A doutrina é geral. O costume em si é local.
  • Quanto ao tempo: A doutrina é imutável. O costume em si é temporário

1.b- A doutrina bíblica gera bons costumes, mas bons costumes não geram doutrina bíblica. Igrejas há que têm um somatório imenso de bons costumes, mas quase nada de doutrina. Isso é muito perigoso! Seus membros naufragam com facilidade por não terem a base espiritual da Palavra de Deus, se confiam nas próprias obras e acham que estão mais perto de Deus por não fazer ou não usar isso ou aquilo.

II- O QUE É VAIDADE.

2.a- Temos que definir também esta palavra e observar como ela aparece nas Escrituras Sagradas. É importante a gente se dar conta de que o termo ‘vaidade’, em português, não significa uma preocupação com a estética, como as pessoas pensam e usam a palavra dizendo: “ah, ela é cheia de vaidades!” O termo ‘vaidade’ em português provém do latim vanitas, o sentido básico desta palavra é: ‘em vão’.

1- Vaidade no Antigo Testamento.

a) No AT temos algumas palavras sendo usadas para vaidade. A expressão hebel (vaidade) usada no livro do Eclesiastes 1:2; 2: 11, indica: brevidade e ausência de substância, vazio (Jó 7: 16); coisa vã, que não produz efeito (Jó 9:29); engano (Jr. 16: 19; Zc. 10:2). [1] A The International Standard Bible Encyclopedia nos ajuda aqui com esta palavra e diz que as palavras “vão“, “vaidade“, “vaidades” são freqüentes na Bíblia. A idéia destas palavras é quase que exclusivamente de algo “vazio” e também “falsidade”.

1- A palavra mais traduzida por “vaidades“, ou “vaidade” no AT é hebel, que significa um “sopro de ar, ou da boca“, muitas vezes é aplicada à idolatria (Dt. 32: 21; 1 Rs. 16:13; Sl 31:6; Jr. 8: 19); aos dias do homem e ao próprio homem (Jó 7:16; Sl. 39: 5,11), e também aos pensamentos do homem (Sl. 94: 11); e a riqueza e tesouros (Pv. 13:11). No livro do Eclesiastes, onde a palavra ocorre muitas vezes, é aplicada a tudo: “Vaidade das vaidades, tudo é vaidade” (Ec. 1:2; 12:8).

2- Awen, que significa também “sopro“, é também traduzida por “vaidade“, mas em conexão com “iniqüidade” (Is. 58:9);

3- Shaw é outra palavra freqüente, é traduzida por vaidade e tem também a idéia de “falsidade, maldade” (Êx.20:7, Dt. 5:11; Sl. 31:6).[2]

2- Vaidade no Novo Testamento.

a) A palavra “vaidade” não ocorre freqüentemente no NT, mas em At. 14:15 temos a palavra grega mataios,[3]vazio“, traduzida como “vaidades” (de ídolos); encontra-se também mataiotês, como “transitoriedade” (Rm. 8:20): “A criação ficou sujeita à vaidade (fragilidade, transitoriedade). É traduzida também como “vazio”, “loucura” (Ef. 4:17; 2 Pd. 2:18).[4] Observe que nenhuma vez estas palavras estão sendo aplicadas a questões de se maquiar ou usar certos adereços como brincos, pulseiras, etc.

III- O QUE OS HOMENS E AS MULHERES DA BIBLIA USAVAM?

Os homens e as mulheres da Bíblia se enfeitavam e não era pouco. Eles usavam muitos adornos em várias partes do corpo. A seguir listamos alguns:

3.a- Os homens usavam:

· Anéis e colares (Gn. 41: 42; Ex. 35: 22; Et. 8: 2; Dn. 5: 29; Lc. 15: 22);

· Brincos (Ex. 32:2-3);

· Braceletes (Ex. 35: 22; 2Sm. 1:10);

3.b-As mulheres usavam:

  • Pendente, pulseira (Gn. 24: 22, 47);
  • Braceletes, colares (Ez. 16: 11);
  • Brincos, coroa na cabeça (Ez. 16:12);
  • Anéis no tornozelo (Is. 3 18);
  • Cadeias para os passos (Is. 3: 20).

3.c- Observe com atenção que as mulheres e os homens da Bíblia usavam muitos enfeites, não havia a concepção de pecado para tal prática. Todos podiam usar os seus adornos, se vestir bem e se enfeitar para o dia a dia. Nas Escrituras isto nunca foi proibido. A relação de Deus e do povo de Deus com as jóias na Bíblia é muito interessante, preste atenção nessas passagens a seguir:

· Êx. 3: 21-22- Deus diz que quando os israelitas saíssem da escravidão no Egito pedissem aos egípcios jóias e roupas para seus filhos usarem. Isso não aconteceria se os israelitas não usassem jóias e se Deus fosse contra as mesmas.

· Êx. 35 4-5, 20-22, 30- 36:3- Veja que os objetos do Santuário que Deus mandou Moisés construir para ser sua casa de adoração, foram feitos cm as jóias do povo. Se jóias fossem algo pecaminoso Deus as usaria na Sua casa?

· Nm. 31: 50- aqui encontramos as jóias do povo sendo usadas como oferta expiatória para Deus. Deus aceitaria como oferta algo pecaminoso?

· Jó 42: 11- Como presente dos seus amigos após sua restauração Jó o homem justo e temente a Deus (Jó 1:1), recebe um monte de anéis. Para que isso se ele não usasse?

· Pv. 1:8-9- O escritor de provérbios compara o ensino dos PIS que é uma coisa muito boa, com diademas e colares, ou seja, compara com adornos, enfeites. Isto mostra que para ele os enfeites eram coisas importantes e boas. E não podemos esquecer que ele escrevia inspirado pelo Espírito Santo.

· Pv. 25:12- Uma pessoa sábia é comparada com jóias e brincos de ouro.

· Is. 61:10- Jerusalém é representada como se fosse uma mulher,que está recebendo as bênçãos de Deus (3), e estas bênçãos são comparadas com enfeites, com as jóias de uma noiva.

· Ez. 16: 1-14- Este texto é maravilhoso e esclarecedor. Deus compara Jerusalém com uma mulher, e como se Ele fosse um esposo que está feliz com sua mulher, lhe dá todo tipo de jóias, e ainda diz que ela enfeitada está com a gloria dele refletida (14).

· Ap. 21: 1-2- a Nova Jerusalém, que é um símbolo da Igreja glorificada, é comparada a uma noiva quando se enfeitava para o casamento.

3.d- Será que se as jóias fossem algo que Deus abomina e que os cristãos não deveriam usar o Senhor faria as comparações que acabamos de ler em sua Palavra, e daria e receberia as mesmas de seu povo? É óbvio que não. Todas estas passagens mostram que nas Escrituras nada existe de proibições com respeito as jóias, e que o povo da Bíblia as usava normalmente.

IV- E AQUELE TEXTO?

Existem alguns textos que são muito usados por algumas pessoas para condenar o uso de jóias pelos cristãos, a pergunta é: o que estes textos querem dizer? Vamos analisá-los.

4.a- Is. 3: 16-26 – As vezes alguns mais desavisados também usam estes versículos para manter suas proibições. É um uso mal feito, pois aqui se estivesse proibindo as jóias para as mulheres, estaria proibindo também:

· Véus (19);

· Cintos (20);

· Anéis (21);

· Roupas caras, capas, bolsas (22);

· Espelhos, roupas de linho, xales (23);

· Perfumes, penteados, roupas caras (24).

Mas, logo se vê que as pessoas que usam esta passagem para proibir as jóias, não proíbem as outras coisas. Usam de dois pesos e duas medidas. O que este texto que dizer então?

4.b- É o seguinte: o profeta Isaías está dando uma sentença contra as mulheres de Jerusalém (16), dizendo que Deus iria tirar tudo o que cita delas, não porque aquilo fosse pecado, mas porque elas estavam cometendo outro pecado, o pecado da arrogância, do orgulho (16). A retirada de todos estes objetos delas seria uma forma de castigo, tudo seria parte do julgamento de Deus sobre Jerusalém da qual fala todo este capítulo 3. Temos aqui um fato circunstancial, referente a situação das mulheres de Jerusalém, um fato descritivo (descreve um acontecimento), e não prescritivo (não prescreve, nem ordena uma doutrina). Contrate esta passagem com Ez. 16: 1-14, onde Deus feliz com Jerusalém lhe dá jóias de todos os tipos e roupas finas como bênção. Tirar os ornamentos para o povo de Israel era sinal de tristeza (Ex. 33:1-6); receber ornamentos era sinal de bênçãos (Is. 61: 10; Ap. 21:1-2).

4.c- 1Tm. 2: 9-10; 1Pd. 3:1-4 – Estas duas passagens também têm sido usadas por alguns para proibir os adornos femininos, mas não é isso o que está escrito nelas.

1- No primeiro texto (1Tm. 2: 9-10) o apóstolo Paulo não está proibindo o uso de jóias, nem os penteados para as mulheres, ele está fazendo um contraste entre dois tipos de beleza, a interior e a exterior. Ele diz que a verdadeira beleza não deve está por fora, nas jóias e ornamentos que as mulheres usavam, mas por dentro, na espiritualidade, na santidade. A mulher não deveria pensar em se enfeitar e se esquecer da parte espiritual, deve fazer uma, mas faça principalmente a outra. Ele reflete sobre as prioridades do cristão, como em 1Tm. 4:8: “Porque o exercício corporal para pouco aproveita, mas a piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir”. É claro que Paulo não desaconselha o exercício físico, mas mostra que a pessoa deve se exercitar na santidade antes de tudo. Toda leitura de um texto assim deve ser feita com cuidado, levando em seu contexto, se não for assim iríamos achar que o apóstolo estaria proibindo o casamento em 1Co. 7:27: “Estás ligado à mulher? Não busques separar-te. Estás livre de mulher? Não busques mulher”, mas, não é isso que ele faz.

2- Na segunda passagem (1Pd. 3: 1-4), se Pedro estivesse lançando uma proibição contra o uso de jóias pelas mulheres, porque ele usa como exemplo de santidade as mulheres do AT (5-6)? Pois como já vimos, elas usavam muitas jóias. Ora, se Pedro tivesse aqui sendo contra o uso de jóias pelas mulheres, não usaria como exemplo quem as usava. Como entender o texto então? O que temos aqui são expressões idiomáticas como as seguintes:

· “Assim não fostes vós que me enviastes para cá, senão Deus, que me tem posto por pai de Faraó, e por senhor de toda a sua casa, e como regente em toda a terra do Egito.” (Gn. 45:8). Veja no verso 4 que foram os irmãos de José mesmo que o venderam.

· “Pois não desejas sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocausto. Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus“. (Sl. 51:16-17). Mas veja o verso 19, e também Ex. 29; Lv.22: 17- 33, onde o próprio Deus é quem estabelece os sacrifícios.

· “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou” (Jo. 6:27). Estaria Jesus proibindo o trabalho? É claro que não.

Quando os autores bíblicos escrevem assim, eles estão querendo colocar ênfase em certos detalhes que não podem ser esquecidos em certas práticas, mas não estão negando nada. Por exemplo:

· Em Gn. 45:8, José não estava dizendo que os seus irmãos eram inocentes se sua ida ao Egito como escravo, mas sim afirmando que ANTES dos irmãos dele fazerem o plano, Deus já havia feito.

· Em Sl. 51: 16-17, Davi não está dizendo que Deus não aceitava sacrifícios, pois o AT está cheio de ordenanças a este respeito (Lv. 1-7), mas está dizendo que ANTES de sacrifícios Deus queria o coração contrito.

· Em Jo. 6: 27, João não está dizendo que pessoas não deve trabalhar pela comida material, ANTES que se preocupe com a comida espiritual em primeiro lugar.

Portanto, nas duas passagens analisadas não há proibição do uso de ornamentos pelas mulheres, mas que ANTES elas saibam que a sua beleza deve está no interior, na vida espiritual dedicada, e não apenas no exterior, no que elas usam.

V- QUAL O CRITÉRIO DO CRISTÃO AO SE VESTIR E SE ADORNAR?

Depois de tudo o que foi dito fica a pergunta então devemos fazer tudo o que os homens e mulheres da Bíblia faziam; usar tudo o que usavam? Para responder a mesma temos que prestar atenção ao seguinte:

5.a- A Bíblia foi escrita em um determinado contexto e cultura onde havia muitos costumes diferentes dos nossos, assim nem tudo o que está na Bíblia é para fazer. Observe:

1- Gn. 16- Sara a esposa de Abraão, por ser estéril, dá empregada para que seu marido se deite com ela e gere um filho;

2- Ex. 21: 7- O pai podia vender a filha;

3- Ex. 21: 16,17 Lv. 20:9- Amaldiçoar ou ferir os pais era passível de pena de morte;

4- Lv. 23- Era obrigado celebrar as festas da Páscoa, Primícias, e o Dia da Expiação;

5- Dt. 21: 15-17- Homens podiam ter mais de uma esposa;

6- Dt. 21: 18- 23- Filhos desobedientes deveriam ser mortos;

7- Dt. 22:13-21- Mulher que casasse e ficasse provado que não era mais virgem deveria ser apedrejada até a morte;

8- Dt. 25:5-10- Se um homem casado morria sem ter deixado filhos, o seu irmão casava com sua esposa, era a lei do Levirato;

9- Dt. 26: 12-15- Quem dava o dízimo deveria fazer uma oração prescrita para todos.

Estes eram costumes do povo e da Lei de Israel, mas não são nossos. Ali eram aceitáveis, mas não são aceitáveis hoje, pois como já vimos costumes mudam de povo para povo e de época para época. Assim, devemos ao ler a Bíblia saber diferenciar o que é um costume local, que dentro daquela sociedade era permitido e aceitável, e o que não é aceitável em nossa sociedade.

5.b- Observe este fato interessante:

· 1Co. 11:4-16 – Em Corinto, era proibido as mulheres cortarem o cabelo, e os homens de terem os cabelos crescidos. Mas, em Israel era normal os homens terem longos cabelos (Jz. 13: 1-5; 2Sm.14:26);

· 1Co.11: 5- Aqui em Corinto as mulheres podiam profetizar e orar nos cultos, e profetizar também era ensinar (1Co. 14:31), mas em Éfeso onde Timóteo estava elas não podiam fazer nada disso (1Tm. 2:11-12). Acontecia assim porque estas duas cidades tinham costumes diferentes.

5.c- Todo cristão deve saber que deve respeitar a cultura na qual está inserido, se ela não fere a doutrina bíblica (1Co.10:32). Assim, no caso de usos e costumes devemos saber se tal costume no país em que vivemos é aceito ou não. Como a sociedade olha quem pratica tal coisa? Olha como cristão? Sendo práticos: homens de brincos no Brasil são vistos como cristãos pela sociedade? Mulheres com brincos pendurados no nariz são vistas como cristãs? Agora todos nós sabemos que a sociedade não vê nada de errado em uma mulher cristã se adornar com seu brinco na orelha, ou seu colar ao pescoço. A mesma coisa não existe discriminação em um homem usar um colar discreto.

5.d- Existem algumas coisas que devem ser observadas pelo cristão quando for se vestir e se adornar com seus enfeites. Não se deve usar tudo que a moda oferece, quando se for usar algo se deve fazer algumas perguntas:

· Isto que estou usando serve para a glória de Deus (1Co. 10:31)?

· Isto que estou usando me faz ser causa de escândalo para crentes ou descrentes (Rm. 14: 13-16,21; 1 Co.10:32)? Muitas coisas podem não ser pecado, mas para evitar o escândalo não devemos fazer (1Co. 10: 23-31);

· Isto que estou usando mostra que sou santo (1Pd. 1: 14-15)?

· Isto que estou usando Jesus usaria (1Jo. 2:6)?

· Isto que estou usando mostra que meu corpo é templo do Espírito Santo (1Co. 6:18-20)?

O cristão deve adotar a modéstia em todo o seu procedimento, se não adota o comedimento saiba que peca. O bom senso deve ser praticado pelos crentes no que usam como trajes ou adornos, sob pena de fazer do templo de Deus que é o seu corpo, um templo profano. Ao usar uma roupa ou adorno pense sempre no outro, e se aquilo está escandalizando o nome de cristão ou não. Que tipo de templo você é?

CONCLUSÃO:

a) As Escrituras estão fartas de textos que provam que os adornos eram usados pelo povo de Deus, não eram proibidos. Alguns tentam usar a Bíblia erradamente para tentar proibí-los, alegando que tudo isso é vaidade. É bom notar que na bíblia a palavra vaidade nunca esteve ligada ao uso de adornos pelas pessoas.

b) Os cristãos estão livres para se adornarem, mas observando o principio da modéstia. Devem saber que são diferentes, que devem ser santos. Se o que usam os transforma em motivo de escândalo ou de descrédito para com sua vida espiritual, estão em erro. Glorificar a Deus com seu corpo este é o critério básico para o comportamento cristão. Faça isso.

APÊNDICE:

a. Dt. 22: 5 – Igrejas têm usado esta passagem para condenar o uso de calças compridas por mulheres. A explicação que dão é que calças são roupas de homem, e, portanto, são proibidas aqui para as mulheres. O que estas pessoas não dizem é que na época em que este texto foi escrito as roupas eram semelhantes para homens e mulheres. Os judeus todos usavam vestidos e túnicas, homens e mulheres, a distinção dos sexos não estava no tipo de roupa, pois todos usavam vestidos, mas nos tamanhos e cores.

b. A palavra hebraica no texto que é traduzida por roupa é o hebraico “simlâh”, a mesma palavra que é traduzida por “capa’ em Gn. 9: 23. Esta palavra significa: capa, manto, envoltório, vestuário, de homem ou de mulher; especialmente uma grande roupa exterior. [1] Assim , o texto não se refere a calças, mas a estilos de capas, vestimentas que se distinguiam por tamanho, cores, detalhes, e não por tipo. Portanto, não se proíbe aqui o uso de calças por mulheres, pois se ela usa uma calça de modelo feminino não há problema, assim como na Bíblia os homens usavam vestido, mas de modelo masculino. O texto proíbe o travestismo, homem como mulher e mulher como homem.

c. Mt. 10: 16 – Este texto não fala nada sobre usos e costumes. Fala dos problemas que os apóstolos enviados por Jesus iam passar e Jesus está mostrando como eles deveriam enfrentar estes problemas. É só ler todo o capitulo 10 de Mateus. Portanto quem usa este texto para tentar falar de usos e costumes na igreja está falsificando as Escrituras.


[1] Veja: TREGELLES, Samuel Prideaux. Geseniu’s Hebrew and Chaldee Lexicon (Grand Rapids: Eerdmans, 1954), p. 791.

[1] EATON, Michael A. e CARR, G. Lloyd. Eclesiates e Cantares (São Paulo: Vida Nova, 1989), pp. 62-63.

[2] Disponível em: http://www.searchgodsword.org/enc/isb/view.cgi?number=T9052 Acesso 18/09/2009

[3] Esta palavra enfatiza algo vão, vazio. Falta de objetivos, o caminho que não leva para lugar nenhum. ROGERS, Cleon e RIENECKER, Fritz. Chave Lingüística do Novo Testamento Grego (São Paulo: Vida Nova, 2006), p. 218.

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Arrependimento no sentido bíblico

“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se” (2 Pedro 3.9)

O versículo de hoje nos diz que o arrependimento é necessário para que alguém seja salvo, isto é, não seja sentenciado à condenação eterna. Sabemos que nem todas as pessoas tem ideia do que realmente significa arrependimento. Muitos sinceramente acreditam que isso significa se livrar da culpa do pecado que tem diante de Deus. Para tanto, acham que precisam se esforçar e fazer coisas que, segundo a opinião deles mesmos, Deus se agradaria e assim lhes concederia o perdão e bênçãos.

É possível impedir o julgamento de Deus dessa maneira? A Bíblia, a Palavra de Deus, nos ensina que o homem em sua natureza pecaminosa é incorrigível e não pode mudar o seu estado através de seus próprios esforços. Foi por isso que o Senhor Jesus disse: “Necessário vos é nascer de novo” (João 3.7).

Deus busca trazer todos ao ponto de admitirem diante dEle e para si mesmos que são pecadores irremediavelmente perdidos. Quem passa por esse processo, julgando e confessando todos os seus erros, se “arrepende” no sentido bíblico do termo.

O arrependimento, por si só, não muda o estado corrupto do coração humano e nem invalida o julgamento divino sobre nós. É preciso ir além e aceitar o caminho que Deus mostrou para que fôssemos salvos: a obra de Seu Filho, Jesus Cristo, na cruz. Quem crê nessa obra redentora e se rende ao Salvador, se torna filho de Deus, salvo e nascido de novo.

(Fonte: Agenda Boa Semente 2010)

Comentários da Silvinha:

Num dos seminários de Adoração e Vida no Espírito que participei, aprendi com o pastor Geraldo do Ministério Ouvir e Crer de Goiânia/GO, que arrependimento é diferente de remorso. na Bíblia vemos que Judas sentiu remorso, enquanto Pedro se arrependeu. Se sinto saudade do passado ou vontade de voltar a fazer o que fazia antes de minha conversão, é porque senti remorso dos meus pecados e não me arrependi verdadeiramente. Se isso acontece conosco agora, ainda há tempo de nos arrependermos como o sentido da Palavra nos mostra e genuinamente nascermos de novo!

TESTEMUNHO PESSOAL DO PODER DE DEUS!

Prezados visitantes, entrei em tratamento psiquiátrico para combater o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) há 9 meses e quando tinha apenas 2 meses e meio tomando medicação, o dr. achou surpreendente minhas melhoras tão rápidas, sendo que os remédios começam a fazer efeito a partir de 20 dias só. Quando iniciei esse tratamento já orei ao Senhor declarando que aqueles medicamentos seriam a forma como Ele me curaria, e que os mesmos teriam um efeito bem mais rápido do que normalmente tem.

Bom… Deus me deu ontem mais uma prova de que foi Ele realmente quem me curou do TOC (o tratamento estava previsto pelo médico para durar pelo menos 2 anos!). Já tive em meu dia-a-dia várias provas de minha cura, mas ontem consegui um feito que sempre quis, mas a fobia (que veio derivada do TOC) não me permitia: senti vontade de dirigir, consegui e cheguei até em casa sã e salva :-) Passei por cima de ponte, encarei uma subida (as fobias que o TOC produziu na minha vida fizeram com que eu tivesse verdadeiro pavor disso!) e em nenhum momento sequer eu tremi, duvidei da minha capacidade ou senti receio de que não conseguiria! Pelo contrário, faz anos que não dirijo, mas o Senhor foi me recordando de como é, o carro nem morreu, eheheh e eu me senti muito, muito feliz pelo meu Amado estar cuidando de mim com tanto apreço assim!

Sei que esse foi só o primeiro passo, mas também sei que Deus tem muito mais pra mim e só o melhor :-) Pra algumas pessoas pode parecer bobagem, mas só quem tem/teve TOC sabe do que tô falando.

E há 22 anos essa doença maldita vinha cada vez mais tornando minha vida (e consequentemente da minha família também) um inferno! Mas fui curada pelo Senhor Jesus e posso dizer que você, que precisa de uma cura, seja física, emocional ou espiritual> entregue sua vida à Ele que Ele cuidará de você também! Afinal, foi pra isso que Cristo morreu: pra que tenhamos vida abundante!

TODA HONRA E TODA GLÓRIA SEJAM DADAS À DEUS, QUE É O ÚNICO DIGNO DE ADORAÇÃO E LOUVOR!!!

[ ]´s nEle, que é O ÚNICO CAMINHO, A ÚNICA VERDADE E A VERDADEIRA VIDA!

Sílvia Maria Rizzuto Rosa

Testemunho de conversão do tataraneto do dr. Bezerra

TESTEMUNHO DE CONVERSÃO DE: Antonio Roosevelt Bezerra de Menezes Filho

Antonio representa a quarta geração do Dr. Bezerra de Menezes, o primeiro presidente da Federação Espírita Brasileira, além de vereador, deputado e prefeito do Rio de Janeiro. Depois de haver alcançado o topo de suas buscas esotéricas, ter tido contato com mortos, ter psicografado, adivinhado, visto e previsto o que era verdade a muitos, caiu em violentos fracassos econômicos e familiares, o que o fez entrar em desespero…

Meu tataravô era uma pessoa muito caridosa e respeitada; costuma dizer que aquele que não ajudasse um enfermo, ainda que pela madrugada, não subisse o morro e fosse socorrê-lo, não era um médico, mas um maldito. Um dos seus princípios básicos era o amor ao próximo. Nasci nesta família – família que seguia o kardecismo; e vivia o evangelho segundo Alan Kardec. Estávamos sempre nos centros espíritas, fazendo trabalhos. Lembro que tinha uma tia na umbanda, e por isso nos envolvíamos algumas vezes com a umbanda, outras com o kardecismo. Fomos nos aprofundando. Na casa dela sempre ocorriam manifestações sobrenaturais, ela recebendo espíritos que nos traziam mensagens de “Deus”. Outra tia, após o jantar, tirava a mesa, colocava a toalha branca e iniciava o trabalho de kardecismo, com orações e preces mediúnicas.

Na minha adolescência comecei a ter amizade com rapazes cujos pais eram donos de centros espíritas. E com isso fui seguindo cada vez mais a trajetória de toda a família. Passei a conhecer também outras religiões e outras seitas, pois quem se envolve com o ocultismo não fica restrito a uma única religião. Começa a ocorrer verdadeira saladas de coisas. Fui então para o Budismo e as religiões do Oriente; comecei a praticar Yoga e quatro artes marciais. Passei a me envolver com toda a ideologia da Nova Era; a buscar o poder e as realizações da mente. Andei atrás de coisas sobrenaturais – o poder latente da alma, o entrar em lugares sem ser visto, pensar em pessoas e elas surgirem. E comecei a me sentir cheio de poder…

Jesus sempre foi para mim um grande ser iluminado e um alvo para a minha vida. Imaginava que se continuasse a crescer espiritualmente seria um dia como Jesus, Gandhi, Buda, ou outro ser superior. E minha família continuava a conviver com o espiritismo, trabalhos, seções e operações mediúnicas. Um dia, quando trabalhava na construção de um edifício, dois reverendos vieram falar comigo de Jesus, um Jesus muito diferente daquele que eu conhecia nas reuniões kardecitas. Mas eu confesso que odiava os cristãos! Sempre que os via com a Bíblia na mão, ou debaixo do braço, ficava enraivecido. E quando via Bíblias com zíper, mais enfurecido ainda ficava! O pior é que um dia meu irmão chegou em casa com uma Bíblia daquelas distribuídas nos colégios. Ao vê-lo, fui logo dizendo: “taca fogo nessa Bíblia! Isso aí não é nosso! Nós somos espíritas, temos o evangelho segundo Allan Kardec; esse, sim, é o evangelho que vamos seguir!” Um pormenor interessante é que no evangelho segundo Allan Kardec, bem no começo, existe um texto que diz que no início o evangelho segundo Kardec chamava-se a “Imitação do Evangelho”. Então eu pergunto; quando queremos alguma coisa buscamos o original ou a imitação? Comecei a refletir, a ficar meio cismado…

Aqueles homens me diziam: “Bezerra, você está com muitos problemas… Você precisa de Deus em sua vida… Pessoas que não conhecem a Deus têm um único destino: a morte eterna…”. Eu então os interrompia, dizendo: “Há! Eu não acredito nisso! Primeiro, não acredito em diabo; segundo, não acredito em inferno. O homem morre, reencarna e tem uma outra vida”. Mas eles continuaram: Não. Você conhece apenas uma doutrina religiosa, mas não conhece Deus. E as pessoas que não conhecem a Deus só tem um destino: o inferno! E digo mais: se você tem problemas e não conhece a Deus, se a caso morrer hoje, seu fim será o inferno…” Saí muito abalado daquele encontro. Abalado porque embora acreditasse em outras vidas e na teoria reencarnacionista, me veio uma dúvida: “E se o que eles dizem for verdade?…” Fiquei muito preocupado. Lembro que não gostava da Bíblia, nem a lia nunca. No entanto, li um monte de livros, como o evangelho de Buda e na Rosa Cruz estudei profundas técnicas de estudo da mente. Mas de repente comecei a me interessar pela Bíblia, porque o que ouvira me despertou a curiosidade.

Costumava psicografar, ter revelações e contato com os mortos – assim como minhas tias e outros familiares. Eu era empresário, dono de uma construtora, e minha vida começou a ficar muito ruim, os negócios entrando em crise. Passei a me afundar cada vez mais no espiritismo, e a cair em desespero. O que aconteceu na verdade foi que comecei a seguir a tradição espírita verdadeira. Pesquisando a vida de Allan Kardec, descobri que na França – país onde ele fundou a religião – o espiritismo não subsistiu. Ele se perdeu totalmente, e hoje não tem influência na sociedade. Das ciências ocultas, só a magia negra tem hoje força na França. O próprio Allan Kardec, que em 1824 fundou uma escola idêntica a de seu amigo Pestallozzi, faliu. O Dr. Bezerra de Menezes, que foi prefeito do Rio de Janeiro e pessoa de renome, perdeu tudo o que tinha no final da sua vida. E até os meus avós perderam seus bens, ao se envolverem com o espiritismo. E não foi diferente comigo; minhas finanças começaram a seguir as tradições espíritas verdadeiras…Eu tinha uma empresa, e num determinado momento comecei a sofrer tremendas perdas. Cheguei a perdei quase 1 milhão de dólares em maus negócios!
A situação se tornou tão terrível, que minha vida ficou completamente acabada; virei um derrotado. Comecei a pensar realmente em suicídio; uma voz me sussurava: “Você já era! É hora de tentar o suicídio!” Eu era sócio do melhor clube da cidade: a Sociedade Hípica. Tinha quatro veículos, uma motocicleta, motorista particular, enfim, desfrutava uma vida estável, muito boa.

Aliás, eu anunciava a quantos podia que encontrara o caminho, a paz, a felicidade! Só que eu era espírita e, não satisfeito, incontrolável, fui me envolvendo com ocultismo japonês, Se-cho-noiê, Yoga, artes marciais, Igreja Messiânica, Nova Era, religiões orientais, seitas egípcias, cabala, etc. Então perdi a empresa, os carros e até a minha casa. Cheguei ao fundo do poço. Minha vida ia de mal a pior. Mas aquela conversa com os reverendos não me saia da mente. Lembro que não consegui esquecer algo que me disseram: “Quando você conhecer a verdade, ela vai libertá-lo!”.

Começou então uma grande briga no meu interior. Havia duas vozes. Uma dizia que eu devia acabar com a minha vida. Eu era campeão de tiro no exército; era simples. Bastava pegar o revólver e dar um tiro no ouvido. A outra dizia que Deus me queria vivo, e Ele tinha muitos planos para a minha vida. A luta no meu íntimo foi muito intensa. Foram 33 anos de resistência à voz de Deus.

Minha vida financeira estava um verdadeiro desastre; além disso minha mulher vivia no hospital, com o sistema nervoso abalado. E eu andava aborrecido, porque o espiritismo não conseguia resolver meu problema. A opressão dentro de mim aumentava cada vez mais. Até que um dia resolvi me candidatar a vereador de minha cidade. E ao entrar em campanha política procurei a Federação Espírita. Lá, a presidente me disse: “Você é nosso candidato ideal; precisamos de um vereador espírita na Câmara de Vereadores. Vamos apóia-lo”. Deu-me então uma lista de todos os centros espíritas da cidade. Havia centro espírita mesa branca kardecismo, umbanda, candomblé. Parti em busca de votos, e para isso me afastei da família durante seis meses. Abandonei minhas filhas e minha mulher. A situação ficou tão terrível que esta, num momento de grande agonia, me disse: “Eu não posso mais viver com você! Pegue as suas malas e vá cuidar da sua vida! Você não quer abandonar a campanha política, e eu preciso de você como chefe de família…Vá embora!”.

Com a família destruída, continuei a campanha. Um certo dia, quando cheguei num centro espírita, vi uma médium totalmente incorporada. Ora, eu não acreditava nem em Deus nem no diabo. No entanto a expressão daquela mulher me assustou muito! Ela tinha uma imagem distorcida…Seu rosto tinha uma expressão demoníaca. O susto foi tão grande que sai correndo daquele lugar. Foi terrível! De novo comecei a ouvir voz: “Quando você conhecer a verdade, ela vai liberta-lo!” Eu não gostava de cristão, nem de Bíblia, nem de nada. No entanto, agora começava a temer pelo futuro. Sofria muito; estava muito triste, louco para voltar para minha casa. Um dia um casal de amigos ex-espíritas – eles haviam feito um pacto no Vale do Amanhecer, em Brasília, e eram profundamente envolvidos com o espiritismo – me procuraram e me disseram: “Bezerra, aparece lá em casa; queremos conversar com você”. Como precisava de voto, fui até aquela casa pedir apoio para minha campanha política. Mostraria nossos planos para a cidade, as obras que precisava ser feitas e a legislação que necessitava de mudança. Lá pelo meio da conversa os dois me disseram: “Você precisa de Jesus… Você precisa conhecer a Deus!” Ao ouvir isso, caí com a cara no chão! Completamente desacordado. Comecei a lembrar o que Deus fizera em minha vida, sem que nunca me houvesse dado conta.
Uma vez fui assaltado por três homens; eles colocaram o revólver em minha cabeça e na barriga, levaram meu carro, e Deus me livrou. Noutra ocasião sofri um acidente terrível em São Paulo: meu carro pegou fogo e não morri. Também estive 22 dias internado, e 9 dias em coma no hospital, e sobrevivi. Sofri um terrível acidente na Via Dutra, quando um caminhão carregado de areia passou por cima do meu carro, eu e toda família dentro: ninguém morreu…Ali, com o rosto no chão, lembrando tudo aquilo, ouvi a voz de Deus me dizendo: “Você não quer, agora, deixar que eu cuide da sua vida de verdade? Não quer me entregar, agora, o seu coração?” Lembrando tudo, como se estivesse vendo um filme, e chorando por dentro, disse: “Sim, Deus, eu quero entregar a minha vida!” Quando disse isso, ouvi: “Bezerra, eu te recebo…” Ao abrir os olhos, chorando, vi diante de mim aquele casal de amigos.

Eles olharam para mim e disseram: “Bezerra, você quer entregar sua vida a Jesus?” E eu respondi: “Sim, eu quero!” Fiz minha primeira oração e entreguei a minha vida a Deus. Mas eu ainda tinha um problema muito sério; estava separado da minha mulher. Queria voltar para a família. Minha vida tinha sido muito complicada; eu era um péssimo chefe de família. Minha mulher e eu nos agredíamos verbalmente com palavrões, e a separação foi praticamente inevitável. Resolvi então retornar a casa e voltar a viver com ela. Foi terrível! Discutíamos muito. Até que eu desejei, do fundo do meu coração, juntamente com aquele casal, levá-la à Igreja. No dia marcado para isso, cheguei a minha casa e fui direto para o banheiro. Trancado, e chorando, fiz esta oração: “Senhor Jesus, salva a minha casa. Muda a minha vida! Transforma a minha família”.

No carro, durante o percurso, minha mulher foi o tempo todo discutindo comigo. Ela queria que eu reagisse; que brigasse com ela, e acabasse voltando do meio no caminho. No entanto, dentro de mim eu repreendia o mal e clamava pela ajuda de Deus. Quando chegamos à porta daquela Igreja, algo maravilhoso aconteceu. Deus encheu o meu coração e a minha alma transbordou de alegria.

A reunião foi maravilhosa. No final, o reverendo disse a ela: “Deus deseja que você e seu marido voltem a se amar”. Mas ela não aceitou. Contudo o reverendo tinha tanta convicção do que estava dizendo que respondeu: “Posso ir à sua casa e orar por sua família?” Ela respondeu: Pode, às 18 h”. (Respondeu afirmativamente porque sabia que na sexta-feira, às 14 h, assinaríamos a separação.)

Desesperado, e ao mesmo tempo confiante no que Deus poderia fazer na minha vida, liguei para o advogado e disse: “Olha, eu não quero mais assinar a separação”; “Mas é impossível! Está tudo preparado!”; “Por favor, não apareça aqui amanhã! Por favor não venha…”

E ele não foi. Na sexta-feira, desesperada, ela ligou muitas vezes para o advogado, mas inutilmente. Até que às 18 h chegou o reverendo. Confiante, ele pediu licença para orar. Enquanto clamava a Deus por nossa vida, disse que havia em nosso quarto um altar espírita de adoração. E descreveu-o com tanta precisão que minha mulher e eu ficamos muito impressionados. Chocado com aquilo, confirmei ser verdade. Então perguntei-lhe: “Que devo fazer?” “Amigo, quebre tudo!” – respondeu incisivo.

E o mais impressionante: enquanto eu quebrava o altar, minha filha de apenas dois anos de idade pegou uma Bíblia que eu tinha em casa – uma Bíblia histórica Barsa -, levou-a até minha mulher, abriu-a, apontou com o dedinho, e disse: “mamãe, lê aqui”. Minha mulher, sem entender nada, olhou e leu sobre o divórcio. Minha esposa começou a chorar… No dia seguinte, enquanto fazia compras, em profunda depressão ela pensou em várias maneiras de suicídio: atirar-se debaixo de um carro, jogar-se da janela do apartamento, tomar veneno, cortar o pulso etc. Mas não conseguiu. Deus estava operando na sua e na nossa vida.

Quando no dia seguinte voltamos à igreja, o reverendo perguntou do lugar onde estava ministrando: “Existe alguém neste lugar que já tentou tirar a sua própria vida muitas vezes, e ontem mesmo tentou o suicídio mais uma vez?” Naquele momento, totalmente contrita e desesperada, minha mulher levantou-se e entregou sua vida a Jesus. Nós nos reconciliamos, e nosso casamento foi completamente restaurado.

A saúde de minha esposa também foi restaurada! Hoje, graças a Deus, somos muito felizes e temos três filhas lindas. Tudo mudou. Eu sou um homem livre!

Antonio Roosevelt Bezerra de Menezes Filho

(Extraído do site: http://cadernoalfa.blogspot.com)

Paradoxo

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Paradoxo

Não consigo entender…

Quando zelamos pela Palavra de Deus somos taxados de fariseus. Quando falsos pastores e falsos profetas utilizam a Palavra de Deus para enriquecimento próprio, eles são os “ungidos de Deus”. Por que fazem isso?

Não podemos mais defender a sã doutrina que nos foi deixada pelos 12 apóstolos? Não podemos mais edificar a Igreja sobre o único fundamento que é Cristo? Por que colocar outro fundamento?

Que Igreja é esta que despreza os ensinos de Cristo e aceita os ensinos de homens? Não podemos criticá-las? Por quê?

Deste quando ungidos de Deus são somente aquelas pessoas que sobem nos púlpítos e vomitam suas heresias sobre prosperidade, curas, bem estar físico, negócios, autoajudas?

Por que não podem ser também ungidos aqueles que pregam a Palavra de Deus, levando o povo a refletir sobre suas vidas, arrepender-se, esvaziar-se, converter-se e receber Cristo em seus corações?

As pessoas devem ser ricas, ter mansões, carros, lanchas, aviões, ser donas de empresas cheias de empregados? Podem, mas não devem!

As pessoas podem ter tudo isso, se for da vontade de Deus, mas não devem desprezar aqueles que não podem ter as mesmas coisas.

Sejamos razoáveis. Não é pecado ser rico, mas é um pecado a ânsia pelas riquezas. Se nada trouxemos a este mundo, também nada dele levaremos.

Nossa riqueza verdadeira consiste naquilo que temos de bom, que é necessário para a nossa sobrevivência. Mas nossa maior riqueza deve ser, sempre, Jesus!

Conclamo, em nome de Jesus, que todos os pregadores, de todas as nações, preguem apenas o verdadeiro Evangelho de Cristo, levando as pessoas a um verdadeiro arrependimento dos pecados, a confessarem seus pecados a Deus, que é rico em perdoar.

Autor: Fernando Paulo Ferreira

[Publicado com a autorização do autor]
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Conheço um excelente candidato, mas ninguém o quer

“Mas os seus concidadãos odiavam-no, e mandaram após ele embaixadores, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós. (Lucas 19.14)

Essa foi a resposta de um cristão quando o membro de um partido político lhe perguntou em quem votaria no próximo pleito nacional. Qual “excelente” candidato sria esse?

Obviamente, ele estava se referindo a Jesus Cristo, o único capaz de trazer ordem a um mundo caótico. Infelizmente, não quiseram recebê-Lo. Ele foi rejeitado, e a prova cabal disso foi Sua morte na cruz, morte reservada apenas para os mais vis criminosos. Hoje em dia as coisas não melhoraram no cenário mundial. Guerras, fomes e intrigas políticas sacodem a humanidade. Essas são algumas consequências das pessoas terem rejeitado o Senhor Jesus.

Um dia Cristo reinará sobre a Terra. Mas, antes disso acontecer, Ele deseja reinar em nosso coração. Tendo sido rejeitado como rei, agora Ele se apresenta como Salvador. Essas são as preliminares do reino de Deus que será estabelecido neste mundo.

A solução para os mais sérios problemas da humanidade não se encontram em uma nova forma de governo, em um candidato, ou algo desse tipo, por mais atrativos e bons que pareçam. Você pode se lembrar de algum sistema político que satisfez completamente uma nação sem ter degenerado para a busca de interesses egoístas? A história das nações nos ensina profundas lições a esse respeito.

A resposta vai além do envolvimento individual. É preciso que cada ser humano venha a Jesus Cristo e O receba como Salvador pessoal.

O Senhor Jesus deseja mais que seu voto ou sua admiração; Ele quer seu coração e sua vida. Todos somos falhos e, mais cedo ou mais tarde, decepcionamos os outros. Mas o Senhor Jesus jamais decepcionará os que crêem nEle. Suas promessas não são meras promessas de campanha política; são promessas fiéis (Números 23.19). Suas palavras não são meros discursos eleitorais; são palavras de vida eterna (João 6.68).

31/10 – 493 anos da Reforma Protestante

 


<b>REFORMA PROTESTANTE - 493 ANOS</b>

Usei esta frase outro dia em um devocional: “Eu mais o Senhor somos maioria!” Esta é uma frase de efeito, mas não é só isso. Ela contém uma verdade fundamental, e uma afirmação de fé muito consistente. Quando aplicamos essa frase à Reforma podemos ver a ação de Deus na história, usando Lutero como instrumento na restauração da verdade.

Quando pensamos na Reforma falamos do movimento religioso que propunha reformar uma série de doutrinas e práticas que estavam em vigor na Igreja e que não estavam de acordo com princípios cristãos expostos na Bíblia. Lutero não queria e nunca foi sua intenção fundar uma nova Igreja, mas sim que a Igreja reconhecesse seus erros e os coibisse. Muitos não vêem neste período mais do que um movimento de oposição político-religioso, mas queremos lembrar que ele foi bem mais do que isso, ele foi um movimento de fé, motivado e empurrado por ela para o resgate de uma verdade necessária e fundamental para todo o ser humano, de que nós somos salvos, vivemos e somos perdoados por um ato da misericórdia e da bondade de nosso Deus, que veio ao nosso encontro no seu Filho o Salvador Jesus. Não foi porque fizemos alguma coisa, mas porque Deus nos amou.

Conta a história que Lutero, já professor e doutor, numa das noites de 1514 fez uma grande descoberta. Estava trabalhando em suas anotações sobre o livro de Salmos. O salmista tinha citado as palavras que Jesus proferiu sobre a cruz: “Deus meu, Deus meu porque me abandonaste?” Lutero estava intrigado, porque haveria o santo filho de Deus sentir-se abandonado pelo Pai? Lutero tinha se sentido assim muitas vezes, mas ele era pecador e Jesus era puro e sem pecado. A única resposta é que Cristo tomou sobre si mesmo os nossos pecados. Certamente o Deus que fez isso por nós é um Deus misericordioso! No entanto Deus não é apenas misericordioso; ele é também santo e justo. Lutero já tinha se deparado com as palavras, “Justiça de Deus!”

Para ele isso mostrava que Deus demonstra a sua justiça e sua retidão castigando os pecadores, essas palavras eram motivo de temor. Como Paulo muitas vezes desenvolve esse conceito, Lutero se volta para as suas cartas na tentativa de entendê-lo melhor. Em Romanos 1.17 podemos ler: “Visto que a justiça de Deus se revela no Evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé”. Lutero pode perceber o real significado do termo “Justiça de Deus”, que não significa a bondade que o próprio Deus tem, mas sim a bondade que ele nos outorga, essa justiça não é uma recompensa, mas sim um presente gratuito dado a todo aquele que crê que Jesus sofreu e morreu pelos seus pecados, em seu lugar. Lutero ficou emocionado com essa redescoberta e disse: “Senti-me exatamente como se tivesse nascido de novo”. Pela primeira vez em sua vida Lutero pode ter a certeza de que os seus pecados estavam perdoados. Deus não deixou de ser justo, ele castigou o pecado, mas não em nós, ele castigou o pecado em seu Filho.

Deus, em sua sabedoria, providenciou um momento histórico propício para que a Reforma pudesse acontecer. No dia 31 de Outubro de 1517, Lutero fixa na porta da Catedral de Wittemberg, 95 despretensiosas teses. Lutero se propunha a um debate acadêmico sobre o valor das indulgências e seus efeitos na vida dos cristãos, das Comunidades Cristãs e da Igreja Cristã. A partir desse momento, nem Lutero poderia ter previsto o que iria acontecer. Os fatos se desenrolaram de tal forma que Lutero foi levado a defender e aprofundar cada vez mais as verdades que defendia. Ele estava se indispondo contra a autoridade máxima do Império. O fato é que a Reforma se desencadeia e Lutero em pouco tempo se vê diante do próprio Imperador defendendo essas verdades.

Apesar do Papa ter excomungado Lutero em janeiro de 1521, quem poderia declarar Lutero um fora-da-lei era o Imperador Carlos V, mas o Imperador precisava do apoio da Alemanha contra a França e os Turcos e não podia se indispor contra os príncipes eleitores da Alemanha. Lutero, como poucos, viveu a frase acima. “Eu e Deus somos maioria!” Muitas vezes ele questionou se estava de fato certo. Mas amparado pela Palavra de Deus e pela certeza de que estava de acordo com ela, compareceu diante do Imperador na dieta de Worms para defender as verdades bíblicas e doutrinárias redescobertas na Palavra e expostas em seus escritos. Os seus amigos insistiram para que ele não fosse, ao que ele respondeu: “Cristo ainda vive, e eu entrarei em Worms a despeito dos portões do Inferno e dos poderes das trevas.” Num primeiro momento, em que estavam presentes todas as autoridades do Império, e o próprio Imperador, lhe lançaram uma pergunta de duplo sentido em que cabia a ele apenas se retratar, “Dr. Lutero, o senhor admite que esses livros são seus e que estava errado no que escreveu?” Os títulos foram lidos e Lutero pede um tempo para pensar, pois argumenta que a questão diz respeito a Deus e a fé das pessoas. No dia seguinte Lutero, mais seguro, responde sobre a questão, e diz: “A menos que me convençam pela Escritura ou por razões claras, de que estou errado, eu permaneço constrangido pelas Escrituras. Não posso me retratar, Deus me ajude. Amém.” Ali estava Lutero! Sozinho? Não, com a maioria que é Deus. Deus estava no contexto histórico e político, nos amigos que o apoiavam, nos príncipes cristãos que reconheceram em seus escritos a autoridade da Palavra, ou seja, Lutero mais Deus era maioria!

Tudo isso é mais do que uma boa história. O que a mensagem da Reforma tem a nos dizer ainda hoje? Tudo o que o próprio Evangelho nos diz, e o que relembra o apóstolo Paulo em Efésios 2. 8-9 “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” O centro do próprio Evangelho é o que Lutero redescobriu de que nós somos salvos por um ato de pura bondade e amor de nosso Deus, a Graça, e que recebemos essa salvação pela fé em Jesus.

Qual a relevância dessa mensagem hoje?

- Penso nas muitas pessoas que se sentem culpadas por causa de seus pecados e não tem a certeza de saberem que são perdoadas pela Graça de Deus.

- Penso nas muitas pessoas que ainda hoje vivem em sistemas religiosos que não deixam claro o favor de Deus.

- Penso nas muitas pessoas que não se sentem amadas e queridas, por não terem a consciência de que Jesus morreu por todo o mundo, mas que morreu por elas individualmente.

- Penso nas muitas pessoas que se esforçam muito em suas vidas, e tentam assim comprar a salvação e obter o favor de Deus e não tem a certeza de que o favor de Deus é Graça de graça.

- Penso nas muitas pessoas que poderiam viver com alegria a sua fé, capacitadas por Deus, por amor e gratidão ao Salvador, mas ainda tem pavor de Deus.

- Penso nas muitas pessoas desesperadas na hora de sua morte por uma consciência atribulada e que morrem em completo desespero.

- Penso nas muitas pessoas que vão ser condenadas ao inferno por não confiarem em Jesus como seu Salvador.

- Por todos esses motivos lembrar de que nós somos salvos pela graça de Deus é a coisa mais importante que nós podemos fazer.

Que Deus nos abençoe quando celebramos a Reforma, que não seja apenas o momento de exaltar um herói da fé como foi Lutero, mas seja um momento de gratidão pela Salvação que nós temos em Cristo. Amém

“O justo viverá por fé.” Romanos 1.17.

(Autor: Rev. Rubens José Ogg – Secretário Nacional da Igreja Evangélica Luterana do Brasil = http://www.ielb.org.br)

 

 

Religião da auto-ajuda

A auto-ajuda transformou-se em religião. Minha convicção sobre isso aumentou ainda mais na semana passada, depois de participar de um evento em um hotel requintado.
Tudo começou com o telefonema de uma pessoa próxima dizendo que eu deveria estar no local, tendo em vista que outra pessoa, que estava participando de um curso de motivação de oito dias, pedira para que eu estivesse no encerramento.
Pois bem. Na hora marcada lá estávamos minha esposa e eu. Com o ambiente quase lotado, avistamos alguns amigos no fundo do recinto, para onde nos direcionamos. Todavia, não sabíamos ao certo a razão pela qual estávamos ali e o que haveria de acontecer.

Enquanto aguardávamos o início do evento, peguei um folder com algumas informações sobre o curso. Ali dizia que abordava questões ligadas a intimidade, relacionamentos e família; carreira, criatividade e poder pessoal; entusiasmo, energia e depressão; espiritualidade, sentido da vida e conexão; comportamentos compulsivos ou ligados a vícios; e a vontade de eliminar limitações indesejadas. Além de mencionar técnicas de regressão e terapias holísticas.
Nesse momento, enquanto lia o folder, fui abordado pela pessoa que havia me convidado. Ela estava, como posso dizer, exultante. Rapidamente começou a me falar desse curso que acabara de fazer e que estava muito feliz com a minha presença ali. Mas, antes que ele pudesse me explicar algo, uma mulher conclamou a todos para o início da reunião. Meu amigo, então, juntou-se a outras 28 pessoas na primeira fileira da sala.

Tomando a direção da reunião, a mulher começou a nos explicar: Aquela era uma reunião de conclusão de um curso de oito dias, em que aquelas 29 pessoas – logo ali na frente – haviam acabado de passar. O curso foi realizado numa espécie de retiro. Os participantes não tinham acesso a TV, rádio, celular e muito menos internet. “Elas estavam ali para se encontrar. Enfrentar seu medos; suas dúvidas; suas neuras. E hoje elas estão aqui para repassar a vocês um pouco dessa mudança e dessa nova fase da vida. E vocês foram convidados porque são muito importantes para eles”.
Devo reconhecer. A mulher tinha uma boa oratória. Crentes desavisados dariam glória Deus!

Depois de algum tempo, cada um dos participantes foi chamado para falar um pouco sobre a sua vida e como o “curso” foi importante para ela.
Uma senhora de meia idade disse que o curso havia mudado a vida dela. Que por meio dele havia encontrado o perdão e respostas para a sua vida. Uma jovem falou sobre ter encontrado a alegria e a felicidade. Um empresário bem sucedido disse que trazia um trauma em sua vida mas que os três mestres (instrutores) ajudaram a superar aquilo, e agora era um nova pessoa. Quase todos choraram. Um rapaz disse para a mãe que aquele “curso” era o melhor presente que ele havia recebido.
Ali estavam aquelas pessoas. Todas bem sucedidas financeiramente. Prova disso é que o curso custava uma bagatela de quase 5 mil reais, como fiquei sabendo ao final. Essas pessoas diziam que haviam sido transformadas por um curso de 8 dias. Haviam encontrado a felicidade; a alegria; a razão de viver e o perdão. Tudo isso por meio da auto-ajuda. Auto-estima.

Aquele cenário deixou-me envergonhado. Pessoas sedentas por respostas em suas vidas, mas que eu não tive a capacidade de levar a mensagem transformadora de Cristo. E que, então, haviam encontrado uma suposta resposta dentro de si mesmos. A solução para todos os seus problemas.
Além disso, percebi mais uma vez o poder destrutivo da “doutrina da auto-ajuda”, principalmente agora transformada em religião em que o homem é o seu próprio Deus. O escritor de Provérbios, antevendo tal contexto, deixou registrado que “há uma geração cujos olhos são altivos, e as sua pálpebras são sempre levantadas” (Pv. 30.13). Não existem dúvidas de que estamos inseridos no meio dessa geração. Notoriamente, o mundo moderno está envolto numa onda esotérica, em que o pensamento positivo e a lei da atração apresentam-se como insufladores do individualismo e do egocentrismo, sob o argumento de que por meio do descobrimento dos seus valores e potencialidades internas o ser humano pode conseguir tudo quanto queira, sem que hajam barreiras capazes de frustrar o seu intento.

O apóstolo Paulo, de maneira mais enfática, escreveu ao jovem Timóteo, dizendo:
“Sabe, porém, isto: Nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; pois haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo a aparência de piedade, mas negando a eficácia de dela. Destes afasta-te.” (Timóteo 3.1-5)

Nessa passagem, fica explícito que um dos sinais dos últimos dias seria a proliferação do amor próprio (homens amantes de si mesmos), demonstrando cla.ramente que esse fenômeno, segundo a visão do mundo, não possui nenhuma aprovação bíblica, como querem alguns, pelo contrário é a prova cabal de que o verdadeiro amor se esfriou (Mt. 24.12), e que o mundo jaz no maligno, o qual cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus (2Co.4.4).

(Autoria: Valmir Nascimento – Blog: http://comoviveremos.com/)

Nota da Silvinha: Que este texto possa abrir os olhos daqueles que ainda sentem desejo de viver uma vida com propósito e não apenas viver para suprir as necessidades materiais e confundir isso com felicidade! Que não percamos tempo discutindo com pessoas que um dia conheceram a religião protestante e criam na Bíblia como Palavra de Deus, mas que deixaram de crer por este ou aquele motivo. Aliás, não aconselho ninguém a seguir uma religião, e sim somente à Cristo como modelo e ter a Bíblia como único meio de saber pra que Deus te criou e o que Ele espera de você!
Como passei pelo esoterismo e afins antes de ter um encontro verdadeiro com o Deus Vivo e compreender que a Bíblia não é somente um conjunto de livros inspirados por Deus, mas é o próprio Jesus que veio para nos libertar, entendo o que os espiritualistas de plantão costumam argumentar, pois antes quem fazia esses argumentos era eu. E sinceramente… não me orgulho em nada com isso! Abraços em Cristo, Sílvia Maria Rizzuto Rosa.

Ir à Igreja ou Ser a Igreja?!

Na antiga aliança existia um templo feito pela mão do homem; na Nova Aliança a Igreja é um povo renascido, gerado por Deus.
A IGREJA:
Não é templo feito por mãos humanas.
Não é um nome numa placa.
Não tem endereço.
Não tem dono.
Não tem fundador.
Não tem estatuto.
Não tem CGC.
Não é pra freqüentar.
Não é um clube.
Não é uma organização.
Não é exclusiva.
Não é pra controlar vidas.
Não é pra “buscar benção”.
Não tem liturgia.
NÃO tem matriz nem filial?

IGREJA É:
Constituída de Pessoas, Pedras Vivas.
ELA não tem nome, pois o termo Igreja, que é ECLKESIA, significa chamados para fora.
ELA se reúne onde estiverem 2 ou 3, invocando o nome dEle.
ELA pertence tão somente à ELE, que é o NOIVO e o CABEÇA da Igreja.
ELA não foi fundada, mas estabelecida por Jesus no coração dos homens.
Suas leis, princípios e valores estão todos contidos na PALAVRA.
A validade de seu registro é o Sangue do Cordeiro.
Não se mede pela freqüência, mas pela vivência cotidiana e nos encontros dos irmãos pelo CAMINHO.
ELA não precisa de uma carteirinha para validar sua filiação.
ELA é um Organismo Vivo.
ELA é toda inclusiva.
ELA foi constituída para gerar vidas.
ELA foi constituída para ser uma BENÇÃO.
SUA liturgia é como a vida, livre e imprevisível.
A IGREJA é transcendente, pois Ela transcende os homens e a História.
ELA foi gerada antes da fundação do Mundo.
(Postado com a autorização do autor: jribeirosouza)

Um erro do Criador?

“E criou Deus o homem à sua imagem” (Gênesis 1.27)

Certa vez, alguém me disse: “Não acredito em um Deus cuja obra foi tão má.” Eu respondi: “Mas o que Deus produziu definitivamente não foi mau! Após ter acabado a criação, Ele disse que tudo era muito bom (Gênesis 1.31). O homem se rebelou contra Deus: foi isso que trouxe corrupção ao mundo.”

O homem não ficou satisfeito com minha resposta e conitnuou: “Que tipo de Deus cria pessoas que pecam? Ele deve ter cometido um erro!”

Continuei minha explicação: “Deus fez o homem à Sua própria imagem, tornando-o representante de Deus no mundo; sua posição era de grande responsabilidade, gerando a necessidade de obediência, pois era a criatura e não o Criador, a qual devidamente cumprida lhe traria felicidade, comunhão perfeita e vida. No entando, o homem escolheu desobedecer: isso o levou à morte e ao julgamento e a inúmeros problemas na vida. Deus não quis fazer o homem igual a uma máquina de lavar, na qual se escolhe um programa e liga o botão. Ele não quis que as pessoas O servissem automaticamente ou por imposição.”

“Acho isso muito estranho”, replicou o homem.

“Devo admitir que eu mesmo ainda não entendi plenamente. Para isso eu teria de ser Deus. Mas sei de uma coisa: Deus não deixou os homens rebeldes e caídos à própria sorte. Ele enviou Cristo, Seu Filho, ao mundo para morrer por mim na cruz do calvário. Pela fé nEle, sou salvo. E a mesma salvação é oferecida à você também.”

E você, caro leitor deste blog: tá esperando o que pra aceitar o sacrifício que Jesus fez por você na sua vida e tÊ-lo como único Senhor e Salvador?? A Bíblia fala claramente que Jesus voltará pra buscar aos salvos. E quando isso acontecerá e onde está escrito isso?

“Mas a respeito daquele dia e hora, ninguém sabe nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem” (Mateus 24.36-39). “Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão o Pai” (Marcos 13.32). “Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1 Tessalonicenses 5.1-3). Ninguém sabe quando Cristo voltará. O próprio Cristo não sabia. Sabemos somente que ele voltará inesperadamente, sem aviso. Quem quer que se proponha a marcar uma data para a volta do Senhor pensa que sabe algo que nem Jesus, nem os anjos sabiam.

Sempre temos que permanecer preparados para a volta do Senhor. “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do homem virá” (Mateus 24.42-44). Desde que nunca sabemos quando o ladrão pode chegar, temos que manter nossas casas sempre fechadas. Desde que não sabemos quando o Senhor voltará, temos que sempre viver fielmente. A natureza imprevista da volta do Senhor significa que é impossível olhar em volta buscando sinais, numa tentativa de calcular uma data aproximada. Ninguém tem qualquer idéia de quando o Senhor pode voltar. Ele pode voltar antes que você termine de ler isto; ou poderiam se passar outros 2000 anos a partir de hoje. Que possamos estar sempre prontos!

“Contudo, Deus lhe disse: ‘Insensato! Esta mesma noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que você preparou?” (Lucas 12.20)

(Fontes: Agenda Boa Semente 2010; Bíblia Nova versão Internacional; http://www.estudosdabiblia.net)

A igreja quebra galho da Videira

Jesus disse que Ele está para nós assim como a Videira está para os ramos.

Sem videira todo ramo é pedaço de pau e somente isto.

Sim! É madeira morta, boa para ser queimada.

Os cristãos, no entanto, foram enganados e deixaram-se enganar, pois, desde que se determinou que “fora da igreja não há salvação”, que a Videira passou a ser a “igreja”, e, também, desde então, o Agricultor, que, segundo Jesus é o Pai, entre os cristãos é o Pastor, ou, em alguns grupos, o Corpo de Doutrina pelo qual se faz a “poda” de membros.

Assim, para o crente, “permanecer em Jesus”, [João 15], é permanecer firme na “igreja”, freqüentando, participando e se submetendo a tudo.

Do mesmo modo, “dar fruto”, segundo os crentes e suas emoções condicionadas por anos de engano religioso, é evangelismo como programa, é acampamento como devoção, é célula de crescimento, é cantar no grupo de louvor, é ir à reunião de oração, e, sobretudo, é dar o dízimo em dia.

E o mandamento de amar uns aos outros é algo que os crentes entendem como amar os que são iguais a eles enquanto os tais não ficarem diferentes. Nesse dia eles viram desviados.

Ainda no mesmo andar de engano, os crentes pensam que “ser lançado fora” da Videira é ser disciplinado pelo Agricultor Pastoral ou pelo Conselho de Agricultura que aplica o Corpo de Doutrinas disciplinadoras e excludentes, aos quais supostamente não se equivocam ao separar o joio do trigo no campo do mundo-igreja.

Ser “amigo de Jesus” [João 15], para os crentes é estar em dia com a doutrina, o dizimo e a freqüência.

Assim, para a maioria dos crentes, emocionalmente, é assim que João 15 é sentido e praticado.

Ora, o resultado é o desastre cristão desses quase dois mil anos!

De fato, a religião cristã é um estelionato espiritual, pois, chama para si, como se fora Deus, aquilo que é de Deus e somente passível de realização Nele.

O que Jesus dizia era tão simples.

O que Ele dizia é apenas isto:

Absorvam a minha Palavra; o meu ensino; e o pratiquem com amor por mim e por todo ser humano. Se vocês sempre crerem que a Vida de vocês está em mim e vem da obediência ao mandamento do amor, então, vocês serão meus amigos; e, assim, toda a verdade de minha Palavra será fato e bem na vida de vocês. Mas, sem mim, sem vida em meu amor, sem absorção do Evangelho no coração, por mais que vocês tentem viver e buscar o bem, de fato vocês serão apenas como galhos soltos, secos e mortos; existindo sob o engano de que existe vida em vocês, quando, de fato, pela própria presunção de vocês, estarão mortos sem o saberem.

O resto a História do Cristianismo nos conta!

Caio

(Extraído do http://caminhopousoalegre.blogspot.com)

O nascimento de Cristo

“E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!” (Lucas 21.13-14)

Entre os cristãos, a história do nascimento de Cristo relatado no Evangelho de Lucas certamente é a mais conhecida da Bíblia. É o tema de inúmeros cânticos religiosos, imagens e representações. Portanto, corremos o risco de perder de vista o profundo significado dessa narração e o extraordinário nesse acontecimento.

Na pequena cidade de Belém aconteceu o inconcebível para nós: o Filho de Deus se tornou homem. Deus Se revelou na pessoa de Seu Filho Jesus Cristo! A “plenitude dos tempos” havia chegado e “Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gálatas 4.4). Foi o sinal para que uma grande quantidade de anjos rompesse em louvor, do qual ressaltamos a expressão: “Boa vontade para com os homens!”.

A multidão de hostes celestiais reconhece que Deus “não socorre anjos, mas socorre a descendência de Abraão” (Hebreus 2.16). Os homens, que desonraram a Deus desde o pecado original, menosprezaram Seus mandamentos e se obstinaram em fazer a própria vontade, no entanto, o homem perdido era o objeto dos pensamentos Divinos.

O Filho de Deus não tomou a forma de um anjo, mas de um verdadeiro ser humano, para salvar por meio de Seu sacrifício na cruz toda a humanidade caída e separada de Deus. Deus poderia dar maior prova de “boa vontade para com os homens”?

(Extraído da agenda Boa Semente 2009)

Um P.S. da Silvinha:

Existem muitas coisas na vida que precisamos aprender, mas há 4 coisas que são importantíssimas e que Deus quer que você saiba. São elas:

1) Deus te ama e tem um plano maravilhoso para a tua vida.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)

2) O pecado que praticamos nos separa de Deus.
A Bíblia diz: “O salário do pecado é a morte…”  O pecado somente pode oferecer ao ser humano uma satisfação ilusória e temporária, mas seu fim é de derrota, decepção e morte espiritual. Morte espiritual é separação de Deus, mas Deus, sendo tão rico em amor, planejou um meio de restaurar o relacionamento do homem com o Criador.

3) Jesus Cristo é a solução de Deus para o homem pecador.
Ele é a “ponte” que nos une a Deus. Disse Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim”.

4) Você precisa fazer um convite para Jesus entrar e reinar em sua vida.
É necessário receber a Jesus Cristo como único Senhor e Salvador. Você pode fazer isto agora mesmo, fazendo a seguinte oração:
“Senhor Jesus, reconheço que preciso de Ti e agora Te recebo como o único Senhor e  suficiente Salvador da minha vida. Perdoa os meus pecados e guia-me na Tua Vontade. Em o nome do Senhor Jesus. Amém e Graças a Deus.”

Caso você tenha feito esta oração com todo seu coração e fé, saiba que não estou falando de religião, mas de um relacionamento que você passará a ter diretamente com Cristo, sem necessidade alguma de outros intermediários, o que aliás, a Bíblia condena! Estou à sua disposição para ajudar naquilo que for possível. Terei um imenso prazer em ajudá-lo(a) no crescimento de sua vida cristã, assim como tenho sido ajudada.
Recomendo que procure perto de sua casa uma igreja protestante onde a Bíblia é pregada e ensinada (recomendo os sites a seguir, onde você poderá procurar uma Igreja em sua cidade: http://www.ouvirecrer.com.br e http://www.fazendodiscipulos.com.br), que se reúna num salão ou numa casa, isso não importa, pois só assim você poderá conhecer os planos do Senhor pra sua vida e então vivê-los. E posso adiantar que os sonhos dEle para os seus filhos (que são aqueles que não só aceitaram a Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas, mas entregaram suas vidas à Ele, para que Ele possa agir, buscando irmãos que professem a mesma fé e que serão verdadeiramente seus irmãos) são os melhores possíveis. Sou exemplo disso: aceitei a Jesus de todo meu coração e passei a frequentar uma Igreja protestante. Não virei carola nem fiquei bitolada e não estou dizendo pra vocês viverem enfiados na igreja templo (afinal, agora você se tornou a verdadeira Igreja de Cristo), mas apenas que dêem o primeiro passo; vão num domingo, os cultos dominicais são sempre muito bons e Deus fala aos corações. O amor de Deus tem preenchido minha vida e a paz do Senhor Jesus tem consertado tudo em mim que precisava ser arrumado e tem me ensinado a ser de verdade, feliz. E é essa mesma felicidade que desejo à vocês,. Busquem ao Senhor enquanto há tempo. Entreguem-se de corpo e alma que o Espírito Santo fará o resto. Mas o primeiro passo depende apenas de você! Dê-se essa chance – a única que é real – de ter sua vida transformada, porque pra Deus nada é impossível!

Os números de 2010

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Uau.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 12,000 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 29 747s cheios.

 

Em 2010, escreveu 23 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 61 artigos. Fez upload de 27 imagens, ocupando um total de 2mb. Isso equivale a cerca de 2 imagens por mês.

The busiest day of the year was 22 de dezembro with 99 views. The most popular post that day was Natal: FESTA PAGÃ ou CRISTÃ?.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram search.conduit.com, google.com.br, atendanarocha.blogspot.com, search.babylon.com e orkut.com.br

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por palavra de deus, palavras de deus, casados para sempre, natal festa pagã e natal festa pagã ou cristã

Atrações em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Natal: FESTA PAGÃ ou CRISTÃ? dezembro, 2008
36 comentários

2

Casados Para Sempre novembro, 2008
25 comentários

3

Festas Juninas: folclore, cultura, religião ou misticismo? julho, 2009
14 comentários

4

O QUE A BÍBLIA FALA SOBRE USOS E COSTUMES outubro, 2010

5

Fé e Paciência junho, 2008
9 comentários

Jesus – parte 1

Em nosso 1º post sobre este estudo, começaremos a conhecer melhor a Jesus, o que Ele fez, É e ensinou, afinal, é nEle que devemos nos fundamentar e apoiar nossa fé.

Is 53.4-5; 10 A morte de Cristo foi humilhante, assim como o pecado é humilhante.

Cl 1:15-17 O que crêem são redimidos pela obra de Cristo.

Hb 1:1-3 A grandeza de Jesus; o Filho é superior aos anjos.

Jo 1.14 O Verbo feito carne

Fp 2.6-8 Somos chamados para imitar a Cristo O Criador de tudo o que existe e há de existir, se esvaziou de Sua glória por amor e assumiu a forma de homem. Um exemplo claro: um homem se transformando em um verme. Quando o Verbo encarnou-se como homem foi algo muito maior, que não tem nem comparação; o homem é criatura e o verme também é.

João 1:1-3 Nós, meros mortais, iniciamos nossas vidas quando fomos gerados e passamos a habitar o ventre de nossas mães, mas antes disso não existíamos. Com Jesus foi diferente; Ele já existia antes de encarnar na Terra, mas não como homem e sim como o Verbo Divino. O Verbo nunca foi criado e foi Ele quem criou todas as coisas.

Jo 17.5 / 1Pe 2.22 Já como homem, Jesus continuou a se esvaziar não fazendo Sua vontade, mas sempre a do Pai. Tanto que no Calvário, Ele poderia ter pedido ao Pai que o livrasse caso tivesse mudado de ideia e Deus consentiria, pois respeita o livre-arbítrio que Ele nos deu. Mas Jesus, assim como Deus amou o mundo de tal forma que deu ao seu Único Filho pra morrer pela humanidade, também amou ao mundo oferecendo-se em sacrifício e morte de cruz; a morte mais humilhante que pode haver, justamente pra que a essa ação não fosse em vão ou esquecida com o passar dos anos. O pecado de Adão foi satisfazer sua vontade própria. Mas Jesus, o último Adão (I Co 15.45) veio conscientemente pra fazer sempre a vontade do Pai (Jo 4.34; 8.29). Por isso que Ele nunca cometeu pecado, porque sempre fez a vontade de Deus que é Santo. O diabo sempre tentou Jesus pra que Ele fizesse a sua vontade, mas Jesus ficou firme e isso foi sendo homem, não Divino. Portanto, se Jesus conseguiu, nós também conseguiremos ser obedientes a Deus. (Leia também Hb 4.15; 7.26; I Jo 3.5)

At 10.38 At 2.22 Não admiramos apenas a santidade de Jesus enquanto homem, mas também o poder que adveio de Seu ministério. Ele fez muitos milagres, prodígios, sinais, ressuscitou mortos, andou sobre as águas, multiplicou alimentos, pregou às multidões, fez discípulos e ensinou-lhes como agradar o Pai. Como Ele fez isto? Não foi sendo Deus, pois havia se esvaziado da forma Divina e vivia como nós vivemos, como homem. Ele precisou do poder do Espírito Santo pra fazer a obra de Deus assim como nós precisamos. Deus se alegrou no batismo de Jesus, porque naquele momento foi sobre Ele o Espírito Santo (Mt 3.13-17). Tudo o que Jesus fez foi pelo poder do Espírito Santo de Deus. E nós devemos e podermos fazer o mesmo!

Jo 20.30-31 2 Co 5.21 / Is 53:5-6 Hoje em dia praticamente todas as pessoas sabem que Jesus morreu pelos nossos pecados. Mas por que foi necessário um sacrifício tão grande? Pra entendermos o amor de Deus é necessário entender que Deus é perfeitamente Santo e Justo e não pode suportar nem mesmo o que aos nossos olhos seja um pequeno erro. Rm 1.18. Como é que uma pessoa imperfeita como nós, pode agradar a Deus? Não há como. A Palavra já responde isso em Rm 3.10 e Rm 3.23. E a conseqüência de sermos assim está em Rm 6.23. Esta morte é a eterna, do espírito, que está destinada a toda a raça humana. Mas, quando o Espírito Santo nos convence do pecado, da justiça e do juízo, então entendemos nossa natureza pecaminosa e sentimos culpa; sendo assim, não temos paz. É nesse momento que começamos a entender pra que foi a morte de Cristo: pra ser feita a justiça de Deus e aplacar a Sua ira. Jesus concordou em ser castigado no nosso lugar, sabendo que nós é que merecíamos ser castigados pelos nossos pecados. Essa é outra grande prova do Amor Divino! (Leia também: Is 53:10)

Sendo culpados perante Deus e com uma enorme dívida para com Ele, como reaveremos nossa paz? Quando entendemos que Jesus pagou o nosso castigo.(Is 53.6). A morte de Jesus tem um significado amplo: com o pecado, o homem ofendeu a Santidade de Deus e provocou Sua ira. (Rm 1.18) Por isso o homem está condenado ao castigo eterno. (Rm 6.23) O homem se tornou escravo do pecado e de satanás (Ef 2.2-3). E perdeu a comunhão com Deus e não pode mais se relacionar com Ele (Is 59.2). A morte de Jesus foi a solução, pois foi propiciatória (Rm 3.25; Hb 2.17; I Jo 2.2; I Jo 4.10), significando que a justiça de Deus não foi eliminada e sim satisfeita. Foi um sacrifício (Ef 3.24; Ef 1.7) substitutivo. Cristo morreu por nós (I Pe 2.24; 3.18) como uma troca (do Justo pelos injustos) e com isso, nosso castigo já foi pago. Foi também redentora (Rm 3.24; Ef 1.7), pois Ele nos resgatou (Gl 3.13). Jesus não era escravo de satanás, foi até o “mercado de escravos” e nos livrou (Hb 2.14-15) e pagando o preço do resgate nos comprou com Seu sangue precioso (At 20.28; Ap 5.9). E foi ainda reconciliadora (II Co 5.18-21; Cl 1.21-22); reconciliar quer dizer “fazer a paz”, quer dizer que afastadas as barreiras o homem pode novamente estabelecer relações com Deus. Como já houve propiciação, sacrifício e redenção, Deus então reaproxima o homem dEle e faz com que ele desfrute novamente de sua amizade.

Jesus – parte 2

Série: ANÁLISE DA DOUTRINA DE CRISTO / Temas: Quem realmente é Jesus Cristo?; Jesus Cristo era Divino e humano;

Jesus Existia antes de todas as coisas, depois Se tornou homem e teve uma vida perfeita e irrepreensível, na qual devemos espelhar a nossa; como homem, fez uma obra grandiosa, incluindo Sua morte por nossos pecados.

Utilizamos os materiais da Igreja e também a apostila ‘Teoria e prática da vida de Cristo’ do ITQ. Falamos sobre Sua ressurreição, exaltação e volta.

At 2.24
A Palavra nos dá diversos pontos a serem observados sobre a ressurreição de Cristo. Alguns deles são:

. A ressurreição de Jesus é a sua vitória sobre a morte (ICo 15.54-57);
A morte não é simplesmente deixar de existir, mas é quando acontece o desligamento entre alma e corpo. Foi necessária a morte física de Jesus enquanto homem encarnado (Lc 24.39-40). Depois de Sua morte, Ele reapareceu aos discípulos algumas vezes, para provar que Sua ressurreição aconteceu por parte do Pai. Mas Seu corpo era transformado, não era mais feito da mesma matéria de até antes de Sua morte e precisava que fosse assim, pois nesse momento Jesus já não estava mais preso ao tempo e espaço com um corpo meramente carnal (Lc 20.20;24-27; Lc 24.31; Jo 20.;19;26).
Ressuscitando fisicamente, o que pra muitos cientistas e espiritualistas isso não é possível, mas com Deus tudo é possível e tem um propósito, Seu corpo voltou a ter ligação com sua alma e espírito. Isso quer dizer que com Sua ressurreição foi possível Ele vencer a morte ( ICo 15.54).

. É pela ressurreição de Cristo que produzimos fé no Senhor (Rm 10.9).
A fé dos discípulos meio que “entrou em parafuso” depois da morte de Jesus, como podemos ver em Jo 20.19;25; Lc 24.21-22). Essa fé foi restabelecida quando Jesus ressurreto apareceu aos discípulos (Jo 20.8;20). Se Ele não tivese ressuscitado, ninguém acreditaria nEle com Filho de Deus (Rm 1.4; At 13.33) nem como juiz universal (At 17.31).

. O fundamento de nossa união com Cristo é a Sua ressurreição.
Nossa fé em Jesus não é somente um pensamento ou uma simples aceitação mental das coisas que lemos sobre Ele. Se formos racionalizar, não há como haver fé, pois a fé não se discerne emocionalmente. E é essa fé nos une a Ele. Paulo diz que toda nossa vida é “em Cristo” 164 vezes. O pecador só é abençoado pela obra de Cristo na cruz quando é unido a Ele, pela fé.

A Igreja, apesar de ser um organismo celestial também é um organismo humano e pra que Jesus fosse O cabeça da Igreja era necessário ser homem eternamente. Por isso a necessidade dEle possuir um corpo humano, de ter nascido como nós através de um parto. Quando o verbo se fez carne e habitou entre nós, Ele não trouxe conSigo a natureza humana, mas adquiriu a de Maria, sua mãe. Jesus descende de Abraão e Davi (MT 1.1); foi um judeu como qualquer outro: respeitava a Lei, foi circuncidado ao 8º dia, sentiu fome, sede, cansaço (MT 8.24;19.28), era limitado em seus conhecimentos (Mc 11.13;13.32), tinha sentimentos e emoções humanas (Mc 10.13-16;6.6;10.21;9.30; Mt11.25-26;26.38;11.20-21; Lc 24.19; Jo12.27;7.1;11.54); foi tentado como qualquer outro homem (Hb 4.15) e dependia de encorajamento do Pai pra suportar Sua humanidade (Mc 1.35; Jo 6.15), exatamente como nós precisamos. Quando foi gerado pelo Espírito Santo no ventre de Maria, Ele deixou de ser abstrato para ser concreto. E o fato dEle ter se tornado humano, além de continuar sendo a segunda pessoa da Trindade, foi que Ele pôde nos salvar. Se não tivesse ocorrido a ressurreição do Seu corpo, Ele teria deixado de ser humano. Hoje Ele é “homem do céu” (ICo 15.47), o Filho do Homem (Ap 1.13) e O cabeça de uma raça  redimida (Ef 1.22-23).

Jesus é central e essencial à fé cristã. O que separa a nossa fé das demais religiões é que todas as demais tiveram um fundador que poderia ter sido outro e baseiam seus ensinos em doutrinas humanas. Mas nenhuma religião é fundamentada numa Pessoa Viva como o cristianismo, pois o cristianismo é o próprio Cristo. E nenhum outro ensino religioso ou filosófico pôde salvar seus criadores do salário do pecado (Rm 6.23); somente Jesus tem esse poder. E se esses ensinos, por mais lógicos que humanamente possam parecer, não foram capazes de salvar seus idealizadores, quanto menos seus seguidores. Esse é mais um ‘detalhe’ a se considerar acerca das religiões existentes, pois foi a ressurreição de Cristo que fez e faz a grande diferença entre a fé cristã e a religião dos homens.

A Ressurreição de Jesus é a base de nossa ressurreição.
Se Jesus não tivesse ressuscitado fisicamente, não haveria como sermos ressuscitado futuramente (Rm 8.11; ITs 4.14). Ele é “a primazia” (ICo 15.20;23; Cl 1.18 ); Seu corpo de glória é o padrão dos nossos corpos no futuro que creio estar breve (Fp 3.20-21; ICo 15.48:49) .

Depois de Sua ressurreição e aparição, Jesus foi Exaltado (Fp 2.9-11).
Os homens do tempo de Jesus, inclusive os sacerdotes, o julgaram como criminoso e o desprezaram por Ele se declarar Deus e igualar-Se à divindade.
Podemos ver em Cristo todos os atributos morais e absolutos que vemos em Deus. Quando Deus fez o homem à Sua imagem e semelhança foi nesse sentido e não fisicamente.
Antes de vir ao mundo, Ele era Deus e não homem. Agora, depois da crucificação e ressurreição física, Ele é recebido e exaltado nos céus como homem e está à direita do Pai! (I Tm 3.16); Jesus é nosso Deus-homem. Ao ser exaltado recebeu de volta toda a glória como Deus (Jo 17.5); tem toda a divindade (Cl 2.9); Ele que antes havia declarado que só Deus poderia ser adorado (Mt 4.10), aceitou nossa adoração (Mt 14.33;15.9; Jo 20.28; Hb 1.6; Ap 5.8-14).

A volta de Jesus (Mt 24.30).
Essa é nossa esperança!
A volta do Senhor foi profetizada:
• Pelos profetas (Zc 14.3-5)
• Por João Batista (Lc 3.3-6)
• Pelo próprio Cristo (Jo 14.2-3)
• Pelos anjos (At 1.11)
• Pelos apóstolos (Tg 5.7; IPe 1.7;13; ITs 4.13-18)

A vinda de Cristo será:
• Pessoal e corporal (Jo 14.3; At 1.10-11)
• Visível (Ap 1.7; IJo 3.2-3)
• Real (ITs 4.16)
• De surpresa (Mt 24.42-44; ITs 5.1-3)

Os motivos pelos quais o Senhor voltará são para:
• Ressuscitar os mortos em Cristo (ITs 4.16; ICo 15.22-23)
• Transformar os vivos a imortalidade (ICo 15.51-53)
• Arrebatá-los p/encontrá-lo nos ares (ITs 4.17)
• Julgar e recompensar os santos (IICo 5:10; ICo 3.12-15)
• Casar com a noiva (Ap 19.7-9;21.2)
• Destruir o anti-cristo (IITs 2.8)
• Julgar as nações (Mt 25.31-33)
• Julgar a todos (IITm 4.1)
• Acorrentar satanás por mil anos (Ap 20.2-3)
• Estabelecer seu reino milenar (Ap 20.4-6)

RESUMO DA SÉRIE:

Todo o Antigo Testamento (AT) trata da preparação para o advento de Cristo. Jesus é, portanto, o cumprimento de todas as profecias e promessas contidas no AT. Jesus não era um homem no céu ou anjo e sim a segunda Pessoa da Trindade Divina que se encarnou com o único propósito de salvar a humanidade – que jazia no pecado desde a sua queda no Jardim do Éden – através de Sua morte na cruz. Mesmo se tornando homem, Ele continuou com os mesmos atributos que Seu Pai tem, pois manteve Sua natureza Divina. Alguns desses atributos são: Absolutos ==> imutabilidade, infinidade, imensidade, onipotência, onipresença, onisciência; Morais ==> amor, fidelidade, justiça, retidão, verdade e santidade. O Filho de Deus foi gerado totalmente de forma sobrenatural, no ventre de Maria, pelo Espírito Santo; já Seu nascimento se deu naturalmente, pois assim como qualquer outros ser humano, Ele foi dotado de um corpo físico, com seus próprios traços genealógicos e passou pelo que passamos: fome, sede, cansaço, sentimentos e emoções diversas. Por ter nascido sob o regume da Lei, foi circuncidado ao 8º dia depois do Seu nascimento e teve uma vida religiosa ativa, como era próprio dos judeus. Foi tentado, mas NUNCA sucumbiu ao pecado, permanecendo Perfeito e Santo, exatamente como Deus quer que voltemos a ser.

(Autoria do resumo: Sílvia Mª Rizzuto Rosa)

Jesus – parte 3

Série: O JESUS HISTÓRICO / Temas: Retrato do Jesus histórico; Compreendendo o Jesus histórico; Análise da personalidade de Jesus;

Deus permitiu que fossem escritos 4 Evangelhos pra que se atingissem as 4 classes da população daquela época. O evangelista Mateus escreveu diretamente ao povo judeu; Marcos para os romanos; Lucas direcionou seus escritos para os gregos e João focalizou os cristãos, a Igreja de Cristo da época.

A mensagem central do Evangelho de Mateus é o Cristo ungido de Deus e apresenta-o como Rei. Marcos mostra Jesus como servo, é um Evangelho prático, onde apresenta aquilo que Jesus fazia. Lucas apresentar Jesus como homem e João O apresenta como Deus.

Os 4 evangelhos apresentam o verdadeiro Evangelho – Jesus Cristo. As Boas Novas não são os eventos da vida de Jesus ou o que Ele ensinou, mas Sua própria Pessoa.

Antes dos 4 evangelhos serem escritos, a mensagem do Evangelho já estava sendo partilhada pelo mundo, pois a essência do Evangelho segundo Jesus diz respeito ao discipulado, que é o desenvolvimento espiritual dos cristãos. Quando uma pessoa recebe a Cristo, recebe o próprio Evangelho como Salvador de sua vida e não precisa, obrigatoriamente aprender ou compreender toda Sua história e doutrinas.

Os evangelistas foram inspirados por Deus pra escreverem os evangelhos, sendo assim, não foi algo que ocorreu de forma mecânica. Deus aproveitou a inteligência, cultura, memórias e lembranças de cada um para que tudo saísse conforme Ele tinha planejado.

Ouve-se dizer comumente que ”o evangelho que muitas pessoas lêem é o evangelho segundo você. Como está sendo escrito o seu evangelho? O seu evangelho edifica ou escandaliza? Como as pessoas lêem o evangelho segundo sua vida na sua maneira de falar, de agir…?

A expressão “Filho do Homem” aparece aproximadamente 80 vezes na Bíblia, sendo 3 delas no AT e denota a humanidade perfeita de Jesus. Ela deriva de uma expressão hebraica que implica numa posição de humildade ou ausência de privilégios. O nascimento de Cristo foi através do parto natural de Maria. Jesus possui características em Sua personalidade que são difíceis de compreender por serem misteriosas e sofisticadas. Mas algumas que podemos citar são: flexibilidade, adaptabilidade, singeleza de coração e coragem intelectual.

Pra quem está em Cristo, não importam o que seus antepassados fizeram ou quais suas heranças. A cruz pôs fim em toda maldição. Na família de Jesus havia gente de todo tipo, mas nem por isso Ele nasceu debaixo de maldição. À luz do AT a maldição é sempre resultado de uma ação. Portanto, ninguém tem o poder de nos amaldiçoar, além de nós mesmos. E fazemos isso quando transgredimos os mandamentos de Deus. Se você realmente é de Deus, toda maldição já foi quebrada pelo poder da cruz de Cristo!

As pessoas que experimentam a conversão genuína que é resultado da palavra viva e eficaz em sua vida (e não uma conversão psicológica, social ou intelectual), que permitiram que Deus verdadeiramente se tornasse Senhor de suas vidas, tendo controle sobre toda ela, são livres e não vivem em vão. Independente das circunstâncias que se apresentam elas triunfam porque compreendem que essas circunstâncias, muitas vezes, fazem parte do esquema Divino pra elas.

Rute mesmo sendo moabita, passou a fazer parte da genealogia de Jesus. Tamar, mesmo tendo uma relação incestuosa, passou a fazer parte da ascendências da família de Jesus. Raabe que foi prostituta boa parte de sua vida em Jericó, também passou a pertencer à família de Jesus. bate-Seba, mesmo caindo em adultério, idem. Portanto, você e eu temos jeito! Porque Tamar, Raabe, Rute e Bate-Seba tiveram jeito!!!

REFLEXÃO PRA SEMANA:

Jesus causou grande impacto sobre a sociedade de seu tempo e continua a mudar nosso estilo de vida e modo de pensar hoje! Como uma vida transformada hoje pode dar testemunho da vitalidade das transformações de Cristo?

Quem sou eu? Quem é você? Somos imitadores de Jesus de Nazaré? Temos uma personalidade fascinante que reúne espiritualidade, humanidade e intrigante que leva as pessoas a se perguntarem: quem é aquele? Ou somos pessoas comuns, que vivem na inércia e pequenez? Nós fazemos alguma diferença no meio em que vivemos ou somos apenas mais um?

Jesus – parte 4

Série: O JESUS HISTÓRICO / Tema: O mundo em que Jesus viveu.

Jesus nasceu na plenitude dos tempos (Gálatas 4.4), ou seja, quando o tempo estava pronto pra recebê-Lo. E esse tempo era perfeito pro seu aparecimento, pois o grego era a língua em comum, falada por todo o império romano; as guerras de conquistas haviam terminado, então, o império romano havia melhorado demasiadamente as estradas, o que facilitou não só o comércio como também possibilitou as missões e porque os judeus eram o povo ideal pra ser usado no plano de Deus, uma vez que professavam a fé em um único Deus. Fora que os judeus aguardavam a vinda do Messias há muito tempo. O mundo estava mergulhado no pecado e precisava de salvação. Sendo assim, Jesus nasceu numa época da história que estava especialmente preparada pra receber o Salvador. Deus planejou tudo isso antes da fundação do mundo, por amor a nós.

Como personagem histórico, Jesus viveu num contexto político, social e religioso. Viveu sob um regime político totalitário que tentou tirar sua vida quando era recém-nascido. Naquela época Israel vivia sob o domínio de Roma que subjugou a Grécia, a Macedônia, a Síria, o Egito, a Palestina, a Espanha entre outros países. O Sinédrio era a mais alta representação política da época em Israel. Funcionava mais ou menos como o nosso atual Senado Federal. Era composto por 71 membros divididos em classes: sumos sacerdotes que pertenciam às famílias sacerdotais, os anciãos que eram os ricos proprietários, como por exemplo Nicodemos e José de Arimatéia e os escribas que também podem ser chamados de doutores da lei, que não eram ricos, mas sim intelectuais e na sua maioria fariseus (Marcos 14.53).

O Sinédrio manipulava as massas através do seu aparato religioso. Esse grupo sentia medo e inveja de Jesus pois Ele estava tirando deles o poder de influência que tinham sobre o povo uma vez que Jesus desmantelou os esquemas religiosos que sustentavam a dominação sacerdotal e criou nas pessoas um senso crítico e de reflexão.

Em Marcos 15.1 lemos sobre a condenação de Jesus e vemos que Ele foi transferido da jurisdição judaica, que era o Sinédrio, para a romana, de Pôncio Pilatos.  As autoridades judaicas, por mais que quisessem, não tinham poder para matá-Lo, não de forma legal. Só a instância romana podia fazer isso.

Analisando o comportamento de Cristo diante das autoridades políticas, quando foi julgado por elas, podemos apreender que:

  • o silêncio, às vezes é uma poderosa arma;
  • a justiça do reino de Deus provoca uma perturbação insuportável nos poderes injustos;
  • as autoridades políticas estão sempre em condições precárias.

Na época em que Jesus viveu havia vários grupos religiosos. O mais conhecido eram os fariseus (que em hebraico significa separado). Eles eram um misto de religião com partido político. Quando surgiram eram zelosos e primavam pela pureza religiosa, com a proposta de preservar a fé viva durante o período interbíblico (400 anos antes de Cristo; Deus não falou nesse período, mas agiu.) Os Saduceus (em hebraico quer dizer justos), detinham a maior parte da riqueza; não gostavam dos romanos, mas politicamente conseguiam conviver até que pacificamente com eles. Na religião, aceitavam a lei de Moisés, mas não a tradição defendida pelos fariseus. Os Essênios (quer dizer piedoso) viviam como em comunidades, um tipo de irmandade e não se preocupavam com a vida política de Israel; praticavam o ascetismo. E os zelotes odiavam os romanos a tal ponto de formarem guerrilhas contra o império, tentando recuperar a independência. Simão, um dos discípulos de Jesus era desse grupo.

Mais de 2000 mil anos já se passaram da vinda de Jesus à Terra e de lá pra cá, sempre o destino da humanidade tem sido definido pelo tipo de relacionamento que o homem tem com Deus, através de Jesus. Aqueles que crêem verdadeiramente e se submetem ao senhorio do Senhor, tendo sua vida pautada com os princípios da Palavra, vivenciam mudanças radicais em suas vidas, vindas de dentro pra fora.

REFLEXÃO PRA SEMANA:

Assim como nós atualmente, Jesus viveu num mundo hipócrita, de legalismo, injustiça, contradições e corrupto. E mesmo assim, Ele conseguiu causar um enorme impacto na vida das pessoas e na história como um todo. Ele nos mostrou que podemos viver assim ainda hoje, tendo como Ele, equilíbrio de virtudes.

Será que somos capazes de demonstrar indignação e compaixão diante de um duro coração que me critica? (cf Mc 3.1-6)

Conseguimos olhar com simpatia pessoal, alguém que possui uma vida financeira grandemente melhor que a nossa? (cf Mc 10.21)

Temos condições de mostrar firmeza e ao mesmo tempo ternura para aqueles que convivem conosco no dia-a-dia? (cf Mt 15.16)

Somos amáveis o suficiente para elogiar alguém por merecimento e logo após saber confrontá-lo por ser necessário, como Jesus fez com Pedro? (cf Mt 16.23)

Só quando adotamos o estilo de vida de Jesus em nossas vidas é que teremos condições de viver o Evangelho de forma genuína e plena, apresentando um cristianismo coerente e não uma mensagem distorcida dele.

RESUMO DA SÉRIE

Deus permitiu que fossem escritos 4 Evangelhos para que se atingisse as 4 classes da população daquela época. O evangelista Mateus escreveu diretamente ao povo judeu; Marcos para os romanos; Lucas direcionou seus ensinos aos gregos e João focalizou os cristãos. A mensagem central do Evangelho de Mateus é o Cristo ungido de Deus e ainda, apresentá-Lo como Rei. A expressão “Filho do Homem” aparece aproximadamente 80 vezes na Bíblia, sendo 3 delas no AT e denota a humanidade perfeita de Jesus. Ela deriva de uma expressão hebraica que implica numa posição de humildade ou ausência de privilégios especiais. O nascimento de Jesus foi através de parto natural de Maria. Jesus Cristo possui características em Sua personalidade que são difíceis de compreender por serem misteriosas e sofisticadas. Mas, algumas que podemos citar são: flexibilidade, adaptabilidade, singeleza de coração e coragem intelectual. Jesus nasceu no império grego e viveu debaixo de um regime totalitário dominado por Roma. Em Israel havia o Sinédrio – que é algo como nosso Senado federal atualmente – composto por 71 membros, divididos entre anciãos, sumos sacerdotes e escribas que tinham amplos poderes. Apesar das inúmeras dificuldades de Sua época, Jesus sempre teve uma postura firme e equilibrada, como devemos adotar para podermos viver um cristianismo coerente com a Pessoa do Senhor Jesus.

(Autoria do resumo: Sílvia Mª Rizzuto Rosa)

Jesus – partes 5 e 6

Série: O RELACIONAMENTO TRANSFORMADOR DE JESUS / Tema: O equilíbrio de Jesus;

Em Sua vida Jesus ensinou através de pregações fundamentadas em um profundo equilíbrio e bom senso. Em algumas passagens dos Evangelhos Ele demonstrou uma capacidade de ver as coisas como realmente são, em variadas situações, como por exemplo:

Lc 12.16-21 / Lc 14.28-30 / Mt 5.45 / Mt 24.43 / Mc 7.18/22

Em Seu modo de agir e ser Ele transmitia sensatez: Jo 8.59 / Jo 11.57 / Jo 12.36 / Jo 10.39 / Lc 4.30 / Jo 7.10 / Jo 4.1-3 / Mc 7.24 / Mc 8.13

Jesus não espiritualizava as coisas, pois as compreendia de forma clara e objetiva. Exemplos: Mt 5.24; 34; 39; 44 / Mt 24.27 / Mc 13.28 / Mt 13.22 / Jo 16.21 / Mt 6.19 / Lc 12.54-55

REFLEXÃO PRA SEMANA:

Como nos identificamos? Com bom senso e sabedoria ou como o néscio e estúpido de que fala o livro de Provérbios?

Agimos conforme nossos desejos e instintos naturais, sem ponderação e análise pela Palavra de Deus ou procuramos seguir a orientação de Efésios 5. 15-17?

15 Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, 16 Remindo o tempo; porquanto os dias são maus. 17 Por isso não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor.

 

Série: O RELACIONAMENTO TRANSFORMADOR DE JESUS / Tema: Jesus valorizava as pessoas acima das coisas;

Jesus tinha uma coração compassivo e generoso. Ouvia e acolhia a todos que o buscavam. Pra Ele, estar e atender as pessoas era tão importante que Ele deixava de comer e até dormir, como vemos em:  Mc 3.20 / Mc 6.31 / Mc 4.38

Jesus se preocupava bem mais com a alma do que com o físico das pessoas. Mc 8.2-3 / Jo 6.14 / Jo 2.11 As curas que Ele realizava eram pra mostrar isso também.

Ele operava milagres para que o lado espiritual das pessoas fosse despertado e pra mostrar Seu poder e autoridade vindos do Pai. Mt 4.4 / Lc 5.8

Tudo o que Ele fazia era com o intuito de que as pessoas acreditassem que Ele é o Filho de Deus.

REFLEXÃO PRA SEMANA:

Vamos refletir durante essa semana nos baseando nos exemplos de como Jesus valorizava mais as pessoas do que programas e estruturas eclesiásticas:

–> Lc 13.10-17: Ele estava ensinando quando viu a mulher curvada. Ele parou o estudo bíblico porque naquele momento, curar aquela mulher era o mais importante pra Ele. No verso 14 vemos a reação da religião organizada, que coloca as “coisas” (programas, regimentos, estatutos, dias especiais…) acima das pessoas. Esse tipo de imposição religiosa, transforma a igreja (templo) que deveria ser terapêutico em um fenômeno patológico, que gera posturas neuróticas e neurotizantes. Podemos identificar esse tipo de “doença” quando:

- coisinhas irrelevantes se tornam grandes questões teológicas;

- há preocupação demais com a aparência e as formas externas;

- a obsessão por decidir entre o certo e o errado é tanta que não se leva em conta as feridas que vão se abrindo na alma das pessoas;

- as convicções são fundamentadas em conceitos tradicionais e não na essência dos princípios bíblicos;

- se exalta uma espiritualidade exterior e orgulha-se dela, sendo apenas litúrgica.

–> Mc 10.13-16: Nos versos 1 ao 12 Jesus falava sobre o importante assunto do divórcio, quando foi interrompido nos versos seguintes por crianças. Os discípulos acharam aquilo um absurdo e chamaram a atenção da criançada. Mas no verso 14 vemos a reação de Jesus, que indignado com a postura dos discípulos, abençoou as crianças. Devemos relembrar que naquela época as crianças e as mulheres eram marginalizadas e é justamente esse tipo de pessoa que mais necessita de atenção.

–> Mc 5.25-34: Nos versos anteriores (21-24) vemos que Jesus tinha em sua agenda a programação de ir até a casa de Jairo para curar sua filha. Mas Jesus atrasou essa visita para atender a uma mulher que estava desesperançosa.

–> Lc 18.35-43: Ele interrompeu uma caminhada para socorrer um cego que até então, vivia à margem da sociedade. Após sua cura, esse homem não só recuperou a visão como teve sua vida toda transformada por causa daquele encontro com Cristo. Podemos aprender desta lição que:

- quantos Bartimeus não estão por aí afora esperando que levemos Jesus à eles para que se tornem seres humanos em todas as dimensões?

- não podemos continuar compactuando com as atuais estruturas eclesiáticas que criam obstáculos e empecilhos que impedem a Graça livre de Deus chegar e abundar na vida dessas pessoas!

(Fonte: Apostila ‘Teoria e Prática da Vida de Cristo’ – ITQ)

Jesus – parte 7

Série: O RELACIONAMENTO TRANSFORMADOR DE JESUS / Tema: Jesus ia ao encontro das pessoas e transmitia o Evangelho.

Jesus tinha um coração compassivo e não fazia distinção entre as pessoas. Se relacionava com pessoas simples, do povo, a maioria pobres financeiramente, mas sem jamais excluir os privilegiados; se interessava, amava e buscava estar em contato com os marginalizados pela sociedade e pelas instituições religiosas da época e também com as crianças. (Consulte: Lucas 7.36-50 / Lucas 19.1-10 / João 8.3-11 / Marcos 16.9-11 / Mateus 9.35 / Marcos 6.56 / João 2.1-11 / João 7.37-44)

Quando tomou a forma humana passou pelas mesmas coisas que passamos: inquietações, cansaço, solidão e necessidades humanas. Mas era também um Deus compassivo que, mesmo aprendendo a ser como nós, fazia com que Ele estivesse sempre em busca de comunicar as boas novas.

Ele ia onde as pessoas estavam, ensinava em qualquer lugar, não se limitando somente às sinagogas. E onde encontrava pessoas como nós, doentes espiritualmente (ou seja: todos!), Ele partilhava do sofrimento, aflição, medos e angústias dessas pessoas e então ministrava Sua Graça restauradora que cura e liberta verdadeiramente.

Uma das maneiras com que Cristo expressava seus sentimentos compassivos de forma prática e transparente – e não de um jeito sentimentalista como geralmente nós nos utilizamos – era tocando as pessoas. Nos Evangelhos a palavra toque aparece 30 vezes, sendo que dessas, 18 eram relacionadas à Jesus tocando ou sendo tocado por alguém. (Veja alguns exemplos: Lucas 6.17-19 / marcos 6.56 / Mateus 14.34-36 / Lucas 8.54-56 / Lucas 17.11-17 / Lucas 8.44-46)

Ele só podia amar tocar aquelas pessoas pois as amava realmente, pois Era desprovido de qualquer preconceito, sem estigmatizar ou pré-julgar qualquer ser humano devido às suas posturas; tanto que acolheu em Seu ministério Simão, o zelote, que foi um revolucionário filiado a um partido político de extrema esquerda e também o publicado Mateus, que era um direitista reacionário que servia ao Império Romano e era considerado por todos como um traidor, por cobrar impostos de seus próprios compatriotas.

Por ser só AMOR, Ele podia tocar as pessoas de forma física e também espiritual e achegava-se as pessoas que eram tidas pela religião oficial como indignas. Em Lucas 5.29-30 vemos que Ele sentou-se à mesa para comer com pecadores, o que pra Ele era indiferente, pois sabia perfeitamente diferenciar o pecado e o pecador. Também esteve com uma pessoa possessa por muitos demônios (vide Marcos 5.1-14); conseguiu romper com a inimizade entre o povo judeu e os samaritanos, como podemos ver em João 4.9; visitou a casa de um representante do poder político que oprimia o povo: Lucas 7.2-6.

Onde Jesus ia, Ele abençoava as pessoas através de Seus ensinos, proclamando o Evangelho do Reino e do Seu toque (que encorajava, abençoava e curava). As pessoas se tornavam sãs quando eram tocadas por Ele e através de parábolas Ele conseguia transmitir verdades abstratas à todos os povos, independente do grau de instrução de cada um, pois utilizava de exemplos conhecidos por eles, como: um semeador, um pastor e suas ovelhas, um filho e seu pai, grão de mostarda, moeda perdida,… Sua ministrações eram todas baseadas em coisas que Ele já havia feito e ansiava que todos fizessem. Ele usava de informalidade para pregar, indo a diversos locais (Mateus 5.1 / Lucas 4.16-27 / Marcos 4.1); era sempre criativo e espontâneo e apesar desse Seu método ser diferente da maioria dos líderes, Ele conseguia ser reconhecido com e como autoridade quando pregava (Marcos 1.22). pra que Suas mensagens ficasem gravadas no coração dos ouvintes, Ele usava de perguntas para atrair a atenção deles (Marcos 4.30), para provocar uma reflexão profunda (João 3.13), para incentivar às convicções de cada um (João 21.15-17) e também para ganhar pontos a Seu favor quando ocorriam debates (Mateus 22.42).

As verdades que Jesus declarava eram sustentadas pelo Seu caráter íntegro e equilibrado. Todos os ensinamentos do Novo Testamento estão alicerçados nos de Jesus, que era a própria personificação do que ensinava e foi o que baseou os apóstolos a construírem e executarem seus próprios métodos de pregação.

Cada alma significava e significa muito para Jesus e como Ele não precisou adaptar Seus ensinos à modismos ou à moldes ultrapassados já naquela época, Ele quebrava paradigmas para transmitir Sua mensagem, mas sempre de maneira completamente lícita e legítima. Quando Ele disse: “Ide e pregai…”, “ensinando todas as coisas que vos tenho ordenado” e “curai os enfermos” é porque Ele já havia feito tudo isso e foi dessa forma, pelos exemplos reais, que os discípulos aprenderam, conforme podemos notar no livro de Atos dos Apóstolos, de seu início ao fim, trata dos exemplos do Mestre Jesus.

Além de Suas pregações e do Seu toque, Jesus anunciava a misericórdia do Pai e Sua divindade através de milagres (João 2.11 / Mateus 14.33 / Lucas 5.8) e de curas, que mostrava também o interesse de Deus pelo bem-estar das pessoas (Mateus 4.23 / Lucas 7.16-17 / Lucas 9.43 / Marcos 1.27-28 / João 11.45). Com o episódio das crianças (Marcos 9.36-37) Jesus exemplifica que uma atitude tem bem mais valor do que apenas um ensino teórico e na passagem do lava-pés (João 13). Ele causou grande impacto entre os discípulos ensinando como a ser de verdade um servo.

O objetivo de Cristo era que Seus ensinos e atitudes penetrassem até os mais duros corações. Temos dois bons exemplos disso: a parábola do semeador (Marcos 4.1-9) é a história de um palestino que foi semear e nos versos 10 a 20 vemos a interpretação dela:

- a semente é o Evangelho;

- o semeador é quem anuncia o Evangelho;

- os tipos de solo representam os tipos de coração daqueles que ouvem o Evangelho.

No caso da outra tão conhecida passagem do filho pródigo (Lucas 15.11-14) sabemos que é a história de um pai que é abandonado por seu filho mais novo, este em posse de sua parte da herança que lhe foi adiantada; e mais tarde ele perde tudo o que tem, tornando-se miserável e querendo retornar à casa do pai, nem que fosse como empregado. Observamos que Jesus nos mostra aqui que:

- o pai é Deus que ama a Seus filhos e dá a ele livre escolha na vida;

- o filho pródigo são os pecadores arrependidos;

-  o filho mais velho representa os escribas, saduceus e fariseus (de ontem e de hoje) que não conseguem compreender que Deus aceita os pecadores de volta.

REFLEXÃO PRA SEMANA:

Não precisamos ser exímios na arte de falar e ensinar para sermos como Jesus e usar Seus princípios. Devemos ser como Ele é e como as pessoas gostam de se comunicar: simples, claros e objetivos.

O “toque” de Jesus tinha 3 propósitos:

1) Encorajar (Mateus 17.7-8)

2) Abençoar (Mateus 19.13-15)

3) Curar (Mateus 12.9-13)

Quando foi a última vez que “tocamos” alguém de forma verdadeiramente significativa?

RESUMO DA SÉRIE:

Jesus demonstrou equilíbrio humano através de Suas pregações e ensinamentos, pois eram marcados pelo bom senso e realismo. Realismo é quando não espiritualizamos aquilo que é essencialmente físico e não humanizamos o que é essencialmente espiritual. As curas que Jesus realizou foram sempre um componente essencial para Seu ministério, porque revelavam o quanto Ele valorizava a alma das pessoas. Jesus nunca fez acepção de pessoas e separava claramente o pecado do pecador e se relacionava tanto com os publicanos – que eram os cidadãos judeus que serviam ao império romano cobrando impostos de seus compatriotas – como com os pecadores – que eram os judeus não praticantes do judaísmo ou das leis rabínicas -. Jesus desenvolveu um ministério baseado em 3 pontos fundamentais: pregação, ensino e cura e sempre que Ele dizia a alguém para fazer algo, é porque Ele mesmo já havia feito tal coisa. Algumas características do Seu método de ensino eram a simplicidade, a informalidade, as ilustrações, a autoridade e os questionamentos. Cristo comunicou a misericórdia de Deus através de milagres e curas.

(Autoria do resumo: Sílvia Mª Rizzuto Rosa)

Jesus – parte 8

Série: O EVANGELHO SEGUNDO JESUS / Tema: O Evangelho de Jesus Cristo;

Infelizmente vivemos hoje um tempo em que a igreja evangélica passa por uma verdadeira crise de identidade. No NT vemos a palavra “cristão” ou “crente” apenas 3 vezes, enquanto que “discípulo” aparece 260 vezes. “Salvador” (que tem relação à ideia de crente, bênçãos e etc…) aparece 24 vezes e “Senhor” (que tem relação à discípulo, renúncia, obediência e etc…) aparece 700 vezes. Qual a ênfase de Cristo que estamos dando às pessoas? A do Salvador e crente ou a do Senhor e discípulo?

Na Igreja primitiva vemos que os irmãos eram conhecidos como discípulos. Hoje lamentavelmente somos identificados como crentes, evangélicos… Uma boa parte, pra não dizer ser a maioria, das pessoas concorda com a verdade a respeito de Jesus ser nosso Salvador para terem o direito de receber os benefícios do sacrifício da cruz e as promessas contidas na Bíblia. Mas não há compromisso com o Senhor, proclamamos que Ele é nosso único Senhor, mas não aceitamos o senhorio de Jesus. É ou não é uma terrível crise de identidade a que vemos atualmente? Mais de 90% dos que aceitaram a Jesus um dia não se enxergam como discípulos, mas como evangélicos, crentes e em alguns casos como servos e amigos do Senhor; e só.

Mas se chegamos a esse ponto agora é porque a raiz foi plantada já há algum tempo no tipo de mensagem que vem sendo pregada. Se enfatizamos o “Salvador” apenas, vamos criar crentes consumidores de bênçãos; se enfatizamos o Senhorio de Cristo gera-se discípulos, pessoas comprometidas pessoalmente com a Verdade e com a Igreja (entenda-se por Igreja: corpo de Cristo e não templo ou denominação). O Evangelho de Jesus não pode continuar sendo negociável e adaptável àquilo que as pessoas buscam, que as façam sentir-se bem, criando uma segurança que na verdade não é real, uma fé fácil; precisamos enfatizar e deixar bem claro àqueles que um dia fizeram uma oração e pediram que Jesus entrasse em seus corações, que Ele está assumindo uma vida de mudanças morais, além do abandono diário do pecado e a renegação da impiedade. Quando não transmitimos isso, acabamos obscurecendo a mensagem da cruz, fazemos com que a fé dos ouvintes seja baseada em sentimentos e as pessoas acabam por adicionar obras à fé.

Podemos expor o conceito do Evangelho segundo Jesus através de inúmeras passagens nos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Mas peguemos o Sermão do Monte (Mateus 7.13-27) como exemplo, pois é uma passagem bem conhecida entre todos, inclusive por não cristãos. Ao término do sermão, Jesus enfatiza que os ouvintes inevitavelmente optem e adotem atitudes em relação ao que Ele ensinou nos capítulo 5 a 7. Veja que Jesus está sempre utilizando a ideia de 2 grupos: um majoritário e outro minoritário e também 2 destinos: a perdição e a vida eterna. Ele ressalta que a salvação é uma decisão que tem relacionamento direto com o Seu Senhorio e não pode ser algo momentâneo e sim definitivo e que implica em consequência contínuas eternas:

a) Duas portas: a estreita e a larga (Mateus 7.13). Há um errada e a outra é a certa. Aqui Jesus não compara, mas exige uma decisão por uma ou outra, não há meio termo, não há espaço para placas, crenças, doutrinas ou qualquer espécie de sistema de méritos humanos; não há como continuar carregando uma bagagem de auto justiça ou algo do gênero, pois Cristo é suficiente e nos basta; a questão é completa e absolutamente pessoal: você não entra no Reino como ou por ser parte de uma comunidade ou denominação.

b) Dois caminhos: o estreito e o espaçoso (Mateus 7.14). Optando pela porta certa, você deve então escolher o caminho que quer seguir. Se quiser o espaçoso, fique tranquilo, pois ele não irá pedir que você faça nada, já que é o caminho natural do mundo e também mostrado pelas religiões em massa. Já se você escolher o caminho apertado, este vai requerer de você novos princípios, mudança de caráter, auto negação, identificação com Cristo, entrega, obediência além do que você poderá sofrer perseguições… Não é uma caminhada fácil e a opção é só sua, mas não é difícil decidir: a escolha por uma das portas e por um dos caminhos é o que decide nosso destino.

Na Palavra vemos que:

. Jesus é a porta que leva ao caminho estreito. Por isso Ele confrontou uma multidão bajuladora (Lucas 14.25-27; 33);
. Jesus questionou a fé dos que se auto denominavam discípulos (João 6.64);
. Jesus exige submissão total ao Seu Senhorio.

c) Duas fachadas: a verdadeira e a falsa (Mateus 7.15-20). Aqui vemos que de nada adianta se ter uma excelente teologia ou oratória, o que importa é a escolha entre a Verdade ou a mentira. Lembremos que na Bíblia diz que devemos ter cuidados com os falsos mestres que também dizem: “Senhor, Senhor”. Os falsos mestres escondem-se por detrás de uma fachada de piedade cristã; você reconhece quem é quem pelos seus frutos; usam o nome do Senhor para fazer coisas que não são jamais do agrado de Deus e o que pregam não está de acordo com as Sagradas Escrituras.

e) Duas atitudes (Mateus 7.21-23). Temos de optar pelas atitudes que teremos para com o Senhor e então expressá-las com os lábios e com a própria vida. Falar apenas não é o suficiente, pois nosso exemplo de vida fala mais alto. Possuir dons, ser carismático, fazer coisas aos olhos humanos tidas como sobrenaturais não quer dizer que essa pessoa é do conhecimento do Pai. Sermos usados por Deus não significa que somos aprovados por Ele!

e) Dois alicerces: a rocha e a areia (Mateus 7.24-27). Ao final do Sermão do Monte Jesus exige uma decisão dos ouvintes: em qual dos alicerces vamos construir nossas vidas: sobre a rocha ou sobre a areia? A diferença toda está contida no alicerce, embora ele não seja visível. A questão primordial aqui não é se somos ouvintes da Palavra de Deus, mas se a vivemos em nosso dia a dia, diante das mais variadas circunstâncias, locais e pessoas.

Não devemos ceder às pressões de sermos simplesmente crentes, frequentadores de igreja, com uma fé superficial e que tem uma vidinha comum. Temos que nos comprometermos a cada dia com a mensagem da Cruz do Calvário e procurarmos viver no sobrenatural de Deus. Não aceitemos negociar o sacrifício de Jesus em prol de todos aqueles que crêem em troca de um ensinamento de “entretenimento”, “modismo” em detrimento do caráter de um verdadeiro cristão.

Jesus – parte 9

Série: O EVANGELHO SEGUNDO JESUS / Tema: O Senhorio de Cristo;

Temos de reconhecer o senhorio de Cristo em nossas vidas como o poder que de fato liberta, inclusive no nosso próprio “eu“. Deus já fez de Jesus “Senhor e Cristo” (Atos 2.36), portanto, ninguém precisa fazer isso. No NT Jesus é citado como Senhor 747 vezes. Em Atos 92 vezes, enquanto de que Salvador Ele é chamado só duas vezes. Isso mostra que as pregações dos apóstolos focalizavam Cristo como Senhor e não como Salvador, porque não há diferença ente aceitar o Salvador e o Senhor. O senhorio de Cristo estava explícito nas pregações e nos apelos para a Salvação (Atos 2.21 e 36; 16.31 / Romanos 10.9).
Quer a pessoa creia ou não, aceite ou não, JESUS CRISTO É SENHOR! E quando o final dos tempos se aproximar, tanto aqueles que aceitaram como os que o rejeitaram, dobrarão seus joelhos diante dEle (Romanos 14.9 / Filipenses 2.11).
. Jesus é Deus Todo-Poderso, Criador e Aquele que nos sustenta em todas as coisas (Colossenses 1.16-17)
. Jesus é Soberano, Senhor do sábado (Mateus 12.8)
. Deus Lhe deu todo o julgamento (João 5.22-23)

Em Mateus 7.22 Jesus mesmo disse que somente pronunciar “Senhor, Senhor” não é garantia alguma de que essa pessoa viva sob o senhorio dEle. Quando Ele falava aos incrédulos, pode-se notar que Ele sempre ressaltava Seu senhorio como foco:
. No caso do jovem rico, Ele exigiu que o rapaz reconhecesse seu senhorio: “segue-me” (Mateus 19.21)
. Jesus pôs à prova a declaração de fé daqueles que O chamavam de Senhor (Lucas 6.46-49)
. A salvação deve preceder ao senhorio de Cristo.

O senhorio de Cristo é enfatizado na Bíblia. No livro de John MacArthur “O Evangelho segundo Jesus” diz:
. Que foi o próprio Jesus quem disse que o que “importa é nascer de novo” (João 3.3;7). Não pode haver justificação se não houver regeneração.
. Em Tiago 2.20 vemos que a fé sem obras é morta e ninguém é salvo por uma fé morta (sem ação).
. Consulte Mateus 10.22 e veja o que Jesus disse acerca da perseverança na retidão, que é o que prova a verdadeira justificação.
. Crer apenas num Jesus que salva, mas que não Se torna o Senhor de sua vida, é acreditar num Jesus criado pelos homens e não por Deus. Jesus salva e é único Senhor e foi Ele mesmo quem nos disse para fazermos o que Ele nos manda (Lucas 6.46)
. Para servir a Cristo é necessário “negarmos a nós mesmos, dia a a dia tomarmos nossa cruz e seguí-Lo” (Lucas 9.23)
. Não veremos ao Senhor se não formos santificados (Hebreus 12.14)

As pregações, sejam elas feitas por pessoas que fazem parte da categoria eclesiástica de uma denominação ou por qualquer outra pessoa cristã, quando conversamos com as pessoas em nosso dia a dia sobre Jesus, devem ser norteadas pelas referências bíblicas que acabamos de comentar. É muito perigoso proclamar mensagens que se adaptem ao que as pessoas buscam, sendo somente acolhedores e amigáveis. Temos de receber com amor os que foram alcançados por mensagens desse tipo, mas temos de mostrar à elas que devem assumir um genuíno compromisso com o Cristo Senhor e Salvador todos os dias.
Não podemos ser como aquele tipo de gente que tenta parecer religioso, mas está muito afastado da porta e do caminho estreito. Jesus chamava-os de hipócritas. Também não podemos nos autonomear crentes por estarmos há muito tempo frequentando uma igreja, quando não temos um relacionamento íntimo e pessoal com o senhorio de Jesus, não devemos ser superficiais. Quem não quer seguir realmente as pegadas do Mestre e pagar o preço do discipulado, acaba se transformando numa pessoa que vai à igreja à procura de seu bem estar apenas, pedindo curas, milagres… são os consumidores de bênçãos.

A forma bíblica de divulgarmos o Evangelho é falar de Jesus a ponto das pessoas se libertarem do legalismo e do paganismo, como podemos ver que já ocorreu em 1 Tessalonicenses 1.5-9. Um Evangelho ao gosto do freguês não é capaz de transformar completamente as pessoas. E como fazemos isso?
a) Pregando no Poder e não no marketing religioso que se criou nos últimos tempos. No grego, a palavra Dinamis quer dizer Poder de Deus e isso não pode ser criado com técnicas e métodos. Quando colocamos o marketing pessoal nas ministrações subvertemos e adulteramos os preciosos valores do Evangelho de Jesus. Não podemos ser negligentes quanto à nossa responsabilidade individual de pregar somente o que está na Bíblia e nada mais! É esse tipo de proclamação do Evangelho que forma a identidade da igreja e a faz ser a Igreja de Cristo. Apelos sentimentalistas, vendedores de “indulgências” religiosas e muitas coisas do gênero que vemos por aí hoje em dia (infelizmente), não se pode ser misturado ao genuíno Evangelho do Senhor, que é algo Sagrado demais para que se acrescente ou retire algo dele!
b) Falar de Jesus sob a inspiração do Espírito Santo e não na nossa pecaminosa carnalidade. Quando as palavras são desprovidas do Espírito Santo, elas são apenas um artifício humano, fogo estranho, pois foram criados apenas pela mente humana. Precisamos adotar uma postura que verdadeiramente faça jus ao termo evangélico, sem relativismo e sem aderirmos aos modismos mundanos para atrair as pessoas até as igrejas. Antigamente o povo grego usava de técnicas de persuasão para controlar as mentes das pessoas e hoje não estamos muito longe disso. Sabemos identificar uma pregação feita somente na carne quando ela não promove mudanças na vida das pessoas; somente quando o Espírito Santo opera em nós através de uma Palavra é que o pecador consegue vivenciar uma mudança real em sua natureza de carne.
c) Temos de ter convicção plena daquilo que estamos dizendo e não apenas baseada em um profissionalismo ou porque fulano que é um pregador famoso disse e eu simplesmente cri, sem ao menos consultar o que a Bíblia diz a respeito. Nossas convicções devem ser moldadas pelas Palavra de Deus somente, que é imutável e não pelos aspectos da cultura. O Evangelho não é um conjunto de informações e se o transformamos nisso, o que antes era uma vocação do Senhor e uma vida pela fé, acaba se tornando uma carreira com direito à cachê. O Evangelho é um poder altamente transformador, que causa impacto em sua vida e você vive na suficiência da Palavra de Deus.

Em 1 Tessalonicenses 1.3-10 vemos que uma pregação verdadeiramente bíblica é capaz de produzir crentes genuinamente convertidos à Jesus, que demonstram uma fé que pode ser notada e avaliada (1.3 e 9). Vemos que discípulos verdadeiros se tornam discipuladores e não apenas frequentadores de reuniões (1.6); discípulos que buscam ser cada dia mais a imagem do Cristo (7). A palavra ‘modelo’ está no singular, enquando ‘vós’ está no plural, isso quer dizer que consideramos a Igreja como um todo e o cristão como indivíduo. Os discípulos devem estar compromissados com uma visão além das 4 paredes que forma o templo da igreja (8), uma comunidade que não sofra da síndrome do Mar Morto (que só recebe e sonega o que recebeu de graça). A Bíblia mostra que através dos discípulos comprometidos com o Evangelho do Reino, a Palavra de Deus repercutiu, divulgou, ressoou em todas as direções e é assim que tem de continuar sendo. Jesus tem de ser o centro e a razão da existência da Igreja. As igrejas não devem ser uma organização fria, mas unidos e congregados pelo Espírito Santo de Deus, que vivam o senhorio de Cristo e preguem uma mensagem realmente bíblica.

A expressão “Reino de Deus” é o cerne do ensino de Jesus. Sempre que falamos de Jesus somos levados a testemunhar do Reino de Deus. Mateus usa o termo “reino dos céus”, Marcos e Lucas usam “reino de Deus”. A palavra ‘céus’ em Mateus é substituída pela palavra ‘Deus’ em Lucas e Marcos, o que nos faz concluir que ambas são sinônimas.
No sermão do monte vemos que o reino de Deus foi o ensino principal dEle (Mateus 5.3;10;19;20; 6.10;33; 7.21). Quando instruía Seus discípulos, Jesus enfatizava o reino de Deus (Mateus 16.19; 18.3-4 / Marcos 9.43). Quando ocorriam conflitos religiosos, Jesus também não deixava de propagar o reino do Pai (Mateus 12.28;21.31 e 43; 22.2; 23.13). Quando no momento de Seu julgamento, o mesmo assunto foi evidenciado por Jesus (João 18.36-37). As últimas palavras de Cristo na Terra foram sobre o reino de Deus (Atos 1.3).
A palavra grega basiléia é traduzida como reino e quer dizer autoridade real, soberania, domínio. É a esfera na qual a soberania de Deus é conhecida e Sua vontade é suprema. Resumindo: é a vida do cristão sendo vivida no Espírito de Deus. Em Romanos 14.17 vemos o apóstolo Paulo dizendo que “o reino de Deus não é comida nem bebida”, porque ele quis reforçar a ideia de que as coisas físicas e materiais não devem ser sobrepostas às espirituais e eternas. Quando falamos do reino de Deus proclamamos o senhorio de Cristo, pois o reino trata de coisas referentes à Jesus (Atos 28.37).

Há 2 aspectos básicos nos ensinos de Jesus sobre o reino de Deus. O 1º nos diz que o reino de Deus é uma realidade presente e espiritual. Em Lucas 17.21 a palavra ‘dentro’ quer dizer ‘dentro’ mesmo e também ‘no vosso meio’, ou seja, o reino de Deus nasce dentro do homem quando este aceita o senhorio de Cristo sobre a sua vida e se materializa na continuidade dos salvos (entre, no meio) que vivem de maneira digna do reino. A maior parte dos ensinos de Jesus sobre o reino de Deus se dá ao seu aspecto presente, que está crescendo e se espalhando entre a humanindade. O reino está em nós como fermento, como vemos em Mateus 13.33. Em Marcos 1.15 e Lucas 10.9-11 Jesus declarou que o reino estava próximo, chegando com Ele (Mateus 4.23 / Lucas 8.1). O reino de Deus no aspecto presente e espiritual será proclamado até a volta de Cristo à Terra (Mateus 13.3-8 e 18-19).
Jesus disse em Marcos 12.34 que o escriba pela sua compreensão se aproximou do Reino e esta era presente do reino de Deus é o tempo em que as pessoas ainda podem se aproximar dEle. Jesus também disse que agora os homens tentam entrar no reino por sua força (Mateus 11.12 / Lucas 16.16), mas para tomarmos posse do reino presente e espiritual é necessário submissão, crer e se arrepender (Marcos 1.15 / Mateus 4.17), ser regenerado (João 3.3 e 5), demonstrar lealdade total ao reino, sendo um verdadeiro discípulo (Mateus 13.52 / Lucas 9.60-62) e ter um alto nível de justiça (Mateus 5.20).
O reino de Deus pode ser aberto ou fechado pelos homens; Pedro recebeu as chaves para abrí-lo (Mateus 4.26-29), mas os fariseus preferiram fechá-lo (Mateus 23.13).

Na perspectiva presente e espiritual, o reino de Deus cresce rapidamente por ser espontâneo (Marcos 4.26-29). Jesus usou a parábola do grão de mostarda (Mateus 13.31-32) e a da levedura (Mateus 3.23) para ilustrar isso. Os súditos do reino presente e espiritual tem de manifestar suas qualidades de caráter que reflitam o caráter de Jesus:
- Justiça (Mateus 5.20)
- Perdão (Mateus 18.21-23)
- Docilidade (Mateus 18.3-4)
- Amor (Mateus 25.34)

O 2º aspecto do reino de Deus nos ensinamentos de Jesus é aquele que tem uma conotação futura, o que na teologia é conhecido como escatológico. Quando chegar este tempo, o reino também terá uma característica política (Mateus 10.28; 20.21-23 / Lucas 22.29-30 / Atos 1.6-7) e social (Mateus 8.11-12 / Lucas 22.16-18 e 30 / Mateus 26.2). A consumação do reino acontecerá na volta de Cristo (Atos 2.16-21 = o dia do Senhor), quando Jesus entrega o reino ao Pai numa atitude de total dependência e submissão (1 Coríntios 15.24-25). Este reino escatológico também terá uma relação com o perfeito estado-eterno, que é o ápice do reino de Deus (Mateus 25.34 e 46).

REFLEXÃO PRA SEMANA:

Em termos práticos, o reino de Deus não é físico e sim espiritual. Isso quer dizer que devemos ganhar e expressar a visão do Reino de Deus em todas as áreas de nossa vida cotidiana. Jesus nos disse que o Reino de Deus deve ser a preocupação máxima de nossa vida, da vida daqueles que são seus discípulos (Mateus 6.33).
O que pode nos afastar dessa perspectiva? Colocar os interesses do reino em 1º lugar somente quando as nossas preocupações diárias e questões problemáticas como comida, trabalho, estudo ou quaisquer outras coisas tangíveis tiverem sido solucionadas? (Mateus 6.31-32). O Reino de Deus, sob a ótica presente e espiritual, de acordo com Romanos 14.17, tem na vida do cristão as práticas a seguir:
* justiça = retidão moral. É por isso que os injustos não herdarão o Reino de Deus
* paz = comunhão entre irmãos fortes e fracos. Os cristãos devem viver em unidade e harmonia, além de placa de denominações religiosas ou a falta delas
* alegria = uma experiência verdadeiramente espiritual, promovida pelo Espírito Santo em seu interior. A alegria é um dos frutos do Espírito (Gálatas 5.22)
Paulo diz que o Reino de Deus deve estar focalizado em valores espirituais. O Novo Testamento, principalmente nas cartas que Paulo escreveu, descreve o Reino de Deus como uma herança futura, mas também é apresentado e definido como algo que já se mostra presente na vida dos discípulos de Cristo, através da habitação do Espírito Santo. Agora Ele se manifesta em poder espiritual, logo mais será manifestado em Glória.

(Estudos baseados na apostila: “Teoria e prática da vida de Cristo” do Instituto Teológio Quadrangular-ITQ)

Jesus – parte 10

Série: O EVANGELHO SEGUNDO JESUS / Temas: O tema central do Evangelho segundo Jesus / O conteúdo básico do Evangelho de Jesus.

Os padrões de caráter cristão que um discípulo de Jesus deve seguir, estão contidos no belo e profundo Sermão do Monte.

As Bem-Aventuranças (Mateus 5.1-12)

Jesus mostra um ponto de vista didático do Seu Evangelho, enfatizando o caráter cristão como a base do comportamento ético.
Bem-aventurado aqui vai muito além do que ser somente feliz. Ser feliz pode ser somente algo que a pessoa vive por um tempo determinado; já se ela for bem-aventurada, é porque seu estilo de vida é marcado pela pureza de seu caráter.

a) “Os humildes de espírito” no verso 3, possuem o Reino. Quem são esses humildes? São aqueles que não são sábios aos seus próprios olhos e reconhecem que são pecadores e por isso necessitados da graça de Deus sobre suas vidas.

b) “Os que choram” no verso 4 serão confortados. São os que sentem sua miséria espiritual e lamentam por sua culpa, além de terem um coração que deseja vivenciar uma libertação plena e radical.

c) “Os mansos” herdarão a terra, vemos no verso 5. São aqueles que suportam a injustiça, mas sem guardar ressentimentos e podem ser diferenciados por sua paciência, por irem contra o espírito de luta, revolta, contenda e vingança.

d) “Os que tem fome e sede de justiça” comentado no versículo 6, terão satisfação espiritual. Sãqo as pessoas que sentem o desejo de praticar somente o que reto aos olhos do Pai e viver no Seu justo caminho; esperam a justiça final de Jesus que vai prevalecer no coração de todos.

e) “Os misericordiosos” (verso 7) receberão misericórdia. São àqueles que se sentem estimulados a perdoar quem poderia fazer-lhes mal e sentem o sofrimento dos outros em sua própria pele.

f) “Os limpos de coração” terão a visão de Deus (versículo 8). São pessoas guiadas por princípios e motivos puros que possuem sensibilidade espiritual.

g) “Os pacificadores” que lemos no verso 9, serão declarados filhos de Deus, pois promovem a paz e pôe em prática a paz com todos em seu viver.

h) “Os que são perseguidos por causa da justiça” (versículos 10 a 12) terão o Reino como prêmio, pois foram determinados em sofrer por Cristo e Sua causa ao ponto de sentirem prazer nisso.

Floresça onde você foi plantado (Mateus 5.13-19)

Como um discípulo de Cristo deve viver em meio à uma sociedade que não segue os princípios cristãos? Jesus nos mostra nesses versos que Seus discípulos tem de influenciar e inspirar o ambiente em que vivem e não serem influenciados e inspirados por ele. O modo de viver de um genuíno cristão deve ser um tipo de modelo que outros desejem seguir, devemos fazer a diferença no mundo. Como?

a) Leia o verso 13. Temos a obrigação de preservar moralmente a sociedade. repare que o pronome “vós” enfatiza e abrange todos os seguidores de Cristo, enquanto o verbo “sois” está no tempo presente e indicar que já somos sal.

b) No verso 14 vemos que devemos orientar espiritualmente o meio em que vivemos, pois um discípulo cristão tem de ser luz para iluminar em meio á escuridão do mundo.

c) Na segunda parte do verso 14, vemos que uma das nossas missões é a de encarnarmos a Pessoa de Cristo, pois Jesus é a luz verdadeira que deve ser refletida através de nós diariamente.

d) Na primeira parte do versículo 16, vemos que temos de testemunhar o Evangelho em nossa vida pessoal, pois o mundo concebe suas opiniões naquilo que ele vê e não em discursos decorados.

e) E na segunda parte desse mesmo versículo vemos que temos de glorificar ao nome do Senhor, pois nesse caso aqui, as “boas obras” querem dizer “o que bom, formoso, atraente e elegante”.

RESUMO DA SÉRIE:

Os irmãos da igreja primitiva não eram conhecidos como crentes ou evangélicos como ocorre hoje, mas como discípulos. A crise de identidade da igreja atualmente se deve à ênfase do ‘Jesus o Salvador’ nas mensagens, esquecendo-se muitas vezes de pregar sobre ‘Jesus o Senhor’. A salvação é uma decisão definitiva que está relacionada diretamente com o Senhorio de Jesus e tem suas implicações contínuas e consequências eternas, que são: as portas larga e estreita; p caminho espaçoso e o estreito; as atitudes de lábios e de vida e os 2 tipos de alicerce: a areia e a rocha. Uma pregação genuinamente bíblica é capaz de produzir crentes verdadeiramente convertidos à Jesus, discípulos reais de Cristo e não apenas frequentadores de cultos; discípulos que são discipuladores comprometidos com uma visão missionária, não visando somente s pessoas restritas às 4 paredes do templo. O Reino de Deus é o domínio do Espírito na vida do cristão. Para tomarmos posse do Reino presente e espiritual é necessário submissão, crer e se arrepender, ser totalmente regenerado, demonstrar um alto nível de justiça e lealdade total ao Reino, sendo discípulos de Jesus.

(Autoria do resumo: Sílvia Mª Rizzuto Rosa)

O propósito de Deus

O propósito define o objetivo da obra. Há no coração de Deus o propósito de ter uma família de muitos filhos semelhantes à Jesus.
(Gn 1.21-28a)

A salvação é um meio para se atingir esse propósito Divino e não o fim do mesmo.
(Gn 2.16-17)

Dependência e obediência eram as atitudes interiores que haviam no coração do homem antes da queda.
Os atributos morais de Deus foram repartidos com o homem, quando este foi criado. (Gn 1.26-27) Quando o homem pecou pela primeira vez, perdeu esses atributos (Gn 3.1-7 / Gn 5.1-3) O homem começou a reproduzir então a imagem do pecado que foi consequência de sua desobediência (queda). O retrato da humanindade caída que vemos até os dias atuais é o de que o homem está fora do propósito de Deus. (Rm 3.10-18)
(Rm 5.12-19 / Cl 1.15-17 / Lc 14.25-33)

Se o arrependimento e o Evangelho do Reino não forem pregados às pessoas, não há cura para o homem pecador.
(1Pe 1.18 / Rm 8.28-29)

A mesma Graça que me justifica é a que me santifica.
(Tt 2.11-13 / Rm 12.1-2)

A vontade do pai é que todos se arrependam e conheçam a Plena Verdade.

[Irmãos pregadores: Décio e Marcos]

Debora, Giulia, Aninha

Silvinha e Luciana louvando ao Senhor

Décio, Silvinha, Luiz, Jorge, Luciana, Marcos

Culto de 23/05/10

Dia 23/05 estivemos no culto na ‘Igreja das Nações-Ministério Ouvir e Crer‘ em Poá/SP. O pessoal de lá tinha vindo de um encontro que pelo visto foi tremendo, dado os testemunhos emocionantes que ouvi naquela noite. À Deus seja dada toda honra e toda glória e que Ele continue usando aquela Igreja pra salvar mais e mais pessoas. Abaixo umas fotinhos:

pra. Val e eu

eu, minha filha Giulia, pr. Ronaldo e meu esposo Luiz

pr. Alencar, pra. Val e eu

Abraços nEle, que derrama em nossos corações o Seu amor,

Silvinha

23 de Setembro de 2010

Silvinha na ICPB de Cachoeira de Minas/MG, em 23/09/2010, comentando sobre o propósito eterno de Deus (Romanos 8.28-29). Precisamos nos santificar todos os dias, independente de onde estamos ou das circunstâncias. A Igreja precisa estar unida numa só fé em Cristo, independente de suas denominações religiosas. De que adianta se intitular crente, evangélico..., carregar a Bíblia embaixo do braço, adesivar o carro com versículos bíblicos, se não estamos parecidos com Cristo?

Batismo

É com muita alegria que partilhamos com todos que visitam este nosso pequeno espaço, que no dia 04 de dezembro de 2010 celebramos o batismo da nossa única filha Giulia.

Momento exato em que ela se comprometia a não viver mais de acordo com o mundo, mas conforme os desejos do Senhor. Obrigada Jesus por essa nova filha que o Senhor nos deu!

 

um pouquinho antes de batizar

aqui já nova criatua, ao lado do querido pr. Alencar

Foi um momento muito importante pra ela que deixou pra trás sua velha natureza (de pecadora) e recebeu de Deus um novo espírito, totalmente puro; e com certeza também pra nós, seus pais, foi uma noite especial, pois a Palavra de Deus é bem clara quando diz em Marcos 16.16 que “Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.”.

mamãe toda feliz, pr. Ronaldo e Giulia, logo após o batismo

E o fato dela ter decidido por si própria dar esse passo, nos incentiva a continuar buscando mais de Cristo todos os dias e procurar viver menos na alma (carne: sentimentos e emoções) e mais no espírito (no sobrenatural de Deus, com nosso espírito guiado pelo Espírito Santo de Deus).

Silvinha, Giulia e pra. Val

com as irmãs que vieram daqui de Cachoeira de Minas/MG só pra prestigiar esse dia especial junto conosco. Obrigada queridas Dilma e Ilma!

Giulia e sua avó paterna, Ditinha. Infelizmente sua avó materna não pode estar presente pois estava visitando sua filha/genro/sobrinha no Japão nesse período.

O batismo ocorreu na Igreja das Crianças, que é um anexo do:

Rua Dario Carneiro, 21 - Centro de Poá/Grande São Paulo.

 

Família ministrando…

Graça & Paz amados!

Estivemos em visita à “Igreja Assembléia de Deus – Ágape” na cidade de Conceição dos Ouros/MG, pastoreada pelo pr. Daniel e sua esposa Miriam na noite de Santa Ceia em 12 de março de 2011. Meu esposo foi o primeiro a ter a oportunidade de falar um pouquinho sobre as leis do AT e da Graça do NT. No Antigo Testamento estão descritas mais de 600 regras e preceitos. É a lei de Deus, ditada à Moisés para o povo judeu.  Uma lei santa, justa e boa com a própria Palavra de Deus diz. Mas com um objetivo muito claro: expor o pecado do homem. Romanos 7.7 explica que não conheceríamos o que é pecado, se a Lei não nos dissesse: Não cobiçarás, não matarás ou não desejarás a mulher do próximo. O homem pode tentar cumprir todos os preceitos da lei, pois em espírito assim deseja. Mas em Romanos 7.19-20, Paulo nos explica nossa própria natureza pecaminosa, herdada de Adão. Por nosso esforço cumprir a lei é uma tarefa impossível. Deus, sabendo disso mandou Aquele que poderia cumprir a lei em nosso lugar, para que pela fé nEle, estivéssemos cumprindo essa mesma lei. Sim, Jesus Cristo. Tinha um corpo humano – totalmente humano – mas não tinha a natureza pecaminosa de Adão. Ele sim pode cumprir a lei em nosso lugar. O sacrifício dEle na cruz do Calvário foi pela nossa incapacidade de cumprir a Lei. E o Amor dEle por nós e Seu sangue na cruz foram as moedas de troca. O que nós temos que fazer? Crer nesse amor, crer nesse sacrifício e olhar firmemente para Jesus, seguir seus passos, parecer-se com Ele. Assim procedendo cumprimos a Lei de Deus, não por mérito nosso, mas de Jesus Cristo. (Romanos 7 e 8).

Também tive a chance de falar rapidamente sobre a passagem do Evangelho de João 19.30: “Tudo está consumado!!!” Não há mais nada a fazer por nós mesmos, por isso não adianta ficar ‘fazendo coisas’ pra Deus, nos ‘enchendo’ de atividades dentro da igreja (templo), porque isso nao fará com que Deus nos olhe e diga o quanto somos melhores que os outros ou que somos mais bonzinhos. Ele só nos vê com amor porque é Amor e sempre nos amou do jeito que nos tornamos (pecadores); por isso enviou Seu único Filho pra levar nossos pecados e doenças. Disse também que nosso único esforço é o de descansar confiando em Deus, porque Ele já fez tudo o que precisava ser feito. Só temos que, pela adoração, desfrutar da Graça de Deus, recebendo pela fé simples na obra redentora da cruz, tudo o que é de nosso direito que foi conquistado no Calvário.

E nossa filha também teve a alegria de louvar ao Senhor com uma canção da Jamilly. Pena que no momento em que ela adorava, muitas pessoas estavam se levantando pra ofertar e por isso as imagens não estavam muito nítidas e som ficou um pouco baixo. Mas isso é o de menos; o que importa é que o nome e o poder de Jesus foi exaltado naquele momento.

À Jesus, toda honra e toda glória sejam dadas em tudo e por tudo!

Até o próximo post, onde teremos novidades… aguardem.

Como colocar sua fé em ação

Posto aqui apenas 2 trechinhos do que você ouvirá em 7 minutos (só pra dar água na boca, eheh):

“A fé não é um esforço da minha mente em tentar acreditar no que eu não tô vendo; fé é receber a Palavra do Senhor no meu coração.”

‎” Romanos 10.10 diz assim: ‘a fé vem pelo ouvir; ouvir a Palavra’. E você não tem que tá dentro duma Igreja…, na tua casa, pega tua Bíblia com o coração aberto… você pode ser evangélico, católico, espírita… não importa sua religião. Pega a Palavra de Deus e fala com o Senhor: ‘Senhor, fala comigo!’. Ele vai falar e quando Ele falar, a fé brilha!

Abraços nEle,
Silvinha

ICPB

Graça & Paz!

Ontem estive em visita à Igreja de Cristo Pentecostal no Brasil aqui da minha cidade e nos minutos que me foram cedidos para falar com a Igreja, pude partilhar com os irmãos os versos 19 ao 25 do capítulo 7 da carta  que o apóstolo Paulo escreveu aos Romanos, pois é uma passagem na qual tenho meditado há cerca de duas semanas e onde tenho compreendido que se não for pela Graça Majestosa de Jesus, eu nada sou. Agradeço ao irmão Donizete pela oportunidade que me foi dada.

Abraços,
Silvinha

Romanos 7:
19) Quando quero fazer o bem, não faço; e quando procuro não errar, mesmo assim eu erro.
20) Agora, se estou fazendo aquilo que não quero, é simples dizer onde a dificuldade está: o pecado ainda me retém entre suas garras malignas.

21) Parece um fato da vida que, quando quero fazer o que é correto, faço inevitavelmente o que está errado

22) Quanto à minha nova natureza, eu gosto de fazer a vontade de Deus;

23) Contudo existe alguma coisa bem no meu íntimo, lá em minha natureza inferior, que está em guerra coma minha mente e ganha a luta, fazendo-me escravo do pecado que ainda está dentro de mim: Em minha mente desejo de bom grado ser um servo de Deus, mas, em vez disso, vejo-me ainda escravizado ao pecado. Assim, vocês podem ver como isto ir minha nova vida manda-me fazer o que é correto, porém a velha natureza que ainda está dentro de mim gosta de pecar. Que situação terrível, esta em que eu estou! Quem é que me livrará da minha escravidão a essa mortífera natureza inferior? Mas, graças a Deus! Isso foi feito por Jesus Cristo, nosso Senhor. Ele me libertou.

24) Contudo existe alguma coisa bem no meu íntimo, lá em minha natureza inferior, que está em guerra coma minha mente e ganha a luta, fazendo-me escravo do pecado que ainda está dentro de mim: Em minha mente desejo de bom grado ser um servo de Deus, mas, em vez disso, vejo-me ainda escravizado ao pecado. Assim, vocês podem ver como isto ir minha nova vida manda-me fazer o que é correto, porém a velha natureza que ainda está dentro de mim gosta de pecar. Que situação terrível, esta em que eu estou! Quem é que me livrará da minha escravidão a essa mortífera natureza inferior? Mas, graças a Deus! Isso foi feito por Jesus Cristo, nosso Senhor. Ele me libertou.

25) Contudo existe alguma coisa bem no meu íntimo, lá em minha natureza inferior, que está em guerra coma minha mente e ganha a luta, fazendo-me escravo do pecado que ainda está dentro de mim: Em minha mente desejo de bom grado ser um servo de Deus, mas, em vez disso, vejo-me ainda escravizado ao pecado. Assim, vocês podem ver como isto ir minha nova vida manda-me fazer o que é correto, porém a velha natureza que ainda está dentro de mim gosta de pecar. Que situação terrível, esta em que eu estou! Quem é que me livrará da minha escravidão a essa mortífera natureza inferior? Mas, graças a Deus! Isso foi feito por Jesus Cristo, nosso Senhor. Ele me libertou.

Não-judeus não têm direito nem propósito em guardar a Páscoa judaica

Tornou-se popular que cristãos gentios celebrem o seder judeu.

É verdade que o cordeiro pascal simboliza Cristo, o Cordeiro que Abraão [Gênesis 22.8] disse a Isaque que Deus proveria – mas o mesmo acontece com cada oferta levítica. No entanto, os cristãos não as oferecem mais hoje em dia. Então, por que celebram a Páscoa? Ela comemora o livramento ancestral do Egito, do qual os gentios não têm parte.

Mas a “Última Ceia” não era a Páscoa, e Cristo não deu a Ela um significado novo, dizendo que deveria ser celebrada continuamente até a Sua volta? Um significado novo? Impossível! A refeição da Páscoa, o cordeiro, tem um significado histórico envolvendo uma aliança eterna [Gênesis 17.7; 1Crônicas 16.15-18, etc.] a respeito da Terra Prometida. Esse significado não pode ser mudado.

Aos judeus (não aos gentios) é ordenado guardar a Páscoa para sempre [Êxodo 12.14]. O próprio Cristo não poderia ter dado um novo significado para a Páscoa.

Além do mais, a Última Ceia não era a Páscoa. Ela ocorreu na noite “antes da Festa da Páscoa” [João 13.1] e sem um cordeiro. Na manhã seguinte os judeus ainda estavam se guardando purificados para que pudessem “comer a Páscoa” [João 18.28]. Aquela tarde, quando Cristo estava sobre a cruz, era ainda a “parasceve pascal[preparação da Páscoa]” [João 19.14] – Os cordeiros ainda estavam sendo sacrificados para serem comidos na refeição da Páscoa naquela noite.

Mas Jesus não disse: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento” [Lucas 22.15]?

Sim, mas “esta Páscoa” não é a mesma com o cordeiro assado guardada somente pelos judeus em memória da libertação do Egito. “Esta Páscoa” foi algo novo inaugurado por Cristo a ser comemorado com pão e vinho (em memória do Seu corpo partido e de Seu sangue derramado) por todos que crêem nEle (judeus e gentios).

Por que, então, Jesus chamou essa nova instituição de Páscoa?

Porque como Israel foi liberto do Egito pela morte de um cordeiro, assim ela comemora a libertação, dos que crêem, do pecado, do mundo pecaminoso e do julgamento por vir, através do verdadeiro “Cordeiro de Deus”: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” [1Coríntios 11.26]. Paulo disse: “Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” [1Coríntios 5.7].

Este é nosso entendimento, compartilhado com o site “Chamada”. Pensamos que a páscoa para os cristãos não tem data única para ser celebrada, uma vez que Jesus disse que todas as vezes que tomássemos o pão e o vinho, estaríamos celebrando sua morte, até quando Ele volte. Isso é o que fazemos cada vez que tomamos a Ceia do Senhor. Essa é a verdadeira páscoa dos cristãos protestantes.

Afinal, o que é Igreja?

O pensamento de Deus não é o cristianismo; não é o de ter igrejas como centros organizados do cristianismo; não é a propagação do ensino e empreendimento cristãos.

O pensamento de Deus é o de ter um povo na Terra no qual, e no meio do qual, Cristo é tudo em todos. Esta é a Igreja.

A unidade da Igreja faz parte do propósito eterno de Deus. E por isso amamos essa unidade. E anseiamos por ela. Sonhamos com ela. Por isso não temos rótulos; por isso apenas dizemos que SOMOS DE JESUS, FAZEMOS PARTE DA IGREJA, temos uma ligação apostólica com o Ministério Ouvir e Crer e iso nos permite congregar e levar à Palavra em qualquer local que tenha (ou não) uma placa com um nome servindo de identificação (atualmente caminhamos em amizade com a Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra em Cachoeira de Minas/MG), onde se reúnam pessoas realmente comprometidas com o Reino de Deus, ou seja, nossoss irmãos em Cristo.

Dizemos que fazemos parte porque não nos consideramos a Igreja como um todo. Fazemos parte dela. A Igreja como um todo é a reunião de todos aqueles que amam e professam o nome do Cordeiro sobre a face da Terra. Independente de rótulos, denominações, doutrinas, dogmas, liturgias,…

Deus é Pai de uma única família. E somos parte dela! Junto com centenas de milhares de muitos outros irmãos espalhados sobre a Terra. Muitos deles que nem conhecemos. E muitos que nem os considerávamos antes. Consideramos também que o propósito Eterno ee Deus é ter uma família de muitos filhos semelhantes à Jesus (Romanos 8)!

Para mais informações, veja a página “Sobre Nós” deste blog.

Jesus – partes 11 e 12

Série: A LIDERANÇA SUBMISSA DE JESUS / Tema: O que é uma liderança submissa? / Jesus e Seu novo conceito de liderança;

REFLEXÃO PRA SEMANA:

1) Aprendemos que é impossível executar o serviço cristão sem uma atitude de negação radical da própria pessoa e da própria vida. Jesus é nosso grande exemplo:

a) A cruz, por exemplo, ocupou o cerne da vida de Jesus;

b) Na Sua vida a cruz é sinônimo de morrer para si mesmo, a fim de que outros vivam e renasçam para Deus (João 12.23-36)

2) No ato de servir não há espaço para título e status. É só verificar a demonstração do próprio Jesus em João 14.4-17. Ali não encontramos nenhuma indicação de que temos proteger nossa reputação, posição ou poder. Ao contrário, o servir é sinônimo de auto-sacrifício.

3) Sim, o serviço cristão é auto-sacrifício, pois ao servir abrimos mão de:

a) Direitos;

b) Posição;

c) Tempo;

d) Reputação.

4) Assim como foi com Jesus, o conceito de serviço deve estar definitivamente ilustrado no que fazemos, não só no que ensinamos ou pregamos.

Série: A LIDERANÇA SUBMISSA DE JESUS / Tema: Expressão prática da liderança de Jesus / As facetas da vida de um servo.

REFLEXÃO PRA SEMANA:

De quem você pode “lavar os pés” esta semana? Como vai fazer isto?

O NT ensina que o ser está acima do fazer. Todavia, o fazer sempre colabora para as mudanças no ser.

O serviço é uma das disciplinas do crescimento cristão. Portanto, não temos que esperar ser para só depois fazer. Na  prática da vida cristã, enquanto a pessoa for fazendo ou servindo, ela estará crescendo no ser, em maturidade cristã.

Portanto, a verdadeira posição do cristão e de ser “escravo”, “servidor”, alguém que desenvolve um trabalho humilde, destituído de honra, aplausos e reconhecimento.

A posição do servo de Cristo não é uma posição de onde advém vantagens, mas é uma posição onde se exige “sacrifícios”, “resignação”, “humildade”, “submissão” e “muito trabalho”. Ainda desejamos ser servos?

RESUMO DA SÉRIE:

Todo trabalho de Jesus se apresenta como um ato de serviço. Devemos imitar à Jesus também nisso, lembrando que servir deve ser um ato de amor e devoção primeiramente à Deus essencialmente; dar-se a si mesmo aos outros em nome de Jesus é uma das mais fantásticas oportunidades que temos de “realização pessoal”. Cada evangelista focou uma característica específica do Filho de Deus, a saber:

Mateus focalizou o reinado de Cristo; Lucas enfatizou a humanidade perfeita de Jesus; João ressaltou a divindade de Cristo e Marcos mostrou o caráter de Cristo como servo. Um exemplo deste último é a passagem do evangelho segundo Marcos, capítulo 10, versículo 45 que diz: “Porque o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate de muitos”.

Jesus usou de modos peculiares quando servia, pois o fazia de maneira espontânea, dando exemplos, quebrando paradigmas, sem chamar a atenção para Si e demonstrando que, na atitude de servir não há lugar para títulos e posições. E Ele ainda instruiu Seus discípulos sobre como desenvolver uma liderança submissa, sendo necessário envolvimento pessoal, esvaziamento do “eu” (ego) e também servir com alegria na alma.

(Autoria do resumo: Sílvia Mª Rizzuto Rosa)

(Estudos baseados na apostila: “Teoria e prática da vida de Cristo” do Instituto Teológico Quadrangular-ITQ)

Jesus – parte 13

Série: LIDANDO COM SITUAÇÕES PROBLEMÁTICAS / Tema: Aplicando a sabedoria do Alto;

Como Jesus reagia quando Sua autoridade e Seus ensinos eram questionados?

  • A sabedoria sendo aplicada quando Sua autoridade era confrontada = Mateus 21.23-27
  • A sabedoria sendo aplicada quando para Ele, dizer sim ou não, significava morte = Mateus 22.15-22
  • A sabedoria sendo aplicada quando a questão era a relevância de uma doutrina bíblica na qual Ele acreditava = Mateus 22.23-46

REFLEXÃO PRA SEMANA:

Pense numa situação semelhante a estas, que você tenha passado nestes últimos tempos, e veja como você se saiu.

A verdade bíblica só pode ser percebida sob a iluminação do Espírito de Deus. Isto calou a boca de todos, porque depois disto ninguém ousava perguntar-Lhe mais nada.

Estes 3 episódios revelam a forma maravilhosa de como Jesus demonstrava a sabedoria do alto em Seu viver diário, tanto em Suas pregações e ensinos, como em suas conversas, gestos e ações. Em tudo Ele sempre estava demonstrando sabedoria e discernimento.

Qual das 3 circunstâncias, onde Jesus expressou sabedoria do Alto, chamou mais a sua atenção e por que?

Estas situações não são absurdas para nós, pois temos a mente de Cristo (1Co 2.16b). Portanto, quando você se deparar com situações difíceis, seria bom você se perguntar: nesta situação, o que Jesus faria?

Jesus – parte 14

Série: LIDANDO COM SITUAÇÕES PROBLEMÁTICAS / Tema: Jesus sabia lidar com a oposição; Jesus e a questão da submissão e autoridade.

RESUMO DA SÉRIE:

Jesus sofreu perseguições (interrogações com segundas intenções, acusações caluniosas…) por religiosos, familiares e pelo Estado. A primeira lição que deveríamos aprender por termos nos convertido é a de que é necessário sermos ensinados sobre o exercício da autoridade e submissão. E tão importante quanto isso é aceitarmos a autoridade das pessoas que Deus instituiu sobre nós. É preciso que demonstremos um espírito de submissão em nossa vida, diariamente. Jesus revelou quatro passos que demonstram sua humildade submissa, registrados em Filipenses 2.7 e 8: Ele esvaziou-se; assumiu a forma de servo; tomou forma humana e humilhou-se deliberadamente.

(Autoria do resumo: Sílvia Mª Rizzuto Rosa)

REFLEXÃO PRA SEMANA:

Os cristãos tem de ser como Jesus, ter atitude de auto sacrifício para com o próximo. Quando vivemos verdadeiramente em Cristo, nossa alegria está justamente em ver o crescimento e as conquistas daqueles que amamos. Compreender e viver a vida que Jesus viveu não é tarefa impossível. A primeira coisa que precisamos refletir quanto à questão prática da autoridade e submissão é o seu limite adequado. Ou seja:

- A submissão é absoluta (somente Deus é o objeto de submissão ilimitada).

- A obediência é relativaExemplos: As parteiras e a mãe de Moisés desobedeceram as ordens de Faraó para salvar o escolhido de Deus; Daniel desafiou o decreto do imperador Dario, a fim de orar ao Deus dos Céus; Pedro foi contrário ás determinações dos líderes da sinagoga, para continuar a proclamação do Evangelho da salvação.Ora, todas estas ordens contrariavam a vontade absoluta de Deus.

- Não esqueça: a obediência está relacionada à conduta, enquanto que a submissão relaciona-se à atitude.

Agora, vejamos alguns sinais confiáveis que refletem se estamos ou não tendo uma vida nos domínios da autoridade e submissão:

1) Uma pessoa que reconhece e obedece a autoridade, procura autoridade em todo lugar.

2) Uma pessoa que vive no espírito da autoridade e submissão, é quebrantada e branca.

3) Uma pessoa que entendeu a importância da autoridade e submissão, mantém sempre a boca fechada.

4) Uma pessoa que compreende o significado espiritual de autoridade e submissão, não gosta de ser autoridade.

Ficam aí os pontos para refletirmos sempre…!

(Fonte: Apostila Teoria e Prática da Vida de Cristo do ITQ)

Programa na rádio

Graça & Paz!
Ontem meu esposo teve uma oportunidade que veio de forma inesperada, mas que nem por isso ele abriu mão. Orou ao Senhor e aceitou ministrar a Palavra de Deus através da Rádio Difusora 1550AM na cidade de Santa Rita do Sapucaí. O programa “A voz de Betel” foi ao ar das 22h às 23h30m e contou com a presença do presbítero Marcio Augusto da ICPB de Cachoeira de Minas/MG e do irmã Márcio Barbosa da cidade de Sumaré/SP, que louva ao Senhor através de sua voz e esteve presente também dando seu testemunho de conversão que certamente edificou muitas vidas.

irmão Luiz Carlos Rosa entre os irmãos Marcio Augusto (à frente) e Márcio Barbosa (ao fundo)

Só temos à agradecer ao Senhor Jesus por tê-lo usado como instrumento Seu naqueles momentos que foram de grande experiência pra nós e dizer que, se outras oportunidades chegarem até nós, “eis-nos aqui Pai, faça-se segundo a Sua vontade, pois toda glória e honra é à Ti somente!”.

irmão Luiz cumprimentando os ouvintes da noite

Abraços em Cristo que é O Caminho, A Verdade e A Vida,
Silvinha

Cristãos sem igreja

Muitos cristãos tem se decepcionado com a instituição religiosa e escolhido ter um relacionamento solitário com Deus. Dizem que não precisam de igreja para adorar a Deus e se relacionar com Ele. E que estão muito bem assim.
Outros gostam da instituição religiosa e se beneficiam dela. Dizem que sem a Instituição ninguém é salvo e que somente na sua instituição que Deus opera.

Enfim, ambos os lados estão errados biblicamente falando.

Primeiramente, a igreja não é um lugar físico e sim o conjunto de cristãos. Uma igreja se configura como corpo de Cristo, sendo membros uns dos outros. Desta maneira, não existe uma denominação que seja, que possa requerer para si que seja única e exclusivamente igreja de Cristo (caso da igreja Católica Romana e algumas neopentecostais, e talvez algumas históricas).

Desta maneira, o primeiro grupo que não vai à igreja e diz ter uma espiritualidade sem necessidade de uma instituição está correto. Porém, é necessário perguntá-los: É possível ter um relacionamento com Deus sem o Corpo de Cristo? Não.

Você pode fazer como Jonas e tentar ir para um lugar onde Deus não quer que você esteja. Porém Deus nos criou para sermos membros uns dos outros, nos suportando em amor, crescendo juntos, edificando uns aos outros, amparando os fracos, consolando os desanimados, admoestando os insubmissos, e sendo longânimos para com todos.

Não existe a possibilidade de um cristianismo solitário. Jesus em momento algum disse que você poderia ficar APENAS no secreto do seu quarto, mas mandou que fosse como LUZ e SAL e que fossem UM.

O cristianismo é sempre coletivo. Não porque Deus não seja adorado no individual e seja apenas no coletivo, mas porque o cristão nunca pensa apenas em si mesmo, mas nos outros.

O que é ser um? É ser solitário, ou caminhar juntos com um único propósito? Como aconteceram avivamentos na história da igreja? Como era Paulo ou Pedro? Como era a igreja Primitiva?

Você está insatisfeito com a Instituição Religiosa? Eu também estou. Apesar de estar na Presbiteriana hoje e ser presbítero lá, isso pouco me importa. Não sou presbiteriano, sou cristão, sou bíblico. Mas o que você está fazendo enquanto cristão? Existe muito mais do que uma instituição religiosa no mundo. Seu propósito é glorificar a Deus com sua vida? E desta maneira você está ajudando os fracos? Pregando o evangelho do Reino a todos? Ajudando os pobres? Consolando aqueles que estão desanimados?

Ou sua revolta é tão grande que está te afastando de Deus? Se é este o caso, você está errado! Recomendo que volte atrás onde caiu, volte ao seu primeiro amor. Se apaixone pelo Senhor novamente e tenha seus olhos nEle e não em homens ou instituições.

[ por Daniel Simoncelos / Somente a Graça ]

1 P.S. da Silvinha> onde há o Espírito de Deus, ali há liberdade! e a liberdade que Deus nos dá de poder ir e estar em comunhão, em amizade entre irmãos de várias denominações e mesmo entre aqueles que não se reúnem em salões/templos, é demais! eu amo essa liberdade! vou/estou onde sinto vontade, onde me sinto bem e onde sinto que os outros se sintam bem comigo estando lá; e claro, antes disso, vou onde e permaneço enquanto o Espírito Santo me guiar, porque penso que Ele tem algo a me ensinar que só vou poder aprender naquele lugar, naquele momento :-) como disse uma outra pessoa comentando esse mesmo texto no Facebook: “O problema do pessoal é que eles tem a igreja como rótulo: vou pra igreja e não tô nem aí se alguém faz algo de errado… É preciso mais de Deus e menos religião. Não tem como correr. Como diz a música do Fruto: ♪ Se não fosse por Jesus eu jogava a toalha tenho visto tanta coisa errada nessa estrada…”

A Igreja de Jesus Cristo

A Igreja de Jesus Cristo, pode reunir-se nas ruas, praças, campo, debaixo de uma árvore…

Prédio de igreja não pode ser chamado de “templo”, porque o único templo terreno que ainda existe é o corpo de um filho de Deus (2 Coríntios 6.19,20), e no local onde estão os santos reunidos, um altar é levantado e Deus manifesta sua glória, aleluias!

A manifestação da glória de Deus somente é manifestada no seu Filho, o Seu templo, casa de oração onde habita.

Os filhos de Deus são casas de oração (a vida do crente é de constante oração), tabernáculo, templo, onde Deus habita pelo seu Espírito Santo (Mateus 21.13; 1 Coríntios 6.19; 2 Coríntios 6.16)

Os filhos de Deus são os únicos templos do Espírito Santo. Nos filhos Deus está, habita e manifesta a Sua glória.

Quem leva a presença de Deus na face da Terra são os filhos não são os prédios e muito menos suas identificações denominacionais.

Púlpito do prédio, que chamam de igreja, não é altar. Isso não é verdade bíblica!
Púlpito de prédio, chamado de igreja, não é o local da manifestação da glória de Deus!
Prédio de igreja não é templo ou tabernáculo. Púlpito de prédio, que chamam de igreja, não é a representação do Santíssimo lugar do Tabernáculo de Deus!

Há prédios de igrejas que usam o local do púlpito como se fosse onde sentam somente os anciãos e Deus (Apocalipse 4.4).
Usam “tronos” diferenciados dos “outros” por causa da glória, adoração e distinção que devem receber, e o povo acredita no que vê… (quem lê entenda).

Num dia fazem culto e em outro dia, usam o mesmo púlpito para fazer gincana, bingos, reunião política. Se fosse mesmo um altar, consagrado para a glória, como dizem ser, seriam fulminados e virariam carvão.

Se observar as igrejas evangélicas, nos rituais e disposição das coisas no local do púlpito, assemelham-se com a igreja católica, mudando apenas os paramentos e momentos litúrgicos.
Colocam a arca do concerto nos púlpitos, cruz, castiçal, taças douradas para a Santa Ceia, árvore de natal…

Sempre que surgir uma questão das coisas de Deus, hoje, somente a Palavra de Deus pode responder, buscando o exemplo que foi deixado, interpretando o que está escrito.

(Autoria: irmão James)

QUAL A RELIGIÃO CERTA?

JESUS não é religião, IGREJA não são templos, nós somos a Igreja, nós somos o Corpo de Cristo!

ATOS 7
44 “Os nossos antepassados levavam com eles um Templo portátil, ou seja, um Tabernáculo, através do deserto. Nele estavam guardadas as tábuas de pedra com os Dez Mandamentos escritos. O Tabernáculo foi fabricado exatamente de acordo com o plano que o Anjo mostrou a Moisés”.
45 “Anos depois, quando Josué conduziu as batalhas contra as nações estrangeiras, este Tabernáculo foi levado com eles para o seu novo território, e usado até no tempo do rei Davi”.
46 “Deus abençoou grandemente a Davi, que pediu o privilégio de construir um templo permanente para o Deus de Jacó”.
47 “Porém foi Salomão quem realmente construiu esse templo”.
48Contudo, Deus não habita em templos feitos por mãos humanas.
49 ‘O céu é o meu trono: diz o Senhor por meio dos seus profetas, e a terra é o estrado dos meus pés. Que espécie de casa vocês poderiam construir?’ pergunta o Senhor! ‘Eu poderia permanecer nela?’”
50 “Eu não fiz tanto os céu como a terra?’”

O Espírito do Senhor pergunta: “Que tipo de casa me edificareis?”

Que tipo de templo temos edificado para que o Senhor habite?

Você deita em cama suja? Antes você não a limpa, retirando toda a sujeira para poder deitar nela? Porque você acha que o Espírito Santo iria habitar em um templo sujo que aguarda em vários nascimentos a regeneração da alma corrompida pelo pecado?

Ele, o Deus Altissimo criador dos Céus e da Terra quer habitar em nós hoje, quer fazer morada, quer ser entronizado em nosso coração, que é o seu templo. Mas quem quer pagar o preço de destronar o seu “ego”?

Quem quer sentir a dor de ser confrontado em seu pecado? Quem quer se humilhar e reconhecer que precisa de conversão diária e genuína?

A Graça de Deus não é muleta!!! Não andaremos em pecado para que superabunde a graça de Deus, não é mesmo? Isso já foi dito!

Há verdade em mim quando digo que amo a Deus? Sou “bom” mesmo a ponto de agradar a Deus? Mereço mesmo o Céu?

A sua caridade não enche os olhos de Deus, Ele não está nem aí para o quão bonzinho e caridoso você possa ser, Ele sonda o seu coração, Ele conhece seus pensamentos, contempla o seu deitar e o seu levantar e sabe que você é mau e tem uma natureza chamada pecaminosa da qual você desfruta todos os dias para alimentar a sua carne.

Hebreus 4
12 Tudo quanto Deus nos diz é cheio de força viva: é mais cortante do que o punhal mais afiado, e corta rápido e profundo em nossos pensamentos e desejos mais íntimos em todos os seus detalhes, mostrando-nos como somos na realidade.
13 Ele sabe de cada um, em cada lugar. Cada coisa a respeito de nós está descoberta e escancarada aos olhos penetrantes do nosso Deus vivente; nada pode se esconder dEle, a quem devemos prestar contas de tudo o que fizemos.

Ela corta e esse corte dói demais porque é muito profundo, e até aquele quartinho trancado dentro do meu coração que não abro de jeito nenhum para o Espírito Santo, Ele sabe o que tem lá. Não adianta se esconder, atrás de seus estudos e culturas, os olhos de Deus estão sobre toda a Terra, cujos “habitantes, para Ele, são como gafanhotos, e as nações como a gota que resta no balde”. Para Ele é simples assim, com apenas um sopro dissipa toda à altivez dos argumentos humanos, decaídos pelo pecado.

“É pela graça e não por obras para que ninguém se glorie”. Portanto siga essa religião:

“Então Jesus disse aos discípulos: Se alguém quer ser um dos meus seguidores, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me”. (Mateus 16.24)

(Postado originamente por Marsea no TERRITÓRIO DO SENHOR JESUS / aqui os versículos foram trocados por mim pelos da versão da Bíblia Viva)

Testemunho de Cura pela Paternidade de Deus

por Luiz Carlos Rosa, quinta, 1 de setembro de 2011 às 19:27

Hoje foi dia de médico. Mas apenas pró-forma. O Deus que sirvo é o mesmo ontem hoje e sempre. Da mesma forma que Ele curava no A.T. e nos tempos de Jesus, Ele cura hoje. E eu acredito nisso. Tanto é assim que uma sucessão de curas preencheram minha vida, desde que Ele me revelou sua Paternidade. Começou pelos exames de colesterol, triglicérides, HDL, LDL e afins. No final do ano passado fui diagnosticado com todos esses indicadores moderadamente altos. “Nada com que se preocupar” disse meu médico de então. “Um regime e baixamos isso”. Fiz 3 meses de regime a base de arroz integral, filé de frango e verduras. Refiz os exames e ao invés de baixar, os níveis quase duplicaram. O “nada com que se preocupar” transformou-se em “estranhamente alto”. “Estranhamente” troquei de médico. Busquei uma nutricionista. Mais três meses… E os indicadores sempre subindo… Nesse tempo, Deus começou uma ministração em meu coração. Ministração essa sobre Sua Paternidade em nossas vidas. E Ele usava todos os momentos disponíveis para me mostrar isso. As vezes eu ouvia uma pregação na TV, e vinha uma palavra RHEMA. Outras vezes quando estava lendo a Palavra e novamente o Espírito Santo se revelava. Nos dias de culto então?! Quanto o Espirito de Deus usou o Pr. Israel Dias Mota Mota, a Pra. Evandra e meu pai na fé, o Pr. Eber Rodrigues. Fiz um Revisão de Vida da Sara Nossa Terra, a igreja onde compartilho com os irmãos. Foi uma bênção na minha vida e recomendo a todos!!! Comecei a entender de verdade quem era meu PAPAI. A parábola do filho prodigo me foi esmiuçada de maneiras que eu jamais conseguiria explicar, e ainda sim eu sei que muito tenho a aprender com ela! E, na compreensão desse Amor Incondicional, senti o fluir da Palavra pelo meu espírito. Isaías 53.4-5 caiu sobre mim como um bálsamo de Amor do Altíssimo. Entendi que não era doente, mas que eu estava sendo iludido. EU JÁ TINHA A CURA e Deus sorriu para mim, quando descobri essa Verdade. Refiz os exames, tomando alguns remédios. Mas eu já sabia estar curado. Resultado: paticamente todos os indicares estavam normais! Não foram os remédios, pois não houve tempo hábil para isso. Mas o Espírito de Deus e o sacrifício de Jesus Cristo na cruz removeram o engano do meu espírito e reconstituiram minha saúde! Meu eletrocardiograma na época demonstrou uma anormalidade. O médico disse que era uma “variação da normalidade”. Eu não aceitei e cri num coração sarado. Hoje fui fazer um exame de capacidade cardiorespiratória, do tipo com esteira e eletrocardiograma. Quando o exame estava na fase final a energia elétrica acabou. A dra. estava otimista com o resultado, mas 15 minutos depois tive que refazer o exame por causa do eletro final, no período de descanso. Foram ao todo mais 30 minutos de exercício puxado! O resultado do segundo exame foi praticamente um espelho do primeiro. Todos os resultados excelentes! E o teste aplicado foi para um praticante de atividade física! Confesso que as pernas estavam quase bambas no final, mas valeu a pena! Nenhuma anormalidade no coração, pulmões, nada! Como se eu tivesse 20 anos de novo! Não, melhor ainda, pois com 20 anos eu não tinha a Cristo, fumava e bebia! A tarde fui ao oftamologista, para ver uma irritação nos olhos. Para os que não me conhecem, eu tinha 0,75 graus de hipermetropia e 1,25 graus de astigmatismo nas duas vistas há mais de 2 anos atras. Desde então só fiz exames de renovação de habilitação. Hoje durante os exames, o médico disse que minha visão era de “piloto de jato”, pois consegui ler a linha 15 completa e ainda 2 letras da linha 10, sendo que o normal é a pessoa ler ate a linha 20! Pois é. Esse é o Deus que eu sirvo! Pedia para Ele me curar, mas Ele não podia fazê-lo DE NOVO! Eu já estava curado DEFINITIVAMENTE mas não cria nisso. Depois da revelação, eu o chamo de Papai, mas com o sentimento de FILHO. EU ME SINTO FILHO DE DEUS!!! SINTO QUE POSSO ME SENTAR AOS PÉS DELE E BRINCAR COM SEUS CHINELOS!!! SINTO QUE POSSO ESCONDER SUA GRAVATA E DAR RISADA JUNTO COM ELE QUANDO A ENCONTRAR!!! Perdi meu pai natural com 2 anos de idade. Eu não sabia o que era isso. É MUITO BOM SABER QUE TENHO UM PAI ASSIM “DESTE TAMANHO”!!! Gente! Deixem que Deus seja o PAPAI de vocês também!!! Obrigado Senhor! Por ser MEU PAPAI! EU TE AMO!!!!!

Do que é que a gente é discípulo?

Do que é que a gente é discípulo? A gente é das muitas catequeses…

Você percebe que precisa muito estar junto de outros crentes porque se você ficar um pouquinho afastado você perde a fé?

Você é do tipo que se converteu e rompeu todas as suas “amizades” do chamado mundo, porque senão você não iria jamais caminhar na fé?

Você é do tipo que se ficar exposto à pensamentos muito diferentes do seus, você se sente meio angustiado porque parece que as suas convicções estão sendo roubadas?

Você é daquele tipo que fica desesperado quando alguém diz alguma coisa sobre Jesus que possa lhe parecer que na cabeça dos outros Jesus vai se tornar menos desejável?

Você é do tipo que sente uma obrigação enorme de afirmar pra você mesmo que você crê nas coisas que você crê, porque lá no fundo você não tem certeza da maioria delas?

Você é do tipo que treme todinho quando entra na internet ou alguém envia um link pra você que, em sendo visitado, relativiza a Bíblia como Palavra de Deus, Jesus como Filho de Deus, a fé como meio único de vida com Deus?

É desse tipo? Se é, meu amigo, eu queria dizer o seguinte: você tem sido discípulo de crenças, de doutrinas, por isso você fica tão nervoso quando qualquer coisa chega e aparentemente questiona o pressuposto das suas crenças, dos dogmas nos quais você tá amparado. E aí o coração claudica, balança e se aflige, te perturba… e me escreve dizendo: “Você tem algum artigo que me ajude a não ficar nessa dúvida?” (…)

Se é… meu amigo, tem muita ‘vela’ na sua vida, muita ‘luz de neon’, muita ‘lamparina de terceiros’, mas A LUZ não acendeu aí dentro!

Sabe por que? Olha como é que Jesus começa: Ele começa perguntado o que os outros pensam dEle, depois é que Ele pergunta o que é que vocês pensam.

Porque a maioria dos discípulos que eu conheço se abala profundamente com o que os outros pensam.

Vocês imaginem um Pedro evangélico, andando por aí e ouvindo aquelas conversas: “Não, eu acho que Ele é João Batista… são parentes, tem tudo a ver, além do que, você já notou que nos últimos tempos Ele anda mais ousado? Tá ‘descendo o pau’ no pessoal igual João Batista? É João, baixou lá! Ele deu uma ‘tremilicada assim’ e além dEle entrou João: dois em um.”

Não tem nenhum registro no Evangelho de Pedro ‘saindo no tapa’: “Não é não! E sai dEle em nome de Jesus, espírito de confusão!” Ele só ouviu: uns dizem que Tu és João Batista, outros dizem que Tu és Elias, outros dizem que Tu és Jeremias ou algum dos profetas, agora nós ou eu, o que eu digo é que Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo!

Porque o discipulado também não começa enquanto as vozes dos outros não deixam de me perturbar. Enquanto o que os outros pensam me perturba, eu não recebi ainda essa LUZ final que pra começar, tem que ser recebida. O paradoxo do discipulado é que ele não começa sem que A LUZ final comece em mim, sem que haja essa realidade FINAL no começo! O discipulado não começa se ele já não começar acabado, no sentido de que está definido: Tu és! O resto é processo em mim, mas isso está dito!

Enquanto o que os outros dizem ou pensam perturba demais a gente, o Caminho do discipulado não se fincou no coração.


(rev. Caio Fábio em "O Caminho do Discípulo - parte 1 - www.vemevetv.com.br/)

 

Cristão versão 2.0 – Upgrade da fé

Este upgrade de cristianismo também acabou por transformar a vida cristã numa espécie de ritual que o fiel procura praticar para conquistar as bênçãos de Deus, ou mesmo para evitar o seu castigo

Assim como já se fez um upgrade de Deus para a versão 2.0, é possível observar que, ao longo do tempo, tem surgido uma nova versão do que seja um cristão.

O que torna alguém cristão? Hoje ser cristão acabou se reduzindo a “ir à igreja”, mas me pergunto “Se Cristo morreu por sua igreja, nesta perspectiva ele morreu por tijolos, madeira e equipamento eletrônico?”. Nós não somos a Igreja? Igreja passou a ser um local, não mais gente salva pelo precioso sangue de Jesus Cristo. “Ir à igreja” passou a ser um ritual, se for, é abençoado, se não for, é castigado. Desse mesmo modo, ser cristão tem sido trabalhar na igreja. Quanto mais trabalho, mais sou abençoado, mais cresço na vida cristã.

Mas também se tem reduzido o ser cristão a ir aos cultos, ter certa crença ou ideologia, contribuir financeiramente, em especial para ser recompensado por Deus numa espécie de relação  mercantil.

Por outro lado, este upgrade de cristianismo também acabou por transformar a vida cristã numa espécie de ritual que o fiel procura praticar para conquistar as bênçãos de Deus ou mesmo para evitar o seu castigo. Assim, participar de eventos ou de cultos, ter um tempo diário para ler certo número de capítulos da Bíblia, orar a Deus, seria uma espécie de mandinga para ganhar o favor de Deus ou para evitar ter pesadelos à noite ou nas finanças pessoais.

Ao longo do tempo fomos lançando versões beta deste tipo de cristianismo e incutindo na mente do cristão que ele poderia, com seus próprios esforços, agradar à Deus vivendo um cristianismo de obras e numa relação de trocas. É a herança pragmática norte-americana que conseguiu reduzir cristianismo em trabalho, deixando de lado a sua essência, mas também a teologia da graça que indica que nossas obras não apenas não servem para nos salvar, como também, sendo imperfeitas (Isaías 64.6) não conseguem atingir os elevados ideais de Deus.

Precisamos reconquistar a perspectiva bíblica em nossa concepção de cristianismo de modo que ser membro da igreja, trabalhar, contribuir financeiramente para a igreja, ir aos cultos, sejam fruto de uma vida íntima aos pés do Senhor e não agente produtivo desta vida. Talvez por isso seja possível notar certo grau de carnalidade na vida eclesiástica. Ler a Bíblia, orar, sejam fruto de insaciável sede de comunhão com Deus. Participar no culto público seja produto de uma vida diária de adoração no altar de Deus.

Que o sentido mercantilista seja substituído pelo ato de dar deliberadamente com alegria, sem restrições de porcentagem, pois afinal, ser cristão é negar-se a si mesmo e devolver tudo à Deus, a quem pertencemos. É reconhecer nossas imperfeições e nos sentimos agasalhados pela sua Graça, nos entregando a Ele como seus instrumentos, canais de seu poder, de seus atributos.

Nada mais do que sermos meros cristãos versão 1.0.

(Autoria: Lourenço Stelio Rega)
(Fonte: Revista Eclésia)

AOS QUE QUEREM ENSINAR A PALAVRA…

De quem é a responsabilidade pelo erro coletivo entre os que confessam o Nome?…

É claro que o povo é responsável também, mas, na Bíblia, a maior responsabilidade é de quem não é povo, como o rei, o sacerdote ou o falso profeta…

Na Bíblia os verdadeiros profetas não poupam o povo, mas o tratam como um menino tolo e enganável…

Oséias diz que assim como é o povo é o profeta, e assim como é o profeta é o povo…

No entanto, é o profeta que diz: “Eu tenho a Palavra do Senhor!…” — o povo apenas diz: “Conta-nos então…”; e, frequentemente, ouve sem saber discernir a mão direita da esquerda…

Por isto o povo sofre… Sim, em razão de seus profetas vendidos, sacerdotes gordos de conforto e reis corruptos e luxurientos…

Nos evangelhos vemos o amor e a compaixão de Jesus pela gente do povo, chamando-os de ovelhas sem pastor…

Assim Ele diz que quem sabia pouco e errou conforme o que sabia, esse levará “poucos açoites”, mas o que sabia muito e não curou os seus próprios caminhos, antes deliberadamente continuou em seu erro, esse levará “muitos açoites”…

As piores advertências do Novo Testamento são feitas a quem diz que sabe…, a quem diz que vê…, a quem diz que conhece e propõe que outros façam conforme ele diz saber…

As únicas vezes que Paulo menciona nomes negativamente nas suas cartas, todas elas têm a ver com aqueles que diziam que sabiam, mas ensinavam o erro…

O mesmo se pode dizer de Pedro. Suas duas cartas lidam com os que diziam que sabiam e ensinavam errado…

Judas, o irmão do Senhor, também dedica a sua cartinha aos que diziam que sabiam e ensinavam, e, por isto, corrompiam o povo pelo engano de seus ensinamentos…

As duas últimas cartas de João se referem também aos que impediam o povo de ter acesso ao que era bom e verdadeiro…

Por último, à exceção da Carta à Igreja em Filadélfia, todas as cartas às Igrejas do Apocalipse, são textos de advertência ao “anjo”, ao mensageiro; e, além dele, aos que no grupo diziam que sabiam, e, portanto, ensinavam errado e corrompiam…

Tiago diz:

“Não nos esqueçamos irmãos que aqueles que dizem que são mestres, esses receberem muito maior juízo!”

O que pode qualificar então alguém para anunciar o que sabe?

Primeiro: saiba apenas o que está revelado… Todos os problemas acima mencionados com Paulo, Pedro, Judas, Tiago, João e outros, sempre se vincularam ao que os “mestres traziam como novidades”…

Segundo: ensine somente aquilo que você sabe que Jesus ensinou e que os apóstolos ensinaram; portanto, não invente…

Terceiro: veja quais são as implicações de suas opiniões em relação ao que já esteja revelado… Não tenha opinião que se choque com a revelação, nem ao menos de resvalo…

Quarto: creia que você se torna responsável pela mentira, pelo engano, pelo distorcimento, pela perda de rumo que seu ensino sugerir…

Quinto: saiba que sua falta de fé não deve ser sua mensagem, pois, por ela você será cobrado…

Sexto: por mais cheio de conhecimento que você seja…, ainda assim não pregue se você apenas souber sem fé… Não anuncie nada sem fé… Nem mesmo um grande conhecimento!…

Sétimo: saiba que aquele que ensina fabrica idéias e pensamentos… Portanto, veja o que você semeia na mente das pessoas… No fim você será cobrado por todas as sementes hibridas que plantou ou por todas as sementes que você anunciou como sendo de uma qualidade… , quando, de fato, eram de outra…

Leva tempo até que a Palavra seja decantada em nós…

Por isto se diz que o “neófito”, ou “recém”, o “novinho”, “o jovem imaturo”, ou o “homem empolgado”…, não devem sair pregando; antes, precisam dar tempo ao tempo, e ver que qualidade de fruto será produzido em sua própria existência…

E mais:

Se em sua casa, com os seus, você não frutifica o Evangelho, por que haveria você se pregar a outros… se você não faz o Evangelho mostrado em silencio pela sua própria vida?…

A seara é grande e os trabalhadores são poucos… Mas Jesus não mandou treinar e nem recrutar…

Não! Ele disse que se deveria pedir ao Senhor da seara para que Ele mesmo mandasse trabalhadores para a Sua seara!

Assim, melhor do que uma multidão de pastores que não sabem discernir entre a mãe direita e a esquerda… — é se ter apenas uns poucos pastores maduros, mas que façam tudo com amor e certeza em fé.

Não se apresse em levantar-se para pregar!…

Deixe que a Palavra levante você!

Quanto ao mais, apenas compartilhe o que seja o amor de Deus em você, mas não se apresse em ensinar…

Pense nisso!…

Nele,

Caio