Festas Juninas: folclore, cultura, religião ou misticismo?

Pelo que andei pesquisando (em sites como o Evangelização Pessoal e outros), da década 70 pra cá o Brasil iniciou um processo de êxodo rural e consequente urbanização; sendo assim, hoje em dia, a maioria das festas juninas não tem mais o significado que tinha antigamente. Mesmo em cidades bem pequenas, como a em que resido, vê-se o povo mais animado com a festividade do que propriamente em fazer algo pros santos. É mais uma maneira das cidades receberem visitantes e por consequência, obterem maiores lucros com o turismo e no comércio em geral. Antes as festas eram místicas e religiosas; hoje são cultura e folclore. Tanto que as escolas obrigam os alunos a fazerem trabalhos sobre o assunto e até mesmo certas denominações de igrejas evangélicas tem suas próprias festas juninas, o que ao meu ver, é completamente contra a Palavra de Deus. Mas essa parte das igrejas evangélicas versus festas juninas fica pro post do ano que vem, ahah:

Pra quem não sabe, essa ‘cultura’ das festas juninas começou lá longe, quando fomos descobertos pelos portugueses (que são tradicionalmente católicos). Eram então eventos onde se louvavam aos santos do mês de junho. E a Bíblia declara firmemente que só devemos adorar e louvar a Deus. Já começa errado por aí.
Além dessa influência católica portuguesa (nada contra os portugueses, por favor, hein gente?! Não vão deturpar o que tô falando), na Europa antiga, muito antes do descobrimento do Brasil, havia festas populares na época do solstício de verão que serviam pra marcar o início do período da colheita. Entre os dias 21 e 24 de junho os povos celtas, egípcios, bascos e sumérios faziam rituais de invocação da fertilidade pra estimular o crescimento da vegetação e assim, trazer chuvas e prover a fartura das colheitas. Nesse rituais eram oferecidas comidas, bebidas e animais aos vários deuses em que aqueles povos acreditavam. O povo então dançava e fazia fogueiras pra espantar os ditos maus espíritos.
As origens dessas comemorações também nos levam à antiguidade, quando era se prestava culto à deusa Juno (da mitologia romana). Esses festejos eram denominados “junônias”. Qualquer semelhança com o nome atual, será mera coincidência?! eheh
Essas celebrações todas coincidiam com as festas em que a igreja católica comemorava a data do nascimento de são João. Como o catolicismo não conseguiu impedir a realização dessas festas, elas foram adaptadas ao calendário cristão.
Os padres jesuítas portugueses trouxeram os festejos joaninos pro Brasil. As festas de santo Antonio e são Pedro começaram a ser comemoradas só mais tarde, mas como também eram em junho, foram chamadas de festas juninas. Outro dado curioso é que antes da chegada dos colonizadores ao Brasil, os índios faziam festas relacionadas à agricultura nesse mesmo período. Os rituais também eram compostos de cantos, danças e comidas. E vale lembrar que a religião dos índios era o animismo politeísta (adoravam vários elementos da natureza como deuses).
É interessante comentar o lado do sincretismo religioso que acontece no Brasil nessa época de festas juninas. O povo baiano aproveita pra demonstrar sua fé junto com as comemorações católicas. Por exemplo, o candomblé homenageia os orixás misturando suas práticas com o ritual católico; assim, durante o mês de junho as festas romanas acabam ganhando um cunho profano com samba de roda e barracas de bebidas e comidas diversas, ao som de axé music.
Um adendo: de acordo com as tradições africanas, as divindades conhecidas como orixás governavam determinadas partes do mundo. No catolicismo popular os santos também tinham essa autoridade. “Iansã protege contra relâmpagos e raios enquanto santa Bárbara protege contra tempestades e raios. Como são semelhantes, houve o cruzamento. Cada orixá – cultuados nas duas mais populares religiões afro-brasileiras: a umbanda e o candomblé – corresponde a um santo católico. Há variações de região pra região, como por exemplo: Oxóssi que na Bahia é são Jorge e no Rio de Janeiro é são Sebastião. Lá, por causa do candomblé, o santo Antônio das festas juninas católicas é confundido com Ogun, santo guerreiro da cultura afro-brasileira.

Tá. Falei, falei mas não disse porque sou contra festas juninas (mesmo sabendo que posso ser tachada de radical) são:

Plágio do Paganismo – As bases das festas juninas são as festividades pagãs, onde os pagãos ofereciam seus louvores e comemorações em honra daqueles deuses. Deus, quando introduziu o povo de Israel na terra prometida, advertiu severamente para que não usassem esse tipo de costume: “Quando vocês tomarem posse da terra que o Senhor, nosso Deus, está dando a vocês, não imitem os costumes nojentos dos povos de lá.” [Deuteronômio 18.9].

Os santos não podem ajudar nem intercedem por ninguém – É óbvio que estas festas são pra homenagear os 3 santos católicos. Nesses dias (e em muitos outros também), as pessoas invocam a proteção de santos nas missas e fazem promessas e pedidos confiando em sua suposta intercessão. A Bíblia fala clara e objetivamente pra rejeitarmos qualquer mediador que não seja o único que instituído por Deus: “Pois existe um só Deus e uma só pessoa que une Deus com os seres humanos – o ser humano Cristo Jesus” [1 Timóteo 2.5]. Se temos que pedir alguma coisa a alguém, esse alguém só deve ser Jesus: “E tudo o que vocês pedirem em meu nome eu farei, a fim de que o Filho revele a natureza gloriosa do Pai” [João 14.13]. Pode ler a Bíblia inteira que você não encontrará nenhuma sugestão pra pedir algo pra alguém que tenha sido um exemplo aqui na Terra, ou que tenha sido super bonzinho… :-\
E outra: os santos podem até ter sido pessoas boas em vida, mas morreram e como mortos, não podem fazer nada porque não escutam, não sabem o que se passa aqui na Terra. A Bíblia diz: “Sim, os vivos sabem que vão morrer, mas os mortos não sabem nada. Eles não vão receber mais nada e estão completamente esquecidos. Os seus amores, os seus ódios, as suas paixões, tudo isso morreu com eles. Nunca mais tomarão parte naquilo que acontece neste mundo.” [Eclesiastes 9.5,6].

Invocação de espíritos dos mortos – Há uma crença onde o espírito de são João pode ser despertado quando foguetes são disparados, convidando-o pra vir participar daquela festa em sua homenagem. Independente disso ser chamado de folclore, reflete a crença católica da invocação dos mortos. E como disse antes, se o santo tá morto e não sabe de nada, o que é invocado é o espírito desse santo e isso também bate de frente com o que a Bíblia fala sobre consulta aos mortos: “… Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tiram sortes; não tolerem feiticeiros, nem que faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos.” [Deuteronômio 18.10,11].
Então, pense comigo, se o santo não pode receber aquelas oferendas, quem recebe? Paulo, o apóstolo, ensinou quase a mesma coisa aos cristãos de Corinto (leia 1 Coríntios 8). Quando os gentios sacrificavam suas oferendas e festividades aos deuses, na verdade estavam sacrificando aos demônios, que são os únicos que recebem essas ditas oferendas, pois o ídolo não é nada. O que você acha que acontece nas festas juninas? Raciocine, por favor: quando alguém oferece sua algo prum santo (que de acordo com a Palavra de Deus não pode fazer nada por ninguém, sequer ouvir as preces dos seus devotos) ou quando alguém pede alguma coisa pra esses santos e o pedido se realiza, quem é que tá por traz disso? Certamente que os santos é que não são!

Comidas e Imagens – Pra terminar, tem mais esses dois costumes rejeitados pela Bíblia. Por vezes as comidas que circulam nas festas juninas são benzidas e oferecidas ao santo; este por sua vez nada mais é que um ídolo, pois as pessoas oram pra ele, carregam sua imagem nas procissões, beijam essas esculturas, se ajoelham diante delas… etc. Prefiro ficar com a Bíblia novamente: “Não comam a carne de nenhum animal que tenha sido oferecido em sacrifício aos ídolos” [Atos 15.29] e “vocês não podem comer na mesa do Senhor e também da mesa dos demônios.” [1 Corintíos 10.21]. Referente às imagens dedicadas aos santos, também são proibidas pela Bíblia: “Não faça imagens de nenhuma coisa que há lá em cima no céu, ou aqui embaixo na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não se ajoelhe diante de ídolos, nem os adore, pois eu, o Senhor, sou o seu Deus e não tolero outros deuses” [Deuteronômio 5.8,9].

Bem… resumidos aí estão alguns motivos que me fazem não ser cúmplice e ‘ser social’ ao participar das festas juninas/julinas (que só muda o nome, mas é a mesma coisa).

Pra refletir: Deus rejeitou as festas de Israel que eram dedicadas somente a Ele [Amós 5.21-23] , pois houve uma mistureba com coisas dos cultos pagãos dos países vizinhos. Por que Deus não rejeitaria também as tais festas “cristãs” dedicadas aos santos??
Desculpe-me pelo tamanho do post, mas não tem como ser suscinta num assunto desses. Abraços e obrigada por deixar seu comentário educado, ihihih.
Obs.: Quero deixar bem claro que, de forma alguma estou julgando ou falando mal de qualquer religião. Apenas procurei passar a minha opinião a respeito das festas juninas/julinas. Portanto, não tomem como algo pessoal, pois não é. Que o Espírito Santo de Deus te esclareça tudo o mais. Grata pela compreensão.

[ Comentários para este post no cabeçalho do início desta página clique onde diz Comments; Este outro campo igual abaixo é para comentários do post de junho. - AVISO: Só aprovarei comentários que tenham sido assinados e cujo email seja válido. Quem não se identifica e ainda coloca uma conta de e-mail que não existe, não merece crédito. ]

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15 Respostas para “Festas Juninas: folclore, cultura, religião ou misticismo?

  1. Pingback: Os números de 2010 « PODEROSO LOGOS

  2. Sandra, obrigada pela visita e comentário. Assim como tenho um pensamento e posto aqui, vc expos o seu pensamento no comentário. Acho válido isso. Só que esse blog aqui é meu, portanto, coloco o que eu quiser (kkk), aquilo em que acredito no momento (porque todos somos suscetíveis a mudança de pensamento, principalmente com a maturidade cristã que se adquire no dia-a-dia). Pra vc os santos são pessoas a quem devemos nos mirar pelo exemplo de vida. Pra mim, que já fui católica praticante por alguns bons anos, sei que nem todos os santos foram realmente santos em seu modo de viver e independente disso, prefiro seguir a Palavra de Deus que quis que devemos ter como exemplo apenas o único mediador instituído por Deus: Seu Filho, Jesus Cristo! De resto, minha cara… deixo pros outros cultuarem. Eu presto culto SOMENTE a Deus e tá bom assim, pq sei que é isso que agrada ao coração do Pai.
    Sempre que quiser voltar, seja bem-vinda! Temos opiniões diferentes mas isso não impede de convivermos pacificamente, certo?! :-)
    Se vc tiver um blog, passa o endereço que faço questão de visitar. E caso tenha tempo, leia os demais posts do meu aqui.
    Fica na Paz que excede todo o entendimento!

  3. as festas juninas não são para cultuar santos os santos são exemplos de vida para nós porque seguiram Jesus e foram de coração puro! Portanto são santos! Me desculpe mas não deves julgar as pessoas dessa forma!Sabemos que Deus é Único em três pessoas Pai Filho Espírito Santo. Respeito e até gosto de festas juninas todos participam com alegria e a alegria traz paz e amor nos corações é o que Deus quer de nós!

  4. Silvinha,gostei muito do que vc escreveu, que o Senhor continue te abençoando e te dando sabedoria, por tudo..

  5. vooc é muito racista +gostei dessa pag viu
    Ñ acredito q eles oferecem aos santos dele lá…
    isso é mentira e vooc minha senhoraa viviane ainda vai acreditar nisso
    meu deus como o mundo está perdido
    coitada da sua filha………..
    adorooooooooo
    sua pag gosteiiiiii

  6. Paz Thereza! respondendo sua pergunta, acho sim que a parte cultural deve ser levada em consideração nas escolas, na sociedade de um modo geral. mas não da forma como é feito, ou seja: as crianças na escola são obrigadas a fazerem trabalhos, senão perdem pontos; as festas juninas são tidas como obrigatórias nas escolas, como se todos fossem católicos, entende meu ponto de vista? até o desfile de 7 de setembro ser obrigatório acho demais! eheh mas é sério, acho que se for assim, então deveríamos criar uns feriados protestantes tb, pra não ficar só os católicos, ou o que a meu ver serial melhor ainda: deixar só os outros feriados e extinguir os relacionados à religião. mas isso é assunto ptra outro blog, né?! ihih
    abraços e muito obrigada por sua participação.

  7. Oi, tem selinho prá vc no meu blog.
    Brincadeirinhas blogais. Rsrsrs
    Brinque se quiser, ok.
    Bjs prá vc e Giulia.

  8. Prezada Silvia,
    Muito interessante o seu artigo, que em jornal, a gente chama de “pensata”, porque é mais que um post. Bem construído, bem fundamentado e bem escrito. Será muito útil inclusive para as mães que tem filhos pequenos.
    Mas, olha só, acho que a tradição cultural deve ser levada em conta na evangelização. E você?
    Parabéns e um bom fim de semana. Thereza

  9. Oi Silvinha.
    Nossa, não sabia de nada disso !
    Parabéns pela pesquisa e pelo propósito firme !
    Não penso dessa forma, mas respeito profundamente a sua fé e sua dedicação.
    Bjssss.

  10. gostei mto mis eu nao vi ndsq fle das tradições das festas ae!!!!

    nao q eu nao goste neh mais eu nao poxo fazer nds!!!

  11. Paz xará! de forma alguma interpretei mal sua opinião, apenas discordo dela em partes. nessa parte aqui ó: “se os outros cultuam outros deuses o problema é deles”. sabe por que? porque Deus enviou Seu único Filho pra morrer por todos aqueles que crerem na obra redentora da cruz e muitas vezes as pessoas cultuam outros deuses, como eu mesma fiz nas religiões e seitas de que participei, por ignorância e por não conhecer o que Deus quer de nós que está escrito na Bíblia Sagrada. ao meu ver, se os outros cultuam deuses não é problema deles não, é problema meu, pois eu tenho que no mínimo mostrar a verdade que liberta que conheço dia-a-dia através da meditação na Palavra de Deus.
    quanto a ser radical… sabe Silvia, eu passei por tantas doutrinas erradas, enganosas mesmo, vc sabe disso, conhece um pouquinho da minha busca por algo que preenchesse o vazio da minha vida (que é exatamente do tamanho de Jesus e não é coincidência isso, ihih) que quando eu decidi, quando resolvi com toda certeza há 2 anos que entregaria minha vida a Deus e que Jesus se tornaria a partir de então meu ÚNICO Senhor e suficiente Salvador, eu não mudei de religião, mas me propus a seguir a Jesus Cristo de corpo, alma e espírito. não é uma tarefa fácil tentar ser discípulo de Jesus porque temos de abrir mão de muitas coisas, de certos tipos de pensamentos, atitudes e também costumes, mas querida… vale total e completamente a pena. Ele disse que o fardo dEle é suave e leve, e coloco sobre Ele toda minha vida, tudo o que sou e o que tenho. sendo assim, Ele tem cuidado de mim com um amor inigualável. e sei que pago um certo preço por ser “radical”, sabe… sei que penso inúmeras vezes antes de dar minha opinião sobre determinados assuntos e mesmo antes de escrever nesse blog. meu intuito jamais é o de chocar as pessoas, ou ser intransigente, apenas quero mostrar ao mundo que ainda há esperança, ainda há salvação, ainda há um caminho. mas o dia da volta do Senhor está próximo e então, quando esse dia chegar, não teremos mais esse tempo.
    se faço certo ou não usando os termos que uso pra tentar explicar o que vivo e o que creio? provavelmente não! sempre fui melhor falando do que escrevendo, mas tento, juro que tento, ser o mais explícita possível pra não deixar dúvidas. mas mesmo assim isso acontece e creio que continuará ocorrendo.
    Xará querida, eu discordo de coisas que pessoas de Jesus fazem pra não serem diferentes da maioria. não quero transformar o Evangelho de Jesus no que é conveniente pra mim e assim continuar a viver do mesmo modo de antes. não! fui recriada em Cristo, fui e sou diariamente transformada pelo Espírito Santo… mesmo que eu quisesse, não tem como continuar sendo aquela antiga Sílvia. glória a Deus!!
    se procurar ter a Palavra de Deus como conduta pra minha vida é ser radical e vai “me impedir” de não participar das coisas que o mundo oferece, sejam com quais conotações e motivos forem, então eu aceito o rótulo de radical com alegria :-)

    sobre a saída da igreja, eheheh, isso é assunto particular, posso te responder por email com detalhes. mas posso adiantar que se quando cheguei aqui em Minas tivesse obedecido de cara o que Deus já tinha proposto pra mim, eu não teria passado por metade das ‘aflições’ que passei nesses 10 meses em que estive naquela denominação. finalmente, depois de muita oração, resolvi seguir o chamado que deus tem pra mim e meu esposo idem e estamos muito felizes e mais leves agora! como placa de igreja não ajuda ninguém, eu continuo como diz a música: “seguindo a Jesus Cristo, desse caminho eu não desisto, seguindo a Jesus Cristo, atrás não volto, não volto não!” ihihih

    bjão querida! e espero que entenda meu ponto de vista, mesmo não concordando com ele :-)

  12. Ótimo Post. Ou se crê em Cristo Jesus, ou se crê no demônio. Não dá pra ficar em cima do muro, afinal Deus vomitará os “mornos”.
    []´s

  13. Querida amiga,

    Não interprete mal o q vou dizer, cuidado para sua postura não se radicalizar a ponto de vc não participar de mais nada, concordo com o q vc colocou no post, muito interessante sua pesquisa,mas me parece radical, não esqueça que o q importa é o q está em nossos corações, se os outros cultuam outros deuses o problema é deles, nós temos um Senhor único e verdadeiro.
    é isso o q relmente importa.
    A próposito, pq vc saiu de sua Igreja?

  14. Silvinha,

    Muito interessante tudo o que vc postou…

    estava tentando justificar na escola por que minha filha não participará da festa julina que vai ter… vc abriu muito a minha mente com esta post.
    Que Deus te abençoe muitíssimo e continue te dando sabedoria!

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