1 trecho dO livro mais mal-humorado da Bíblia

“A religião é uma aranha. O canto da sereia religiosa não segue os mesmos compassos da alma sincera em busca de alívio. Religião e anseio por Deus são linhas paralelas. A alma sincera quer encontrar o caminho que leva a Deus, olhando com atenção e reverência, mas a religião quer regulamentar, estabelecer rotas fixas e punir quem não segue seus ditames.

A religião é traiçoeira porque se faz passar pelo caminho verdadeiro para Deus, mas acaba engolindo quem se aproxima dela. A religião é venenosa porque a peçonha indolor só dá sinais de seus efeitos danosos com o tempo. E quando isso acontece, o estrago já está feito.

A religião é traiçoeira e venenosa. Em vez de ser uma caminho de virtude, na verdade é um caminho de tolice. É por isso que precisamos vencê-la.” 

(Ed. René Kivitz, em O livro mais mal-humorado da Bíblia)

A Palavra Eterna

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus… E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós.” (João 1.1 e 14)

Pelo fato de sermos limitados pelo tempo e espaço, temos dificuldade de formularmos uma concepção sobre a eternidade passada. No entanto, antes de qualquer começo, não importa quão antigo possa ter sido, o Senhor Jesus já era Deus Filho. O “Verbo”, como Ele é chamado nos versículos acima, nunca conheceu o começo.

O que entendemos sobre o termo “Verbo” quando aplicado à Cristo? Assim como expressamos nossos pensamentos e sentimentos por meio de palavras, assim o Senhor Jesus é a perfeita revelação de Deus. E o Verbo eterno se tornou homem. Ele, que não teve começo, entrou na esfera limitada pelo tempo e espaço, tornando-Se ser humano a fim de revelar Deus para a humanidade. Em tudo o que o Senhor Jesus fez e disse podemos reconhecer quem Deus é.

Mas o Senhor não mostrou apenas a essência do caráter de Deus. Ele cumpriu todos os desígnios divinos também. Sua vida perfeita, Sua morte vicária e Sua gloriosa ressurreição abriram o caminho para Deus. E essa é a razão pela qual pôde afirmar aos Seus discípulos: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14.6). E quanto à própria vida, Ele disse: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17.3).

E para que O conheçamos melhor, Deus nos deu Sua Palavra, a Bíblia. O Antigo Testamento é repleto de referências proféticas à Ele, enquanto o Novo Testamento nos mostra Sua vida e os resultados de Sua morte expiatória e ressurreição.

(Fonte: agenda Boa Semente 2012)

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 23.000 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, eram precisos 9 concertos egostados para sentar essas pessoas todas.

Clique aqui para ver o relatório completo

AFINAL, QUAL É A CRISE DA IGREJA EVANGÉLICA?

“Se algum dia conhecemos a Jesus segundo a carne, já, agora, todavia, não o conhecemos desse modo” (Apóstolo Paulo)

“O Evangelho não foi provado e julgado falho. Ele foi julgado difícil e portanto permanece não provado até hoje”(Soren Kierkegaard)

Alguns dizem que “a crise da igreja evangélica é uma crise de conteúdo”, conforme li numa declaração de um “pensador evangélico” recentemente.

Ora, se for “evangélico”, não é pensador; e se for pensador, não será mais “evangélico”.

Ninguém que pensa, é “evangélico”. Não mais hoje em dia. Nem tampouco ninguém que sente com verdade é “evangélico”. Não mais hoje em dia!

Portanto, saibam os “evangélicos”: se pensar, não é “pensador evangélico”; assim como se tiver alma, não será “psicólogo evangélico”. Daí, para mim, a frase “pensador evangélico” ou “psicólogo evangélico” ser uma impossibilidade da mente e da alma.

No mesmo texto ao qual antes me referi decretou-se a morte do “movimento evangélico”.

Engano! Isto não acontecerá!

A “igreja evangélica” não morrerá. Ela já está morta. Todavia, o “movimento evangélico”, saibam todos, não morrerá. Sim, ficará aí… e será o que todas as outras religiões são, mesmo as mais “mortas”; apenas com uma diferença: os evangélicos são os menos sofisticados de todos, à exceção, talvez, dos islâmicos fanáticos.

Quem dera a “crise evangélica” fosse tão simples!

A questão é que quem não conhece os proponentes dessas coisas e nem sabe o que é “conteúdo” para eles, fica pensando que trata-se de algo denso e sólido. Mas não é. De fato é algo morto já faz tempo, e que tentou ser uma alegria para muitos, mas não foi, posto que não se ancorava na Graça, mas na Teologia.

Quando falam em “conteúdo”, conforme o texto ao qual faço aqui referencia, eles evocam a idéia de uma teologia meiga, e que seja bonitinha, palatável, suavemente psicologizada, politicamente correta, socialmente solidária, discreta, pensativa, reflexiva, que evoque a ternura de Deus como Pai e que gere uma ética de etiquetas morais disfarçadas de integridade.

Ou seja: os tais “conteúdos” são coisa ainda do jardim da infância da realidade, conforme o Evangelho, posto que na melhor das hipóteses fazem com que o indivíduo seja agradável e saiba se comportar socialmente, para fins de consumo relacional… isso quando tudo está em ordem… Porém, os mesmos “conteúdos”, fazem esses mesmos indivíduos serem completamente “judiciosos”, completamente “teóricos”, profundamente “apenas teo-lógicos”, imensamente “racionais”, ou, quando não são “racionais”, são, entretanto, ainda filhos de uma “mística sistêmica”; ou seja: aprendida, não necessariamente experimentada.

Do ponto de vista da existencialidade tais conteúdos não realizam nada, a menos, como já disse, que esteja “tudo bem”.

Não liberta da inveja, do orgulho, da vaidade de pensamentos, do espírito faccioso, do direito ao escândalo, da sensualidade adoecida, da espiritualidade livresca, das fobias de alma, da insegurança de ser, da necessidade de parecer ser, de pavonêscas sofisticações, do academicismo vazio, das muitas e muitas reuniões lindas e singelas, porém, cheias de nada…

Ou seja: tais “conteúdos”—que se são confessados é porque por eles são “conhecidos”, do contrário, que certeza se teria acerca de sua validade?—não produziram nada nas vidas de seus proponentes senão apenas as coisas por mim acima mencionadas, e que eles sabem muito bem serem verdadeiras.

Sim, eles terão que se arrepender de tais “conteúdos”!

Esses “conteúdos” são uma bolha de teorias apenas úteis para que um grupo de meninos se encontre com outros meninos e mostrem uns aos outros os seus joguinhos virtuais, pois, de fato, em nada afetam a realidade; coisa essa que eles nem ainda sonham em saber o que é.

Sim, tais “conteúdos” são ainda fruto da produção mental de uma tentativa protestante-iluminista, ou, às vezes, de uma busca de experimentar uma espécie de Renascença Cristã. Mas não são nada que se relacione à visceralidade radical do chamado do Evangelho.

“Conteúdo” muitas gente tem entre os evangélicos. Mas e daí? Tais “conteúdos” não são vida, são ainda apenas letra; letra bela, bem escrita, às vezes até poética, porém Letra, nada mais que letra…

A crise dos evangélicos é bem mais profunda, e, entre outras coisas, inclui também esses “conteúdos” que alguns dizem que é o que falta na igreja.

Deus me livre! Se a igreja for visitada pelos “conteúdos” deles teremos apenas um monte de frouxos, profetas de si mesmos, reis da média, profundamente convenientes, educadamente traiçoeiros.

Ora, de fato, os tais “conteúdos” são parte da crise que eles dizem existir (e com que atraso enxergam o óbvio, antigo e já fóssil!).

Conquanto haja muitos para os quais a tal falta de “conteúdo” possa ainda ser algo relevante, há, todavia, um monte de gente com tais “conteúdos” entre os evangélicos, porém isso não faz diferença alguma, assim como nunca fez nenhuma diferença em qualquer outro tempo, visto que tais “conteúdos” são apenas o “álibi eterno” por eles usados para criticar sem se aventurarem a dizer: “Venham! Vamos juntos! Vamos aprender juntos! Vamos ser irmãos uns dos outros! Vamos confessar nossos pecados, invejas, doenças e maldades piedosas, e, juntos, vamos iniciar a jornada do Caminho da Vida, andando sem ter nada do que se gloriar senão na Cruz de Cristo!”

Não! Eles jamais farão isto. Eles apenas assistirão. Opinarão. Farão analises. Masturbar-se-ão com suas próprias repetidas e copiadas idéias. E nada acontecerá. Posto que não têm coragem de nem mesmo se encarar, quanto mais a coragem de botar a cara para fora, para apanhar pela fé, e para viver a realidade do Conhecimento de Deus não como “psicologia de retiro espiritual”, mas como vida na esquina, nas ruelas, no meio das mais agudas angustias humanas, nas perdas e nos ganhos, nos lutos, nas alegrias, nos céus e no abismo.

Somente quando se fica sabendo na experiência da Graça de Deus que “as trevas e a luz são a mesma coisa” é que se conhece de fato a Deus como mistério. Ora, o fruto de tal conhecimento é paz!

Eles ainda não entenderam que parte da maldição é ainda essa “herança grega” do engano de pensarmos que “conteúdos” são coisas a serem aprendidas com a cabeça, ou com a periferia do coração.

“Pensar os conteúdos” é outra frase feita que eles adoram!

Ora, o conteúdo da Palavra não é a mesma coisa que eles chamam de “conteúdo”.

A real crise evangélica—e aí se pode botar nesse saco tudo e todos que não são católicos—é a crise do total não conhecimento experiencial da Graça de Deus.

Sim, fala-se em Graça. Mas apenas “fala-se”. E, quando se fala, fala-se de algo que a maioria nem sabe o que é, a não ser pela definição filológico-teológica da palavra.

A Graça de Deus não é uma doutrina e nem é um discurso acerca de um “Deus melhorzinho”.

A Graça é melhor que a vida. E a Graça só pode ser conhecida como experiência da vida como transcendência e imanência real em Deus pela fé, num salto de entrega total que a maioria não tem coragem de dar.

Ou seja: o sujeito que crê, experimenta…!

Conforme a linguagem chocante de Marcos 16… “certos sinais seguem…” Em outras palavras: não é blá, blá, blá… É vida de fé e coragem, é risco, é entrega, é confiança, e é alegria, contentamento e paz no Espírito Santo.

Na Graça de Deus não se fica sabendo acerca de Deus, mas se conhece a Deus.

Ora, é essa falta de experiência do conhecimento real de Deus em fé, na Graça, e conforme o espírito do Evangelho, aquilo que asfixiou a igreja evangélica, e matou a sua alma. De tal modo que ela existirá como zumbi… e só não morrerá porque já morreu.

A fé em Jesus, todavia, segue firme e inabalável, posto que quando os odres velhos se derramam… e para nada mais aproveitam… nem por isso a fonte do vinho novo cessa de brotar, posto que a Videira Verdadeira não deixa jamais de produzir fruto mediante os ramos que permanecem nela, vivendo em total entrega e confiança, sabendo que sem que se esteja ligado a Jesus, nada se pode fazer. Muitos menos “produzir conteúdos”.

A igreja evangélica já foi um problema para mim. Hoje, sinceramente, não é mais.

Creio que muitos evangélicos ainda se converterão ao Evangelho da Graça de Deus, e creio que muitos ainda experimentarão a vida abundante e confiante que há em Jesus.

Mas sei que isto só acontecerá quando eles desistirem de tudo, e quando abandonarem a pretensão de definir “conteúdos”, ou de darem uma açucarada em Deus para fins de melhor palatabilidade.

Todavia, só saberão do que eu estou aqui falando no dia em que experimentarem o benefício da paz e da pacificação total do coração mediante a confiança que é fruto do conhecimento real de Deus, e não de sua projeção teológica.

Quem entender, entenda!

(Caio Fábio)

Pastores estressados

70% DOS PASTORES ESTÃO ESTRESSADOS

Mesmo sendo a profissão mais satisfatória, este chamado ainda é muito estressante, é o que aponta uma pesquisa. Com carga horária exaustiva e muitas responsabilidades – para quem vive a realidade dos grandes templos, a tensão de criar um ministério sólido, sem escândalos e fiel às sagradas escrituras. Para quem vive o pequeno ministério, o desafio de ser líder espiritual, gestor, motivar pessoas e ainda ter tempo para cuidar da família.

O resultado são líderes cada vez mais estressados. O Instituto Francis Schaeffer de Desenvolvimento de Liderança Eclesiástica (FASICLD – Francis A. Schaeffer Institute of Church Leadership Development) juntamente com o Instituto Fuller, inciaram em 1989 uma pesquisa com pastores americanos e o resultado foi preocupante. Veja mais abaixo:

Mil e quinhentos pastores abandonam o ministério todo mês por conta de desvios morais; esgotamento espiritual ou contendas na igreja.

80% dos pastores sentem-se desqualificados para o exercício do ministério.

50% deles afirmaram que se pudessem deixariam o ministério.

70% dos pastores americanos lutam com a depressão.

Quase 40% deles afirmaram ter tido algum tipo de relacionamento extraconjugal desde que iniciaram seu ministério.

E 70% afirmaram que só lêem a Bíblia quando preparam seus sermões.

Como pastores lidam com o estresse e como isto afeta o coração.

Comentário:

O que há de errado com as igrejas de hoje em dia? Se passamos mais tempo na igreja, não deveríamos esperar crescer espiritualmente e nos sentirmos realizados?
Não nos é dito que, se bebermos da água viva oferecida por Jesus, nunca mais teremos sede? Se isso é verdade, então o que acontece com os cristãos de hoje? O que está faltando?

O fundamental “Que mensagem estamos compartilhando com nossa comunidade e entre nossas paredes com nossos chamados ‘programas’? Acredito que nossa substância, não nossa estrutura, está deixando tantos cristãos estagnados e insatisfeitos. Uma igreja pode ter programas refinados, uma equipe bem treinada e oradores dinâmicos… mas conteúdo é o que as pessoas levam consigo quando voltam para casa.

O que se percebe é que muitos cristãos (incluo aqui pastores) vivem insatisfeitos com a igreja ou com seu relacionamento com Deus. A fé deles não funciona mais, já que não conseguem cumprir sua parte da “barganha” com Deus. Por algum motivo aquilo que começou esfuziante agora começa a desbotar. Podem até se perguntar: Quanto é o bastante? Quando acabará? Por que Deus ainda não está satisfeito? Quando poderei relaxar e desfrutar? Deve haver um outro caminho.

Se houve um outro caminho? Há um Antigo caminho que conduz sempre ao desapontamento, por mais esforço “santo” que seja exercido. Há também um Novo caminho, livre de custos e capaz de mudar tudo. O novo é o que Deus planeja para você. Não acredita? Então sugiro que você leia (se tiver coragem rsrsrs) “O Evangelho Nu” de Andrew Farley.

Grande abraço a você.

Na seara, até a volta de Cristo,
Pr. Luiz Carlos

O Caminho é uma Pessoa, Seu Nome é Jesus!! Conheça-O, leia a Bíblia e siga-O!!

Esperança contra a depressão

“Tratar com a mente é a maior obra já confiada aos homens” (Ellen White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 1, p. 4).

Decepções, frustrações e momentos ruins são experimentados por todas as pessoas. Esses fatores, associados à genética (hereditariedade), qualidade de vida e condições do ambiente ou relacionamentos, podem deixar qualquer um vulnerável à tão falada doença do século, a depressão. A grande diferença entre esses estados emocionais citados e o diagnóstico decisivo é a permanência e intensidade dos sintomas depressivos no quadro clínico de uma pessoa.

Um mito sempre discutido e que ainda prevalece em círculos cristãos é que fiéis religiosos não podem ter depressão. Mas o fato é que a depressão afeta milhões de pessoas cristãs e não cristãs da mesma forma, pois não se trata de um problema espiritual e sim de ordem psiquiátrica e emocional. Infelizmente, muitos cristãos ainda relutam em buscar o tratamento adequado para esse problema, contribuindo assim para que a doença se agrave mais e afete os relacionamentos e a condição física, dificultando a reversão do quadro.

O que muitos não sabem é que a depressão é uma desordem química do sistema nervoso central. Os chamados neurotransmissores, responsáveis por transmitir de um neurônio ao outro nossos estímulos emocionais, ficam alterados e não conseguem cumprir sua função correta: passar a emoção certa para cada momento vivenciado. Essa desordem neuroquímica associada a problemas familiares, no trabalho e outras dificuldades faz com que a depressão se instale e comece a causar danos.

De acordo com o manual CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde), existem vários critérios para avaliar se alguém está passando por um quadro depressivo. Alguns dos mais frequentes são: sentimentos de tristeza e aborrecimento persistentes, falta de energia e vontade de viver, perda da concentração, crises de choro sem motivo aparente, perda de apetite, desinteresse para com as atividades diárias, até mesmo higiene, distúrbios do sono (insônia ou sonolência constante), desesperança, sentimento de culpa, remorso e uma vasta lista de características que ocorrem em vários graus e intensidades de acordo com o estilo de cada um.

As pessoas em geral conseguem resolver problemas, mesmo em momentos críticos como a morte de alguém querido, perda do emprego ou um trauma, sem permanecer num estado de crise durante vários meses, e esse é o grande diferencial na hora do diagnóstico. Quem demonstra não estar conseguindo sair do desanimo, tristeza, desinteresse pela vida por um período prolongado (meses), pode sim estar em um quadro depressivo. Um fator importante é que dificilmente essa pessoa tomará a iniciativa de buscar ajuda, a não ser que esteja no início e ainda tenha algum controle sobre seu estado; por isso a importância de pessoas esclarecidas para encaminharem o paciente ao médico e psicólogo.

Deus pode curar alguém da depressão? Claro que sim, mas Ele também nos deu os tratamentos especializados para isso. Temos a medicina e a psicologia para nos auxiliar. Deus nos deixou orientação para que possamos nós mesmos buscar ajuda e cura. É claro que nada sem Deus atingirá o sucesso, e nossa comunhão fará toda a diferença durante o tratamento, pois trará esperança e vigor quando se pensar em desistir de viver.

Atendo uma jovem de 30 anos que ainda está em recuperação de uma crise. Foi afastada do trabalho, pensou várias vezes em suicídio e quase acabou com seu casamento. Com o uso dos medicamentos, da terapia e o contato com Deus, ela está muito melhor hoje. Ela é cristã e não acreditava que seu problema pudesse ser curado com remédios e psicoterapia. Apesar de ser profissional da saúde, achava que só através da oração deveria obter a cura. Depois de seis meses de tratamento, sua visão em relação à vida mudou muito e agora ela percebe que a intervenção de Deus pode ser feita através da ciência e sabe que profissionais são usados para fazer esse trabalho.

Note que quando alguém está fora do controle de suas faculdades mentais, a sequência deve ser em primeiro lugar medicamento, seguida pela terapia e fé conjuntamente. O medicamento terá a função de regular a atividade cerebral e facilitar a racionalidade e entendimento do seu estado geral para que a terapia haja também com eficácia. A fé tem papel fundamental no tratamento de qualquer doença. Acreditar que Deus está trabalhando através das descobertas da ciência e dos recursos para diminuir nossas dores físicas e emocionais é o primeiro passo para receber Sua cura.

(Juliana de Souza Assis é psicóloga clínica e coordenadora do SEPSI – ECOE, localizado na Zona Sul de São Paulo, SP)

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Esse negócio de que “Deus é amor, mas também é justo” me cansa!

Esse negócio de que “Deus é amor, mas também é justo” me cansa!

Porque, não havendo qualquer antagonismo entre ser BOM e JUSTO, o que ocorre é que essa é mais uma daquelas frases prontas na boca de quem pretendia dizer: “Cuidado, Ele te ama mas quer te ferrar! hahaha!”, ou então algo como cochicho em enterro de “ímpio”: “Pois é, Deus o amou, mas como DEUS também é JUSTO… teve que mandá-lo pro INFERNO, tadinho!!!”

Amigos todos, se Deus fosse tão JUSTO como é AMOR em si próprio, VOCÊ iria para o INFERNO sem escala, sem purgatório, sem choro nem vela. Mas sabe por que você não vai?

Porque, por fim, “a misericórdia triunfa sobre o Juízo” – está escrito!

Sabe por que você não vai?

Porque o AMOR Ele dirigiu a você, e a JUSTIÇA foi satisfeita em Cristo!

Sim, “o castigo que nos traz a PAZ estava sobre ELE e pelas suas pisaduras fomos SARADOS”…

Francamente, Deus não é justo (conforme nosso senso de justiça), porque se há GRAÇA não há JUSTIÇA: “Ele que não tinha pecado se fez pecado por nós… O Justo pelos injustos…” É “justo” isso?

Justo seria você re-encarna pra pagar o que deve em mil vidas, oras…!

DEUS É AMOR! E se estivesse de brincadeira quanto a isso, não teria Se machucado tanto!

E eu, além de AMADO, me sei JUSTI-FICADO, e isso já está CONSUMADO! (Não há revisão processual). Então, bora tocar a vida pra frente que ela não acaba nunca, e eu posso gastar esse pedaço que tenho aqui pra AMAR seu AMOR na direção do meu próximo e anunciar TÃO GRANDE SALVAÇÃO!

Essa é minha vida, esse é o meu clube… rs

Vem comigo?

( Autor: Marcelo Quintela / Dezembro de 2011 - www.caminhoconsciencia.com )

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Segue teu próprio caminho

Então, Pedro, voltando-se, viu que também o ia seguindo o discípulo a quem Jesus amava, o qual na ceia se reclinara sobre o peito de Jesus e perguntara: Senhor, quem é o traidor?

Vendo-o, pois, Pedro perguntou a Jesus: E quanto a este?

Respondeu-lhe Jesus: Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me. (João 21:20-22)

Pouca gente tem coragem de perguntar “quanto a mim”. A maioria apenas quer saber dos outros.

A questão pode parecer piedosa. “Quem é o traidor?” Ou pode soar suavemente ressentida. “E quanto a este?” — mas o que se quer, pela pergunta que não é “quanto a mim”, é usar o amor recebido a fim de granjear privilégios de informações que são apenas fruto da intimidade com um outro-mais-poderoso do que nós; ou então tem a ver com comparar o destino dos outros com o nosso.

No primeiro caso encontra-se com a mais sutil vaidade. No segundo com uma sutil forma de ressentimento que busca comparações.

Ora, João sabia por si mesmo que não era o traidor. E Pedro sabia que era amado, e que poderia cuidar das ovelhas de Jesus, apesar de o haver traído. Mas quem resiste querer saber sobre o destino alheio? Sim, especialmente quando se tem a liberdade de deitar sobre o peito de Jesus, à semelhança de João; ou mesmo quando se o ouviu dizer que nós, apesar de perdoados, ainda encontraremos a nós mesmos em fraqueza, sendo guiados para onde não se quer, sem controle sobre as circunstâncias? — como era o caso de Pedro em particular.

Assim é o coração humano em estado natural, por melhor que seja. Quer saber acima dos demais, esteja alegre ou triste.

Não basta que no coração se saiba quem se é; pois sempre se quer saber sobre o outro!

Sim, parece que o destino dos outros é o que referenda quem somos, e não quem de fato se é.

A cura que Jesus propõe é simples. Ele nos faz nos interessarmos por nosso próprio caminho; pois, somente assim teremos coração para cuidar de nós mesmos e dos outros — e não do destino alheio — sem o espírito que se envaidece quando o nosso caminho parece mais fofo; e nem com o coração que só se sente amado se o destino dos outros for pior que o nosso, do nosso ponto de vista.

Portanto, que ecoe para sempre em cada de nós a afirmação de Jesus: “Quanto a ti, segue-me”.

Aqui reside a saúde de nosso caminhar, seja o que for o que nos aguarde. Seja como a longevidade de João, com o mito de que ele não morreria; ou como o caminho de Pedro, com a certeza da fraqueza e da morte.

Sim, que te importa? Ou o que me importa?

O que importa é apenas o “quanto a ti” dito por Jesus a nosso respeito; e, consequentemente, nossa disposição de perseverar em nosso próprio caminho Nele — que é o Caminho de todos nós.

(Caio Fabio)

O (des)EQUILÍBRIO QUE ESSA NOSSA IGREJA (não) TEM!

A organização chamada igreja tem passado por uma metamorfose, um fenômeno chamado “mundanização”. Acredito que, se muitos dos homens que ajudaram a disseminar o Evangelho no mundo, pudessem ver como está a igreja em seus respectivos países, chorariam lágrimas de sangue por verem o que está sendo feito da Igreja de Cristo.
É fácil criticar a ignorância dos pastores antigos, apontar erros teológicos, doutrinários. Difícil porém, é estar disponível para Deus e para a sua obra da mesma forma que tais fizeram.

O cristão moderno não consegue achar o equilíbrio entre o santo e o profano ou se beatifica e se torna insuportável a qualquer pessoa, ou se torna um cristão “amante do mundo”.
Existe aquela coisa de teoria e prática. Se observarmos a vida de Cristo, perceberemos que Ele era correto em palavras e atitudes. Ele apresentava uma palavra sem contradições e ao mesmo tempo tinha a unção do Espírito de Deus.

Até hoje não entendi por que existem as tais “correntes doutrinárias” se a Palavra de Deus é só uma e nenhuma parte dela de de particular interpretação, será esta isto um pouco de orgulho?
Será que os alguns líderes estão defendendo mais uma denominação com seus costumes enquanto outros defendem o que cair melhor ao seu bolso?
Quem afinal de contas defende a Palavra de Deus?

Antigamente nas Assembléias de Deus haviam pastores que tinham lá suas interpretações erradas, mas uma coisa me chama atenção: eles não tinham medo de pessoas possessas, os líderes não precisavam contratar seguranças para o proteger e os pastores não tinham tempo pra ficar pra cima e pra baixo indo de um país a outro porque tinham muito o que fazer em suas igrejas; aí você pode me perguntar: O que eles tanto faziam no mesmo lugar? Estavam cuidando das pessoas as quais Deus lhe havia confiado.

Tem sido impossível a muitos líderes, conservar o ensinamento da Palavra de Deus, o Evangelho puro, sem as interpretações particulares e fardos pesados e manter-se fiéis, consagrados e confiantes em Deus. 
Eles não tem conseguido corrigir os erros do passados mantendo ao mesmo tempo as virtudes que aqueles homens de fé tinham e com pretexto de serem hoje mais abertos, abrem mão de qualquer valor por dinheiro. Só quero saber o que eles vão fazer com tanto dinheiro depois que Jesus voltar.

Sem contar naquele pretexto pra pecado: “Deus quer o coração…”. Ora, existem pessoas que entregam tudo à religião e nada a Deus, pois tem roupa de crente, fala como crente, vai pra igreja de crente, mas não tem um coração de convertido; faz tudo que a religião impõe e se preocupa quase nada com o que a Palavra de Deus diz. Por outro lado, há pessoas que querem entregar o coração a Deus, mas “só o coração viu!”… Aí caem no outro extremo, ao invés de usar saias “lá embaixo”, usam calças tão justas que quaquer cidadão na rua tem quase a visão que deveria ser contemplada só pelo esposo, ou, ao invés de usar a gola “lá em cima” se vestem com decotes “lá em baixo”, que só faltam mostrar o umbigo! Onde está a vergonha e decência, muitas vezes até nas reuniões?

Às vezes fico a me perguntar, quem cometeu maior pecado, se os pastores exagerados do passado ou os profanos de hoje. É preciso estar entre um e outro.

(Autor: Luis Paulo Silva)

Sei que existe um lugar

‎”Não importa o quanto as portas do inferno tem arquitetado contra você. Se você aprender como entrar no espírito, como entrar no espírito… Paulo disse em 2 Coríntios capítulo 3: ‘O SENHOR É O ESPÍRITO’. Paulo não estava apenas reconhecendo a Divindade do Espírito Santo, porque no capítulo 1 ele disse de uma natureza d tribulação que eles passaram na Ásia e Paulo diz no capítulo 1 de 2ª Coríntios que a tribulação foi tão grande que eles chegaram a desesperar da própria vida; mas no capítulo 3 ele diz ‘O SENHOR É O ESPÍRITO’! Levanta bem alto as tuas mãos porque se você entrar no Espírito, você vai conhecer o que Paulo conheceu! Logo em seguida ele diz ‘e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade!’ LIBERDADE! LIBERDADE! LIBERDADE!

Quando Paulo fala dessa liberdade irmãos, Paulo não tava falando de pular na igreja, Paulo não tava falando de bateria na igreja, ainda que isso tá dentro, mas não é disso que Paulo tava falando. Uma das coisas é o que ele relata no capítulo 11 quando ele diz ‘tres vezes eu passei por um naufrágio, em açoites, sem medida, fustigado com vara…’; Paulo começa dar o seu currículo, Paulo começa a mostrar o que ele passou, ele diz ‘uma vez eu fui apedrejado, mas porque o Senhor É O Espírito é que Paulo aprendeu a como entrar no Espírito, nada prendia Paulo, nada dominava Paulo! O inferno armava uma armadilha, mas Paulo saía, e Paulo saía, Paulo saía… porque onde está o Espírito do Senhor aí há LIBERDADE!

Não importa o que o diabo lançou contra você, o Senhor quer te ensinar como entrar no Espírito e você vai poder dizer bem forte pro Senhor, rindo: ♪ Sei que existe um lugar onde eu posso descansar em Ti Jesus! Sei que existe um lugar onde as circunstâncias não podem me alcançar: JESUS! ♪”

(pr. Eber Rodrigues; ‘Descanso’, louvor do CD ‘Profético 1′ do Ministério Ouvir e Crer)