Jesus – partes 11 e 12

Série: A LIDERANÇA SUBMISSA DE JESUS / Tema: O que é uma liderança submissa? / Jesus e Seu novo conceito de liderança;

REFLEXÃO PRA SEMANA:

1) Aprendemos que é impossível executar o serviço cristão sem uma atitude de negação radical da própria pessoa e da própria vida. Jesus é nosso grande exemplo:

a) A cruz, por exemplo, ocupou o cerne da vida de Jesus;

b) Na Sua vida a cruz é sinônimo de morrer para si mesmo, a fim de que outros vivam e renasçam para Deus (João 12.23-36)

2) No ato de servir não há espaço para título e status. É só verificar a demonstração do próprio Jesus em João 14.4-17. Ali não encontramos nenhuma indicação de que temos proteger nossa reputação, posição ou poder. Ao contrário, o servir é sinônimo de auto-sacrifício.

3) Sim, o serviço cristão é auto-sacrifício, pois ao servir abrimos mão de:

a) Direitos;

b) Posição;

c) Tempo;

d) Reputação.

4) Assim como foi com Jesus, o conceito de serviço deve estar definitivamente ilustrado no que fazemos, não só no que ensinamos ou pregamos.

Série: A LIDERANÇA SUBMISSA DE JESUS / Tema: Expressão prática da liderança de Jesus / As facetas da vida de um servo.

REFLEXÃO PRA SEMANA:

De quem você pode “lavar os pés” esta semana? Como vai fazer isto?

O NT ensina que o ser está acima do fazer. Todavia, o fazer sempre colabora para as mudanças no ser.

O serviço é uma das disciplinas do crescimento cristão. Portanto, não temos que esperar ser para só depois fazer. Na  prática da vida cristã, enquanto a pessoa for fazendo ou servindo, ela estará crescendo no ser, em maturidade cristã.

Portanto, a verdadeira posição do cristão e de ser “escravo”, “servidor”, alguém que desenvolve um trabalho humilde, destituído de honra, aplausos e reconhecimento.

A posição do servo de Cristo não é uma posição de onde advém vantagens, mas é uma posição onde se exige “sacrifícios”, “resignação”, “humildade”, “submissão” e “muito trabalho”. Ainda desejamos ser servos?

RESUMO DA SÉRIE:

Todo trabalho de Jesus se apresenta como um ato de serviço. Devemos imitar à Jesus também nisso, lembrando que servir deve ser um ato de amor e devoção primeiramente à Deus essencialmente; dar-se a si mesmo aos outros em nome de Jesus é uma das mais fantásticas oportunidades que temos de “realização pessoal”. Cada evangelista focou uma característica específica do Filho de Deus, a saber:

Mateus focalizou o reinado de Cristo; Lucas enfatizou a humanidade perfeita de Jesus; João ressaltou a divindade de Cristo e Marcos mostrou o caráter de Cristo como servo. Um exemplo deste último é a passagem do evangelho segundo Marcos, capítulo 10, versículo 45 que diz: “Porque o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate de muitos”.

Jesus usou de modos peculiares quando servia, pois o fazia de maneira espontânea, dando exemplos, quebrando paradigmas, sem chamar a atenção para Si e demonstrando que, na atitude de servir não há lugar para títulos e posições. E Ele ainda instruiu Seus discípulos sobre como desenvolver uma liderança submissa, sendo necessário envolvimento pessoal, esvaziamento do “eu” (ego) e também servir com alegria na alma.

(Autoria do resumo: Sílvia Mª Rizzuto Rosa)

(Estudos baseados na apostila: “Teoria e prática da vida de Cristo” do Instituto Teológico Quadrangular-ITQ)

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